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Cabo Verde

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As salinas em Cabo Verde

As salinas em Cabo Verde

As salinas em Cabo Verde são conhecidas por proporcionarem uma experiência incrível! As pessoas flutuam quando mergulham nas águas destas salinas! Isto acontece porque a quantidade de sal é de tal forma elevada que qualquer corpo que mergulhe vai flutuar.

As salinas estão ativas, não são apenas para entretenimento dos turistas. No local existe um complexo que extrai o sal ali depositado.

As salinas em CaboVerde

As salinas são um lugar mágico. O acesso parece a entrada de uma caverna, mas no interior existe luz, muita luz!

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O sal brilha mesmo num dia nublado. Quando nos dizem que podemos mergulhar entramos a grande velocidade e não nos fazemos de rogados. É mesmo incrível esta sensação de os corpos flutuarem sem dificuldade.

E o mais divertido é fazer autenticas acrobacias dentro água, foi uma experiência muito gratificante para nós e para o nosso filho mais velho. O mais novo com dois anos preferiu ficar a olhar e a tirar fotografias!

É, sem dúvida, uma experiência a não perder, mesmo para quem não sabe nadar.

Dicas para visitar as salinas em Cabo Verde:

As salinas em Cabo Verde estão situadas na localidade de Pedra Lume na zona oeste da ilha, aliás, também são conhecidas por Salinas de Pedra de Lume.

Em primeiro lugar tenha em atenção que a concentração de sal é tão grande que no final é aconselhável retirar o sal num chuveiro. Não vai querer que o sal solidifique no seu corpo!

Por outro lado o guia que nos acompanhou disse-nos que não aconselham que meninas até seis anos entrem na água, porque pode causar ardor.

Por razões óbivas o mesmo se aplica a todas as pessoas com cortes ou feridas expostas, acredite, se tiver alguma ferida que até já nem se lembra mas que não está completamente cicatrizada, vai sentir ardor.

Veja também a primeira parte da nossa visita a Cabo Verde aqui.    facebook e no instagram

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Cabo Verde – parte I

A Ilha do Sal é território castanho. Impressiona à chegada pois tudo parece queimado. Uma voltinha pela ilha e voilà, um deserto para explorar. No meio do nada encontramos um bar cujo nome indica o que se aproxima – “Miragem”.

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A sério, aquele lago que eu vejo à minha frente não existe? Certamente é uma partida para turistas e eu quero mesmo ver se o lago está lá ou não. Pois, a verdade é que não está, é mesmo uma miragem.

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Uns kms mais à frente, já na zona costeira, uma tabuleta marca outro local de interesse – “Bucarona”. Deve ser um buraco muito grande, imaginamos nós, e estávamos certos, num buraco na rocha era visível o “olho azul” e a experiência vale bem a pena mesmo considerando o risco que corremos para ir lá espreitar.

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A queda não deve ser bonita, será que já aconteceram aqui acidentes? Dizem-nos que sim e achamos melhor dar como terminada a aventura.

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Pela nossa experiência, os cabo verdianos são S&S – simples e simpáticos. Alguns já trabalharam em Portugal, mesmo pertinho da nossa casa, como é o caso do senhor que nos vendeu umas peças de madeira lindas: duas taças para adornar a sala da nossa casa e duas estatuetas (um pato e uma tartaruga) que os miúdos adoraram.

O vento não afugenta as pessoas das praias, aliás, sem vento, duvido que fossem suportáveis aqueles raios de sol intensos.

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Não tivemos oportunidade de provar as lagostas locais, pois era época de defeso, mas a restante gastronomia era esplêndida.

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Os pescadores chegam em barcos pequenos e vendem o peixe numa lota improvisada sobre o pontão.

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continua…