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Viagem às Berlengas com crianças

Viagem às Berlengas com crianças

Hoje vamos dar-lhe algumas dicas para que uma viagem às Berlengas com crianças decorra da melhor maneira possível. Se não viu o artigo anterior sobre a nossa viagem às Berlengas, aconselho-o a dar uma espreitadela.

Principais dificuldades que sentimos na nossa viagem às Berlengas com crianças

Enjoos na viagem de barco

Nós estamos habituados a andar de barco e eu não liguei quando me disseram para ter atenção aos enjoos. Fiz mal porque a viagem de barco não correu muito bem, portanto, aconselhe-se com o pediatra do seu filho acerca de medicação para o enjoo.

Calcado adequado

Nós fizemos um grande percurso a pé pelos trilhos da ilha, atravessámos pontes sem proteção e subimos degraus em ravinas. Não existe proteção em muitos locais pelo que é imprescindível que as crianças tragam calçado adequado para evitar acidentes.

Atenção à hidratação

Nós estivemos nas Berlengas em agosto, numa altura de bastante calor. Levámos connosco água e percebemos que por causa do calor e do grande percurso que fizemos a pé, transpirámos bastante pelo que é importante ter atenção à hidratação. É claro que as crianças são mais sensíveis e requerem cuidados redobrados.

Proteja-se do sol

O arquipélago tem apenas vegetação rasteira que não protege do sol. Portanto, o uso de chapéu e protetor solar são recomendados a todos, em especial às crianças.

Leve alguns snacks consigo

Se vai passar algumas horas no arquipélago é aconselhável levar snacks para quando a fome apertar. No entanto, existe um café/restaurante junto ao cais.

Esperamos que as dicas que aqui indicamos o ajudem na sua viagem com crianças mas se tiver alguma dúvida que gostaria de ver esclarecida, por favor deixe um comentário. Temos todo o gosto em ajudar!

Por último, para ficar a par das nossas viagens aconselhamos que nos siga no  facebook e no instagram.

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Viagem às Berlengas, Peniche

Viagem às Berlengas

Uma viagem às Berlengas é daquelas atividades que devemos incluir na nossa lista dos desejos. Isto porque o arquipélago está situado a apenas cerca de 10 km da costa de Peniche e a beleza do local é indiscutível!

Nós visitámos as Berlengas num fim de semana em que também visitámos o Dino Park na Lourinhã e o Cabo Carvoeiro em Peniche.

Viagem às Berlengas

Em primeiro lugar tenha em consideração que saímos de Peniche às 11:00 e regressámos às 16:00. Isto significa que contando com a viagem de barco, estivemos nas Berlengas cerca de cinco horas.

Fizemos um passeio pelas grutas num barco com fundo transparente que saiu do cais. Decidimos sair do barco junto ao Forte de S. J. Baptista porque queríamos fazer o percurso pelo interior da ilha. No entanto, poderíamos ter prolongado a viagem até ao cais.

Visitámos o Forte e depois ganhámos coragem para subir os degraus pela encosta acima. Uma vez mais, as vertigens causaram-nos alguns problemas. Correu tudo muito bem até sermos forçados a parar para deixar passar outros visitantes. Deixo a dica, se tiver vertigens não olhe para baixo.

viagem às Berlengas

Do Forte de S. J. Baptista fomos até ao Farol e depois continuámos em frente até ao parque de campismo. Ficámos cerca de uma hora na praia junto ao cais até à hora de regressarmos a Peniche.

Como chegar às Berlengas?

Nós reservámos o nosso lugar por telefone na Berlengoeste. No entanto podem encontrar outras empresas que fazem a travessia junto ao cais de embarque em Peniche.

Que tipos de visita podemos fazer numa viagem às Berlengas?

Nós optámos pela viagem de ida e volta e asseio de barco para visitar as cavernas, no entanto existem outras atividades disponíveis de acordo com a empresa que contratar. Pelo que vimos, também pode praticar snorkeling e existem grupos de trekking que percorrem o interior da ilha.

Que oferta turística podemos encontrar nas Berlengas?

Existe um hostel a operar no Forte S. J. Baptista, e junto ao cais existe um parque de campismo, um café/restaurante e um posto de socorro.

Uma nota pessoal:

A viagem de barco na ida para as Berlengas foi muito má. A ondulação não estava muito forte mas mesmo assim na nossa família de quatro pessoas, três delas enjoaram.

E não foi um enjoo passageiro, foi mais de metade da viagem a regurgitar para dentro de um, aliás, vários sacos de plástico. Mesmo quando já não havia nada no estômago. Nada bonito de se ver.

A epidemia começou com a mãe, depois com o filho mais velho e finalmente afetou o filho mais novo. Juro que se pudesse regressava a nado!

viagem às Berlengas

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Restaurante Marisqueira O Pedro em Peniche

Restaurante Marisqueira O Pedro

O Restaurante Marisqueira O Pedro está localizado na Av. do Mar número 26 em Peniche. Na Avenida do Mar existem vários restaurantes por onde escolher.

Quer saber porque escolhemos este restaurante?

Passámos em frente a todos os restaurantes e íamos espreitando para dentro e analisávamos a ementa. Passámos pelo O Pedro e gostámos da ementa, também gostámos do tamanho das travessas que vimos nas mesas que estavam ocupadas e além disso um funcionário que estava numa pausa meteu conversa connosco! Ora pois, estava decidido!

Restaurante Marisqueira O Pedro

O que pedimos?

Pedimos sardinhas assadas, salmão grelhado e fêveras grelhadas. Na minha opinião ao sardinhas precisavam de mais um minuto nas brasas para ficarem perfeitas! O salmão estava bem temperado e grelhado no ponto. Os nossos filhos partilharam as fêveras grelhadas com batata frita e arroz e disseram que estavam muito boas.

Restaurante Marisqueira O PedroRestaurante Marisqueira O PedroRestaurante Marisqueira O PedroRestaurante Marisqueira O PedroRestaurante Marisqueira O PedroRestaurante Marisqueira O Pedro

Foi um jantar agradável e se Peniche não ficasse tão longe de casa certamente iríamos jantar mas vezes a este restaurante.

Veja também como foi a nossa visita ao Dino Park e ao Cabo Carvoeiro.

 

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Festa do Caldo em Quintandona, Penafiel

Festa do Caldo em Quintandona

A Festa do Caldo em Quintandona é uma festa que se realiza anualmente no concelho de Penafiel. Para quem não conhece a região, Quintandona é uma Aldeia de Xisto, perfeitamente preservada a cerca de meia do Porto.

Festa do Caldo em Quintandona

Localização de Quintandona

Nós fomos ao final do dia e não reparámos se havia sinalização a indicar a aldeia, portanto a melhor solução talvez seja usar o GPS.

Existem vários parque de estacionamento gratuitos onde pode deixar o carro. O acesso à aldeia faz-se a pé.

A aldeia está localizada na freguesia de Lagares, concelho de Penafiel, distrito do Porto.

Preço da entrada

Nós pagámos 2,5 EUR pelos adultos, o nosso filho de 6 anos não pagou. Tenha em atenção que estes são os preços da edição de 2018.

O que pode encontrar na festa

O produto estrela da festa é o “caldo”, isto é, a sopa que é confeccionada em grandes potes de ferro. Estes potes são aquecidos com o calor da fogueira o que confere ao caldo um sabor único.

Nós experimentámos caldo verde e caldo à lavrador e os dois estavam deliciosos. A acompanhar comemos bifanas (que estavam boas) e pataniscas de bacalhau que estavam MUITO boas.

Festa do Caldo em Quintandona.Festa do Caldo em Quintandona

Também existiam barraquinhas que vendiam sandes de leitão (acompanhadas de espumante), porco no espeto, pão com chouriço confeccionado no local e crepes. Não se esqueça que está na região do vinho verde, por isso não perca a oportunidade de experimentar marcas que não vai encontrar no supermercado. Além disso existe uma oferta aceitável de cervejas artesanais.

Mas nem só de comida vive a festa! Existem várias barraquinhas de artesanato, grupos folclóricos, Zés Pereira, Gigantones, caretos e jogos tradicionais.

Jogos populares e tradições

Um dos jogos que nos chamou mais à atenção foi o “jogo da rata”. Um roedor está dentro de uma caixa numa arena com várias casinhas numeradas para onde pode fugir. Fazem-se apostas para acertar em qual casinha o roedor se vai esconder. Quando levantam a caixa as pessoas começam a fazer barulho para que o roedor fuja para uma das casinhas.

Festa do Caldo em Quintandona

Hoje (domingo) ainda pode visitar a festa, veja o programa retirado da página dedicada à festa do caldo no facebook.

Texto alt automático indisponível.

Veja outras Aldeias de Xisto aqui.

 

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Visita a Peniche | Cabo Carvoeiro

visita a peniche

O artigo de hoje não é um relato completo de uma visita a Peniche, mas antes vamos falar-lhe do Cabo Carvoeiro que fica localizado na península de Peniche.

Se bem se lembra, nós fomos a Peniche num fim de semana em que também estivemos no Dino Park e nas Berlengas, portanto, era difícil fazer um roteiro pormenorizado de Peniche.

Na verdade, nós visitamos frequentemente Peniche e gostamos em particular da zona junto à praia do Baleal.

No entanto, desta vez, apenas pretendíamos dar um passeio junto ao Cabo Carvoeiro e espreitar a Varanda de Pilatos.

Uma visita a Peniche, Cabo Carvoeiro e Varanda de Pilatos

Para quem não sabe, o Cabo Carvoeiro situa-se no extremo da Península de Peniche, uma zona de falésias calcárias de singular beleza mas não aconselhadas a quem sofre de vertigens.

Se conseguir resistir à tentação de ir espreitar o mar junto às falésias pode sempre optar por visitar o farol. Ou então a capela da Nossa Senhora dos Remédios!

No local também existe um bar de onde pode observar o por-do-sol! Estivemos no cabo Carvoeiro ao final do dia e eram muitos os carros estacionados junto ao bar.

Uns metros mais à frente do Cabo Carvoeiro está localizada a Varanda de Pilatos.

visita a Peniche

Na minha opinião a Varanda de Pilatos é demasiado assustadora. Até consigo maravilhar-me com a sua beleza mas eu sinto vertigens, portanto não consigo controlar a má disposição quando sou confrontada com alturas.

Tenha atenção e assegure-se da sua segurança! Sabia que no local já se deram alguns acidentes mortais com pessoas que escorregaram e caíram das falésias? Não queira aumentar as estatísticas.

A noite terminou com um belo jantar no restaurante-marisqueira O Pedro, junto a cais de embarque para as Berlengas.

Para acompanhar as nossas viagens sugerimos que nos acompanhe no facebook e no instagram.

 

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Visitar Dino Park na Lourinhã

Visitar Dino Park

Procura dicas para visitar Dino Park na Lourinhã? Este parque temático localiza-se a cerca de 45 minutos de Lisboa e é uma excelente opção para passar um dia fantástico em família!

Em seguida contamos como foi a nossa experiência no Dino Park, num fim de semana em agosto, aproveitando uma escapadinha a Peniche.

Visitar Dino Park

Em primeiro lugar deixe-me dizer-lhe que existem quatro percursos no parque, sendo que cada um corresponde a um período da História: o fim do Paleozóico, o Triásico, o Jurássico e o Cretácico. 

O parque é grande, vá com tempo e se quiser pode fazer piquenique pois existem vários locais para o efeito. No entanto, também está disponível um restaurante que serve refeições ligeiras.

Dizem que são mais de 120 modelos de dinossauros à escala real. Além disso estão distribuídos por um terreno de 10 hectares. E mais, cada um dos modelos tem uma placa com o nome e informações do dinossauro.

Visitar Dino ParkVisitar Dino ParkVisitar Dino ParkVisitar Dino ParkVisitar Dino ParkVisitar Dino ParkVisitar Dino Park

Além de explorar os percursos acima mencionados também pode visitar  o Museu que exibe as descobertas efetuadas na região e participar na preparação de fosseis no Laboratório.

O Laboratório situa-se na zona do Museu e tem horários próprios. Se tem interesse nesta atividade aconselho-o a consultar o horário logo que chegue ao recinto.

Por último, no Pavilhão das Atividades, pode fazer de conta que é um paleontológico, contudo tenha em atenção que algumas atividades são pagas.

Preços

As crianças até 3 anos não pagam entrada. Dos 4 aos 12 anos pagam 9,50 EUR e jovens e adultos a partir dos 13 anos pagam 12,50 EUR.

Também tem a opção de adquirir um bilhete família. Neste caso um bilhete para dois adultos e uma criança custa 31,50 EUR, um bilhete para dois adultos e duas crianças custa 39,50 EUR e dois adultos e três crianças custa 46,50 EUR. Por cada criança adicional a partir das três crianças é só acrescentar 8,00 EUR por cada criança.

Horário de funcionamento

Janeiro; fevereiro, novembro e dezembro : das 10:00 às 17:00 (última entrada às 15:30h)

Março,  abril, maio e outubro: das 10:00 às 18:00 (última entrada às 16:30)

Junho, julho, agosto e setembro: das 10:00 às 19:00 (última entrada às 17h30)


 

Quer ver mais fotografias e vídeos do Dino Park? Acompanhe-nos no facebook e no instagram 🙂

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Roteiro de dois dias em Peniche & Lourinhã

Roteiro de dois dias em Peniche

A sugestão de hoje é um roteiro de dois dias em Peniche & Lourinhã. Nós aproveitámos um fim de semana em agosto para visitarmos Peniche, as Berlengas e o Dino Park na Lourinhã, faz-nos companhia nesta viagem?

Veja, então, o nosso roteiro para dois dias animados!

Roteiro de dois dias em Peniche

Dino Park na Lourinhã

Saímos do Porto em direção ao Dino Park na Lourinhã. Demorou-nos cerca de três horas pois fizemos duas paragens no caminho.

Estas paragens são importantes para nós porque além de tornarem a viagem menos cansativa, os nossos filhos (com seis e quinze anos) têm oportunidade de brincar e correr um bocadinho e não reclamam tanto por estarem fechados no carro.

Quando chegámos ao Dino Park era quase hora de almoço e apesar de no local servirem refeições, nós levámos piquenique de casa. Na verdade, além de ter ficado mais económico, foi bastante divertido e comemos comida preparada por nós, o que por norma é mais saudável.

Demorámos umas boas horas a percorrer o Dino Park, os trilhos estão bem sinalizados e é divertido observar as esculturas dos dinossauros a espreitarem por entre as árvores.

Visita a Peniche

Depois do Dino Park dirigimo-nos a Peniche onde pernoitámos. A visita a Peniche incluiu uma paragem no Cabo Carvoeiro e na Varanda de Pilatos. O jantar também foi em Peniche.

Visita às Berlengas

Na manhã do dia seguinte fomos até às Berlengas. A viagem de ida foi bastante atribulada, a ondulação estava forte e sentimo-nos mal na travessia.

Por outro lado, explorar as Berlengas foi bastante agradável! Fizemos um tour num barco pequeno para observação das grutas. Este barco tinha o fundo transparente, portanto também era possível ver o fundo do mar.

O barco deixou-nos junto ao Forte de São João Baptista e daí explorámos a pé a ilha. Subimos até ao Farol e depois descemos até ao parque de campismo, onde descansámos numa praia lindíssima. O único senão era a temperatura da água que não convidava a banhos.

Na hora combinada dirigimo-nos ao cais onde embarcámos para a viagem de regresso. Felizmente esta travessia foi tranquila. Por fim regressámos ao Porto.

Se lhe interessam roteiros em Portugal, sugerimos que veja os roteiros que fizemos no Gerês, na Serra da Freita e na Serra da Lousã. E já sabe, acompanhe-nos no facebook e no instagram 🙂

 

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Umbrella Sky Project, guarda-chuvas em Águeda

Umbrella Sky Project

Em primeiro lugar Umbrella Sky Project em Águeda está associado ao Festival de Arte AgitÁgueda. Além de concertos também inclui animações de rua e afterhours. É uma iniciativa anual que costuma acontecer em julho e este ano não deixámos passar a oportunidade.

O que é o Umbrella Sky Project?

O Umbrella Sky  Project é conhecido por ser o evento dos guarda-chuvas coloridos pendurados nas ruas. O engraçado é que o comércio tradicional também costuma aderir à festa e então é usual verem-se os chapéus de chuva em bombas de gasolina ou stands de venda de carros.

Por outro lado, este festival acontece em vários pontos de Águeda pelo que o melhor é estacionar o carro e percorrer as ruas tranquilamente.

Umbrella Sky  ProjectUmbrella Sky  ProjectUmbrella Sky  ProjectUmbrella Sky  ProjectUmbrella Sky  Project

A nossa experiência em Águeda

Nós passámos uma tarde bem agradável em Águeda. Estávamos em julho, tínhamos regressado de Malta há pouco tempo e por isso ainda nos sentíamos em ambiente de férias.

As ruas estavam movimentadas mas não em demasia e havia música em todo o lado. Passámos o tempo todo de cabeça no ar 🙂

Umbrella Sky  ProjectUmbrella Sky  ProjectUmbrella Sky  Project

É claro que não podíamos ignorar a oportunidade de nos deliciarmos com a “tripa doce”, e gulosos como somos, escolhemos recheadas com ovos moles e chocolate.

Se decidir prolongar a sua estadia na região, por que não visitar Aveiro? Veja o nosso artigo sobre a “Veneza portuguesa” aqui.

Como chegar a Águeda?

Águeda pertence ao distrito de Aveiro. Desta forma, a melhor maneira de lá chegar quer venha do norte ou do sul do país é pela A1.

Se estiver interessado em visitar Águeda na altura do Umbrella Sky Project ou noutra altura qualquer, veja os preços para os hotéis da região no Booking.

Por último, não se esqueça de nos seguir nas redes sociais, nomeadamente no facebook e no instagram, onde regularmente disponibilizamos conteúdo exclusivo! Já nos segue lá? Não sabe o que anda a perder 🙂

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Até onde vai com 70 EUR? | Aveiro.

Até onde vai com 70 EUR? | Aveiro

Lembra-se do desafio que lançámos e que se chama até onde vai com 70 EUR? Esta é a edição de Aveiro e devo, desde já, alertá-lo para o facto de não termos conseguimos manter-nos dentro do orçamento estipulado.

Este artigo ficou nos rascunhos demasiado tempo, só no início do mês é que reparei que ainda não tinha publicado este passeio que fizemos em maio deste ano. Mesmo assim parece-me que o post é atual. Vamos a isso!

Até onde vai com 70 EUR? | Aveiro

Os encantos de Aveiro são muitos e conhecidos mas os nossos preferidos estão localizados junto à ria. Gostamos de tirar fotografias aos barcos, às quatro estátuas da ponte e gostamos de comer tripas e ovos moles.

Gostamos, também, de experimentar novos restaurantes e fomos muito bem servidos no Mercado do Peixe.

Até onde vai com 70 EUR? | Aveiro

Diário de bordo:

Quilómetros percorridos: 230 KM.

Combustível + portagens: 35 EUR

Almoço: 57 EUR.

Total: 92 EUR.

Veja os artigos sobre Pitões das Júnias e Talasnal.

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Até onde vai com 70 EUR? | Talasnal.

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Portugal continua a maravilhar-nos com paisagens deslumbrantes. Já deve ter percebido que nós gostamos de viajar para o interior do país, para zonas mais rurais e privilegiamos o contacto com a natureza.

Hoje queremos deixar-lhe o desafio de visitar o Talasnal. Está a ver as placas na fotografia a seguir? Indicam alguns percursos que podem ser feitos a pé a partir do Talasnal.

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Este post é uma reciclagem de outro artigo publicado no dia 18 de maio. Aliás, a ideia de criar uma série de artigos com o tema “Até onde vai com…” nasceu enquanto esperávamos pelo almoço no Bar Talasnal e foi amadurecendo nas semanas seguintes porque quisemos fazer uma lista com sítios que poderiam ser incluídos nesta rubrica.

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Publicámos o post do Talasnal mas percebemos que não tínhamos incluído os custos da viagem, portanto decidimos partilhar quanto custou o nosso sábado na Serra da Lousã.

Diário de bordo:

Quilómetros percorridos: 360 KM.

Combustível + portagens: 40 EUR

Almoço: 26,20 EUR.

Total: 66,20 EUR.

Como vê, ficámos aquém do orçamento inicialmente previsto, dos setenta euros que tencionávamos gastar ainda levámos para casa alguns euros. Quando fomos a Pitões das Júnias gastámos um pouco mais.

Pode ver aqui os artigos publicados no blogue sobre as Aldeias do Xisto. O que acha de prolongar a estadia e ficar uns dias na Serra da Lousã? O preço do alojamento pode ser consultado no Booking.

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Até onde vai com 70 EUR? | Pitões da Júnias.

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No início do mês de junho lançámos-lhe este desafio, até onde vai com 70 EUR? Como explicámos na altura, a ideia é desafiá-lo a viajar mais em Portugal. O primeiro desafio levou-nos ao Gerês, a Pitões das Júnias.

Esta pequena aldeia do concelho de Montalegre é uma das mais altas de Portugal. Além da aldeia em si, pode visitar a Cascata de Pitões, as ruínas do Mosteiro de Santa Maria da Júnias, a igreja de São Rosendo e as Capelas do Anjo da Guarda e de São João da Fraga.

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Nós fomos a Pitões das Júnias no dia da Mãe, os rapazes decidiram oferecer-me o almoço e já há algum tempo que queria experimentar o cozido de Pitões de Júnias no Restaurante Dom Pedro Pitões. A particularidade deste prato é que os donos do restaurante criam os animais, portanto a qualidade das carnes utilizadas está assegurada.

O exterior e interior do restaurante estão decorados com artigos ligados à agricultura e ao campo como arados e potes de ferro. Estavam lá a almoçar vários grupos de espanhóis e tivemos de esperar algum tempo para termos mesa. O serviço além de demorado estava um bocadinho desorganizado pois algumas famílias estava à espera de mesa mas haviam mesas livres, só era preciso limpá-las.

Mas era domingo, nós estávamos bem dispostos e acredite que valeu a pena esperar. Quando nos sentámos trouxeram um cesto de pão que desapareceu num instante porque era muito bom. Pedimos outro cesto de pão. Os rapazes não apreciam o cozido e pediram bife que estava ÓTIMO! Sim, merece letras maiúsculas pois estava mesmo muito bom. Tenro, bem temperado e cozinhado na perfeição. A estrela do almoço para mim foi o cozido que estava perfeito. Como me tinham dito as carnes eram de excelente qualidade e para minha surpresa vinham acompanhadas de grelos.

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Depois do almoço visitámos a aldeia e depois fomos até à Cascata de Pitões. Pode levar o carro pois existe um parque de estacionamento perto do passadiço de madeira que o leva até ao miradouro onde pode ver a Cascata.

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Dica extra: passe pela padaria e leve pão para casa. Acredite que nunca comeu um pão tão delicioso como aquele.

Diário de bordo:

Quilómetros percorridos: 330 KM.

Combustível + portagens: 35 EUR

Almoço: 35 EUR.

Total: 70 EUR.

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Cinco dicas para aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

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As suas férias já terminaram? Ainda não foi de férias? Mesmo assim quer aproveitar o verão?

Deixamos, então, cinco sugestões para que chegue ao outono com a impressão de que o verão foi aproveitado ao máximo!

Cinco dicas para a aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

Beber uma bebida ao final do dia num bar ou esplanada.

No final do dia de trabalho  precisa mesmo de ir a correr para casa? Pelo menos uma vez avise em casa que vai chegar mais tarde e combine uma saída com amigos. Os amigos estão ocupados? Vá sozinho, sente-se numa esplanada e desfrute da ocasião. Ou então leve a família consigo e desfrute na mesma da ocasião.

Fazer uma caminhada.

No final do jantar desligue a televisão, calce as sapatilhas, saia de casa e percorra a sua cidade a pé. Vai ver que dorme melhor e acorda de manhã com mais energia.

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Shinrin-yoku.

Já ouviu falar da medicina de estar simplesmente na floresta. E de banhos de floresta? Vá em grupo ou sozinho e beneficie da terapia de inspiração japonesa com um número crescente de adeptos em Portugal. O contacto com a natureza só lhe faz bem. Mais informações aqui e aqui.

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Observar o pôr-do-sol.

Ou o nascer do sol de for madrugador. Procure um local tranquilo e boa companhia. Observe o momento e relaxe.

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Fazer um piquenique.

Os restaurantes da moda tendem a ser dispendiosos e dificilmente se divertirá se gastar mais do que devia. Que tal fazer um piquenique? Um lanche caseiro, saudável e económico é uma excelente opção para aproveitar melhor os dias quentes de verão que se aproximam.

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Cerdeira | Aldeia do Xisto

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Quando chegámos à aldeia de Cerdeira a primeira coisa que notámos foi que as casas foram recuperadas com grande cuidado. Dá gosto explorar uma aldeia que está habitada e cujos habitantes espreitam da janela enquanto passamos entretidos a tirar fotografias.

À semelhança das restantes Aldeias do Xisto que já visitámos, a Cerdeira é pequena  e não precisa de muito tempo para a explorar.

Deixámos o carro estacionado junto à Capela Nossa Senhora de Fátima e fizemos o percurso até à aldeia a pé.

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Se tiver tempo, dedique meia hora a descer a ravina até à Ribeira da Cerdeira. E já sabe, as Aldeias do Xisto estão ligadas por percursos pedonais que atravessam a serra. Da Cerdeira pode ir até ao Candal num trilho de 2,8 quilómetros.

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Candal | Aldeia do Xisto

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Talvez não se recordem mas no dia em que fizemos este roteiro pelas Aldeias do Xisto na Serra da Lousã estava mau tempo. Para nosso azar não conseguimos visitar a aldeia do Candal convenientemente porque estava a chover. Vendo bem, até tivemos sorte pois conseguimos explorar quatro aldeias apenas Candal ficou visto pela rama.

Sabem o que isto significa? Que vamos ter de voltar a esta aldeia, para subirmos a encosta e passearmos pelo meio das casas de xisto. Vimos perto da estrada uma esplanada bem simpática, deve ser agradável estar sentada naquele lugar e contemplar a vista.

Infelizmente não posso dizer-lhe o que visitar no Candal porque não vimos quase nada mas pode consultar a informação oficial disponível aqui.

Quando vi a aldeia lembrei-me do Piódão porque as duas aldeias estão situadas numa encosta e a disposição das casas é semelhante. Além disso, costuma estar a chover quando visitamos o Piódão!

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Talasnal | Montanhas de Amor

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Para uma aldeia em plena Serra da Lousã, o Talasnal oferece alguma variedade em termos de comércio tradicional. Na entrada da aldeia, junto ao local onde pode fazer inversão de marcha ou estacionar o carro, existe uma pequena praça com uma loja de artesanato, o Bar Talasnal e uma escadas junto ao tanque que dão acesso à restante aldeia.

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Quando estivemos no Talasnal tinha chovido recentemente pelo que se notava bastante o cheiro a terra molhada. O passeio aguçou-nos o apetite e sentámo-nos à mesa na companhia dos produtos da região: queijos, javali, enchidos e legumes.

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O Bar Talasnal tem dois pisos, o inferior é bastante pequeno mas no primeiro andar existe um espeço ligeiramente maior. Da pequena janela avista-se a Serra da Lousã. Dizem que aqui perto existem veados, corsos e javalis.

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Se pretender pernoitar na aldeia tem à disposição vários estabelecimentos de Alojamento local e tem também o restaurante Ti Lena que costuma ter boas referências.

Pode ver as Aldeias do Xisto que já visitámos aqui.

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Casal Novo | Aldeias do Xisto

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Quem circula na estrada em direção ao Talasnal pode não perceber que está a passar ao lado de uma Aldeia do Xisto. O Casal Novo está quase escondido, só se estiver com atenção é que vê do lado direito a aldeia. Nós sabíamos ao que vínhamos, pelo que quando vimos a placa que dizia “Casal Novo” estacionámos o carro e partimos à aventura.

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O tamanho reduzido da aldeia é altamente compensado pela simpatia dos residentes. No Chiqueiro não vimos ninguém e não me pareceu que morassem pessoas na aldeia.

Mas no Casal Novo fomos primeiro surpreendidos por um cão que assustou o nosso filho. É claro que o animal não nos fez mal nenhum e só queria brincar mas logo a seguir a este episódio apareceu o dono do cão que ficou a conversar connosco. A conversa foi interrompida pela chuva que não se fez de rogada e encharcou-nos nos curtos metros que percorremos até ao carro. Para a próxima não nos podemos esquecer do guarda-chuva.

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Pode ver as Aldeias do Xisto que já visitámos aqui.

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Chiqueiro | Aldeia do Xisto na Lousã

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A Aldeia de Chiqueiro fica localizada na Serra da Lousã. É uma aldeia muito pequena e não vimos ninguém enquanto lá estivemos. Deixámos o carro estacionado à entrada da aldeia e descemos as escadas a pé. Do lado direito vimos a Capela de Nossa Senhora da Guia que estava fechada. Continuamos a descer e sem darmos conta tínhamos chegado ao final da aldeia.

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Os adeptos de caminhadas podem fazer os trilhos até ao Casal Novo e Talasnal.

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Pode ver as Aldeias do Xisto que já visitámos aqui.

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Aldeias do Xisto |roteiro para um dia na Serra da Lousã: Chiqueiro, Casal Novo, Talasnal, Candal e Cerdeira.

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A Serra da Lousã continua a surpreender-nos. Desta vez visitámos cinco Aldeias do Xisto e apesar de inicialmente acharmos que eram demasiadas aldeias para um único passeio, a verdade é que conseguimos visitar o que queríamos. Só não conseguimos explorar convenientemente a aldeia do Candal por causa da chuva. Precisamos de uma desculpa para regressar à Lousã, certo? Ora aqui a nossa desculpa para a próxima viagem à Lousã!

Se quiser fazer o mesmo percurso que nós fizemos aqui deixamos o nosso roteiro:

Saímos do Porto pela A1, depois pela A13 na zona de Coimbra e finalmente pela N342 em direção à Aldeia de Chiqueiro. Demorou-nos pouco mais de duas horas a chegar ao primeiro destino.

Chiqueiro

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Um quilómetro mais à frente está a Aldeia de Casal Novo.

Casal Novo

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Percorremos cerca de dois quilómetros e meio e chegámos ao Talasnal, onde aproveitámos para almoçar.

Talasnal

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Quando saímos do Talasnal começou a chover. E continuou a chover enquanto percorremos os cerca de nove quilómetros até ao Candal.

Candal

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Só nos faltava uma paragem, a Aldeia de Cerdeira. Felizmente a chuva parou e conseguimos explorar Cerdeira à vontade.

Cerdeira

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Interessa-se pelas Aldeias do Xisto? Nós estamos decididos a visitar as vinte e quatro Aldeias do Xisto de Portugal. Quer saber quais já visitámos? Veja aqui.

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