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0 In Aldeias do xisto/ Destinos/ Portugal

Janeiro de Cima – Aldeia do Xisto. Ó da Barca!!

Ficámos bastante agradados com o que vimos em Janeiro de Cima. Pareceu-nos que as casas de xisto eram em número superior em comparação com a Barroca.

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Se estiver na hora de almoço ou jantar não perca a oportunidade de experimentar o “Fiado Restaurante“, dizem que vale a pena!

Outra sugestão é dar um pulo à praia fluvial e, quem sabe, fazer um picnic no Parque Fluvial da Lavandeira.

Em tempos passados a barca era usada para ir de uma margem do rio para a outra. O costume já se perdeu mas no verão pode dar um passeio no rio numa barca tradicional.



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0 In Destinos

Se for à Barroca, acredite. Visita a uma das Aldeias do Xisto

Quem observa a aldeia da estrada não acredita que é uma aldeia de xisto.

De fora parece uma aldeia normal, onde estão as casas tradicionais? Será que o GPS nos deu indicações para uma aldeia errada? Mas a Barroca não é uma aldeia errada, tem é que se aventurar pelo interior para encontrar as casas de xisto.

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Uma aqui, outra ali, é preciso ter paciência e andar alguns minutos.  Não desanime, a recompensa é grande e se estiver calor pode dar um mergulho ao Rio Zêzere.

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A Aldeia da Barroca fica situada junto ao Zêzere no Concelho do Fundão e é onde se localiza o centro dinamizador e a sede da Rede e das lojas das Aldeias de Xisto.



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0 In Aldeias do xisto/ Destinos/ Portugal/ Roteiros de Viagem

Barroca, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo – roteiro para um dia nas Aldeias do Xisto

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Visitámos a Aldeia da Barroca sem nenhuma preparação, aqui contámos como à última hora surgiu a oportunidade de visitar algumas Aldeias do Xisto.

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Partimos do Fundão em direção à Barroca pela EN 238. Cerca de meia hora depois (28 km) chegámos à Barroca mas achámos que nos tínhamos enganado. Da estrada não se via nenhuma casa de xisto. Estacionámos o carro e a pé lá fomos encontrando algumas construções de xisto.

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Continuámos pela EN 238 em direção a Janeiro de Cima ainda no concelho do Fundão. Deixámos a estrada nacional e percorremos os últimos quilómetros na EM 518 antes de chegar a Janeiro de Cima. Nesta aldeia as casas de xisto são em maior número em comparação com a Barroca.

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O dia estava a terminar e ainda queríamos ir a Janeiro de Baixo, no concelho da Pampilhosa da Serra.

Continuámos pela EM 518 que felizmente estava em bom estado e menos de 4 km depois chegámos à aldeia de Janeiro de Baixo. O sol estava a desaparecer mas ainda conseguimos passear um bocadinho.

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6 In Destinos/ Portugal/ Roteiros de Viagem

Fim de semana na Serra da Estrela – Roteiro & a importância de ter um plano B.

 

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Ano novo, velhos hábitos! No primeiro fim de semana do ano fomos para a Serra da Estrela.

Saímos do Porto numa sexta-feira ao final do dia e pernoitámos no Fundão. A ideia era dedicarmos o sábado às pistas de esqui para aprendermos a esquiar e o domingo estava destinado a darmos uso ao trenó. Dois dias a desfrutar da neve parecia-nos um belo plano!

O roteiro inicial era:
Dia 1 – Porto – Fundão
Dia 2 – Fundão – Pista de esqui da Serra da Estrela – Fundão
Dia 3 – Fundão – Torre – Porto

No entanto, o tempo na serra é imprevisível e apesar da notícia de estradas cortadas no acesso à Torre, não tinha nevado o suficiente para as pistas de esqui abrirem. Não imaginam a desilusão quando chegámos à estância e vimos as telecadeiras paradas. Nem saímos do carro, telefonei para a estância e informaram-me que naquele dia as pistas estariam encerradas mas que as máquinas de neve artificial estavam a funcionar desde a véspera e que no dia seguinte de certeza que algumas pistas abririam.

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Se não havia esqui teríamos de nos contentar com o trenó! Mas estava muito frio e o vento era forte, os adultos rapidamente perderam a vontade de deslizar pelas encostas da Torre apesar da insistência dos miúdos em continuarem ao frio.

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Nessa altura tivemos de arranjar um plano B. Tenho o hábito de ter comigo um caderninho onde tomo nota de informações que considero úteis. Por exemplo, assuntos que posso abordar no blogue, viagens que quero fazer, sugestões de hotéis e restaurantes que me vão falando. Nesse caderno tenho uma lista das Aldeias de Xisto e parecia que estávamos no sítio certo. Não foi difícil organizar um roteiro para esse dia e reservámos o domingo para tentar novamente a estância de esqui. A segunda versão do roteiro ficou assim:

Dia 1 – Porto – Fundão
Dia 2 – Fundão – Pista de esqui da Serra da Estrela – Torre – Barroca – Janeiro de Cima – Janeiro de Baixo – Fundão
Dia 3 – Fundão – Pista de esqui da Serra da Estrela – Porto

A visita às Aldeias de Xisto (Barroca, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo) correu muito bem, nos próximos dias iremos publicar algumas dicas para aproveitar a região.

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O domingo estava reservado ao esqui, aliás, essa tinha sido a razão principal para nos deslocarmos à Serra da Estrela. Mas dizem que não há duas sem três, portanto, o roteiro inicial sofreu uma terceira alteração.

Chegámos à estância de esqui e dirigimo-nos ao balcão. Precisávamos adquirir o forfait para acesso às pistas, marcar a aula com o professor e alugar o material de esqui. Tudo corria bem até nos avisarem que a aula com o professor só poderia ser marcada para a tarde desse dia. A aula tem a duração de uma hora e a pista fecha às 16:30. Claramente não compensava o elevado custo da atividade. Restava-nos, novamente, o trenó!

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Felizmente no domingo não estava tanto vento e aproveitámos algumas horas na neve.
Antes de regressarmos ao Porto parámos para almoçar em Seia no restaurante “O Borges”.

Veja também o nosso passeio na Serra da Estrela em 2017 .

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13 In Alemanha/ Destinos

Mercados de Natal de Düsseldorf, Alemanha.

À semelhança de Colónia, os mercados de Natal de Düsseldorf estão espalhados pela cidade mas não muito longe uns dos outros. Pode circular facilmente a pé entre os vários recintos.

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Não tenho a certeza se visitámos todos os mercados, mas passsámos algumas horas entretidos a saltar de banca em banca à procura de presentes de Natal 🙂

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Começámos em Marktplatz.

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Marktplatz

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Marktplatz

Alguns metros mais à frente visitámos o mercado Flinger Strasse/Markstrasse.

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Flinger Strasse/Markstrasse

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Flinger Strasse/Markstrasse

Como já estávamos com fome fomos à procura de salsichas em Henrich-Heine-Platz.

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Henrich-Heine-Platz

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Henrich-Heine-Platz

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Henrich-Heine-Platz

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Henrich-Heine-Platz

Em Schadowstrasse podiam ver-se bancas com presentes de Natal originais.

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Schadowstrasse

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Schadowstrasse

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Schadowstrasse

E antes de terminarmos o passeio junto à roda gigante, ainda fomos ver as pessoas a patinarem no gelo.

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10 In Alemanha/ Destinos/ Roteiros de Viagem

Por terras alemãs, belgas e holandesas – roteiro para três dias.

O título é um bocadinho exagerado. Na verdade estivemos na fronteira dos três países, não visitámos nenhuma localidade na Bélgica nem nos Países Baixos e no último dia não visitámos nada porque o voo de regresso estava previsto para as 10:25. Espero que perdoem o exagero.

No ano passado visitámos o mercado de Natal em Colónia. Como a experiência foi fantástica quisemos conhecer outros mercados na Alemanha. Então, em dezembro passado fomos visitar o mercado de Natal de Düsselford.

Esta viagem foi diferente das que habitualmente fazemos porque, desta vez, ficámos em casa de amigos. Não precisámos de nos preocupar com alojamento nem deslocações nem mesmo itinerários porque estava tudo tratado!

Saímos do Porto na sexta-feira dia 08 e regressámos no domingo dia 10 de dezembro. O roteiro final ficou assim:

Dia 1: Aeroporto Francisco Sá Carneiro (OPO) – Aeroporto Colónia/Bonn (CGN) – Erkelenz.

Foi muito bom chegar ao aeroporto e não ter de me preocupar com transportes. Já estavam à nossa espera para nos levarem a Erkelenz. Depois do jantar ainda fomos visitar o pequeno mercado de Natal de Erkelenz.

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Dia 2: Erkelenz – Aachen – Düsselford – Erkelenz.

Estávamos a tomar o pequeno-almoço quando começou a nevar. Apesar do frio saímos para brincar na neve e tirar algumas fotografias num lago ali perto. Os patos não pareciam ter frio.

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Mais tarde visitámos a fábrica/loja de chocolates da Lindt, de onde saímos com um caixote de chocolates que veio connosco para Portugal. A loja pratica preços muito simpáticos!

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Antes do almoço fomos a Aachen, junto da fronteira com a Bélgica e Países Baixos. Foi divertido fazer ginástica para tirar fotografias com um pé na Alemanha, outro na Bélgica e uma mão nos Países Baixos 🙂 Ou terá sido ao contrário? Não sei bem porque estava tão frio! O termómetro do carro marcava -5º.

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A tarde foi passada nos mercados de Natal em Düsseldof. São vários e estão espalhados pela cidade.

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Dia 3: Erkelenz – Aeroporto Colónia/Bonn – Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

No último dia não havia neve no chão em Erkelenz. Para compensar caiu um nevão quando o avião se estava a preparar para levantar o que atrasou o voo de regresso.

 

11 In Destinos/ Dicas de Viagem

Como sobreviver a uma road trip de 1500 kms com crianças.

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Os nossos filhos têm 14 e 5 anos respetivamente e sempre viajaram connosco.
Com o tempo aprendemos que tanto crianças pequenas como as mais crescidas conseguem tirar um adulto do sério de vez em quando.

Cada um saberá a melhor forma de lidar com a prole mas reconheço que algumas dicas que fui lendo em blogues realmente resultam e tornam a viagem menos stressante.

Em primeiro lugar, acreditamos que as viagens são momentos especiais em que criamos memórias e fortalecemos os laços enquanto família. Fomos incutindo este espírito aos nossos filhos e com o tempo perceberam que não podem comportar-se de forma a dificultar a viagem. Portanto, gritos e birras não combinam com viagens.

Por outro lado, em viagem somos tolerantes em relação a outras coisas: eles podem ficar acordado até tarde, beber refrigerantes, comer fast food e ficar horas no tablet ou a jogar Nintendo.

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Nesta road trip em particular não fizemos muitos kms seguidos com os miúdos acordados, o que nos facilitou muito. É normal dividirmos o percurso em trechos com pernoitas a meio do caminho para não nos cansarmos em demasia e as paragens nas estações de serviço para correr e brincar são obrigatórias.

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As possíveis fontes de conflito são eliminadas de raiz. Isto significa que se os rapazes não se entenderam quando estão a jogar o mesmo jogo eles sabem que os pais lhes tiram o jogo. E não há apelo possível. Pode parecer excessivo mas tem resultado.

Por sorte as esquisitices na hora das refeições terminaram há uns anos no Luxemburgo mas temos sempre connosco um saco de gomas que funcionam como recompensa. Nunca imaginei que um saco de doces pudesse ter tanto poder. Eles anseiam a oportunidade de se portarem bem para comer uns docinhos.

O tempo dentro do carro foi passado a conversar e a fazer jogos. Fazemos equipas de dois pois os adultos também entram na brincadeira. Os km parecem que são percorridos mais rapidamente quando estamos à procura de carros amarelos ou pontes por cima da autoestrada.

Com viagens tão facilitadas quem sabe daqui a uns tempos fazemos uma road trip de várias semanas pela Europa 🙂

Tem outras dicas para partilhar connosco? Por favor deixe o seu comentário.

9 In Destinos/ Espanha

Parque Doñana, à procura do lince ibérico.

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A entrada para o Paque Doñana está situada a menos de 3 km de Matalascañas onde ficámos alojados.

Não é possível visitar o parque de forma independente pois apenas uma pequeníssima área está aberta a visitas livres, o que obriga a marcações com antecedência pois os tours são bastante concorridos.

Nós comparámos os tours oferecidos em El Rocío e no próprio parque e decidimos optar pelo segundo porque nos pareceu mais completo e estava situado muito perto do nosso hotel. Existem duas visitas por dia, uma ao início da manhã e outra ao início da tarde. Aconselharam-nos a ir de manhã por causa do calor mas também porque de manhã os animais estão mais ativos.

O nosso guia explicou-nos que existem dois parques, o Parque Natural Doñana e o Parque Nacional Donãna. A visita começou a alta velocidade pela praia. Só se viam mariscadores e aves.

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Entrámos na duna móvel, fizemos uma paragem para algumas explicações do guia e quando nos embrenhámos no parque começaram a aparecer os animais.

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Nós bem procurámos mas o lince ibérico é muito difícil de avistar. No entanto foi divertido por os miúdos à procura do fugidio animal. Pelo menos mantiveram-se entretidos.

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15 In Destinos/ Espanha

El Rocío, o faroeste em Espanha.

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Em conversa com amigos disseram-me que El Rocío era um mundo aparte. E não estavam a brincar. A melhor forma de o descrever talvez seja compará-lo ao faroeste americano, ou pelo menos a imagem que passam em filmes de Hollywood.

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O chão não tem asfalto, à frente de cada casa existe uma barra para prender as rédeas do cavalo e uma nuvem de pó envolve o Rocío. Os visitantes refugiavam-se do calor nas lojas de souvenirs com ar condicionado e uns quantos faziam fila para tirar uma fotografia aos filhos em cima de póneis. Cada fotografia custava 1 euro.

A Ermita del Rocío é dedicada ao culto mariano e a imagem da Virgen del Rocío atrai bastantes visitantes.

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Dentro da localidade o estacionamento é pago. Pode circular de carro à vontade mas se quiser estacioná-lo terá de pagar. Funciona mais ou menos assim: quando um carro estaciona, o funcionário responsável por aquela área dirige-se ao condutor do veículo e cobra o valor relativo ao estacionamento. Vimos alguns carros a abandonar o estacionamento depois de algumas palavras trocadas com estes funcionários. Em alternativa pode deixar o carro junto à estrada nacional e atravessar a zona de estacionamento paga a pé.

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7 In Destinos/ Espanha

Matalascañas, dias tranquilos na praia.

matalascañas-dias-perfeitos-na-praiaMatalascañas revelou-se um destino de praia perfeito! A costa tem boas infraestruturas para receber e entreter os visitantes: cafés, restaurantes, lojas, chuveiros, wc, parque de diversões de insufláveis e aluguer de barcos. Além disso, os habituais vendedores de óculos de sol, carteiras e afins percorrem o areal em silêncio à procura de clientes. Sim, em silêncio! Não apregoam a mercadoria nem importunam ninguém.

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A imagem de marca da praia é a Torre de la Higuera, também conhecida como “La Peña”, ou o que resta dela. Atualmente o que vemos é a base da fortificação, uma vez que a torre foi destruída em 1755 em consequência do maremoto que também destruiu Lisboa. Além disso, a ação constante do mar não deve ter ajudado a conservar o monumento. Para quem estiver com ideias de escalar a torre devo alertar que são aplicadas coimas pesadas para os aventureiros.

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6 In Destinos/ Portugal/ Roteiros de Viagem

Road trip – Do Porto até Matalascañas. Roteiro para sete dias.

Quem viaja com crianças sabe que road trips podem ser complicadas. Os nossos filhos têm pouca paciência, aborrecem-se com facilidade e começam a implicar um com outro quando não têm nada para fazer, o que torna algumas horas dentro do carro um autêntico suplício.

Mesmo assim, imbuídos do espírito de aventura, no início de setembro decidimos fazer uma road trip de 1500 km e o destino escolhido foi Matalascañas.

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O roteiro final ficou assim:

Dia 1 – Porto – Pegões
A primeira parte do trajeto foi tranquila. Como saímos de casa ainda de madrugada os rapazes adormeceram e quando acordaram metade do trajeto estava percorrido. Depois do almoço fizemos o check-in no Monte Girassol e o resto do dia foi passado a descontrair na piscina como contámos aqui .

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Dia 2 – Pegões – Vila Real de Santo António – Matalascañas
Despedimo-nos do Monte Girassol e dirigimo-nos para Vila Real de Santo António, onde nos esperava um almoço digno de rei. O restaurante Casa do Polvo é conhecido pelos pratos de polvo!! e nós experimentámos três variedades.

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Com o estômago mais composto aproveitámos o sol para retemperar a alma com um passeio junto à costa.

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Só depois rumámos a Espanha. Chegámos a Matalascañas a meio da tarde e quando as formalidades de check-in estavam concluídas, demos um mergulho na piscina e corremos para a praia para ver o por-do-sol.

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Dia 3 – Matalascañas
O terceiro dia de viagem foi passado na praia. A água estava estranhamente quente, por alguma razão imaginei que a temperatura seria semelhante à do Algarve mas, sorte a nossa, se não fosse a areia mais grossa, diria que estava nas Caraíbas.

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Dia 4 – El Rocío
El Rocío fica a cerca de 20 km de Matalascañas e vale mesmo a pena a visita. Nós fomos da parte da manhã por causa do calor e aproveitámos a tarde para regressar à praia de Matalascañas.

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Dia 5 – Parque Nacional e Natural Doñana
Sem dúvida o ponto alto da viagem! Foi maravilhoso percorrer os diferentes habitats do parque e descobrir animais camuflados pela vegetação.

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Dia 6 – Matalascañas – Faro – Portimão – Alcácer do Sal
Antes de fazermos o check-out do hotel ainda fomos dar os últimos mergulhos na praia. De regresso a Portugal fizemos uma pequena paragem em Faro já a pensar numa futura escapadinha. É que a Ryanair tem voos do Porto para Faro a preços bem simpáticos.

Quando estávamos a passear junto à praia lembramo-nos de umas sardinhas deliciosas que tínhamos comido há uns anos em Portimão e quando demos por nós, estávamos a fazer um desvio para jantar em Portimão.

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É claro que saímos tarde do restaurante e atravessar o Alentejo de noite depois de um repasto não foi agradável. A boa notícia é que os nossos filhos adormeceram rapidamente, aliás o mais novo nem acordou quando chegámos a Alcácer do Sal.

Dia 7 – Alcácer do Sal – Porto
Nesta altura só queríamos chegar rapidamente a casa. Acusávamos o cansaço da viagem e no dia seguinte regressávamos ao trabalho.

Nos próximos dias prometemos publicar as nossas impressões de Matalascañas, El Rocío e Parque Doñana, assim como as melhores dicas para sobreviver a uma road trip com crianças.

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3 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal

Monte Girassol – The Lisbon Country House, uma experiência a repetir em Pegões.

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Fomos recebidos no Monte Girassol pelo Sr. José e pela filha. Mostraram-nos o quarto onde passaríamos a noite, o quarto “Alperce”, e as partes comuns da casa: a sala com televisão e lareira, o alpendre e a piscina.

Estávamos com sorte, éramos os únicos hóspedes, pelo que tínhamos a casa por nossa conta. Rapidamente vestimos os fatos de banho e mergulhámos na piscina aquecida. Os únicos ruídos que se ouviam eram dos pássaros e das brincadeiras dos nossos filhos.

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Enquanto esperávamos pelo jantar vimos um bocadinho de televisão e no conforto do sofá da sala confesso que me imaginei naquele mesmo lugar numa noite de inverno a desfrutar da lareira. O nosso filho mais velho disse que parecia que estávamos na casa dos avós, o que é um grande elogio para quem está habituado à impessoalidade dos hotéis.

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Depois do jantar os adultos sentaram-se no sofá do alpendre a planear o regresso a este refúgio e os miúdos entretiveram-se a brincar com os cães e gato do Sr. José.

Agradecemos ao Sr. José a simpatia com que nos recebeu e a privacidade que nos proporcionou.

O Monte Girassol fica a cerca de 40 km de Lisboa e, convenientemente para nós, a meio do percurso entre o Porto e Matalascañas.

6 In Destinos/ Dicas de Viagem

Qual é nosso tipo de viagem? Inclui dicas para viajar mais.

Quando nos perguntam qual é o nosso tipo de viagem temos alguma dificuldade em responder de forma imediata.

Na verdade, não é importante para nós definir-nos como uma coisa ou outra mas percebemos que seja relevante para quem acompanha o blogue para que não se sinta defraudado quando nos visita e não encontra o que procura.

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Assim, o que não somos:

– Não somos backpackers. As nossas costas agradecem. Não nos interessa a viagem mais barata se implicar três escalas ou 40 horas de viagem. O mesmo se aplica a viagens de transportes públicos de 15 horas. Iria ser demasiado penoso para os nossos filhos e achamos que não compensa. Não nos hospedamos em hostels mas não dizemos “desta água não beberei”, apenas não se proporcionou.

– Não fazemos turismo de luxo. Simplesmente porque é demasiado caro, trabalhamos por conta de outrem, temos um orçamento limitado e queremos viajar o mais possível. Viagens de luxo estão definitivamente fora do nosso alcance.

– Não somos adeptos de slow travel. Temos 22 dias de férias anuais que são manifestamente insuficientes para visitar os sítios que queremos.

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Não é nossa intenção criticar os estilos de viagem acima descritos. De certa forma invejamos os que têm a liberdade de viajar sem restrições de tempo, dinheiro, companhia ou qualquer outra condicionante que influencia a experiência da viagem.

Estamos cientes de que a nossa realidade é diferente da dos que se aventuram por três meses no sudoeste asiático ou da dos que deixam os empregos para viajar à volta do mundo.

Aplaudimos os que sabem o que querem, organizam-se para concretizar um sonho e não ficam a inventar desculpas. Mas não nos vamos privar de viajar porque temos filhos pequenos ou porque o tempo e dinheiro são curtos. Fazemos um esforço para sermos criativos e encontrar soluções.

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Então qual é o nosso tipo de viagem?

Eu diria “descomplicado”. Passo a explicar:

– Viajamos com pouca coisa, quase sempre apenas com bagagem de mão. O bilhete de avião fica normalmente mais barato, não precisamos de ir para o aeroporto mais cedo para despachar a bagagem nem de esperar para a recolher. Na altura de fazer a mala temos em mente que se precisarmos de alguma coisa podemos comprar no destino e não precisamos de a carregar desde casa.

– Priviligiamos hotéis familiares/económicos com localização central. Não precisamos de um hotel luxuoso para pernoitar mas interessa-nos a privacidade que um quarto privado nos proporciona. Também valorizamos a centralidade do hotel porque não queremos desperdiçar tempo em deslocações para fora da cidade.
Mas somos flexíveis porque existem exceções: quando o destino escolhido é de praia ou é nossa intenção relaxar numa piscina ou desfrutar das instalações do hotel, não nos importamos de abrir (um bocadinho) os cordões à bolsa nem de ficar num sítio isolado.

– Emparelhamos destinos. Por exemplo, numa viagem Porto/Milão/Barcelona/Porto conseguimos visitar duas cidades em países diferentes sem grande dificuldade. Por outro lado, pesquisamos locais perto do destino que possam ser visitados de transportes públicos (de preferência) ou em tours organizados e que não nos obrigue a mudar de hotel.

Foi o que fizemos quando estivemos em Dublin e reservámos um dia para visitar a Irlanda do Norte; quando visitámos Bruxelas também fomos ao Luxemburgo, na estadia em Milão demos um pulo a Saint Moritz, na Suíça e em Miami visitámos o Parque Everglades.

– Viajamos em família, somos quatro, e ficamos muito felizes se o nosso testemunho puder inspirar outras famílias a viajar mais.

Enfim, sentimos uma vontade desmesurada de desbravar o mundo mas temos de gerir responsabilidades no emprego, escola, filhos, orçamentos apertados e tempo limitado.

20 In Destinos/ Portugal/ Roteiros de Viagem

O que visitar no Gerês em três dias

1.º dia: Porto – Barragem do Lindoso – Soajo – Santuário Nossa Senhora da Peneda  – Vila do Gerês

Saímos de casa cedo como é habitual nos dias em que viajamos. Os miúdos estavam eufóricos porque lhes dissemos que íamos experimentar Stand Up Paddle no último dia da viagem. A notícia serviu para os manter na linha porque sabiam que se fizessem asneiras iriam ficar em terra. Além disso, evitámos queixas e lamúrias do género “já chegámos?”, ”falta muito?”, “estou aborrecido!”.

A primeira paragem do dia foi na antiga central hidroelétrica do Lindoso. Andámos um bocadinho, respirámos ar puro, ouvimos os passarinhos. Estávamos rodeados de vegetação, verde por todo o lado e sabia tão bem! Perguntei ao nosso filho mais velho se sabia como funcionavam as centrais hidroelétricas e ele ficou orgulhoso por ter a lição estudada.

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Arrancámos em direção a Arcos de Valdevez e chegámos ao Soajo pouco antes da hora de almoço.

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Os espigueiros do Soajo foram construídos em diferentes épocas, o mais antigo data de 1782 e alguns ainda hoje servem para a população armazenar espigas de milho.

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Além dos espigueiros também visitámos o pelourinho e quando estávamos a regressar ao carro sentimos um aroma de comida de forno que nos lembrou que era hora de almoçar. Entrámos no Restaurante Videira e fomos muito bem servidos!

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A menina que nos atendeu era muito simpática e, sorte a nossa, bastante faladora. Aconselhou-nos a visitar o Poço Negro e o Poço das Mantas que ficam perto do Soajo e deu-nos indicações para seguirmos viagem até ao Santuário de Nossa Senhora da Peneda. Para visitarmos o Poço Negro tínhamos de voltar para trás enquanto que o Poço das Mantas ficava a caminho do santuário. Não foi difícil decidir deixar o Poço Negro para uma visita futura.

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A paisagem entre o Soajo e o Santuário Nossa Senhora da Peneda é muito bonita. O recorte das montanhas em vários tons de verde em oposição ao azul do céu e a um tímido branco aqui e ali das nuvens compunha um cenário admirável. A viagem ficou ainda mais interessante quando nos cruzámos com ovelhas, vacas e cavalos. Infelizmente as fotografias das ovelhas ficaram desfocadas.

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Pouco antes de chegarmos ao Santuário fomos surpreendidos por um conjunto de casas em granito rodeadas de campos agrícolas e pinhal. A localidade chama-se Rouças e é atravessada pela estrada M503.

rouças

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Quando finalmente chegámos ao Santuário Nossa Senhora da Peneda quase desanimámos ao ver a quantidade de escadas que tínhamos para subir. É que o dia já ia longo e o nosso filho mais novo tinha adormecido no carro. Apesar do cansaço enfrentámos a escadaria e ainda bem que o fizemos. O recinto estava quase deserto, afinal não custava assim tanto subir as escadas e o silêncio era de ouro.

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No final da visita regressámos ao carro e colocámos no GPS o destino “Vila do Gerês” onde pernoitámos.

2.º dia: Vila do Gerês – Barragem de Salamonde – Cascata do Arado – Cascata de Pincães – Ponte da Mizarela – Vila do Gerês

A primeira paragem deste segundo dia por terras do Gerês foi a Barragem de Salamonde.

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A seguir, passámos pelo miradouro de Fafião e depois seguimos as indicações para a Cascata do Arado. Algures no percurso vimos sinalizada a Cascata do Tahiti (nome popular da Fecha das Barjas) mas já tínhamos decidido que não nos íamos aventurar por aquelas bandas.

Em determinada altura o alcatrão da estrada terminou e vimos que estavam muitos carros estacionados junto ao Miradouro das Rocas mas, de acordo com o GPS, ainda faltava bastante para a Cascata do Arado.

Continuámos pela estrada de terra batida e felizmente correu tudo bem porque o caminho estava em bom estado e junto à cascata havia espaço para estacionar.

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Foi um bocadinho mais difícil encontrar a Cascata de Pincães. Seguimos indicações do GPS até Pincães, estacionámos o carro na localidade mas não encontrámos ninguém a quem pedir ajuda. Depois de uma voltas a pé começámos a ouvir o ruído da água a cair e decidimos aventurar-nos pelo monte. Descemos a encosta até encontrar uma levada e a seguimos essa levada até à cascata. A verdade é que nos enganámos duas ou três vezes mas faz parte da experiência e conseguimos chegar lá. Conte com 30-40 minutos a pé, se não se enganar muitas vezes.

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O almoço foi improvisado num café em Pincães, não me lembro do nome, mas já passava das 15:00 e os bifes com batatas fritas que nos arranjaram estavam tão bons que nos pareceu um banquete.

O último destino do dia era a Ponte da Mizarela. O GPS indicou-nos o caminho, aliás, sem GPS este passeio teria sido bem difícil.

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No regresso, com os miúdos a dormir, desfrutámos tranquilamente do por do sol.

3.º dia: Stand Up Padle (SUP) na Caniçada – Brufe – Porto

O momento alto do fim de semana foi, sem dúvida, o Stand Up Paddle. Gostamos muito do Gerês mas como o visitamos com frequência acho que perdeu o fator novidade. O mesmo não posso dizer do SUP pois nunca tínhamos experimentado.

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Não é difícil encontrar o equilíbrio na prancha parada, mas quando começámos a remar percebemos que o difícil é não cair à água. E mais complicado ainda é subir para a prancha depois da queda. De qualquer forma foi muito divertido e, sem dúvida, que nos abriu o apetite para o almoço.

A caminho de Brufe, em Terras de Bouro, passámos pela Barragem de Vilarinho da Furna mas como a fome apertava nem sequer parámos. Só descansámos quando estacionámos o carro junto ao restaurante “O Abocanhado” mesmo à hora que tínhamos reservado a mesa.

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O serviço foi muito lento, talvez por ser domingo, pois com reserva esperámos mais de 30 minutos para que a mesa ficasse disponível. A situação piorou quando depois do pedido tivemos de aguardar mais 1 hora pelo almoço e se não fossem as ótimas recomendações da tiborna de bacalhau e do cabrito no forno talvez tivéssemos desistido.

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Foi pena a longa espera porque à distância nem me lembro da qualidade da refeição mas tenho muito presente a agonia que foi a espera.

O regresso ao Porto foi pela A3 e já parecia que estávamos em casa.