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Hong Kong

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Cathay Pacific | a nossa experiência

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Já ouviu falar na Cathay Pacific? Foi a companhia aérea em que viajámos para Hong Kong e ficámos bastante agradados com o serviço que oferecem.

mostrador no aeroporto

A nossa experiência na Cathai Pacific

O avião em que viajámos era bastante grande (três filas com três lugares cada) e todos os lugares tinham acesso a uma consola com filmes, séries de televisão, documentários, música, enfim, entretenimento para várias horas.

entretenimento no avião

Os assentos eram relativamente confortáveis (nós viajámos em turística) e o espaço disponível era razoável.

Nós conseguimos ficar todos juntos apesar de não termos optado por marcar antecipamente os lugares, uma vez que isso implicaria um custo extra.

No início do voo entregaram-nos um menu com a descrição das refeições que seriam servidas.

A primeira fotografia refere-se ao jantar servido na viagem de ida para Hong Kong e a segunda fotografia refere-se ao almoço servido na viagem de regresso.

cathay-pacific-hong-kong-supper-menu
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Sendo uma acompanhia aérea asiática, pareceu-nos que as opções de alimentação eram adequadas aos gostos europeus.

Tanto o voo de ida como de regresso da Cathay Pacific foram pontuais, o pessoal de bordo foi bastante atencioso e tudo correu dentro da normalidade.

O check-in foi efetuado no aeroporto e viajamos apenas com bagagem de mão, como na generalidade das nossas viagens.

cathay pacific hong kong

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BP International Hong Kong | hotel review

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A escolha do hotel em Hong Kong não foi fácil e neste artigo vamos dizer-lhe as razões para escolhermos o hotel BP International Hong Kong.

Hotel BP International Hong Kong

Primeiro foi preciso escolher a localização e depois de muita ponderação decidimos ficar em Kowloon e não no centro de Hong Kong, por causa dos mercados noturnos. Sabíamos que queríamos ir aos mercados noturnos com frequência (acho que fomos todas as noites) e por isso estar perto dos mercados era importante.

A oferta de alojamento é grande desde hostels a hotéis de luxo.

Nós ficámos no BP Internacional e gostámos da experiência. Por cinco noites pagámos 6.338 HKD (cerca de 650,00 EUR sem taxas), por um quarto com dois beliches e pequeno-almoço. Não se esqueça que nós somos quatro, dois adultos e duas crianças.

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A vista do nosso quarto.

As instalações do hotel eram condizentes com um hotel de 4 estrelas segundo os parâmetros europeus. O quarto e WC eram pequenos mas suficientes para nós os quatro. As áreas comuns eram amplas e bem arranjadas. O staff era solícito e atencioso.

O pequeno-almoço estava incluído na tarifa e era variado. Tinha opções para gostos orientais (sopa, arroz, noddles) e ocidentais (torradas, croissants, pães, iogurtes, fruta, ovos).

No último dia pudemos deixar as nossas malas no hotel sem ter de pagar mais para que as guardassem.

Localização: 8 Austin Road, Tsim Sha Tsui, Hong Kong.

Distância da estação de Metro: 300 metros de MTR Austin Station.

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Aeroporto de Hong Kong [Dicas de viagem]

O Aeroporto de Hong Kong tem a desginação oficial de Hong Kong International Airport e fica localizado em Check Lap Kok, na ilha de Lantau.

O aeroporto é grande e muito organizado.

Mal saímos do avião vários membros do pessoal de terra estavam a encaminhar os passageiros para diferentes áreas do aeroporto, pois muitos faziam escalas de curta duração.

Nós fomos encaminhados para a saída e como não precisámos de esperar pela bagagem de porão (porque não levámos) e os documentos de entrada no país tinham sido preenchidos no avião, não nos demorou mais de 30 minutos para passar pela alfândega.

Como precisávamos de dinheiro, ainda no aeroporto trocámos os nossos Euros por Dólares de Hong Kong.

Airport Express é um comboio rápido que faz a ligação entre o aeroporto internacional, a península de Kowloon e a ilha de Hong Kong. Pela nossa pesquisa parecia ser a melhor forma de chegar ao centro de Hong Kong.

O Octopus Card é um cartão de transporte recarregável que pode ser usado no metro, autocarros e no comboio. Logo, também pode ser usado no Airport Express.

Como ir do Aeroporto de Hong Kong para o centro de Hong Kong

De Airport Express:

O Airport Express é um serviço de comboio que liga o aeroporto de Hong Kong ao centro.

Nós comprámos o Octopus Card na bilheteira do aeroporto.

Ccotpus Card Hong Kong

O Airport Express parou na estação de Kowloon onde saímos mas se fôssemos para a Ilha de Hong Kong deveríamos sair na estação seguinte.

Para conveniência dos visitantes existe um serviço gratuito de autocarro a partir da estação de Kowloon até vários hotéis em Hong Kong. E este serviço também é válido para o regresso ao aeroporto.

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Como ir do centro de Hong Kong para o Aeroporto de Hong Kong

Nós usamos os mesmos transportes no regresso ao aeroporto, isto é, no dia que nos viemos embora, esperámos pelo autocarro gratuito na paragem onde tínhamos saído uns dias antes e pouco depois estávamos na estação de Kowloon.

Da estação de Kowloon apanhamos o Airport Express até ao aeroporto.

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Como usar o Metro (MTR) em Hong Kong

Hong Kong tem um sistema de transportes públicos bastante económico e eficiente e o Metro foi o que mais usámos na nossa viagem.

Para usar o Metro terá de adquirir o Octopus Card.

Tenha em consideração que as estações de Metro são muito grandes, com várias saídas e a maior parte delas tem centro comerciais no interior o que torna as coisas um bocadinho mais confusas. Mas não é difícil orientar-se se estiver atento a alguns detalhes.

Quando entrar no Metro vai perceber que as linhas onde circulam as composições estão fechadas com portas de vidro e que só abrem quando a composição do metro parar.

Dicas para usar o metro em Hong Kong

As portas abrem-se automaticamente (não precisa carregar em nenhum botão) e as pessoas que estão dentro do metro saem pelo meio. Se estiver do lado de fora e olhar para o chão, vai ver umas setas que indicam onde os passageiros vão sair e as setas onde os passageiros fazem fila para entrarem.

Normalmente em cada porta são formadas duas filas nos lados para as pessoas entrarem. Essas filas são respeitadas, ninguém passa à frente de ninguém.

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Se não houver lugar na carruagem as portas fecham-se e tem de esperar pela próxima. A frequência de carruagens é elevada, portanto não se preocupe pois só vai esperar alguns minutos.

Em alturas de maior afluência estão funcionários que ajudam com a entrada e saída de pessoas das composições. E a ajuda por vezes são uns empurrões para caberem mais algumas pessoas.

Quando estiver no interior da carruagem e chegar a hora de sair, olhe para ao placard por cima da porta de saída. Vai perceber que a porta que vai abrir tem uma luz verde e que a porta contrária tem uma luz vermelha.

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Na saída, quando passar a zona onde faz a leitura do Octopus Card, existem uns painéis com as saídas possíveis.

O ideal é saber exatamente qual é a sua saída antecipadamente mas se não souber seja com atenção a que locais a saída dá acesso.

É que pode sair do lado errado da rua e depois nem sempre consegue atravessar.

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Como se locomover em Hong Kong | Octopus Card

Hong Kong tem uma excelente rede de transportes públicos. Tem à sua disposição o Metro, o autocarro, Tram Way e o Star Ferry  Táxis também são muito populares mas não poderá utilizar o Octopus Card, o pagamento terá de ser em dinheiro.

Além dos transportes públicos pode utilizar o Octopus Card para pagar as suas compras no supermercado ou nas máquinas de vending.

Onde comprar

Em qualquer estação de metro, nas máquinas automáticas ou nos balcões de informação.

Se usar o Octopus Card pela primeira vez aconselho a comprar num balcão de informação pois pode pedir um mapa da rede para andar consigo.

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Quanto custa

Nós pagámos 150 HKD por cada adulto e 70 HKD pelo cartão de criança. Estes valores incluem uma caução de 50 HKD por cada cartão.

Quando o saldo terminar pode recarregar o cartão em qualquer estação de Metro.

Como usar

O cartão Octopus Card tem de ser validade quando entra no transporte. Passe o Octopus Card no visor e as portas abrem-se.

Quando sair deve passar novamente o cartão no visor e aparece a informação de quanto custou a viagem e qual o saldo disponível.

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Como sei quanto custa uma viagem?

O valor de cada viagem depende do trajeto que fizer e a tabela está afixada nas estações de Metro.

Mas nós não nos demos ao trabalho de ver quanto custava cada viagem porque andar de Metro em Hong Kong é muito barato, eram-nos descontados alguns cêntimos de cada vez.

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O que acontece se ao sair não tiver saldo suficiente para pagar a viagem que fiz?

No visor aparece um valor negativo, as portas abrem.se na mesma e pode sair sem fazer um recarregamento no cartão.

Mas da próxima vez que pretender entrar as portas não se abrem e tem de recarregar o cartão.

Como recupero o valor da caução e o dinheiro que não utilizei?

Quando não precisar mais de usar o Octopus Card, pode solicitar o reembolso da caução e do saldo que estiver no cartão.

Imagino que o possa fazer em qualquer estação de metro mas nós pedimos o reembolso no aeroporto.

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Viajar para Macau desde Hong Kong

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Viajar para Macau desde Hong Kong não é complicado, mas existem algumas informações que deverão ser do seu conhecimento.

Assim, tanto Hong Kong como Macau são zonas administrativas da China mas a circulação entre os três territórios faz-se com regras.

No artigo de hoje vamos trazer-lhe algumas informações que é importante que saiba numa viagem entre Hong Kong e Macau.

Seis coisas que precisa saber se viajar para Macau desde Hong Kong

Primeiro:

Se estiver em Hong Kong e for visitar Macau, é como se fosse para um país diferente, pelo que tem de passar pelos serviços de imigração dos dois lados. Portanto, leve caneta para preencher os impressos na alfândega.

Segundo:

Passaporte válido é suficiente para entrar em Macau. Cidadãos portugueses não precisam de pedir visto antecipadamente. À chegada ser-lhe-à concedido visto de entrada e é gratuito. No entanto, as regras podem mudar pelo que tomo a liberdade de sugerir que confirme a informação antes de viajar.

Terceiro:

A influência portuguesa é óbvia, desde os pasteis de nata, ao nome das ruas e à calçada portuguesa. Os edifícios históricos estão bem preservados e há um esforço para que continuem assim. Ao percorrer o centro histórico pode achar que está em Lisboa e acredite que não é fácil fazer a manutenção deste tipo de construção num clima tão quente e húmido. No entanto, não espere encontrar pessoas na rua a falarem português. A menos que seja um grupo de viajantes portugueses.

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Quarto:

Macau é um sítio excelente para fazer compras. Os preços são muito competitivos porque não há impostos sobre os produtos. A renda que os casinos gera está sujeita a impostos e é suficiente para que não aja necessidade de taxar os produtos de consumo. Num dia normal verá grupos de chineses carrregados de sacos de compras prontos para regressarem à China. Mas se quiser realmente poupar terá de se afastar das lojas nos casinos.

Quinto:

Pelo que o nosso guia nos contou, a calçada portuguesa foi construída com pedras que vieram de Portugal. Trouxeram a pedra em blocos grandes que depois foram cortados em cubos mais pequenos por pedreiros portugueses. Custa-me acreditar que se tenham dado a tanto trabalho!

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Sexto:

Olhe de vez em quando para o chão e terá gratas surpresas. Além de poder admirar a magnífica calçada portuguesa, poderá apreciar mini altares que abundam nas ruas de Macau. Já os tínhamos visto em Hong Kong portanto não foi surpresa vê-los em Macau. A religião faz parte da prática diária dos macaenses, o que faz com que os mini altares sejam visitados frequentemente. Costumam ter incenso e oferendas. Não se assuste se vir uma caixinha encostada à parede de uma loja com incenso a arder rodeado de fruta, água ou chávenas de chá.

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Hong Kong |roteiro, o que visitar & gastronomia

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Hong Kong é uma região administrativa da China. Nós tivemos oportunidade de visitar este território e adorámos a experiência.

Neste artigo vamos contar-lhe como foi o nosso roteiro, o que visitar e vamos partilhar consigo algumas dicas de gastronomia e restaurantes.

É um artigo extenso, mas prometemos que vale a pena ler até ao fim.

Roteiro em Hong Kong

Para otimizar o tempo em Hong Kong, decidimos optar por visitas em day tour a Macau, Lantau e Victoria Peack e nos restantes dias usámos o metro e o eléctrico.

Primeiro dia:

O 1.º dia foi em viagem e só chegámos a Hong Kong no dia seguinte de manhã.

Segundo dia:

Depois de sairmos do aeroporto fomos deixar as malas no Hotel e a primeira paragem foi no Kowloon Park.

Depois do almoço fomos de metro até Sha Tin Station onde visitámos o Snoopy’s World e o Ten Thousand Buddhas Monastery.

À noite visitámos dois mercados noturnos: Temple Street e Ladies Market.

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Terceiro dia:

O 3.º dia foi passado na zona de Tsim Sha Tsui, onde visitámos o Garden of Stars e relaxámos na Tsim Sha Tsui Promenade.

Depois visitámos a Clock Tower e à noite fizemos um cruzeiro enquanto decorria o “Symphony of Lights“.

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Quarto dia:

No 4.º dia visitámos Macau.

As paragens incluíram The Venetian, Palácio do GovernadorMacau Tower Convention & Entertainment Centre, Grand Lisboa, Templo de A-Má, Estátua de Guan Yin, as ruínas da Igreja de S. Paulo, a Igreja de S. Domingos e o Emperor Palace Casino.

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Casino Grand Lisboa Macau
Grande Lisboa
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Quinto dia:

No 5.º dia visitámos a ilha de Lantau, onde também está localizado o aeroporto.

Visitámos a praia de Cheung, a vila de Tai O, o Tian Tan Buddha, o Mosteiro de Po Lin, a vila de Ngong Ping e regressámos de teleférico.

No final do dia ainda fomos a Time Square.

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Sexto dia:

No 6.º dia subimos a Victoria Peack, visitámos Aberdeen e o Stanley Market.

De regresso a Causeway Bay entrámos no Hong Kong Tamway (Ding Ding) e visitámos o Man Mo Temple, Central-Mid-Levels Escalator, Wan Chai e Golden Bauhimia Square.

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Sétimo dia em Hong Kong:

O último dia foi reservado ao Wong Tai Sin Temple e Nan Lian Garden e de tarde, na zona de Mongkok, visitámos o Flower Market e Bird Garden.

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Pelo roteiro já devem imaginar que o tempo que passámos em Hong Kong foi aproveitado ao máximo, os locais foram visitados com tempo mas não perdemos tempo com coisas que não importavam.

O que visitar em Hong Kong

Victoria Peak

Victoria Peak eleva-se a 552 metros acima do nível do mar e é a maior montanha da ilha de Hong Kong.

A infraestrutura para receber os visitantes é bastante completa: existe um centro comercial, cafés e restaurantes, casas de banho gratuitas, e vários locais para observar o Victoria Harbour.

Se não se importar de abrir os cordões à bolsa poderá apreciar uma vista mais desafogada a partir do Ski Terrace 428, uma plataforma de observação bastante popular que está aberta até às 23:00.

Imagino que seja agradável desfrutar do por do sol no Ski Terrace!

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É também em Victoria Peak que está localizado o museu Madame Tussauds.

A subida à montanha pode ser feita de autocarro ou taxi mas se o fizer perderá grande parte da diversão: o Peak Tram.

Hong Kong Peak Tram

O Peak Tram é um funicular que funciona desde 1888.

Os  bancos são desconfortáveis e o início da viagem foi aos solavancos.

A linha do funicular passa pelo meio das árvores e junto aos prédios e a vista é única.

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A nossa viagem a Victoria Peak foi num tour de um dia que incluiu visitas a Aberdeen e Stanley.

Aberdeen & Stanley Market nos arredores de Hong Kong

O nosso guia contou-nos que Aberdeen era inicialmente uma vila de pescadores.

Depois tornou-se um importante centro fabril de Hong Kong o que fez com que os pescadores  deixassem as redes e fossem trabalhar para as fábricas.

No entanto, com a unificação à China Continental as fábricas foram sendo transferidas para zonas onde a mão de obra é mais barata.

Os pescadores sem trabalho nas fábricas regressaram ao mar.

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Visitámos uma fábrica de jóias mas não era permitido tirar fotografias.

O que gostámos em Aberdeen foi o Jumbo Floating Restaurant.

Jumbo Floating Restaurant

Em Aberdeen existem dois restaurantes flutuantes, um ao lado do outro: O Tai Pak e o Jumbo.

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O Jumbo Floating Restaurant já apareceu em quatro filmes do Jackie Chan (The Protector, The God of Cookery, Godzilla vs Destroyah e Infernal Affairs II). Para entrar no restaurante tem de ir de barco, isto é, vai de barco até ao restaurante que está num barco!

Os preços não são baratos mas imagino que seja uma experiência única.

A seguir a Aberdeen fomos a Stanley Market.

Stanley Market & o Mar da China

Stanley Market é um mercado de rua semelhante aos que vimos no centro de Hong Kong.

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A particularidade é que a vila de Stanley fica junto à costa e para lá chegar passamos por várias praias.

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Estava a custar-me não mergulhar os meus pés no Mar da China e a única oportunidade que tive foi no passeio junto à marginal no mercado de Stanley.

Mesmo com pedras escorregadias e lapas que magoavam os pés eu aventurei-me e molhei os pés.

Posso dizer que os meus pés já estiveram no Mar da China, viva!

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Chi Lin Nunnery & Nan Lian Garden | templo budista e jardim chinês em Hong Kong

O Chi Lin Nunnery é um complexo de templos budistas localizado ao lado do Nan Lian Garden, pelo que pode aproveitar para visitar os dois sítios de uma só vez.

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Informações práticas de Chi Lin Nunnery

Localização: 5 Chi Lin Drive, Diamond Hill, Kowloon.

Preço: entrada grátis.

Horário: 09:00 – 16:30.

Informações práticas de Nan Lian Garden

Localização: 60 Fung Tak Road, Diamond Hill, Kowloon

Preço: entrada grátis.

Horário: 07:00 – 21:00.

Man Mo Temple em Hong Kong

O Man Mo Temple está localizado no centro financeiro de Hong Kong e parte do seu charme reside precisamente na sua localização: foi construído em 1847 e à sua volta existem diversos arranha-céus.

O templo tem o nome de dois Deuses, Man é o Deus da Literatura e Mo é o Deus da Guerra.

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O templo é conhecido pelos incensos circulares que ardem lentamente no seu interior.

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Informações práticas de Man Mo

Localização: 124-126 Hollywood Road, Sheung Wan, Hong Kong Island.

Preço: entrada grátis.

Ten Thousand Buddhas Monastery & Po Fook Hill

Viajar tem destas coisas, por vezes os planos sofrem alterações e outras vezes enganamo-nos.

Saímos do hotel convencidos que íamos visitar o Ten Thousand Buddhas Monastery mas vimos um parque engraçado do Snoopy e fizemos um desvio.

Depois regressámos ao plano inicial mas não vimos a placa que indicava o caminho para o mosteiro e acabámos por entrar num cemitério.

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Po Fook Hill é um cemitério que fica localizado ao lado do Ten Thousand Buddhas Monastery, na vila de Pai Tau.

Há um arco na entrada, algumas estátuas e um lago com peixes. Se vir um lago com peixes está no cemitério e não no mosteiro.

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O caminho até ao mosteiro está ladeado de estátuas douradas do buda.

Todas diferentes até à entrada no recinto do mosteiro.

Apesar do nome, dizem que são cerca de treze mil estátuas.

O complexo é constituído por vários pavilhões, cada um dedicado a uma divindade.

No centro está um pagode num vermelho vibrante.

Os crentes queimam incenso e fazem as suas orações indiferentes ao turistas.

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Neste momento não reside nenhum monge no local.

Dicas práticas:
– como chegar: de metro, a estação mais próxima é Sha Tin, que fica no centro comercial New Town Plaza. De Mong Kok tem de apanhar a linha verde e depois a azul;
– tenha atenção aos falsos monges que pedem esmola;
– o percurso é bastante longo, leve calçado confortável;
– entrada: grátis.

Snoopy’s World em Hong Kong

Ao sair do metro a caminho do Ten Thousand Buddhas Monastery vimos os bonecos do Charlie Brown e amigos e é claro que os miúdos quiseram ir ver do que se tratava.

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Como chegar: o acesso ao parque faz-se pela estação de metro de Sha Tin.

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Preço: entrada grátis.

Garden of Stars & Tsim Sha Shui Promenade

Quando organizei a viagem a Hong Kong tomei a seguinte nota: visitar a estátua do Jackie Chan na Avenue of Stars.

Ora, quando saímos do metro em Tsim Sha Tsui, percebemos que a Avenue of Stars estava fechada por causa das obras.

Mas havia a indicação de que as estátuas estavam no Garden of Stars, um pouco mais à frente.

Não sei se foram levadas para lá provisoriamente, se vão ficar lá ou se alguma vez estiveram noutro lugar, mas a verdade é que nós as vimos no Garden of Stars.

É um espaço relativamente grande, podemos admirar as estátuas das estrelas de TV, as marcas das mãos de actores famosos e dois murais com as imagens deles.

Também tem uma vista privilegiada sobre Causeway Bay, na ilha de Hong Kong.

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O Tsim Sha Tsui Promenade é uma área pedonal larga localizada junto ao Garden of Stars.

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Como chegar: a estação de metro mais próxima é Tsim Sha Tsui, em Kowloon. Deve sair na saída E e atravessar o túnel pedestre. Depois terá de subir as escadas e aceder á passagem para peões que passa por cima da estrada.

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Escadas de acesso ao Garden of Stars
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Passagem para peões – Garden of Stars

Importante: a área estará em obras até final de 2018, pelo que é expectável que esta informação fique desatualizada rapidamente.

Golden Bauhinia Square em Hong Kong

A Golden Bauhinia Square está localizada em Wan Chai, junto ao Hong Kong Convention and Exihition Centre, na Ilha de Hong Kong.

No centro da praça está representada a flor nacional de Hong Kong, a Bauhinia, que é uma variedade de uma orquídea.

Os locais chamam à escultura dourada “Golden Pak Choi”, numa alusão à couve chinesa, o que é engraçado se considerarmos que o monumento foi uma oferta do Governo Central Chinês a Hong Kong em 1997 aquando da devolução do território à China.

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Diariamente por volta das oito da manhã existe uma cerimónia no local com o hastear da bandeira, mas na nossa opinião a melhor altura para visitar a praça é sem dúvida à noite, na altura do Symphony of Lights e com Victoria Harbour iluminado como pano de fundo.

Kowloon Park, uma pausa no rebuliço de Hong Kong

Kowloon Park é um parque público situado em Tsim Sha Tsui, na península de Kowloon, Hong Kong.

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É um parque bastante grande e tem várias entradas que podem passar despercebidas porque se encontram entre os prédios.

Nós encontrámos quatro entradas, uma em Austin Road, ao lado do nosso hotel, e três em Nathan Road (uma ao lado da mesquita e mais duas que se identificam pelas escadas coloridas e escadas com esculturas infantis).

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Hong Kong Avenue of Comic Stars

Das instalações do parque fazem parte uma piscina, parque infantil, exposição de aves exóticas e vários lagos, um deles com tartarugas, patos e flamingos.

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Como uma das entradas do parque ficava ao lado do nosso hotel, tivemos oportunidade de o visitar várias vezes, em diferentes momentos do dia, e percebemos que o parque é muito frequentado por visitantes mas também por locais.

Durante a semana, e na hora de almoço, era comum vermos pessoas a almoçarem nos bancos de jardim, e crianças a brincarem no parque infantil.

No fim de semana era invadido por grupos que corriam nos muitos percursos disponíveis.

A entrada é gratuita.

Hong Kong Tram Way | a forma mais confortável de visitar a Ilha de Hong Kong

É na Ilha de Hong Kong que se situa o centro financeiro de Hong Kong, portanto são muitos os arranha-céus e as ruas parecem não terminar.

Pode perfeitamente usar o Metro para se deslocar mas no subsolo as vistas não são grande coisa, pois não?

O que acha de usar o elétrico tradicional, também chamado “ding ding”?

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Seis linhas à sua disposição

  1. Western Market – Shau Kei Wan
  2. Happy Valley – Shau Kei Wan
  3. Shek Tong Tsui – North Point
  4. Shek Tong Sui – Causeway Bay
  5. Kennedy Town – Happy Valley
  6. Kennedy Town – Shau Kei Way

Preços:

Adulto: 2,30 HKD

Criança (dos 3 anos até 11 anos-inclusive): 1,20 HKD

Como usar o Tram Way:

Octopus Card: Pode usar o seu Octopus Card no Tram Way, a validação da viagem é feita à saída.

Dinheiro: Se não tiver Octopus Card deverá depositar as moedas na caixa “Coin Box”.

Tem de ter o dinheiro certo, não dão troco, aliás, pelo que vimos, nem olharam para conferir se as moedas depositadas correspondiam ao valor a pagar.

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Na nossa opinião é a forma mais confortável de visitar a ilha de Hong Kong pelas seguintes razões:

  • As carruagens de dois andares são antigas mas estão perfeitamente restauradas. Viajar desta forma é especial, não perca a oportunidade para tirar muitas fotografias.
  • Oito estações do Tram Way têm WiFi grátis, aproveite para atualizar as suas redes sociais enquanto espera pela próxima carruagem.
  • A linha número seis percorre o norte da Ilha de Hong Kong quase de lés a lés. Se pretende dar algum descanso aos seus pés e beneficiar das vistas da cidade tem uma ótima oportunidade.
  • É muito barato, com o câmbio à data de hoje são vinte e cinco cêntimos por viagem, portanto não tem desculpa para não experimentar.

Lantau Island: Cheung Beach & Tai O village

À hora marcada o nosso guia foi buscar-nos ao hotel e de autocarro fomos até ao Terminal Marítimo onde apanhámos um ferry até à ilha de Lantau.

A viagem foi tranquila e quando chegámos ao porto outro guia estava à nossa espera. Reuniu-se o grupo e dirigimo-nos para o autocarro.

Praia de Cheung em Lantau Island

A primeira paragem foi na praia de Cheung.

Nunca imaginei que em Hong Kong houvessem praias desertas e apesar de a época balnear ainda não ter começado já se viam algumas pessoas a passearem junto ao mar.

O guia contou-nos que os ataques com tubarões são frequentes e para os evitar colocaram redes anti-tubarão na água.

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Voltámos para  autocarro e uns minutos mais tarde chegámos à vila de Tai O.

Vila de Tai-O

Tai-O é uma vila de pescadores, cujas casas estão apoiadas em estacas.

Parecia que estávamos num país diferente, um ambiente rural e pobre que achei que não ia encontrar tão perto de uma metrópole como Hong Kong.

Fizemos um passeio de barco numa embarcação tradicional para vermos mais de perto o modo de vida dos locais.

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Ao percorrer os canais senti que estava a invadir a privacidade das pessoas. Viam-se pessoas a dormir, miúdos a brincar e donas de casa a prepararem provavelmente a próxima refeição.

Se não fossem os acenos amigáveis das pessoas enquanto passávamos certamente me teria encolhido para tentar desaparecer.

Percorremos as ruas de Tai O onde em cada loja se encontrava algo exótico e inesperado.

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Lantau Island e O Fishers
Peixe balão Lantau Island
Lantau Island
comida exótica

Tian Tan Buddha, a estátua em Hong Kong do Buda sentado

Este é um passeio popular para quem visita Hong Kong.

É possível e relativamente fácil visitar o local de forma independente. No entanto, como queríamos gastar muito tempo em filas, decidimos visitar o Tian Tan Buddha num tour de um dia desde Hong Kong.

A primeira parte do tour terminou em Tai O e daí fomos de autocarro até à estátua de bronze de trinta e quatro metros de altura.

O autocarro deixou-nos junto da estátua e por isso não fomos obrigados a subir a escadaria com mais de duzentos degraus.

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A construção é recente, terminou em 1993.

No interior do monumento existe um museu com fotografias, trajes típicos, um sino gigante e supostamente uma relíquia de Gautama Buddha.

Está dentro de uma stupa de vidro e sinceramente por muito que se esforce não vai conseguir vê-la.

Também não é permitido fotografar dentro do edifício.

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Depois de tempo livre para as fotografias da praxe junto ao Buda Gigante, o autocarro levou-nos junto ao Po Lin Monastery.

Po Lin Monastery

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O almoço foi num restaurante vegetariano junto ao mosteiro Po Lin.

Os esquisitos da família tiveram azar pois comeram pão e pouco mais.

A sopa tinha um aspeto duvidoso mas era saborosa. Seguiram-se vegetais estaladiços cozinhados de várias formas, arroz e chá chinês a acompanhar. Delicioso!

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A seguir ao almoço dirigimo-nos ao teleférico.

Ngong Ping – O Teleférico em Hong Kong

O guia entregou-nos os bilhetes e encontrou-se connosco no final do passeio.

Nós costumamos ter problemas com alturas mas a descida foi tranquila.

Demorou cerca de vinte minutos mas a cabine era bastante estável.

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Estava terminado o nosso tour à ilha de Lantau. Como combinado, levaram-nos de volta ao hotel, mesmo a tempo do jantar.

Symphony of Lights, espetáculo gratuito HK

O Symphony of Lights é um espetáculo de luzes e som que acontece diariamente às 20:00 em Hong Kong e que tem a duração de 15 minutos.

A contagem decrescente é apresentada num dos prédios do lado de Kowloon e a partir daí segue-se uma sequência de feixes de luzes que iluminam a paisagem.

Melhor sítio para observar o Symphony of Lights

O melhor sítio para observar o espetáculo é entre a Avenue of Stars e o Hong Kong Cultural Centre!

É daí que se vêem bem os edifícios icónicos da ilha de Hong Kong.

Em alternativa pode fazer um dos vários cruzeiros que partem de Victória Harbour.

Foi o que fizemos e apesar do elevado custo não nos arrependemos.

Sky line de Hk
Barco em Hong Kong
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Wong Tai Sin Temple | Onde todos os desejos se tornam realidade em Hong Kong

Crentes do Taoismo, Budismo e Confucionismo levam as suas oferendas ao monge Wong Tai Sin na esperança que as suas preces sejam atendidas.

Este é um dos templos mais populares de Hong Kong e a quantidade de visitantes que nós vimos comprova isso mesmo.

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Além do templo também pode visitar os jardins.

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Gostaria de realizar algum desejo em particular?

Pelo que nos explicaram, para que a prece seja ouvida existe um ritual a cumprir.

Tem de comprar incenso em conjuntos de três, fazer o seu pedido junto da divindade com o incenso a arder, fazer três vénias e deixar o incenso arder nos locais apropriados.

Também pode levar chá ou fruta para oferecer, mas imagino que para quem esteja de visita em Hong Kong não seja muito prático. Além disso, não é de bom tom levar incenso para casa.

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Informações práticas de Wong Tai Sin Temple:

Morada: 2 Chuk Yuen Village, Wong Tai Sin, Kowloon.

Como chegar: De metro, sair na saída B2 em Wong Tai Sin Station.

Horário:

do templo: 6:00 – 23:00.
dos jardins: 9:00 – 17:00.

Central-Mid-Levels-Escalator em Hong Kong

É o sistema de escadas rolantes cobertas mais longo do mundo mas numa cidade com tantas coisas para ver imagino que não seja prioridade para quem tem pouco tempo para visitar a ilha.

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Este sistema de escadas rolantes liga duas zonas na ilha de Hong Kong: Queen’s Road Central em Central e Conduit Road em Mid-Levels.

As escadas são de sentido único, quer dizer que sobem ou descem conforme o horário.

Existem várias saídas pelo que pode entrar e sair quando for oportuno.

Convém não se deixar entusiasmar e ter noção onde vai sair porque é divertido andar numas escadas rolantes no meio dos prédios, espreitar o interior das casas e passar por cima dos carros, mas se depois tiver de fazer o percurso a pé em sentido contrário deixa de ter piada.

Dicas práticas:

Horário

Sentido descendente: de Mid-Levels até Central das 6:00 até 10:00;
Sentido ascendente: de Central até Mid-Levels das 10:00 até 24:00.

Mercados diurnos em Hong Kong: Goldfish, Flowers & Bird Markets.

Hong Kong é considerado um excelente destino de compras.

Existe de tudo: lojas de marcas internacionais, lojas tradicionais e mercados.

Nós visitámos dois mercados noturnos, o Temple Street Market e o Ladies Market e três diurnos, o Goldfish Market, Flowers Market e o Bird Market, todos em Kowloon.

A experiência com os mercados noturnos foi ótima, mas convenhamos, nós não estávamos interessados nos artigos que estavam à venda mas sim nas inúmeras barraquinhas de comida.

Pensávamos que os mercados diurnos seriam parecidos com os noturnos mas de dia!

Engano nosso, o que eles chamam de mercados diurnos são, afinal, ruas de lojas de especialidade.

Portanto, o Goldfish Market é uma rua só com lojas de peixes, o Flower Market é, isso mesmo, uma rua com lojas de flores e o Bird Market é uma coisa à parte.

Parece que os habitantes de Hong Kong têm muito orgulho nas aves que têm em casa, então, todos os dias, reúnem-se num parque para mostrar as aves.

Nesse jardim também se vendem aves e produtos para esses animais de estimação, daí o nome Bird Market.

Goldfish Market

Os peixes dourados trazem boa sorte portanto são compras populares em Hong Kong.

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Localização: Tung Choi Street North, Mong Kok, Kowloon.

Flowers Market

Nunca imaginei ver tantas pessoas a comprarem flores. Em ramo ou vaso, as flores parecem ser apreciadas em Hong Kong.

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Localização: Flower Market Road, Prince Edward, Kowloon.

Bird Market

Talvez tenha sido o mercado menos interessante, mas deve valer a pena se gostar de aves.

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Localização: Yuen Po Street, Prince Edward, Kowloon.

Dica extra: Estes três mercados situam-se muito perto uns dos outros, numa única saída pode visitá-los a todos sem dificuldade.

Mercados noturnos em Hong Kong: Temple Street Market e Ladies Market

Enquanto estivemos em Hong Kong tivemos oportunidade de visitar várias vezes estes dois mercados noturnos.

Imagino que duas coisas levem as pessoas aos mercados noturnos: a busca por pechinchas e por animação de rua.

Na verdade os dois mercados não são muito diferentes, o tipo de produtos que se vendem são semelhantes e a animação de rua repete-se um bocadinho.

Aliás, é normal ver os mesmos artistas a atuar uma noite num mercado e noutra noite noutro mercado.

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O que se encontra à venda? souvenirs, carteiras, bonés, roupa, sapatos, chávenas,  tecnologia de qualidade duvidosa, brinquedos, leques e por aí em diante.

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O que vale a pena experimentar? A comida! Arrisque porque os preços são baixos, mesmo que não goste vale pela experiência. Nós gostámos em particular das egg waffles.

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Temple Street Night Market

Localização: em Temple Street, Yau Mai Tei, Kowloon.

Como chegar: a estação de metro mais próxima é a de Jordan, na linha vermelha.

Curiosidades: sabe de onde vem o nome “Temple Street”? Do templo Tin Hau existe no local. Se visitar a rua durante o dia não a vai reconhecer, está tudo deserto com as barraquinhas dos vendedores fechadas. É também chamado de Mens Market, em oposição ao Ladies Market.

Ladies Night Market

Localização: em Tung Choi Street, Mong Kok.

Como chegar: a estação de metro mais próxima é a de Mong Kok, na linha vermelha.

Curiosidades: Se não souber regatear os preços vai pagar muito caro pelas compras. Eles perguntam sempre quanto está disposto a pagar, portanto esteja preparado para indicar um valor.

Restaurantes em Hong Kong

Os restaurantes são pequenos, é normal haver fila na rua e uma vez sentados tudo acontece muito rápido.

A ideia é comer o mais rápido possível para que a mesa seja ocupada por outro grupo.

A meio da refeição podem trazer-lhe a conta se demorar muito tempo.

Se precisar de garfo pode pedir mas o mais certo é darem-lhe uma colher.

Os pauzinhos são usados por toda a gente e por incrível que pareça é muito fácil comer arroz com eles.

Não espere que coloquem guardanapos na mesa, e se os encontrar verá que são muito pequenos.

Muitos menus estão em chinês mas a maior parte tem fotografias.

Além disso, alguns restaurantes colocam os pratos que vendem com a respetiva descrição e preço na montra.

Restaurante Ca-Tu-Ya

Foi o que vimos no Ca-Tu-ya, um restaurante japonês que parecia ser uma boa escolha.

O aspeto até era bom, na nossa opinião, mas só se ficou pelo aspeto.

O arroz não tinha sal, o panado de frango tinha um sabor pouco agradável, o camarão estava cheio de pão ralado, o molho era viscoso e a sopa não se conseguia comer.

Está a ver a cara no nosso filho mais novo? Só conseguiu comer arroz!

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Outro restaurante que parecia que ia correr bem foi o Tsuen Wan, em frente ao BP International Hotel.

Restaurante Tsuen Wan

Um prato estava bom, o outro nem por isso, consegue adivinhar qual estava bom?

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A nossa experiência culinária também incluiu noodles, no Club Noodles perto de Temple Street e esta foi uma boa escolha!

Restaurante Club Noodles

Os funcionários mal falavam inglês mas tinham um menu em inglês. A comunicação foi por gestos, surreal.

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Além destes restaurantes também tivemos oportunidade de experimentar Ramen e fatias gigantes de piza.

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Street Food em Hong Kong

Vamos contar a aventura que foi o nosso périplo pelas ruas dos mercados noturnos de Ladies Market e Temple  Street Market.

É preciso estar preparado e pôr de lado alguns preconceitos pois a oferta de comida é, vamos dizer, diferente.

Não vimos gafanhotos ou grilos mas intestinos de porco, patas de galinha e outras miudezas são bastantes comuns.

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Fish Balls ( bolinhos de peixe cozidos ao vapor e servidos com molho). Na minha opinião, os primeiros são melhores.
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Pedaços de carne de porco mergulhados em molho agridoce (não conseguimos comer, foi para o lixo)
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Hot dog (parecidos com os vendidos na Alemanha).
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Não consegui perceber o que se tratava, nem quis saber.
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Fish balls e miudezas várias.
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Ao vivo não parecia tão desagradável 🙁
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Hot dog, intestinos de porco enrolados e stinky tofu
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Cantonese food
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Os doces correram melhor!

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Pineapple bun

Estes pães doces não têm sabor a ananás, o nome vem do forma parecida com o ananás.

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Egg Tart (uma variante menos boa dos nossos pastéis de nata. Existem de massa folhada e de massa de biscoito)
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Egg waffle (foi o nosso snack todos os dias. Nós preferimos os simples mas existem de vários sabores)

Temple Street Spicy Crab Restaurant HK

Quando viajamos temos o hábito de fazer uma refeição “especial” que torne a viagem memorável. Em Hong Kong escolhemos jantar no Temple Street Spicy Crab Restaurant.

Como o nome indica, o restaurante está localizado em Temple Street, em pleno mercado noturno.

O restaurante teve tanto sucesso que neste momento não é um restaurante mas sim dois, um ao lado do outro.

Uma das vantagens deste restaurante é que o menu tem fotografias, o que ajuda muito para quem não domina nem o inglês nem o chinês.

À primeira vista o restaurante assusta um pouco, aliás como a maior parte dos restaurantes em Temple Street Market.

Nós em tempos tínhamos visto um programa de viagens no Food Channel que se chamava CHING’S AMAZING ASIA e que mostrava este restaurante. Naquela altura nas mesas havia um rolo de papel higiénico em vez de guardanapos de papel!

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Apesar do aspeto pouco “limpo” das mesas, a verdade é que a comida estava deliciosa.

E quando falo em pouco limpo, reconheço que foi apenas a primeira impressão.

Depois de nos sentarmos percebemos que as mesas e as cadeiras estavam bastante gastas, de muita utilização, não estavam sujas.

Porque escolhemos o Temple Street Spicy Crab Restaurant?

Disseram-nos que era o melhor sítio para experimentar o prato típico de caranguejo – Spicy Crab.

Além disso, ficava localizado muito perto do nosso hotel.

O que pedimos?

Spring Rolls de vegetais com molho agridoce

A massa estava estaladiça e os vegetais crocantes. O molho era normal.

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Não sei o nome do prato seguinte mas são camarões enrolados em batata frita e molho picante.

Apesar de não termos gostado muito não sobrou nem um. O molho era demasiado picante, mal lhe tocámos.

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Stir fry de noodles e frango

Estava delicioso, os nossos filhos comeram tudo e olhe que o prato é bem grande.

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Spicy Crab

O caranguejo estava bastante picante mas era delicioso. Os rapazes pouco comeram, acharam que estava muito picante, sorte a minha pois ficou mais para mim.

Agora estão imaginar o que é comer este caranguejo com os pauzinhos? Pois, eu vi que as pessoas eram bastante ágeis com os pauzinhos, eu, nem por isso.

Mas não ia deixar a comida no prato, certo?

Perdi a vergonha e comi com as mãos.

Não olhei para ninguém à minha volta enquanto estava a comer apesar de sentir que estavam a olhar, mas paciência.

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Quanto custou a refeição no Temple Street Spicy Crab?

634 HKD (menos de 70 EUR), mas tenha em atenção que só o caranguejo custou 400 HKD.

Aliás, o preço do caranguejo não estava afixado na ementa, nós tivemos de perguntar quanto custava.

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Onde fica o Temple Street Spicy Crab Restaurant

N.º 210, Temple StreetHong Kong.

Dicas para viajar com crianças para Hong Kong

Quando dissemos aos nossos amigos e familiares que íamos a Hong Kong a primeira coisa que nos perguntaram foi: Os miúdos também vão?

Não sei bem porquê mas acharam que por ser uma viagem longa os nossos filhos ficariam com os avós.

Pois nós queremos viajar em família, é um tempo maravilhoso que não estamos dispostos a abdicar. Mas é claro que temos algumas preocupações.

Os nossos filhos já não são bebés, o mais novo na altura tinha cinco canos (fez seis quando regressámos de Hong Kong) e o mais velho tem quinze.

As nossas preocupações principais eram o tempo de voo, a alimentação e a gestão do cansaço.

Tempo de voo

Trinta e duas horas de voo no espaço de uma semana.

Catorze horas na ida para Hong Kong com escala em Londres e dezoito horas no regresso com escala em Madrid.

O tempo das escalas (acrescentar) serviu para nos deslocarmos de um terminal para outro e passearmos um bocadinho, sem correrias mas também sem nos preocuparmos em “fazer horas”.

Contas feitas, saímos do Porto às 08:55 da manhã de domingo e chegámos a Hong Kong por volta das 07:00 da manhã de segunda-feira.

No regresso, saímos de Hong Kong às 00:50 de domingo e chegámos ao Porto às 11:40 da manhã do mesmo dia. Foram muitas horas dentro de aviões.

O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Aproveitar o tempo dentro do avião. Levámos consolas, fizemos passeios no corredor do avião, comemos rebuçados que levámos de casa, dormimos e conversámos.

Pense bem, não acha que passa pouco tempo com os seus filhos?

Eu acho que todo o tempo com eles é pouco e o tempo que se passa dentro de um avião pode muito bem ser aproveitado para conversar.

De preferência conversas a dois.

Em casa costumamos estar sempre os quatro mas no avião, como estamos sentados uns ao lado dos outros não dá muito jeito falarmos em conjunto e acaba por ser normal que as conversas a dois surjam.

Ao final de algum tempo mudamos de lugar e todos têm oportunidade de falar com todos. Os laços familiares saem reforçados.

Alimentação

Nós damos muita importância à gastronomia local quando viajamos mas deixa de ter piada quando pedimos três ou quatro coisas que não conseguimos comer. É um desperdício de comida e dinheiro.

O nosso filho mais novo, coitado, quase não provou a comida quando visitámos a estátua do Buda Sentado porque a refeição era vegetariana e o que pedíamos nos restaurantes nem sempre era do seu agrado.

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O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Dar muita importância ao pequeno-almoço.

As opções de pequeno-almoço no nosso hotel eram variadas (torradas, croissants, pães, iogurtes, fruta, enfim, aqueles alimentos que estamos habituados a comer à primeira refeição da manhã).

Insisti sempre para que comessem bem ao pequeno-almoço pois não sabíamos como seriam as restantes opções durante o dia.

Além disso, todos participavam na escolha do restaurante.

Antes de entrarmos em qualquer restaurante todos diziam o que achavam.

Este foi um truque traiçoeiro porque na maioria das vezes eu já tinha pesquisado o restaurante e sabia mais ou menos o que nos esperava.

É claro que também me enganei e algumas escolhas foram muito más. Nessas alturas recorremos ao McDonals ou comprámos waffles na rua.

O que costumamos fazer em todas as viagens é comprar snacks no supermercado.

Tenha em atenção que os supermercados são pequenos, aliás, como todas as lojas em Hong Kong, mas comprámos bolachas, chocolates e água que tínhamos connosco para situações mais críticas.

Gestão do cansaço

Nós queríamos visitar muitas coisas mas achamos que era difícil aguentar um ritmo acelerado todos os dias. Já reparou na quantidade de lugares que visitámos?

O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Marcámos tours organizados em dias específicos quando as deslocações por nossa conta eram demoradas ou complicadas.

Compreendo que alguns viajantes fujam destes grupos a sete pés porque são dispendiosos e dão pouca liberdade mas, convenhamos, são muito cómodas.

Então, para quem viaja com crianças são, muitas vezes, a salvação.

Os miúdos estão cansados? Que durmam no autocarro.

Estão aborrecidos? Que joguem consola, os adultos podem continuar a aproveitar a viagem.

E o que me deixa espantada é que os nossos filhos costumam ser as únicas crianças nesses tours, então os restantes membros do grupo esforçam-se por interagir com eles, fazem-lhes perguntas, dizem que têm filhos/sobrinhos/netos da mesma idade e que sentem a falta deles, comentam a interação entre os irmãos, elogiam como são bem comportados (meu Deus, se soubessem a verdade!), enfim, adotam os rapazes que se sentem as estrelas do grupo.

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