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Até onde vai com 70 EUR? | Talasnal.

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Portugal continua a maravilhar-nos com paisagens deslumbrantes. Já deve ter percebido que nós gostamos de viajar para o interior do país, para zonas mais rurais e privilegiamos o contacto com a natureza.

Hoje queremos deixar-lhe o desafio de visitar o Talasnal. Está a ver as placas na fotografia a seguir? Indicam alguns percursos que podem ser feitos a pé a partir do Talasnal.

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Este post é uma reciclagem de outro artigo publicado no dia 18 de maio. Aliás, a ideia de criar uma série de artigos com o tema “Até onde vai com…” nasceu enquanto esperávamos pelo almoço no Bar Talasnal e foi amadurecendo nas semanas seguintes porque quisemos fazer uma lista com sítios que poderiam ser incluídos nesta rubrica.

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Publicámos o post do Talasnal mas percebemos que não tínhamos incluído os custos da viagem, portanto decidimos partilhar quanto custou o nosso sábado na Serra da Lousã.

Diário de bordo:

Quilómetros percorridos: 360 KM.

Combustível + portagens: 40 EUR

Almoço: 26,20 EUR.

Total: 66,20 EUR.

Como vê, ficámos aquém do orçamento inicialmente previsto, dos setenta euros que tencionávamos gastar ainda levámos para casa alguns euros. Quando fomos a Pitões das Júnias gastámos um pouco mais.

Pode ver aqui os artigos publicados no blogue sobre as Aldeias do Xisto. O que acha de prolongar a estadia e ficar uns dias na Serra da Lousã? O preço do alojamento pode ser consultado no Booking.

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0 In Destinos/ Hong Kong/ Viajar com crianças

Dicas para viajar com crianças para Hong Kong.

Quando comunicámos aos nossos amigos e familiares que íamos a Hong Kong a primeira coisa que nos perguntaram foi: Os miúdos também vão? Não sei bem porquê mas acharam que por ser uma viagem longa os nossos filhos ficariam com os avós. Pois nós queremos viajar em família, é um tempo maravilhoso que não estamos dispostos a abdicar. Mas é claro que temos algumas preocupações.

Os nossos filhos já não são bebés, o mais novo na altura tinha cinco canos (fez seis quando regressámos de Hong Kong) e o mais velho tem quinze.

As nossas preocupações principais eram o tempo de voo, a alimentação e a gestão do cansaço.

Tempo de voo

Trinta e duas horas de voo no espaço de uma semana. Catorze horas na ida para Hong Kong com escala em Londres e dezoito horas no regresso com escala em Madrid. O tempo das escalas (acrescentar) serviu para nos deslocarmos de um terminal para outro e passearmos um bocadinho, sem correrias mas também sem nos preocuparmos em “fazer horas”.

Contas feitas, saímos do Porto às 08:55 da manhã de domingo e chegámos a Hong Kong por volta das 07:00 da manhã de segunda-feira. No regresso, saímos de Hong Kong às 00:50 de domingo e chegámos ao Porto às 11:40 da manhã do mesmo dia. Foram muitas horas dentro de aviões.

O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Aproveitar o tempo dentro do avião. Levámos consolas, fizemos passeios no corredor do avião, comemos rebuçados que levámos de casa, dormimos e conversámos. Pense bem, não acha que passa pouco tempo com os seus filho? Eu acho que todo o tempo com eles é pouco e o tempo que se passa dentro de um avião pode muito bem ser aproveitado para conversar. De preferência conversas a dois.

Em casa costumamos estar sempre os quatro mas no avião, como estamos sentados uns ao lado dos outros não dá muito jeito falarmos em conjunto e acaba por ser normal que as conversas a dois surjam. Ao final de algum tempo mudamos de lugar e todos têm oportunidade de falar com todos. Os laços familiares saem reforçados.

Alimentação

Nós damos muita importância à gastronomia local quando viajamos mas deixa de ter piada quando pedimos três ou quatro coisas que não conseguimos comer. É um desperdício de comida e dinheiro.

O nosso filho mais novo, coitado, quase não provou a comida quando visitámos a estátua do Buda Sentado porque a refeição era vegetariana e o que pedíamos nos restaurantes nem sempre era do seu agrado.

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O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Dar muita importância ao pequeno-almoço. As opções de pequeno-almoço no nosso hotel eram variadas (torradas, croissants, pães, iogurtes, fruta, enfim, aqueles alimentos que estamos habituados a comer à primeira refeição da manhã). Insisti sempre para que comessem bem ao pequeno-almoço pois não sabíamos como seriam as restantes opções durante o dia.

Além disso, todos participavam na escolha do restaurante. Antes de entrarmos em qualquer restaurante todos diziam o que achavam. Este foi um truque traiçoeiro porque na maioria das vezes eu já tinha pesquisado o restaurante e sabia mais ou menos o que nos esperava. É claro que também me enganei e algumas escolhas foram muito más. Nessas alturas recorremos ao McDonals ou comprámos waffles na rua.

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O que costumamos fazer em todas as viagens é comprar snacks no supermercado. Tenha em atenção que os supermercados são pequenos, aliás, como todas as lojas em Hong Kong, mas comprámos bolachas, chocolates e água que tínhamos connosco para situações mais críticas.

Gestão do cansaço

Nós queríamos visitar muitas coisas mas achamos que era difícil aguentar um ritmo acelerado todos os dias. Já reparou na quantidade de lugares que visitámos?

O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Marcámos tours organizados em dias específicos quando as deslocações por nossa conta eram demoradas ou complicadas.

Compreendo que alguns viajantes fujam destes grupos a sete pés porque são dispendiosos e dão pouca liberdade mas, convenhamos, são muito cómodas. Então, para quem viaja com crianças são, muitas vezes, a salvação.

Os miúdos estão cansados? Que durmam no autocarro. Estão aborrecidos? Que joguem consola, os adultos podem continuar a aproveitar a viagem. E o que me deixa espantada é que os nossos filhos costumam ser as únicas crianças nesses tours, então os restantes membros do grupo esforçam-se por interagir com eles, fazem-lhes perguntas, dizem que têm filhos/sobrinhos/netos da mesma idade e que sentem a falta deles, comentam a interação entre os irmãos, elogiam como são bem comportados (meu Deus, se soubessem a verdade!), enfim, adotam os rapazes que se sentem as estrelas do grupo.

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Lembra-se das nossas dicas para roadtrips? Imagino que cada família tenha as suas próprias dicas e truques para sobreviver a viagens com crianças. Partilhe connosco a sua opinião!

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0 In Destinos/ Hong Kong

Como usar o Metro (MTR) em Hong Kong

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Hong Kong tem um sistema de transportes públicos bastante económico e eficiente e o Metro foi o que mais usámos na nossa viagem.

Para usar o Metro terá de adquirir o Octopus Card.

Tenha em consideração que as estações de Metro são muito grandes, com várias saídas e a maior parte delas tem centro comerciais no interior o que torna as coisas um bocadinho mais confusas. Mas não é difícil orientar-se se estiver atento a alguns detalhes.

Quando entrar no Metro vai perceber que as linhas onde circulam as composições estão fechadas com portas de vidro e que só abrem quando a composição do metro parar. As portas abrem-se automaticamente (não precisa carregar em nenhum botão) e as pessoas que estão dentro do metro saem pelo meio. Se estiver do lado de fora e olhar para o chão, vai ver umas setas que indicam onde os passageiros vão sair e as setas onde os passageiros fazem fila para entrarem. Normalmente em cada porta são formadas duas filas nos lados para as pessoas entrarem. Essas filas são respeitadas, ninguém passa à frente de ninguém.

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Se não houver lugar na carruagem as portas fecham-se e tem de esperar pela próxima. A frequência de carruagens é elevada, portanto não se preocupe pois só vai esperar alguns minutos.

Em alturas de maior afluência estão funcionários que ajudam com a entrada e saída de pessoas das composições. E a ajuda por vezes são uns empurrões para caberem mais algumas pessoas.

Quando estiver no interior da carruagem e chegar a hora de sair, olhe para ao placard por cima da porta de saída. Vai perceber que a porta que vai abrir tem uma luz verde e que a porta contrária tem uma luz vermelha.

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Na saída, quando passar a zona onde faz a leitura do Octopus Card, existem uns painéis com as saídas possíveis. O ideal é saber exatamente qual é a sua saída antecipadamente mas se não souber seja com atenção a que locais a saída dá acesso. É que pode sair do lado errado da rua e depois nem sempre consegue atravessar.

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0 In Destinos/ Hong Kong/ Restaurantes

Temple Street Spicy Crab Restaurant | Dica de restaurante em Hong Kong.

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Quando viajamos temos o hábito de fazer uma refeição “especial” que torne a viagem memorável. Em Hong Kong escolhemos jantar no Temple Street Spicy Crab Restaurant.

Como o nome indica, o restaurante está localizado em Temple Street, em pleno mercado noturno. O restaurante teve tanto sucesso que neste momento não é um restaurante mas sim dois, um ao lado do outro. Uma das vantagens deste restaurante é que o menu tem fotografias, o que ajuda muito para quem não domina nem o inglês nem o chinês.

À primeira vista o restaurante assusta um pouco, aliás como a maior parte dos restaurantes em Temple Street Market. Nós em tempos tínhamos visto um programa de viagens no Food Channel que se chamava CHING’S AMAZING ASIA e que mostrava este restaurante. Naquela altura nas mesas havia um rolo de papel higiénico em vez de guardanapos de papel!

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Nos dias anteriores em que passeámos no mercado noturno tinhamos visto este restaurante sempre cheio, portanto mesmo de pé atrás resolvemos experimentar. E em boa hora o fizemos! Apesar do aspeto pouco “limpo” das mesas, a verdade é que a comida tinha um ar apetitoso. E quando falo em pouco limpo, reconheço que foi apenas a primeira impressão. Depois de nos sentarmos percebemos que as mesas e as cadeiras estavam bastante gastas, de muita utilização, não estavam sujas.

Porque escolhemos este restaurante?

Disseram-nos que era o melhor sítio para experimentar o prato típico de caranguejo – Spicy Crab. Além disso, ficava localizado muito perto do nosso hotel.

O que pedimos?

Spring Rolls de vegetais com molho agridoce.

A massa estava estaladiça e os vegetais crocantes. O molho era normal.

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Não sei o nome do prato seguinte mas são camarões enrolados em batata frita e molho picante.

Apesar de não termos gostado muito não sobrou nem um. O molho era demasiado picante, mal lhe tocámos.

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Stir fry de noodles e frango.

Estava delicioso, os nossos filhos comeram tudo e olhe que o prato é bem grande. Não foi necessário passar pelo McDonalds nesse dia!

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Spicy Crab.

O caranguejo estava bastante picante mas era delicioso. Os rapazes pouco comeram, acharam que estava muito picante, sorte a minha pois ficou mais para mim. Agora estão imaginar o que é comer este caranguejo com os pauzinhos? Pois, eu vi que as pessoas eram bastante ágeis com os pauzinhos, eu, nem por isso. Mas não ia deixar a comida no prato, certo? Perdi a vergonha e comi com as mãos. Não olhei para ninguém à minha volta enquanto estava a comer apesar de sentir que estavam a olhar, mas paciência.

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Quanto custou a refeição?

634 HKD (menos de 70 EUR), mas tenha em atenção que só o caranguejo custou 400 HKD. Aliás, o preço do caranguejo não estava afixado na ementa, nós tivemos de perguntar quanto custava.

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Onde fica o Temple Street Spicy Crab Restaurant

N.º 210, Temple StreetHong Kong.

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0 In Destinos/ Resumo de semana

Resumo da semana & Saber Viver Open Mag Porto 2018.

Parece que finalmente o tempo quente chegou a Portugal. Nos últimos dias as temperaturas aumentaram e com elas a vontade de viajar. As roupas mais leves saíram do armário, os dias estão mais compridos e já apetece colocar em prática as cinco dicas para aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

Queria falar um bocadinho da experiência do Saber Open Mag Porto 2018 que está a decorrer na Alfândega do Porto este fim-de-semana.

Eu tinha especial interesse em três Open Talks e consegui organizar-me para ouvir a Rute Obadia, a Inês Matos e a Célia Santos. Três mulheres inspiradoras e excelentes comunicadoras.

De uma forma muito, muito, muito resumida (a repetição é intencional) a Rute Obadia é fotógrafa profissional, Travel Blogger e Instagramer e além de nos ter dado dicas práticas fantásticas para melhorar o feed do Instagram e as nossas fotografias, ainda partilhou connosco as APPS de edição de fotografia que utiliza. Excelente!

A Inês Matos é apaixonada pelo Japão e falou-nos como seria viajar com crianças para o Japão. Esta Open Talk parecia ter sido feito para mim pois eu adoraria visitar o Japão e os meus filhos viajam sempre comigo, por isso foi muito bom recolher as dicas que a Inês partilhou connosco.

A Célia Santos tem um percurso profissional invejável. Falou-nos um bocadinho da  sua passagem por várias empresas até que criou a sua própria empresa. O mais interessante foi, sem dúvida, a explicação passo a passo de como se torna uma ideia num negócio.

O que eu aprendi nestas Open Talks?

Além das dicas práticas que cada uma das oradoras nos transmitiu, percebi que elas estavam ali genuinamente para ajudar, partilhando conhecimento de valor .

Perdeu algum dos posts publicados esta semana no passaporte no bolso? A seguir tem os links:

Se está a sonhar com férias e ainda não teve tempo para organizar a sua viagem, lembre-se que nós continuamos a ajudar outros viajantes nas suas pesquisas. Sabemos que procurar bilhetes de avião e hotéis pode ser cansativo mas nesta altura deveria estar a pensar na sua escapadinha de outono/inverno. Lembra-se dos feriados de outubro, novembro e dezembro? Que tal fazer uma viagem?

4 In Destinos/ Hong Kong

Como se locomover em Hong Kong | Octopus Card

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Hong Kong tem uma excelente rede de transportes públicos. Tem à sua disposição o Metro, o autocarro, Tram Way e o Star Ferry  Táxis também são muito populares mas não poderá utilizar o Octopus Card, o pagamento terá de ser em dinheiro.

O Octopus Card é um cartão de transporte recarregável que pode ser utilizado em todos os transportes públicos. Nós só usamos o Metro e o Tram Way mas disseram-nos que o modo de funcionamento nos restantes transporte é igual ao Metro. Para relembrar, se usar o Tram Way, a validação do Ocotpus Card é feita quando sair do elétrico.

Além dos transportes públicos pode utilizar o Octopus Card para pagar as suas compras no supermercado ou nas máquinas de vending.

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Onde comprar

Em qualquer estação de metro, nas máquinas automáticas ou nos balcões de informação. Se usar o Octopus Card pela primeira vez aconselho a comprar num balcão de informação pois pode pedir um mapa da rede para andar consigo.

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Quanto custa

Nós pagámos 150 HKD por cada adulto e 70 HKD pelo cartão de criança. Estes valores incluem uma caução de 50 HKD por cada cartão. Os preços atualizados podem ser consultados aqui. Quando o saldo terminar pode recarregar o cartão em qualquer estação de Metro.

Como usar

O cartão Octopus Card tem de ser validade quando entra no transporte. Passe o Octopus Card no visor e as portas abrem-se. Quando sair deve passar novamente o cartão no visor e aparece a informação de quanto custou a viagem e qual o saldo disponível.

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Como sei quanto custa uma viagem?

O valor de cada viagem depende do trajeto que fizer e a tabela está afixada nas estações de Metro. Mas nós não nos demos ao trabalho de ver quanto custava cada viagem porque andar de Metro em Hong Kong é muito barato, eram-nos descontados alguns cêntimos de cada vez.

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O que acontece se ao sair não tiver saldo suficiente para pagar a viagem que fiz?

No visor aparece um valor negativo, as portas abrem.se na mesma e pode sair sem fazer um recarregamento no cartão. Mas da próxima vez que pretender entrar as portas não se abrem e tem de recarregar o cartão.

Posso usar o Octopus Card para na viagem do aeroporto até ao centro de Hong Kong?

Sim, explicamos tudo neste post.

Como recupero o valor da caução e o dinheiro que não utilizei?

Quando não precisar mais de usar o Octopus Card, pode solicitar o reembolso da caução e do saldo que estiver no cartão. Imagino que o possa fazer em qualquer estação de metro mas nós pedimos o reembolso no aeroporto.

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4 In Destinos/ Hong Kong

Central-Mid-Levels-Escalator | escadas rolantes no meio dos prédios em Hong Kong.

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Pensei durante muito tempo se faria ou não um post sobre o Central-Mid-Levels-Escalator, pois não se pode dizer que seja uma atração em Hong Kong. É verdade que é o sistema de escadas rolantes cobertas mais longo do mundo mas numa cidade com tantas coisas para ver imagino que não seja prioridade para quem tem pouco tempo para visitar a ilha.

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Este sistema de escadas rolantes liga duas zonas na ilha de Hong Kong: Queen’s Road Central em Central e Conduit Road em Mid-Levels. As escadas são de sentido único, quer dizer que sobem ou descem conforme o horário. Existem várias saídas pelo que pode entrar e sair quando for oportuno. Convém não se deixar entusiasmar e ter noção onde vai sair porque é divertido andar numas escadas rolantes no meio dos prédios, espreitar o interior das casas e passar por cima dos carros, mas se depois tiver de fazer o percurso a pé em sentido contrário deixa de ter piada.

Dicas práticas:

Horário

Sentido descendente: de Mid-Levels até Central das 6:00 até 10:00;
Sentido ascendente: de Central até Mid-Levels das 10:00 até 24:00.

Pode consultar outros sítios fantásticos a visitar em Hong Kong aqui.

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4 In Destinos/ Hong Kong

Wong Tai Sin Temple | Onde todos os desejos se tornam realidade em Hong Kong.

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Se a memória não me atraiçoa, nós visitámos seis templos na nossa viagem a Hong Hong: Ten Thousand Buddhas Monastery,  Templo de A-Má em Macau, Po Lin Monastery junto ao Buda Sentado, Man Mo Temple, Chi Lin Nunnery e Wong Tai Sin Temple. Na verdade visitámos outros templos mais pequenos mas não me lembro do nome nem onde ficam, apenas tenho fotografias.

Crentes do Taoismo, Budismo e Confucionismo levam as suas oferendas ao monge Wong Tai Sin na esperança que as suas preces sejam atendidas. Este é um dos templos mais populares de Hong Kong e a quantidade de visitantes que nós vimos comprova isso mesmo.

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Além do templo também pode visitar os jardins.

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Gostaria de realizar algum desejo em particular?

Pelo que nos explicaram, para que a prece seja ouvida existe um ritual a cumprir.

Tem de comprar incenso em conjuntos de três, fazer o seu pedido junto da divindade com o incenso a arder, fazer três vénias e deixar o incenso arder nos locais apropriados.

Também pode levar chá ou fruta para oferecer, mas imagino que para quem esteja de visita em Hong Kong não seja muito prático. Além disso, não é de bom tom levar incenso para casa.

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Informações práticas de Wong Tai Sin Temple:

Morada: 2 Chuk Yuen Village, Wong Tai Sin, Kowloon.

Como chegar: De metro, sair na saída B2 em Wong Tai Sin Station.

Horário:

do templo: 6:00 – 23:00.
dos jardins: 9:00 – 17:00.

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0 In Destinos

Saber Viver / Open Mag Porto 2018

O Passaporte no Bolso também vai ao Saber Viver / Open Mag Porto 2018. Estamos particularmente interessados nos workshops que vão acontecer no sábado, dia 16 de junho:

  • às 10:00 Rute Obadia do blogue The Blondie Traveller vai falar de Instagram;
  • às 12:00 Inês Matos vai falar de viagens com os mais novos;
  • às 14:00 Célia Santos vai falar sobre liderança e empreendedorismo no feminino.

Também vamos no domingo, dia 17 de junho e temos a agenda menos preenchida. Quer dizer-nos “olá”? Trocar ideias ou sugestões?

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Alfândega do Porto, dias 16 e 17 de junho 2018.

4 In Destinos/ Resumo de semana

Resumo da semana | posts publicados no blogue.

Esta semana foi difícil. Estive doente, os posts foram publicados com algumas horas de atraso e ainda não sei bem como consegui manter os cinco artigos semanais. Imagino que ter um plano editorial definido com um mês de antecedência me ajude a gerir imprevistos como a doença mas esta semana foi particularmente difícil.

Enfim, mantenho o meu objetivo de um dia conseguir publicar um artigo por dia e a verdade é que conteúdo não falta. Cada vez que escrevo um artigo lembro-me de outros assuntos que gostaria de abordar no blogue e que penso que ajudariam outros viajantes.

Enquanto esse dia não chega e caso tenha perdido alguns dos nossos artigos desta semana, deixo a seguir os links.

Até onde vai com 70 EUR? | Pitões da Júnias.

Chi Lin Nunnery & Nan Lian Garden | templo budista e jardim chinês em Hong Kong.

Mercados diurnos em Hong Kong: Goldfish, Flowers & Bird Markets.

Hong Kong Tram Way | a forma mais confortável de visitar a Ilha de Hong Kong.

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2 In Destinos

Até onde vai com 70 EUR? | Pitões da Júnias.

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No início do mês de junho lançámos-lhe este desafio, até onde vai com 70 EUR? Como explicámos na altura, a ideia é desafiá-lo a viajar mais em Portugal. O primeiro desafio levou-nos ao Gerês, a Pitões das Júnias.

Esta pequena aldeia do concelho de Montalegre é uma das mais altas de Portugal. Além da aldeia em si, pode visitar a Cascata de Pitões, as ruínas do Mosteiro de Santa Maria da Júnias, a igreja de São Rosendo e as Capelas do Anjo da Guarda e de São João da Fraga.

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Nós fomos a Pitões das Júnias no dia da Mãe, os rapazes decidiram oferecer-me o almoço e já há algum tempo que queria experimentar o cozido de Pitões de Júnias no Restaurante Dom Pedro Pitões. A particularidade deste prato é que os donos do restaurante criam os animais, portanto a qualidade das carnes utilizadas está assegurada.

O exterior e interior do restaurante estão decorados com artigos ligados à agricultura e ao campo como arados e potes de ferro. Estavam lá a almoçar vários grupos de espanhóis e tivemos de esperar algum tempo para termos mesa. O serviço além de demorado estava um bocadinho desorganizado pois algumas famílias estava à espera de mesa mas haviam mesas livres, só era preciso limpá-las.

Mas era domingo, nós estávamos bem dispostos e acredite que valeu a pena esperar. Quando nos sentámos trouxeram um cesto de pão que desapareceu num instante porque era muito bom. Pedimos outro cesto de pão. Os rapazes não apreciam o cozido e pediram bife que estava ÓTIMO! Sim, merece letras maiúsculas pois estava mesmo muito bom. Tenro, bem temperado e cozinhado na perfeição. A estrela do almoço para mim foi o cozido que estava perfeito. Como me tinham dito as carnes eram de excelente qualidade e para minha surpresa vinham acompanhadas de grelos.

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Depois do almoço visitámos a aldeia e depois fomos até à Cascata de Pitões. Pode levar o carro pois existe um parque de estacionamento perto do passadiço de madeira que o leva até ao miradouro onde pode ver a Cascata.

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Dica extra: passe pela padaria e leve pão para casa. Acredite que nunca comeu um pão tão delicioso como aquele.

Diário de bordo:

Quilómetros percorridos: 330 KM.

Combustível + portagens: 35 EUR

Almoço: 35 EUR.

Total: 70 EUR.

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0 In Destinos/ Hong Kong

Chi Lin Nunnery & Nan Lian Garden | templo budista e jardim chinês em Hong Kong.

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O Chi Lin Nunnery é um complexo de templos budistas localizado ao lado do Nan Lian Garden, pelo que pode aproveitar para visitar os dois sítios de uma só vez. Não fica perto do centro de Hong Kong mas faça um esforço para incluir estes dois locais no seu itinerário.

Tanto o mosteiro como o jardim são locais tranquilos e muito arranjados.

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Informações práticas de Chi Lin Nunnery

Localização: 5 Chi Lin Drive, Diamond Hill, Kowloon.

Preço: entrada grátis.

Horário: 09:00 – 16:30.

Informações práticas de Nan Lian Garden

Localização: 60 Fung Tak Road, Diamond Hill, Kowloon

Preço: entrada grátis.

Horário: 07:00 – 21:00.

Pode consultar outros sítios fantásticos a visitar em Hong Kong aqui.

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4 In Destinos/ Hong Kong

Mercados diurnos em Hong Kong: Goldfish, Flowers & Bird Markets.

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Hong Kong é considerado um excelente destino de compras. Existe de tudo: lojas de marcas internacionais, lojas tradicionais e mercados. Nós visitámos dois mercados noturnos, o Temple Street Market e o Ladies Market e três diurnos, o Goldfish Market, Flowers Market e o Bird Market, todos em Kowloon.

A experiência com os mercados noturnos foi ótima, mas convenhamos, nós não estávamos interessados nos artigos que estavam à venda mas sim nas inúmeras barraquinhas de comida.

Pensávamos que os mercados diurnos seriam parecidos com os noturnos mas de dia! Engano nosso, o que eles chamam de mercados diurnos são, afinal, ruas de lojas de especialidade. Portanto, o Goldfish Market é uma rua só com lojas de peixes, o Flower Market é, isso mesmo, uma rua com lojas de flores e o Bird Market é uma coisa à parte. Parece que os habitantes de Hong Kong têm muito orgulho nas aves que têm em casa, então, todos os dias, reúnem-se num parque para mostrar as aves. Nesse jardim também se vendem aves e produtos para esses animais de estimação, daí o nome Bird Market.

Goldfish Market

Os peixes dourados trazem boa sorte portanto são compras populares em Hong Kong.

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Localização: Tung Choi Street North, Mong Kok, Kowloon.

Flowers Market

Nunca imaginei ver tantas pessoas a comprarem flores. Em ramo ou vaso, as flores parecem ser apreciadas em Hong Kong.

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Localização: Flower Market Road, Prince Edward, Kowloon.

Bird Market

Talvez tenha sido o mercado menos interessante, mas deve valer a pena para gostar de aves.

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Localização: Yuen Po Street, Prince Edward, Kowloon.

Dica extra: Estes três mercados situam-se muito perto uns dos outros, numa única saída pode visitá-los a todos sem dificuldade.

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2 In Destinos/ Hong Kong

Hong Kong Tram Way | a forma mais confortável de visitar a Ilha de Hong Kong.

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É na Ilha de Hong Kong que se situa o centro financeiro de Hong Kong, portanto são muitos os arranha-céus e as ruas parecem não terminar. Pode perfeitamente usar o Metro para se deslocar mas no subsolo as vistas não são grande coisa, pois não? O que acha de usar o elétrico tradicional, também chamado “ding ding”?

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Seis linhas à sua disposição

  1. Western Market – Shau Kei Wan
  2. Happy Valley – Shau Kei Wan
  3. Shek Tong Tsui – North Point
  4. Shek Tong Sui – Causeway Bay
  5. Kennedy Town – Happy Valley
  6. Kennedy Town – Shau Kei Way

Preços:

Adulto: 2,30 HKD

Criança (dos 3 anos até 11 anos-inclusive): 1,20 HKD

Como usar:

Octopus Card: Pode usar o seu Octopus Card no Tram Way, a validação da viagem é feita à saída.

Dinheiro: Se não tiver Octopus Card deverá depositar as moedas na caixa “Coin Box”. Tem de ter o dinheiro certo, não dão troco, aliás, pelo que vimos, nem olharam para conferir se as moedas depositadas correspondiam ao valor a pagar.

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Na nossa opinião é a forma mais confortável de visitar a ilha de Hong Kong pelas seguintes razões:

  • As carruagens de dois andares são antigas mas estão perfeitamente restauradas. Viajar desta forma é especial, não perca a oportunidade para tirar muitas fotografias.
  • Oito estações do Tram Way têm WiFi grátis, aproveite para atualizar as suas redes sociais enquanto espera pela próxima carruagem, mais informações aqui.
  • A linha número seis percorre o norte da Ilha de Hong Kong quase de lés a lés. Se pretende dar algum descanso aos seus pés e beneficiar das vistas da cidade tem uma ótima oportunidade.
  • É muito barato, com o câmbio à data de hoje são vinte e cinco cêntimos por viagem, portanto não tem desculpa para não experimentar.

Convencido? As condições e preços atualizados do Tram Way podem ser acedidos aqui. E pode consultar os artigos que já publicámos sobre Hong Kong aqui.

0 In Destinos/ Resumo de semana

Resumo da semana & artigo mais lido no blogue.

Esta semana regressámos a Hong Kong. Em sentido figurado pois a viagem terminou no início do mês de abril. Na segunda-feira publicámos um artigo sobre Golden Bauhinia Square e na quarta-feira visitámos o Man Mo Temple. A sexta-feira coincidiu com o início do mês e como tem vindo a ser hábito adiantámos alguns temas que vão ser abordados no blogue durante o mês de junho.

O post mais visto esta semana foi o que publicámos ontem, sábado, “Cinco dicas para aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!“. Em pouco mais de 24 horas foi visto mais vezes do que qualquer outro artigo publicado no blogue esta semana o que nos indica que os leitores do passaporte no bolso procuram dicas práticas. Aliás, na semana passada o post mais visto foi “Como se organizar para viajar mais | Dicas práticas“, outro artigo com dicas práticas.

Na semana que começa amanhã vamos dar início ao desafio Até onde vai com 70 EUR? Lembra-se, falámos nesta nova rubrica aqui. Curioso para saber onde fomos? Só tem de esperar até ao próximo sábado!

Se perdeu alguns dos artigos publicados esta semana pode aceder a partir dos links a seguir:

Golden Bauhinia Square | Hong Kong.

Man Mo Temple | Hong Kong.

Novidades no blogue & posts futuros. Até onde vai com 70 EUR?

Cinco dicas para aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

 

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0 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal

Cinco dicas para aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

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É verdade que ainda não estamos no verão e que o tempo geralmente não tem sido propício a grandes passeios, mas não acha que está na altura de se preparar para os dias quentes que não devem tardar?

Deixamos, então, cinco sugestões para que chegue ao outono com a impressão de que o verão foi aproveitado ao máximo!

Cinco dicas para a aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

Beber uma bebida ao final do dia num bar ou esplanada.

No final do dia de trabalho  precisa mesmo de ir a correr para casa? Pelo menos uma vez avise em casa que vai chegar mais tarde e combine uma saída com amigos. Os amigos estão ocupados? Vá sozinho, sente-se numa esplanada e desfrute da ocasião. Ou então leve a família consigo e desfrute na mesma da ocasião.

Fazer uma caminhada.

No final do jantar desligue a televisão, calce as sapatilhas, saia de casa e percorra a sua cidade a pé. Vai ver que dorme melhor e acorda de manhã com mais energia.

parque-donana-espanha

Shinrin-yoku.

Já ouviu falar da medicina de estar simplesmente na floresta. E de banhos de floresta? Vá em grupo ou sozinho e beneficie da terapia de inspiração japonesa com um número crescente de adeptos em Portugal. O contacto com a natureza só lhe faz bem. Mais informações aqui e aqui.

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Observar o pôr-do-sol.

Ou o nascer do sol de for madrugador. Procure um local tranquilo e boa companhia. Observe o momento e relaxe.

por-do-sol

Fazer um piquenique.

Os restaurantes da moda tendem a ser dispendiosos e dificilmente se divertirá se gastar mais do que devia. Que tal fazer um piquenique? Um lanche caseiro, saudável e económico é uma excelente opção para aproveitar melhor os dias quentes de verão que se aproximam.

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0 In Destinos

Novidades no blogue & posts futuros. Até onde vai com 70 EUR?

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Em junho vamos continuar a publicar artigos sobre Hong Kong. Quem imaginaria que numa semana de viagem conseguiríamos visitar tantas coisas? Pois é, nós saímos de casa decididos a aproveitar ao máximo os dias que passámos em Hong Kong e acho que o conseguimos. Vamos continuar a partilhar informação dos locais por onde passámos e mais lá para o fim do mês vamos falar de comida. Vamos falar de street food, de restaurantes que experimentámos, o que correu bem e o que nem por isso. Tudo faz parte da experiência e posso já adiantar duas coisas: algumas vezes a comida foi cuspida por ser muito má e fomos ao McDonalds.

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Por falar em McDonalds, vamos dedicar a um post a explicar como foi viajar para Hong Kong com crianças. O nosso filho mais novo tinha cinco anos (fez seis quando regressámos de HK) e o mais velho quinze, portanto não são crianças pequenas. Mas o que eu sinto é que os cuidados e preocupações que me afligiam quando eles tinham três ou quatro anos e agora são praticamente os mesmos, portanto acredito que o nosso testemunho pode auxiliar outros pais.

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Temos reservada para este mês a estreia de uma nova rubrica no blogue: Até onde vai com 70 EUR?

O nome, já deve ter percebido, foi inspirado noutras iniciativas do género e a ideia é desafiá-lo a viajar mais mais em Portugal. É nossa convicção que não precisa ser rico para viajar e um dia fora de casa não precisa de o levar à falência. O que nós fazemos? Saímos de casa cedo e só regressamos ao final do dia. Como moramos no norte do país é normal que os destinos escolhidos sejam também nesta zona, as nossas desculpas aos leitores do sul. Não sei muito bem como remediar esta situação mas prometo que vou pensar no assunto.

Está curioso para saber até onde os setenta euros nos levaram? Este valor inclui despesas de combustível, portagens e alimentação. Nós somos quatro, portanto faça lá as contas para adequar este valor à sua família.

Como chegámos a este valor, 70 EUR? É o que normalmente gastamos quando passamos um dia fora de casa, achamos que este valor é razoável e não faz grande diferença no orçamento familiar mensal. Curiosamente neste momento tenho programados três itinerários para publicar nesta rubrica mas nem todos ficaram dentro do orçamento, ups…

São estes os temas que vão ser abordados no passaporte no bolso este mês. Estamos entusiasmados com o que vem por aí e esperamos que nos acompanhe no blogue, facebook e instagram.


 

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5 In Destinos/ Hong Kong

Man Mo Temple | Hong Kong.

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O Man Mo Temple está localizado no centro financeiro de Hong Kong e parte do seu charme reside precisamente na sua localização: foi construído em 1847 e à sua volta existem diversos arranha-céus. É, portanto, caricato encontrar um edifício antigo e pequeno rodeado de uma selva de betão. O templo tem o nome de dois Deuses, Man é o Deus da Literatura e Mo é o Deus da Guerra.

Man-Mo-Temple

O templo é conhecido pelos incensos circulares que ardem lentamente no seu interior. Mas atenção, o ar lá dentro é irrespirável! Imagine um espaço escuro, com um odor intenso, cinza e fumo provenientes do incenso a ser queimado continuamente. Além dos incensos circulares pendurados no teto, os crentes também deixam incenso a arder como oferenda. Para ter uma ideia do cenário, os nossos filhos que são aventureiros e querem visitar tudo não conseguiram sequer entrar pois ardiam-lhes os olhos.

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Informações práticas

Localização: 124-126 Hollywood Road, Sheung Wan, Hong Kong Island.

Preço: entrada grátis.

Pode consultar outros sítios fantásticos a visitar em Hong Kong aqui.

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