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Road trip na BEIRA BAIXA: dicas de o que ver e fazer (roteiro para 3 dias)

Road trip na Beira Baixa.

Acompanha-nos nesta road trip na Beira Baixa? A nossa proposta é visitar Idanha-a-Nova, Castelo Branco, Oleiros, Proença-a-Nova, Penamacor e Vila Velha de Ródão, nesta ou noutra ordem.

Algumas das sugestões de lugares a visitar e atividades a fazer incluem explorar Aldeias Históricas, percorrer Aldeias do Xisto, descobrir o turismo termal, fazer passeios de barco, visitar museus e caminhar muitos quilómetros em percursos pedestres depois de experimentar a gastronomia da região.

Por falar em comida, comemos tanto e tão bem nesta viagem pela Beira Baixa que temos a certeza de que vai adorar a parte da comida deste artigo.

Este roteiro estende-se por três dias para fazer de carro, no entanto em cada um dos municípios damos outras sugestões de lugares a fazer e que podem estender a sua estadia na Beira Baixa.

É caso para dizer: faça-nos companhia nesta viagem e sejam bem-vindos ao Centro de Portugal.

Road trip na Beira Baixa

Dia 1 da Road Trip na Beira Baixa: visitar Penamacor e Idanha a Nova

Centro histórico de Penamacor

Centro Histórico de Penamacor (road trip na Beira Baixa).
Centro Histórico de Penamacor.

O que acha de a sua primeira paragem na road trip na Beira Baixa ser em Penamacor? A vila madeiro tem um centro histórico muito bonito e apesar de estar em obras pode espreitar a zona monumental.

Percorra a judiaria até à Torre do Relógio e depois vá até à antiga Casa da Câmara de Penamacor, passe por baixo do arco e espreite o pelourinho.

Nesta área terá uma boa perspetiva para fotografar a Torre do Relógio. Desça até à Igreja da Misericórdia e regresse pelo mesmo caminho até à Torre de Vigia do Castelo (ruínas) assim como ao Poço D’El-Rei.

A Igreja e Convento de Santo António

Igreja e Convento de Santo António em Penamacor.
Igreja e Convento de Santo António em Penamacor.

No sentido oposto da vila de Penamacor está o Convento de Santo António e acredite que vale muito a pena visitar. Dizem que pobres e ricos ajudaram na construção da igreja, uns com dinheiro e outros com trabalho.

Do lado de fora o convento não parece nada de especial, mas espere até entrar na igreja e ver os detalhes do teto e dos altares.

A Igreja de Santo António habitualmente está fechada mas pode pedir para a visitar. Assim, se possível ligue com antecedência para o Museu Municipal de Penamacor (277 394 106) ou então veja se na entrada da igreja alguém tem a chave.

Aliás, para visitar qualquer monumento de Penamacor a melhor forma de o fazer é ligar para o Museu Municipal e combinar o horário.

Nós fizemos a visita guiada com o Dr. João Cunha, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Penamacor e com o Dr. André Oliveirinha, arqueólogo municipal, e não podia ter corrido melhor.

Dicas extra: não se esqueça de espreitar a sacristia, os claustros e o coro, assim como o miradouro nas traseiras da Igreja de Santo António.

Se quiser explorar melhor o concelho de Penamacor sugerimos a Reserva Natural da Serra da Malcata e nesse caso o melhor é ficar a dormir em Penamacor.

Alojamento em Penamacor.

Caso contrário, siga viagem até à Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha, isto é, no concelho de Idanha a Nova (cerca de 35 km).

No município de Idanha a Nova há muito para visitar, mas para o primeiro dia no Beira Baixa sugerimos que explore a Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha e as Termas de Monfortinho.

Aliás, o melhor é chegar na altura do almoço ou jantar para ter uma experiência única: comer como os romanos!

O Restaurante Casa da Velha Fonte na Casa da Amoreira

Restaurante Casa da Velha Fonte na Casa da Amoreira (Road trip na Beira Baixa).
Restaurante Casa da Velha Fonte na Casa da Amoreira

O Restaurante Casa da Velha Fonte na Casa da Amoreira foi a melhor surpresa nesta road trip no que diz respeito a restaurantes, e olhe que nós comemos muito bem nos três dias.

A chef Maria Caldeira de Sousa é uma apaixonada pelo século I a.C. e foi beber inspiração aos receituários romanos (mais concretamente de Apício) para criar uma ementa colorida, deliciosa, com os produtos endógenos da região e sem adição de sal ou açúcar.

Para começar chouriça, azeitonas, queijo de ovelha, pão, cenouras, azeite aromatizado de anis e umas cerejas docinhas que refrescaram o dia quente.

Depois foi a vez do Pato Apício, uma travessa com pernas de pato que se desfaziam de tão bem cozinhadas , com um camarão por cima e um molho de chorar por mais.

As costeletas de cordeiro emanavam um aroma delicioso mas foram as migas micológias as rainhas da refeição.

Ao pão juntaram cogumelos silvestres, castanhas, espargos verdes, ovos e especiarias numa combinação tão, mas tão saborosa que (literalmente) andei a pensar neste prato durante dias.

Aliás, alguém na mesa disse que podia viver destas migas e realmente tinha razão.

Para terminar a refeição, nada melhor do que o Pudim Egitânia feito com leite de ovelha e zimbro, mas apenas adoçado com mel.

E se a comida para nos fazer bem tem de ser bonita, podemos dizer que tudo o que veio para a mesa estava a preceito.

Se almoçar no exterior não se esqueça de espreitar o mini museu nas paredes da sala de refeições.

Dica extra: o melhor é marcar a sua refeição com antecedência (963 664 600) mas mesmo em horas tardias ninguém se vem embora sem experimentar um ou outro petisco!

A Aldeia Histórica de Idanha-a-Velha

Interior da Sé Catedral de Idanha-a-Velha.
Interior da Sé Catedral de Idanha-a-Velha.

Toda a aldeia está classificada como Monumento Nacional, por isso para explorar Idanha-a-Velha só precisa de caminhar até onde os pés o levem.

No entanto, existem alguns pontos mais conhecidos que deve incluir no seu roteiro como é o caso da muralha que foi construída no século III, a Torre dos Templários (que não tem porta), o Solar da Família de Marrocos, cujo interior nunca foi concluído e que será um hotel em breve e a Sé Catedral, ou Igreja de Santa Maria.

Se puder ficar mais um dia em Idanha-a-Velha faça-o e explore com calma a aldeia, caso contrário continue viagem até às Termas de Monfortinho (cerca de 35 km pela N239).

Alojamento em Idanha-a-Velha.

As Termas de Monfortinho

Termas de Monfortinho.
Termas de Monfortinho.

A água das Termas de Monfortinho é indicada para o tratamento de doenças da pele mas existem outras indicações terapêuticas que pode ver página de FB das Termas.

No entanto, se quiser apenas fazer uma massagem ou programas de bem-estar e anti-stress está no sítio certo.

As instalações são modernas assim como os equipamentos, pelo que é uma excelente dica para passar uns dias.

No primeiro dia da road trip pela Beira Baixa nós ficámos a dormir no Hotel Fonte Santa, que fica ao lado das Termas de Monfortinho.

Aliás, o jantar também foi no hotel que tem uma larga esplanada para poder desfrutar da refeição ao ar livre (e sobre as estrelas).

O hotel é bastante confortável e o pequeno-almoço tem muita variedade, em todo o caso, se preferir ver outras opções de hotéis em Idanha a Nova, veja o link a seguir.

Alojamento em Idanha a Nova.

Dia 2 da Road Trip na Beira Baixa: visitar Idanha a Nova e Castelo Branco

No segundo dia desta road trip pela Beira Baixa continuamos no concelho de Idanha a Nova mas depois vamos para Castelo Branco.

Visitar a Aldeia Histórica de Monsanto

Aldeia Histórica de Monsanto (Road trip na Beira Baixa).
Aldeia Histórica de Monsanto.

Assim, aproveite o tempo fresco da manhã para fazer um passeio na Aldeia Histórica de Monsanto. Percorra as ruas sinuosas pelo meio de imponentes penedos até ao Castelo de Monsanto e depois continue a caminhada no Geopark Naturtejo.

O Geopark Naturtejo e Penha Garcia

Rota dos Fósseis em Penha Garcia.
A ouvir a explicações de Joana Rodrigues da Naturtejo. Rota dos Fósseis em Penha Garcia.

Em Penha Garcia suba ao Castelo de Penha Garcia e observe o espelho de água da Albufeira da Barragem de Penha Garcia, enquanto percorre a Rota dos Fósseis e vê as “cobras pintadas” com os seus próprios olhos.

Se não sabe, cobras pintadas é o nome que os locais deram aos icnofósseis de Penha Garcia, uma vez que o que vemos são as marcas dos rastos das trilobites que serpenteiam as rochas.

Leve calçado apropriado pois as subidas e descidas são íngremes e existem muitas pedras soltas. Além disso, tem os moinhos para visitar e se estiver calor aproveite para dar um mergulho na praia fluvial do Pego.

Caso queira fazer um piquenique nestas bandas temos uma dica imperdível, então tome nota da Geo Cakes em Idanha a Nova.

Geo Cakes em Idanha a Nova. Road trip na Beira Baixa.
Lunch box da Geo Cakes em Idanha a Nova.

O nosso almoço foi na forma de uma lunch box variada que me soube pela vida!

Gaspacho, pão, salada, empadas, rissóis (e outros salgados que não me lembro), sumo de fruta natural, biscoitos, salada de fruta, e ainda café para terminar.

A Geo Cakes tem outros produtos biológicos para venda por isso recomendamos mesmo que veja a página deles quando visitar Idanha a Nova.

Depois deste repasto em Penha Garcia fomos para Castelo Branco (cerca de 58 km), onde nos esperavam bordados e obras de arte.

O Centro de Interpretação do Bordado de Castelo Branco

O bordado de Castelo Branco tem duas características principais: o facto de as artesãs usarem seda natural para bordar sobre pano de linho e o ponto de bordado em si que é conhecido como ponto de Castelo Branco (ou ponto frouxo, largo ou laçado).

Os motivos tradicionais incluem plantas como o cravo, a peónia, o lótus, a tulipa e a árvore da vida, mas também frutos como o romã, a ave bicéfala e figuras humanas.

No museu pode conhecer o processo de cultivo do linho, desde a semente ao tear, assim como o fabrico da seda.

Estão expostos vários trabalhos feitos com o bordado de Castelo Branco, tanto peças antigas como obras de estilistas nacionais (Alexandra Moura, Luís Buchinho, Katty Xiomara e Storytailors).

É realmente interessante ver o contraste entre as peças tradicionais e modernas e no final da visita ainda pode espreitar as artesãs a bordarem colchas numa área reservada às bordadeiras.

O Centro de Interpretação do Bordado de Castelo Branco está situado na Praça de Camões ou Praça Velha e uns metros mais à frente está o Museu Cargaleiro.

O Museu Cargaleiro

Museu Cargaleiro em Castelo Branco (Road trip na Beira Baixa)
Cláudia Baltazar no Museu Cargaleiro.

O Museu Cargaleiro é constituído por dois polos. Assim, um polo é dedicado às peças que o Mestre Cargaleiro reuniu de Cerâmica Ratinha (peças de uso diário dos beirões) e Cerâmica de Triana (um bairro de Sevilha) e no outro estão expostas as obras de Cargaleiro.

Ambos os polos são muito interessantes e complementam-se por isso sugerimos que visite os dois. O preço da entrada é 2 € mas no primeiro domingo de cada mês entre as 10h00 e as 13h00 a entrada é gratuita (veja mais informações sobre o Museu Cargaleiro).

Restaurante em Castelo Branco

Para almoçar ou jantar em Castelo Branco sugerimos o Restaurante Cabra Preta.

Depois de uma leva de queijinho de ovelha com mel e amêndoas tostadas, pão de forno a lenha com manteiga artesanal e azeitonas beirãs e uma tábua de paio de porco preto, seguiu-se alheira de presunto e a premiada sopa de salsa.

Seguiu-se um prato de bacalhau e vitela à Beirã, servida em caçolo de barro e acompanhada de arroz e batatas fritas. Para terminar uma doce Nuvem Tostada que consistia em clara de ovo tostada no forno com calda de frutos vermelhos.

No final de uma refeição bem servida como esta precisa de dar um passeio para fazer a digestão, por isso sugerimos uma caminhada até ao Jardim do Paço Episcopal ou ao Parque da cidade que fica em frente.

Para dormir, nós ficámos no Hotel Meliá Castelo Branco, que tem uma vista muito bonita sobre a cidade. Os quartos são modernos, as áreas comuns bem decoradas e o pequeno-almoço com muita variedade.

No entanto, se quiser ver outras opções de hotéis em Castelo Branco veja a seguir.

Alojamento em Castelo Branco.

Dia 3 da Road Trip na Beira Baixa: visitar Vila Velha de Ródão, Oleiros e Proença-a-Nova

No último dia pela road trip na Beira Baixa fizemos bastantes quilómetros entre Vila Velha de Ródão, Oleiros e Proença-a-Nova, por isso, se possível, fique mais uns dias.

Assim, depois de sairmos de Castelo Branco, fomos fazer um cruzeiro nas Portas de Ródão em Vila Velha de Ródão (cerca de 35 km).

Cruzeiro nas Portas de Ródão

Monumento Natural das Portas de Ródão (Road trip na Beira Baixa).
Monumento Natural das Portas de Ródão.

A melhor forma de ver o Monumento Natural das Portas de Ródão é a bordo de um cruzeiro.

Os barcos saem do cais fluvial de Vila Velha de Ródão em direção às Portas de Rodão. Pelo caminho pode ver a maior colónia de grifos em Portugal mas também existem cegonhas e milhafres.

Se tiver sorte com o guia pode ser que ele lhe conte histórias engraçadas da zona, incluindo a lenda do Rei Wamba (ou Rei Vamba), o buraco da fapiopa e a Pedra da Rainha.

No final do passeio suba até ao Castelo do Rei Vamba, ou Castelo de Ródão, de onde terá uma vista diferente do espelho de água do Rio Tejo onde estão as Portas de Ródão.

Se quiser prolongar a sua estadia em Vila Velha de Ródão veja sugestões de hotéis a seguir, caso contrário siga viagem para a Cascata de Oleiros (cerca de 60 km).

Alojamento em Vila Velha de Ródão.

A GEOROTA do Orvalho

Cascata da Fraga de Água d'Alta.
Cascata da Fraga de Água d’Alta em Oleiros.

A Georota do Orvalho é um percurso pedestre que está incluído no Geopark Naturtejo no município de Oleiros.

Nós apenas fizemos um pequeno trajeto na escadaria de madeira que dá acesso à Cascata da Fraga de Água d’Alta mas o trajeto completo da GEOROTA tem 8,9 km por trajeto, ou seja, conte com o dobro da distância se não tiver transporte de regresso.

Dica extra: no início da escadaria está uma banca com produtos regionais, por isso experimente (ou leve para casa) licor de medronho, aguardente de medronho, biscoitos e outras delícias que tais.

Depois de uma caminhada nada melhor do que se sentar à mesa, principalmente se for para provar uma das especialidades de Oleiros.

Falamos do cabrito estonado e um dos lugares para o degustar é na Adega dos Apalaches.

Cabrito Estonado na Adega dos Apalaches

Cabrito estonado na Adega dos Apalaches (Road trip na Beira Baixa).
Cabrito estonado na Adega dos Apalaches.

A Adega dos Apalaches abriu em 2016 e desde essa altura que serve o prato típico de Oleiros.

O espaço está muito bem decorado e se quiser pode comer na sala do forno onde é assado o cabrito. Quando se entra é impossível não começar a salivar, tal é o aroma que se escapa do forno.

Não há ementa, a comida vem para a mesa ao sabor (e experiência) da cozinheira e o preço é fixo. O menu diário custa 27,50 € e o rodízio fica a 22 €.

Sentar-se à mesa da Adega dos Apalaches é recolher memórias que ficam para sempre. Uma experiência gastronómica com pratos preparados com produtos da horta, da serra e muita dedicação. Só assim se consegue colocar na mesa travessas recheadas de sabor. Embarque na viagem e prepare-se para ser surpreendido.

Projeto Experimenta Paisagem

Moon Gate na Ribeira de Oleiros (Projeto Experimenta Paisagem).
Moon Gate na Ribeira de Oleiros (Projeto Experimenta Paisagem).

O Projeto Experimenta Paisagem é da responsabilidade de um coletivo de três mulheres: Marta Aguiar, Sofia Marques e Aguiar e Mariana Costa.

Em Oleiros pode observar a Moon Gate, um círculo hipnotizante na Ribeira de Oleiros rodeada de árvores frondosas e que ganha luz à noite.

Já em Proença-a-Nova, mais concretamente na Serra das Talhadas, o colorido Farol dos Ventos destaca-se do fundo rochoso não muito longe da Torre de Vigia de Siza Vieira.

Dica extra: siga a Cortiçada Art Fest para mais informações sobre a Arte na Paisagem e Linhas de Água.

Outras atividades em Oleiros incluem trilhos e percursos pedestres como a Grande Rota Muradal-Pangeia GR38 (Trilho Internacional dos Apalaches) e explorar a Aldeia de Xisto de Álvaro, por isso é boa ideia ficar a dormir na região.

Alojamento em Oleiros.

No entanto o nosso roteiro no último dia da road trip na Beira Baixa levou-nos ao último concelho do programa, Proença-a-Nova (cerca de 30 km).

Centro Ciência Viva da Floresta em Proença-a-Nova

Centro Ciência Viva da Floresta em Proença-a-Nova. Road trip na Beira Baixa.
Centro Ciência Viva da Floresta em Proença-a-Nova

O Centro Ciência Viva da Floresta é um espaço interativo muito interessante, em especial se viaja com crianças.

De uma forma lúdica os visitantes ficam a conhecer melhor as florestas assim como quem lá vive. Saiba como contar os anos de uma árvore, o que acontece quando chove num solo queimado e veja folhas ao microscópio.

Além disso, pode ver colónias de formigas em ação e um aquário que imita o leito de um rio, com os respetivos peixes é claro.

O preço do bilhete de entrada é de 3 € (2 € para as crianças) mas no dia 16 de maio (Dia Nacional do Cientista), no dia 24 de novembro (Dia Nacional da Cultura Científica) e no dia 21 de julho (dia de aniversário do CCVFloresta) a entrada é gratuita.

Se visitar Proença-a-Nova no verão vá dar um mergulho na praias fluviais, por exemplo a Praia Fluvial do Malhadal ou a Praia Fluvial de Fróia.

Nesse caso, veja a seguir a disponibilidade e preços dos hotéis em Proença-a-Nova.

Alojamento em Proença-a-Nova.

Dicas e sugestões finais

Ao longo do artigo incluímos preços e links para as páginas das empresas e instituições que visitámos nesta road trip na Beira Baixa.

A região tem uma oferta hoteleira muito interessante, as paisagens são incríveis e as experiências que tivemos vão acompanhar-nos por muito tempo.

Esperamos que tenha gostado de nos acompanhar nesta viagem e que se sinta motivado a explorar este território único que é a Beira Baixa.

* O passaporte no bolso viajou a convite do Turismo do Centro mas as opiniões expressas neste artigo refletem a nossa experiência.

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2 Comments

  • Reply
    Graham Stephen
    2021-07-10 at 18:34

    Nice! That’s one big boulder!!

    ✨🙏🕉🌱🌿🌳🌻💚🕊☯🐉✨

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