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Dicas de Viagem

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IATI Seguros de Viagem | a nossa escolha!

IATI Seguros de Viagem

A IATI Seguros de Viagem entrou na vida do blogue passaporte no bolso por altura do 1º Encontro de TravelBloggers que se realizou em Penafiel nos dias 20 e 21 de outubro. Se quer saber mais sobre este evento veja aqui e aqui. No artigo de hoje vamos falar em pormenor das razões que nos levaram a escolher a IATI Seguros de Viagem como a nossa Companhia de Seguros de Viagem e como os leitores do passaporte no bolso podem beneficiar de descontos no seguros de viagem. Vamos a isso?

IATI Seguros de Viagem

Paixão por descobrir o mundo. Este é o lema da IATI Seguros e que nos conquistou em meio segundo. Veja aqui como nos apresentamos ao mundo e facilmente percebe que também nós queremos conhecer o mundo.

Como nos identificámos com a IATI Seguros, quisemos saber mais e rapidamente chegámos à conclusão que tínhamos encontrado um Seguro de Viagem perfeito para nós! E sabe o que é fantástico? É que a IATI Seguros é especialista em seguros de viagem e muito certamente vai encontrar o seu Seguro de Viagem Perfeito! E se acha que todos os seguros são iguais seguem-se algumas características diferenciadoras:

  • Sem franquias: As franquias podem ser um problema pois podem ser tão altas que não compense acionar o seguro. Os Seguros da IATI não têm franquias.
  • No seu idioma: Sim, eles falam Português! Já basta o stress da situação em si, ainda temos de pensar como explicar o  que aconteceu numa língua estrangeira? Com a IATI Seguros isso não acontece!
  • Sem adiantar dinheiro: O que faz se não tiver dinheiro consigo e necessitar de assistência? Não há problema, com os seguros da IATI não é preciso pagar no momento e pedir o reembolso mais tarde. Até porque sabemos que os processos burocráticos podem ser bastante demorados.
  • Para aventureiros: Mais 50 desportos radicais estão incluídos, confirme se também lá está a sua atividade radical preferida!
  • Repatriação:  Em caso de doença ou acidente grave a IATI Seguros cobre 100% (ilimitado) o transporte de regresso a casa no caso de ser
    considerado necessário ou em caso de falecimento.
  • Equipamentos: Os computadores pessoais, tablets, discos rígidos, as câmaras, complementos de fotografia, radiofonia, de registo de som ou da imagem, bem como os seus acessórios, ficam compreendidos até 50% da quantia segurada sobre o conjunto da bagagem.

Então, que tipo de seguro de viagem devo subscrever?

IATI Básico: Melhor custo-benefício para viagens de férias curtas ou escapadelas a destinos próximos pela Europa.

IATI Standard: O seguro ideal para viagens com destino aos países europeus, sudeste asiático, viagens por mais de 30 dias.

IATI Estrela: Cobertura ideal para viagens a países onde os custos médicos são elevados como EUA, Canadá, Japão, Austrália.

IATI MochileiroEspecialmente pensado para os mochileiros que desejam aventurar-se em novos destinos e amam desportos radicais.

IATI Bloggers e Grandes Viajantes: Para os que vão explorar o mundo por um longo período (longa duração) ou fazem várias viagens ao ano (multiviagens).

IATI Cancelamento: O seguro pensado para que tenhas tranquilidade diante de imprevistos.

[*a informação anterior foi retirada do site da IATI e pode ser atualizada a qualquer momento.]

Como anunciei, os leitores do blogue passaporte no bolso têm desconto de 5% no seguro, em comparação com os preços praticados pelo site da própria Companhia de Seguros. Isto significa que fica mais barato comprar através do blogue passaporte no bolso do que diretamente à IATI! 

IATI seguros de viagem
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[Dicas] Como decorar as melhores Beach Houses de Portugal

beach houses de Portugal

Ter ou alugar uma beach house é a certeza que tem sempre um lugar para descansar, relaxar e recuperar energias. Conheça algumas ideias e dicas para decorar as beach houses.

beach houses de Portugal

Ter uma casa de praia, ou beach house, era algo que muitas famílias Portuguesas da década de 80 e 90 ambicionavam. A febre de comprar beach houses era grande, e nestas décadas verificou-se uma expansão exponencial do turismo interno, com o Algarve a encabeçar a lista. Em anos mais recentes, o turismo encontra-se espalhado um pouco por todo o país, com uma grande afluência de turistas estrangeiros, sedentos por provar e desfrutar de tudo o que o nosso excelente país tem para oferecer. Mas nem só de Algarve vive o turismo interno Português. Há excelentes opções em outras partes do país. Por exemplo, pode aproveitar para relaxar e passar uns dias na Ocean Village, um excelente empreendimento da Tróia Resort.

Em qualquer beach house do país, a decoração é um ponto muito importante. Para além de revelar o gosto com o qual os proprietários cuidam da casa, a decoração interior e exterior abrilhanta o espaço, e torna uma simples beach house num cantinho familiar, querido e muito acolhedor. Por vezes, o mais complicado pode ser ter ideias para decorar uma beach house.

Dicas e Sugestões para decorar as beachs houses, quer no exterior ou no interior

  1. Mobiliário feito em madeira. Para casas de férias, e particularmente beach houses, o mobiliário em madeira é algo que fica sempre bem. Existem várias lojas espalhadas por todo o país onde pode comprar este tipo de mobiliário, em tons que remetem para o verão. Pode comprar desde mesas, cadeiras, espreguiçadeiras… Para além disso, se tiver espaço, pode considerar instalar um deck de madeira na sua casa. Este tipo de estrutura confere um ar único à sua casa, e é uma excelente solução para os espaços exteriores.
  2. Luzes decorativas. Para isto, não precisa de gastar muito dinheiro. Basta comprar umas luzes de Natal simples, sem cores, e colocá-las no exterior da sua casa. Verifique apenas se as luzes que instalar podem estar expostas a humidade ou eventual chuva, para não correr o risco de as estragar. Em termos decorativos, estas luzes são uma excelente solução para abrilhantar o exterior da sua casa, criando uma atmosfera intimista.
  3. Velas e tochas. Para além de incluir iluminação artificial no exterior da sua casa, pode considerar comprar velas para ou interior, e tochas para o exterior. Obviamente que, dependendo das características da sua beach house, poderá não conseguir instalar uma tocha adequadamente. É importante que verifique e atente sempre nas normas de segurança e de manuseamento deste tipo de produtos. Se tem crianças pequenas, por exemplo, uma tocha tem que estar relativamente firme, pois pode tornar-se num potencial risco para os mais pequenos.
  4. Louça colorida e divertida. Numa beach house, pretende-se que tudo remeta para um lado mais divertido e colorido da vida. Assim, deve considerar comprar louças simples, mas coloridas e divertidas. Tenha apenas em atenção para não gastar muito dinheiro, até porque a utilização que dará a estes objetos é muito esporádica, e não vale a pena ter um serviço de refeição caríssimo para usar apenas algumas vezes no ano.
  5. Pinturas de parede em tons claros. A maior parte das fotos de beach houses que vê na Internet são sempre pintadas com cores claras, que remetem para a natureza, para o céu e o mar, e no fundo transmitem uma sensação de relaxamento e descanso. Aproveite para dar uma nova cor ao interior da sua beach house e pinte-a com novas cores.
  6. Reaproveite materiais antigos. Com materiais que estariam prontos a ser descartados, e alguma imaginação, pode criar excelentes peças de mobiliário para a sua beach house. Pode, por exemplo, recuperar paletes antigas e transformá-las em excelentes sofás de exterior. Basta para isso que as lixe e envernize. Pode também optar por as pintar com uma cor a seu gosto, aplicando depois um produto impermeabilizante para que resistam ao desgaste natural meteorológico. Finalize estes excelentes sofás com uma gama de almofadas confortáveis e de cores diferentes, e estão prontos a garantir muitos e bons momentos de convívio e diversão.
  7. Uma cama de rede. Este é já um clássico das beach houses. Se tiver uma área à sombra com espaço, instale uma cama de rede e aproveite para descansar depois do almoço ou ao final da tarde.

Acima de tudo, nunca se esqueça que uma beach house tem que ser o mais funcional possível. Tudo tem que ser de fácil utilização e manutenção, mas sempre com muito brio e sentido estético. Assim, minimizará os custos de manutenção, quer a nível económico quer a nível do seu tempo, e irá garantir que tem um período de descanso em total conforto e completamente confortável. Aproveite as suas férias.

*post patrocinado.

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Como ir do Aeroporto de Malta até Valeta

Como ir do Aeroporto de Malta até Valeta

Sabe como ir do Aeroporto de Malta até Valeta? Neste artigo vamos dizer-lhe que opções de transporte tem disponíveis para fazer a viagem desde o aeroporto até Valeta.

Mas como nem todos os viajantes têm como destino final a capital de Malta, também explicamos como chegar de autocarro a quase todos os pontos da ilha.

Como ir do Aeroporto de Malta até Valeta

O Aeroporto Internacional de Malta fica localizado na cidade de Luqa, a cerca de 8 km de Valeta. O trajeto é rápido e para ajudar os condutores malteses gostam de conduzir muito depressa.

Se, como nós, comprou um pacote de viagem numa agência provavelmente não precisa de se preocupar com o transfer porque já está incluído no pacote. Quando sair da área de chegadas do aeroporto estará alguém à sua espera para o levar para o hotel.

No entanto, se optou por fazer a viagem de forma independente quando sair do aeroporto pode fazer o percurso de autocarro, táxi ou, em alternativa, pode alugar um carro.

Autocarro

O autocarro é, sem dúvida, a forma mais económica para se deslocar do aeroporto até qualquer ponto da ilha. Para dicas genéricas como utilizar o autocarro em Malta por favor veja o nosso artigo aqui.

Junto ao aeroporto pode encontrar as seguintes paragens de autocarro:

X1 – Ċirkewwa

X1B – Ċirkewwa

X2 – St. Julians

X3 – Gugibba

Os autocarros em Malta têm uma frequência bastante aceitável, por exemplo, no período noturno, existem autocarros a circular de 30 em 30 minutos.

O bilhete é válido por duas horas e custa 1,50 EUR no inverno, 2,00 EUR no verão e 3,00 EUR no período noturno.

Como o seguro morreu de velho é conveniente confirmar as rotas e os horários disponíveis no site dos Transportes Públicos de Malta.

Táxi

Não precisei de usar táxi quando estive em Malta mas disseram-me que os táxis não têm taxímetro, pelo que é conveniente combinar o valor da corrida antes de iniciar a viagem.

À saída do aeroporto vi muitos táxis parados, imagino que não seja complicado encontrar um disponível.

Aluguer de carro

Se tenciona alugar carro na sua estadia em Malta porque não levantar a viatura no aeroporto? Economiza tempo e dinheiro.

Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui!

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Guia de Viagens Malta, vale a pena comprar?

Guia de Viagens Malta

Acha que vale a pena comprar um Guia de Viagens Malta? Fico sempre na dúvida se devo gastar o meu dinheiro com guias de viagem porque há muita informação disponível gratuitamente online. Desta vez, com a viagem para Malta, resolvi pensar a sério no assunto e partilho aqui no passaporte no bolso as conclusões a que cheguei.

Portanto, neste artigo vai encontrar argumentos a favor e contra a aquisição de um Guia de Viagens Malta para que possa refletir e tirar as suas próprias conclusões! É claro que esta reflexão se pode aplicar a qualquer guia de viagem.

Guia de Viagens Malta

Comprar um guia de viagem significa gastar algum dinheiro e quando o orçamento já é apertado todos os EUR contam. Mas sabe o que também conta? O tempo que eu gasto em pesquisas online! Prefiro canalizar as minhas pesquisas para assuntos mais produtivos, como por exemplo, encontrar os preços de viagens de avião mais económicos para outros viajantes!

É certo que não me importo de pesquisar as vezes que forem necessárias mas alguém já fez esse trabalho por mim antes. Há alguma razão para começar do zero quando já existe um trabalho feito?

E o facto de comprar um guia de viagem não significa que não possa complementar essa informação. Por exemplo com pesquisas efetuadas por mim para tornarem a experiência mais pessoal e completa.

Além disso, o guia de viagens que escolhi inclui um mapa de bolso desdobrável (e resistente) que nos acompanhou por todo o lado!

Conhece os guias CityPack?

São os que normalmente usamos! Além de mostrarem as principais atrações turísticas, ainda dão sugestões de passeios, restaurantes, lojas, lugares de diversão e hotéis.

O Guia de Viagem CITYPACK Malta & Gozo tem a vantagem de incluir informações das duas ilhas que nós queríamos visitar: Malta e Gozo, portanto pareceu-nos o guia ideal para nos acompanhar nesta viagem.

Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui e quer visite Gozo de forma independente ou num tour, pode ver o roteiro que fizemos aqui!

Wook.pt - CITYPACK - Malta e Gozo

Conclusão

As viagens e os viajantes são diferentes, portanto acho compreensível que algumas pessoas não sintam necessidade de comprar um guia de viagem.

Porém, nesta viagem em particular o guia de viagem revelou-se uma escolha certa. O guia é pequeno e leve pelo que coube perfeitamente na minha mochila sem se estragar. As dicas de viagem como, por exemplo, onde fazer compras, foram muito úteis. Além disso, serviu para os miúdos se entreterem nas intermináveis viagens de autocarro.

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Viajar com crianças para Malta

viajar com crianças para Malta

Viajar com crianças para Malta não é complicado mas há algumas dicas que podem facilitar a sua viagem com os mais pequenos.

Para quem não nos acompanha regularmente, nós temos dois filhos, agora com quinze e seis anos, que sempre viajaram connosco. Temos, portanto, quinze anos de experiência acumulada de viagens com crianças!

Viajar com crianças para Malta

Viagem de avião

Existem voos diretos para Malta tanto de Lisboa como do Porto.

Nós viajámos com a Ryanair, saímos do aeroporto Francisco Sá Carneiro no Porto às 19:45 com destino ao Aeroporto Internacional de Malta localizado em Luqa onde chegámos às 23:59.

Apesar de não ser uma viagem longa foi uma viagem ao fim do dia e coincidiu com a hora de jantar, o que para quem viaja com crianças pode ser problemático. Nós jantámos no aeroporto antes de embarcarmos e levámos barrinhas de cereais e bolachas para a viagem.

No regresso saímos às 17:00 e chegámos ao Porto às 19:20. Também levámos para a viagem barrinhas de cereais e bolachas.

Alimentação

A comida em Malta não é muito diferente da nossa. Os nossos filhos não reclamaram da comida, aliás, a nossa família ganhou algum peso e, realmente, não havia nada de muito diferente do que encontramos em Portugal.

Tenha apenas em atenção que o clima é muito quente e é fácil desidratar. Certifique-se que oferece bastante água aos seus filhos.

Atividades para crianças

É normal que as crianças prefiram um dia na piscina do que um dia a percorrer ruas cheias de gente. Para que possa visitar convenientemente Malta, e acredite que Malta tem muito para ver, sugerimos que alterne dias de praia ou piscina com dias mais culturais. Assim agrada a toda a gente.

Além disso, em Malta existe um parque de diversões que provavelmente vai colocar sorrisos nas caras de adultos e crianças. Serviu de cenário ao filme do Popeye e chama-se Popeye Village.

Precauções diversas

Em Malta vai sentir muito calor, aconselhamos a levar vestuário e calçado condizentes com dias bastante quentes. No entanto, à noite fica mais frio, leve também um agasalho.

Além disso, protetor solar é obrigatório por razões óbvias.

A última dica tem que ver com alforrecas. Existem vários tipos de alforrecas em Malta mas nem todas são perigosas. Em algumas praias existem sinais com imagens das alforrecas que indicam quais são perigosas.

Eu preferi não arriscar e quando ouvia a palavra alforreca não me aproximava da água. De vez em quando elas aparecem junto à costa, principalmente em dias com bastante vento. Isto aconteceu-nos na Blue Lagoon em Comino, vimos várias pessoas aos gritos com queimaduras de alforrecas.

Muito importante, já tem o seu Cartão Europeu de Seguro de Doença? Para todos os membros da família? É conveniente que o leve consigo para uma viagem a Malta.

Aproveite para ver as nossas dicas como sobreviver a viagens com crianças e o nosso roteiro para uma semana em Malta!

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Viajar com crianças para Malta

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Cartão Europeu de Seguro de Doença

Cartão Europeu de Seguro de Doença

Já ouviu falar no Cartão Europeu de Seguro de Doença? Imagine que vai viajar para qualquer um dos Estados-Membros da União Europeia, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça e fica doente. Se tiver consigo o Cartão Europeu de Seguro de Doença tem a vida facilitada.

Neste artigo vamos dizer-lhe o que é o Cartão Europeu de Seguro de Doença e como o pode requerer.

Cartão Europeu de Seguro de Doença

O que é

A explicação completa pode ser encontrada no site da Segurança Social mas de uma forma muito resumida, com este cartão, o seu portador pode beneficiar de serviços médicos (a maior parte das vezes de forma gratuita) enquanto viaja para qualquer um dos Estados-Membros da União Europeia, Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça.

O cartão é pessoal e intransmissível, ou seja, todos os membros da família devem requerer o seu próprio cartão.

Muito importante, este cartão é gratuito!

Como requerer

A forma mais fácil de requerer o Cartão Europeu de Seguro de Doença é através do site da Segurança Social Direta. Posteriormente o cartão ser-lhe-à enviado por correio para a sua morada.

Em alternativa, pode requerer o Cartão Europeu de Seguro de Doença presencialmente num balcão da Segurança Social.

Tem alguma dúvida? Mais informações no site da Segurança Social.

Veja outras dicas de viagem aqui.

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* imagem retirada do site da Segurança Social.

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Como usar o autocarro em Malta

Como usar o autocarro em Malta

A ilha de Malta é relativamente pequena e está bem servida de transportes públicos. Sabia que existem mais de duas mil paragens de autocarro em Malta e Gozo? Neste post contamos-lhe como usar o autocarro em Malta: dizemos-lhe que tipos de bilhetes de autocarro estão disponíveis, onde os comprar e os preços dos bilhetes à data de hoje.

Como usar o autocarro em Malta

Tipos de bilhetes de autocarro

ExplorePlus Card

Em primeiro lugar vamos explicar-lhe em que consiste o cartão ExplorePlus. Este cartão permite viagens ilimitadas durante 7 dias, inclui transporte especial a partir do aeroporto e duas viagens do Ferry de Valeta. Além disso, pode escolher uma das seguintes opções extra: tour de um dia em autocarro hop-on hop-off ou uma viagem de barco até à ilha de Comino. Lembre-se que é em Comino que pode encontrar a Blue Lagoon.

É, sem dúvida, o passe mais completo para quem visita Malta.

Explore

Apesar de não ser tão completo em comparação com o ExplorePlus, este passe permite viagens ilimitadas durante 7 dias, a partir do momento em que é validado.

12 Single Day Journeys

Com este cartão tem acesso a 12 viagens, mas a custo mais baixo em comparação com os bilhetes avulso. O mais importante é que pode ser partilhado por vários viajantes.

Bilhetes avulso

Por outro lado, se não estiver disposto a comprar cartões pré-pagos, pode optar com adquirir o bilhete no próprio autocarro. Estes bilhetes são válidos por duas horas e pode mudar de autocarro as vezes que precisar. As duas horas contam a partir do momento em que compra o bilhete mas se mudar de autocarro as duas horas contam até ao momento que entra no autocarro seguinte. Quando entrar no autocarro seguinte só precisa de mostrar o bilhete.

Para ilustrar esta situação parece-nos importante referir um episódio que nos aconteceu. Num dos dias em que viajámos de autocarro faltavam dois minutos para terminarem as duas horas (no bilhete está bem visível a hora e os minutos do fim de validade do bilhete) quando entrámos num autocarro. Pensei que me iam cobrar um novo bilhete mas entrei no autocarro, mostrei ao condutor os bilhetes e perguntei “Is this ok?”, ele olhou para o relógio, sorriu e disse que sim. É claro que ficámos contentes porque era a última viagem do dia, tínhamos pela frente cerca de uma hora de viagem até à nossa paragem e não tivemos de comprar novo bilhete. Ou seja, por dois minutos poupámos 8 EUR (2 EUR cada).

Onde comprar os bilhetes de autocarro

Em primeiro lugar os cartões ExplorePlus Card, Explore e 12 Single Day Journeys podem ser comprados online, tem a possibilidade de os receber em casa sem custo adicional ou, se preferir, pode levantá-los em Malta.

Se não quiser comprar online pode dirigir-se a um dos seguintes locais:

LocationOpening Hours (Monday to Sunday)
Valletta Bus Terminal (next to Bay A1)06:00 to 17:30
Sliema Ferries next to Bus Stop Ferries 207:00 to 18:30 (closed between 13:00 to 13:35)
Malta International Airport (in the Arrivals Lounge)08:00 to 19:30
Bugibba Bus Terminal08:00 to 19:30 (closed between 14:00 and 14:35)
Victoria (Gozo) Bus TerminalMonday to Friday 08:00 to 12:00; 13:00 to 16:00, Saturday 08:00 to 12:00 and Sunday Closed

Tabela retirada do site oficial.

Dica extra: Nós vimos estes passes à venda em algumas lojas, incluindo no nosso hotel.

Os bilhetes avulso são comprados ao motorista do autocarro.

Preços dos bilhetes de autocarro (à data de hoje)

ExplorePlus Card

Custa 39,00 EUR

Explore

Adultos; 21,00 EUR

Crianças: 15,00 EUR

12 Single Day Journeys

Custa 15,00 EUR

Bilhetes avulso

Verão (Meados junho a meados de outubro): 2,00 EUR

Inverno (meados de outubro a meados de junho): 1,50 EUR

Período Noturno: 3,00 EUR.

Em conclusão, se considerar que o autocarro demora cerca de duas horas de uma ponta à outra da ilha e que os preços praticados são acessíveis, parece-me que este tipo de transporte é bastante adequado para visitar Malta. Não acha? Agora já sabe como usar o autocarro em Malta!

Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta!

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Viajar com crianças | viagens de cruzeiro.

viajar-crianças-cruzeiro

Nós viajamos sempre em família, o que significa que os nossos filhos (agora com seis e quinze anos), mesmo quando eram pequenos, sempre viajaram connosco. Portanto, podemos dizer que temos bastante experiência de viagens com crianças. E com base na nossa experiência não temos dúvidas em afirmar que as viagens de cruzeiro são a melhor forma de viajar com crianças de qualquer idade.

Por favor tenha em atenção que nós fizemos duas viagens de cruzeiro, uma em 2016 no MSC Orchestra no Mar Mediterrâneo e outra em 2017 no MSC Divina nas Caraíbas. Isto significa que a nossa opinião é baseada apenas na nossa experiência com a Companhia de Cruzeiro MSC, mas imagino que as condições para as crianças não variem muito noutras Companhias.

Crianças apenas pagam taxas ou pagam uma tarifa muito reduzida.

Enquanto que nas viagens de avião as crianças pagam a totalidade do bilhete ou têm um pequeno desconto, nas viagens de cruzeiro os mais novos pagam apenas as taxas ou uma tarifa muito baixa.

Veja bem as condições do cruzeiro que lhe interessar pois por vezes duas crianças podem usufruir de condições especiais de desconto.

Refeições especiais nos restaurantes buffet e À La Carte.

Se os seus filhos não fazem birra na hora da refeição, ainda bem. Mesmo assim é tranquilizante saber que existem refeições pensadas para os mais pequenos. E o mais engraçado é ver adultos visitarem regulamente o cantinho preparado para as crianças.

Cabines familiares e/ou comunicantes.

Grande parte dos quartos de hotel foi pensada para uma ocupação dupla, podendo acrescer uma cama extra para uma criança. A situação complica-se quando a família aumenta. Não imagina a dificuldade que é conseguir um quarto para nós os quatro.

Felizmente nos dois cruzeiros que fizemos pudemos ficar na mesma cabine de forma muito cómoda. Mas para famílias maiores que não pretendam ficar em quartos separados existe a possibilidade de reservar quartos comunicantes com descontos consideráveis.

Clubes infantis e teen grátis.

Sabia que se reservar um tour pela MSC pode deixar os seus filhos no navio nos clubes infantis? E não vai pagar mais por isso.

Nós fazemos questão de viajar em família, isto significa que se sairmos num tour vai a família toda junta. No entanto sei que o nosso filho mais novo não aproveitou a visita que fizemos, por exemplo, a Olímpia.

Os clubes infantis e teen têm um horário de funcionamento bastante alargado. Alguns pais deixavam os filhos no clube de manhã e só se juntavam novamente depois do jantar. Pode parecer exagerado mas a verdade é que nos cruzámos com estes grupos de crianças e não vi ninguém triste. Todos pareciam muito divertidos.

 

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Cinco dicas para aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

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As suas férias já terminaram? Ainda não foi de férias? Mesmo assim quer aproveitar o verão?

Deixamos, então, cinco sugestões para que chegue ao outono com a impressão de que o verão foi aproveitado ao máximo!

Cinco dicas para a aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

Beber uma bebida ao final do dia num bar ou esplanada.

No final do dia de trabalho  precisa mesmo de ir a correr para casa? Pelo menos uma vez avise em casa que vai chegar mais tarde e combine uma saída com amigos. Os amigos estão ocupados? Vá sozinho, sente-se numa esplanada e desfrute da ocasião. Ou então leve a família consigo e desfrute na mesma da ocasião.

Fazer uma caminhada.

No final do jantar desligue a televisão, calce as sapatilhas, saia de casa e percorra a sua cidade a pé. Vai ver que dorme melhor e acorda de manhã com mais energia.

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Já ouviu falar da medicina de estar simplesmente na floresta. E de banhos de floresta? Vá em grupo ou sozinho e beneficie da terapia de inspiração japonesa com um número crescente de adeptos em Portugal. O contacto com a natureza só lhe faz bem. Mais informações aqui e aqui.

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Observar o pôr-do-sol.

Ou o nascer do sol de for madrugador. Procure um local tranquilo e boa companhia. Observe o momento e relaxe.

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Fazer um piquenique.

Os restaurantes da moda tendem a ser dispendiosos e dificilmente se divertirá se gastar mais do que devia. Que tal fazer um piquenique? Um lanche caseiro, saudável e económico é uma excelente opção para aproveitar melhor os dias quentes de verão que se aproximam.

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Como se organizar para viajar mais | Dicas práticas

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Os anos passam e fica com a sensação de que podia viajar mais? A sua lista de países a visitar nunca diminui? De uma forma genérica acontecem-lhe demasiados imprevistos que o impedem de viajar mais? Então este artigo é para si!

Este é o último de uma série de três artigos relacionados com organização. Pode ver os posts anteriores nos links abaixo:

Como fazer um Plano de Viagem

Como se organizar em viagem

Antes de mais deixe-me contar-lhe um bocadinho do nosso percurso enquanto viajantes.

A nossa história enquanto viajantes

A primeira vez que eu e o meu marido viajámos de avião foi na nossa Lua de Mel, há quase 17 anos. Nas nossas famílias não era prioritário conhecer outros países e salvo raras incursões por Espanha apenas viajávamos no nosso país. O que foi bom pois tivemos oportunidade de viajar bastante dentro de portas.

Depois aconteceu o pior, fomos mordidos pelo bichinho das viagens. Os dois, em simultâneo. A viagem de Lua de Mel ainda estava a decorrer e já fazíamos planos para a viagem seguinte, o que não era fácil porque, afinal, estávamos em início de vida em comum e as nossas finanças estavam fragilizadas. Nos anos seguintes, e com a família a aumentar, conseguimos fazer pelo menos uma viagem para fora do país, enquanto continuamos a explorar o nosso país. Depois já tínhamos possibilidade de incluir uma viagem de alguns dias até uma cidade europeia e continuar a fazer uma viagem “grande” para um sítio diferente todos os anos.

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Entretanto comecei a acompanhar alguns blogues de viagens e ficava maravilhada como eles conseguiam viajar tanto! Achei que se eles conseguiam eu também iria conseguir. E se já lia tudo o que me aparecia pela frente relacionado com viagens, comecei a procurar ativamente artigos que explicassem como fazer render tempo e dinheiro. Sim, porque no fundo, para viajar mais precisa de tempo e dinheiro. Agora que conhece um bocadinho da nossa história, vamos organizar-nos?

Como se organizar para viajar mais:

Defina que viagens quer fazer e seja realista

Sabe quantas vezes quer viajar por ano? Em que altura do ano? As suas pretensões estão ajustadas à sua realidade?

Não imagina a quantidade de vezes que dei por mim a imaginar-me a viajar pelo sudoeste asiático por meio ano. Ou percorrer o Japão  num mês inteirinho. Belo filme, não? Pois, mas eu só tenho vinte e dois dias úteis de férias por ano e não quero esgotar os meus preciosos dias de descanso de uma só vez e depois ficar o resto do ano a sonhar com viagens. Para mim é mais importante fazer viagens mais pequenas distribuídas pelo ano do que concentrar tudo em uma ou duas viagens “grandes” por ano.

Estipule um orçamento

Os países que quer visitar são económicos ou dispendiosos? Sabe quantos euros tem disponíveis para viajar? Quanto dinheiro precisa para fazer a viagem que sempre sonhou?

É claro que queremos pagar o menos possível e de preferência não abdicar do conforto, mas, convenhamos, para viajar mais vai ter de abrir os cordões à bolsa. E custa juntar dinheiro mas se não souber exactamente quanto precisa para concretizar a sua viagem, provavelmente ela nunca vai passar do plano teórico, e nós queremos passar à pratica.

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Veja quanto dinheiro precisa de juntar para completar o seu orçamento

Agora que sabe quantas vezes quer viajar no ano e quanto dinheiro precisa para concretizar as suas viagens, seja criativo e poupe onde puder.

Se sabe que precisa de x EUR para a próxima viagem, veja quanto dinheiro consegue por de lado por mês para atingir o seu objetivo. E lembre-se, quando receber o seu ordenado ponha logo de lado o valor que estipulou que seria para a viagem, assim não corre o risco de o gastar. Com o tempo até pode chegar à conclusão que vive muito bem sem alguns luxos e a sua recompensa é viajar de forma mais frequente. E é isso que quer, não é? Viajar mais!

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Como se organizar em viagem – Dicas práticas.

como-se-organizar-em-viagem

Já lhe aconteceu chegar a um monumento e ele estar fechado? Precisou telefonar para o hotel e não tinha o número de telefone? Ficou parado na estação de metro porque não sabia que linha apanhar? De uma forma genérica acontecem-lhe demasiados imprevistos enquanto viaja? Então este artigo é para si!

Este é o segundo de uma série de três artigos relacionados com organização:

Como fazer um Plano de Viagem
Como se organizar em viagem
Como se organizar para viajar mais

Expliquei aqui como faço o meu Plano de Viagem. De uma forma resumida, o Plano de Viagem inclui informações sobre o destino e os locais que gostaria de visitar. Agora vou explicar-lhe como me organizo enquanto viajo para que possa também se organizar em viagem!

Como se organizar em viagem

Enquanto organizo o plano de viagem, vou colocando num ficheiro separado as moradas dos monumentos e sítios que pretendo visitar, o horário de funcionamento, preços das entradas, procuro informação acerca de eventuais descontos que possam oferecer e quais os transportes públicos que servem a zona. Tomo nota do número do autocarro ou da linha do metro, onde comprar bilhetes, que direção tomar e o valor a pagar pelo transporte pois prefiro ter informação a mais do que a menos. Para os restaurantes, coloco o nome, morada, horário de funcionamento e o que me chamou a atenção na ementa.

Dois ou três dias antes da viagem imprimo o Plano de Viagem que contém informações da logística da viagem e das atividades previstas para cada dia e junto as informações que fui reunindo no ficheiro e que incluem as moradas dos sítios a visitar.

Durante a viagem só preciso consultar os documentos acima referidos. Antes de sair do hotel confiro o que está previsto visitar naquele dia, vejo as informações adicionais mas se não me apetecer fazer aquela viagem troco por outro dia. Não ficamos escravos do plano.

Qual é a vantagem deste tipo de organização?

Como este trabalho de pesquisa é feito antecipadamente e toda a família participa na sua elaboração, não existe indecisão sobre o que visitar e quando. É claro que vão surgir imprevistos, aliás, eles fazem parte da viagem, mas serão certamente coisas fáceis de resolver.

Quer contar-nos como faz para se organizar em viagem? Partilhe as suas dicas!

 

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Seis coisas que precisa saber se viajar para Macau desde Hong Kong.

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Tanto Hong Kong como Macau são zonas administrativas da China mas a circulação entre os três territórios faz-se com regras.

Primeiro:

Se estiver em Hong Kong e for visitar Macau, é como se fosse para um país diferente, pelo que tem de passar pelos serviços de imigração dos dois lados. Portanto, leve caneta para preencher os impressos na alfândega.

Segundo:

Passaporte válido é suficiente para entrar em Macau. Cidadãos portugueses não precisam de pedir visto antecipadamente. À chegada ser-lhe-à concedido visto de entrada e é gratuito. No entanto, as regras podem mudar pelo que tomo a liberdade de sugerir que confirme a informação antes de viajar.

Terceiro:

A influência portuguesa é óbvia, desde os pasteis de nata, ao nome das ruas e à calçada portuguesa. Os edifícios históricos estão bem preservados e há um esforço para que continuem assim. Ao percorrer o centro histórico pode achar que está em Lisboa e acredite que não é fácil fazer a manutenção deste tipo de construção num clima tão quente e húmido. No entanto, não espere encontrar pessoas na rua a falarem português. A menos que seja um grupo de viajantes portugueses.

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Quarto:

Macau é um sítio excelente para fazer compras. Os preços são muito competitivos porque não há impostos sobre os produtos. A renda que os casinos gera está sujeita a impostos e é suficiente para que não aja necessidade de taxar os produtos de consumo. Num dia normal verá grupos de chineses carrregados de sacos de compras prontos para regressarem à China. Mas se quiser realmente poupar terá de se afastar das lojas nos casinos.

Quinto:

Pelo que o nosso guia nos contou, a calçada portuguesa foi construída com pedras que vieram de Portugal. Trouxeram a pedra em blocos grandes que depois foram cortados em cubos mais pequenos por pedreiros portugueses. Custa-me acreditar que se tenham dado a tanto trabalho!

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Sexto:

Olhe de vez em quando para o chão e terá gratas surpresas. Além de poder admirar a magnífica calçada portuguesa, poderá apreciar mini altares que abundam nas ruas de Macau. Já os tínhamos visto em Hong Kong portanto não foi surpresa vê-los em Macau. A religião faz parte da prática diária dos macaenses, o que faz com que os mini altares sejam visitados frequentemente. Costumam ter incenso e oferendas. Não se assuste se vir uma caixinha encostada à parede de uma loja com incenso a arder rodeado de fruta, água ou chávenas de chá.

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Quer saber como foi o nosso tour em Macau? Contamos tudo aqui.

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Como fazer um Plano de Viagem – dicas práticas.

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Já lhe aconteceu chegar ao aeroporto e andar às voltas para perceber onde estão os transportes públicos? Já levou roupa de verão na mala e teve de comprar roupa quente? Raramente consegue visitar o que tinha planeado porque não teve tempo? De uma forma genérica acontecem-lhe demasiados imprevistos enquanto viaja? Então este artigo é para si.

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Este post faz parte de uma série de três que pretendo publicar nas próximas semanas e que estão relacionados com organização.

Falei aqui como a minha falta de organização fez com que o blogue ficasse parado durante uma semana inteira e da reflexão que fiz sobre o assunto resultaram três rubricas que acredito que podem ajudar outros viajantes:

Como fazer um Plano de Viagem
Como se organizar em viagem
Como se organizar para viajar mais

Hoje vou explicar o que é, para que serve e como faço o meu Plano de Viagem.

O que é um Plano de Viagem?

Um Plano de Viagem é um guião que ajuda na planificação da viagem. Com o tempo fui adaptando as rubricas que entram no guião e a versão atual serve as nossas necessidades.

Para que serve?

Para reunir informação relevante para uma viagem sem stress. Temos presente que imprevistos acontecem mas viajamos tranquilos porque temos facilmente acessíveis uma série de dados que facilitam a viagem.

Como faço o meu Plano de Viagem?

O plano está dividido em duas partes:

1.ª parte – Logística

– como ir do aeroporto até ao hotel/centro
– moeda (e onde fazer o câmbio)
– previsão meteorológica (para saber o que colocar na mala)
– contactos telefónicos (hotel, companhia de aviação, seguro, operador turístico se comprei algum tour)
– mapas (download no google maps do mapa da cidade; mapa da rede de transportes)

2.ª parte – Atividades diárias

Dia 1 – viagem de ida
Dia 2 – sítios a visitar durante a manhã / almoço / sítios a visitar durante a tarde / jantar / sítios a visitar durante a noite
Dia 3 – sítios a visitar durante a manhã / almoço / sítios a visitar durante a tarde / jantar / sítios a visitar durante a noite
[…]
Último dia – viagem de regresso

Esta é a base do Plano de Viagem que depois adapto conforme a viagem.

Em relação à primeira parte do Plano de Viagem acho que não é necessário entrar em grandes detalhes. São informações que se conseguem rapidamente e que não me costumam levar muito tempo a reunir.

No entanto, a segunda parte do Plano de Viagem é um bocadinho mais trabalhosa.

Costumamos agrupar os sítios a visitar por zonas para não perdermos muito tempo em deslocações. Para isso, temos de saber de antemão que sítios queremos visitar, onde ficam localizados, como chegar lá e quanto tempo precisamos. Quando temos essa informação é mais fácil encaixar as atividades nos dias disponíveis.

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Já devem ter percebido que damos bastante importância às refeições, portanto, já levamos connosco uma lista de restaurantes localizados nos sítios onde prevemos estar nas horas de almoço e jantar nos diferentes dias.

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A ideia não é fechar completamente o itinerário, até porque queremos viajar ao nosso ritmo e ter a liberdade de mudar de ideias. Mas para podermos mudar de ideias temos de ter um plano inicial, verdade?

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10 sugestões para aproveitar os feriados que se aproximam

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Aproximam-se dois feriados, o 25 de abril e 01 de maio. Já tem alguma viagem planeada? Se sim, ótimo! Se não, deixamos algumas sugestões de sítios para visitar em Portugal e Espanha. Não ficará em casa por falta de ideias!

Em Portugal

Badoca Safari Park – Alentejo

O Badoca Safari Park situa-se na Herdade da Badoca, em Vila Nova Santo André. No site é possível encontrar entre outras informações o horário de funcionamento e tabela de preços.

Tivemos oportunidade de visitar o parque por duas vezes, uma com o nosso filho mais velho ainda criança e uns anos mais tarde com os dois rapazes. Notámos que o parque tem evoluído, a diversidade de animais tem vindo a aumentar e é um ótimo passeio para um feriado ou fim de semana.

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Serra do Buçaco

Se gosta de natureza a Serra do Buçaco é perfeita para si. Tem trilhos pedestres para se aventurar, nascentes e lagos. Pode ver o nosso roteiro aqui.

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Serra da Estrela

A Serra da Estrela tem algo de novo a oferecer em cada estação do ano. Sejam as flores silvestres na primavera, paisagens verdejantes no verão, tons de castanho no outono e a neve no inverno. Temos alguns posts no blogue acerca da Serra da Estrela se precisa de reavivar a memória. O que há a não gostar?

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Parque Nacional Peneda-Gerês

Nós somos visitantes assíduos do Gerês e ainda não nos fartámos. Os minhotos adoram falar com visitantes e nós aproveitamos as dicas deles para conhecer alguma coisa nova. E a comida tem um sabor especial. Tem dicas e um roteiro para três dias aqui.  e aqui.

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Serra da Freita

Estivemos recentemente na Serra da Freita e adorámos. Gosta de vida rural e contacto com a natureza? Este passeio é perfeito para si! Há muito para explorar, não se contente apenas com o roteiro que descrevemos aqui no blogue. Algumas dicas aqui.

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Cruzeiro no Douro

Precisa tranquilidade? Que tal deixar o rebuliço da cidade do Porto e subir o rio Douro a bordo de um cruzeiro? Observar o barco a deslizar pelas águas calmas do rio Douro e observar as vinhas nos socalcos não lhe pode fazer mal!

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Em Espanha

Corunha

Não é certamente uma escolha óbvia, mas a Corunha tem o tamanho perfeito para uma escapadinha de poucos dias. Pode visitar a Torre de Hércules e deambular pelo centro histórico. Uma pausa na praça Maria Pita é aconselhável, assim como um passeio à beira mar. Os restaurantes oferecem várias opções para degustar polvo e marisco, aproveite!

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Covadonga – Picos da Europa

Já ouviu falar em Covadonga? Se nunca ouviu falar em Pelayo e da batalha de Covadonga tem uma razão extra para organizar uma viagem aos Picos da Europa.

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Madrid

A capital espanhola está muito perto de Portugal, portanto parece-nos uma excelente opção para uma escapadinha nos feriados. O que visitar? Tanta coisa… o Parque do Retiro, a Puerta del Sol, o Palácio Real, a Catedral de Almudena, a Plaza Maior, o Museu do Prado, a Puerta de Alcalá, só para nomear alguns.

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Ávila

Se não lhe interessa a movida madrilena, que tal visitar a cidade muralhada de Ávila? Não perca uma visita à catedral.

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Quanto custa uma viagem para Hong Kong e como arruinar um orçamento.

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Talvez seja uma questão cultural mas sinto algum pudor em falar em dinheiro. Considero deselegante divulgar quanto gasto em viagens e sempre achei que ninguém queria saber.

Portanto, se está alinhado com o que escrevi até aqui, por favor não leia mais.

Uma das críticas que recentemente me apontaram (e que eu agradeço), foi precisamente não abordar o valor das viagens que fazemos. E para ser honesta, se advogo que toda a gente pode viajar se esse for o seu desejo, tenho forçosamente de abordar o tema do vil metal.

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Vamos, então, a contas.

A viagem para nós os quatro custou 1.875,89 EUR. Este valor já inclui o seguro de viagem que fiz com a companhia mas hoje teria certamente optado pelo seguro da Nomad, que além de ter mais coberturas é mais económico.

Escolhemos um hotel confortável, o BP International 4*, com tarifa promocional, por 6.338 HKD, que à data equivaliam a menos de 650 EUR.

Resumindo, 630 EUR por pessoa, pareceu-me um valor com o qual podia viver bem.

As contas descarrilaram quando o nosso plano de viagem começou a tomar forma. Num post futuro irei explicar com mais pormenor como faço o plano de viagem, aliás, é o que eu construo e envio a quem me pede ajuda para organizar viagens, mas de uma forma resumida, entre outras informações, o plano de viagem contém uma lista de locais/monumentos/restaurantes a visitar em cada dia. A lista de locais a visitar até foi fácil de fazer mas quando comecei a organizar a logística, isto é, quanto tempo precisava para cada local e o tempo despendido nas deslocações, tive a infeliz revelação que grande parte da nossa estadia seria passada no metro ou em filas. Não é o melhor cenário, pois não? Nós gostamos de viajar por conta própria, apreciamos a nossa liberdade mas reconhecemos que os grupos organizados têm vantagens. Poupa-se muito tempo em deslocações e evitam-se filas.

No total fizemos três tours: Macau, Lantau Island (inclui visita ao Buda Gigante) e Victoria Peack.

É claro que é possível visitar Macau de forma independente estando em Hong Kong. Se o fizéssemos, teríamos de sair cedo do Hotel, apanhar o metro até ao terminal marítimo, ir para a fila comprar bilhetes, quando chegássemos a Macau teríamos de ir de autocarro ou táxi até ao centro e teríamos de cronometrar o tempo para não perdermos o ferry de volta e apanhar o metro novamente até ao hotel. Duvido é que tivéssemos oportunidade de visitar o templo de A-Ma, o Venetian e o Casino do Jackie Chan e até estremeço só de pensar no stress infligido aos miúdos porque teríamos de andar sempre a correr.

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Para visitar o Tian Tan Buddha pode ir de metro, fazer percurso até ao recinto a pé e depois subir mais de 200 escadas. Depois é só descer a escadaria, percorrer cerca de 500 metros até ao mosteiro Po Lin e regressar, ir até ao teleférico e regressar de metro até ao Hotel. O nosso guia foi buscar-nos ao hotel, levou-nos até ao cais marítimo onde apanhámos um ferry até Lantau, visitámos a ilha de Lantau, andámos numa embarcação tradicional na vila de pescadores de Tao O e levou-nos de autocarro até ao Buda Gigante (não precisámos de subir e descer as escadas, os nossos filhos agradeceram). Além disso almoçámos uma refeição vegetariana no Mosteiro Po Lin, descemos no teleférico (entregaram-nos os bilhetes) e levaram-nos de autocarro volta ao hotel.

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Victoria Peack deve ser obrigatório numa visita a Hong Kong. A viagem do funicular centenário é extraordinária e a perspetiva da cidade que se consegue lá de cima é única. Extraordinárias são também as filas de espera de duas horas para aceder ao funicular. Ora, duas horas à espera para subir e duas horas à espera para descer… não, o nosso tempo merece ser melhor aproveitado. Além disso tivemos oportunidade de visitar Aberdeen e o Stanley Market.

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O quarto deslize foi o Simphony of Lights. É um espetáculo de som e luz gratuito que acontece diariamente às 20:00 em Kowloon e na ilha de Hong Kong. E sabem o que eram mesmo fantástico? Fazer um cruzeiro na altura do espetáculo e desfrutar das vistas dos dois lados de Hong Kong! Mas o cruzeiro com bar aberto não é gratuito.

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Assim, ao preço do voo e do hotel acrescentámos cerca de 1200 EUR nestes pequenos “luxos”, o que significou que ainda não tínhamos saído de Portugal e o valor da viagem por pessoa já tinha chegado aos 930 EUR.

Como se isto não fosse suficiente, o câmbio do dólar de Hong Kong flutuou e com as taxas turística da cidade acabámos por pagar pelo alojamento 735,41 EUR.

E é assim que se arruína um orçamento de viagem.

7In Destinos

Precisa de ajuda para planear a próxima viagem?

Nós fazemos a pesquisa por si e não precisa de nos pagar!

Não é novidade para ninguém que o tempo é um bem escasso nos dias que correm. E, infelizmente, ouvimos queixas constantes de amigos que não conseguem arranjar tempo para pesquisar destinos de férias e acabam por ir para os mesmos sítios ou pagar balúrdios por viagens compradas sem planeamento.

Nós podemos ajudar! Envie um email para reservapassaporte@gmail.com e nós enviaremos um questionário com sete perguntas para percebermos as suas preferências.

Faremos a pesquisa por si e entregaremos um dossier inicial com os melhores preços encontrados. Se as opções encontradas não forem aceitáveis para si, dispomos-nos a monitorizar os preços nas semanas seguintes.

Completamente GRÁTIS!!!

O que lhe pedimos em troca? Que utilize os nossos links de afiliado para efetivar a compra de bilhetes de avião, alojamento e/ou aluguer de carro.

Ao clicar nos nossos links de afiliado (Momondo, Logitravel, World Nomads, Booking, Europcar e The Fork) as marcas saberão que a compra teve origem no nosso blogue e nós receberemos uma comissão. Muito importante, quem reserva não paga mais por isso!

Se o conseguirmos ajudar a encontrar a sua viagem ideal, disponibilizamos-nos ainda a elaborar um guia de viagem personalizado.

Que informação constará desse guia?

Como se deslocar do aeroporto até ao alojamento, sugestões de restaurantes, horários dos museus, informação de transportes, moeda do local, locais de câmbio, fuso horário, previsão do tempo, localização de mercados tradicionais, enfim, tudo o que normalmente pesquisamos para as nossas viagens.

Interessado?

Os pedidos serão tratados por ordem de chegada e quanto mais cedo nos enviar o seu email mais probabilidades temos de encontrar um bom preço.

E não se esqueça de subscrever a nossa newsletter!

Boas viagens!

11In Destinos

Como sobreviver a uma road trip de 1500 kms com crianças.

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Os nossos filhos têm 14 e 5 anos respetivamente e sempre viajaram connosco.
Com o tempo aprendemos que tanto crianças pequenas como as mais crescidas conseguem tirar um adulto do sério de vez em quando.

Cada um saberá a melhor forma de lidar com a prole mas reconheço que algumas dicas que fui lendo em blogues realmente resultam e tornam a viagem menos stressante.

Em primeiro lugar, acreditamos que as viagens são momentos especiais em que criamos memórias e fortalecemos os laços enquanto família. Fomos incutindo este espírito aos nossos filhos e com o tempo perceberam que não podem comportar-se de forma a dificultar a viagem. Portanto, gritos e birras não combinam com viagens.

Por outro lado, em viagem somos tolerantes em relação a outras coisas: eles podem ficar acordado até tarde, beber refrigerantes, comer fast food e ficar horas no tablet ou a jogar Nintendo.

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Nesta road trip em particular não fizemos muitos kms seguidos com os miúdos acordados, o que nos facilitou muito. É normal dividirmos o percurso em trechos com pernoitas a meio do caminho para não nos cansarmos em demasia e as paragens nas estações de serviço para correr e brincar são obrigatórias.

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As possíveis fontes de conflito são eliminadas de raiz. Isto significa que se os rapazes não se entenderam quando estão a jogar o mesmo jogo eles sabem que os pais lhes tiram o jogo. E não há apelo possível. Pode parecer excessivo mas tem resultado.

Por sorte as esquisitices na hora das refeições terminaram há uns anos no Luxemburgo mas temos sempre connosco um saco de gomas que funcionam como recompensa. Nunca imaginei que um saco de doces pudesse ter tanto poder. Eles anseiam a oportunidade de se portarem bem para comer uns docinhos.

O tempo dentro do carro foi passado a conversar e a fazer jogos. Fazemos equipas de dois pois os adultos também entram na brincadeira. Os km parecem que são percorridos mais rapidamente quando estamos à procura de carros amarelos ou pontes por cima da autoestrada.

Com viagens tão facilitadas quem sabe daqui a uns tempos fazemos uma road trip de várias semanas pela Europa 🙂

Tem outras dicas para partilhar connosco? Por favor deixe o seu comentário.

 

6In Destinos

Qual é nosso tipo de viagem? Inclui dicas para viajar mais.

Quando nos perguntam qual é o nosso tipo de viagem temos alguma dificuldade em responder de forma imediata.

Na verdade, não é importante para nós definir-nos como uma coisa ou outra mas percebemos que seja relevante para quem acompanha o blogue para que não se sinta defraudado quando nos visita e não encontra o que procura.

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Assim, o que não somos:

– Não somos backpackers. As nossas costas agradecem. Não nos interessa a viagem mais barata se implicar três escalas ou 40 horas de viagem. O mesmo se aplica a viagens de transportes públicos de 15 horas. Iria ser demasiado penoso para os nossos filhos e achamos que não compensa. Não nos hospedamos em hostels mas não dizemos “desta água não beberei”, apenas não se proporcionou.

– Não fazemos turismo de luxo. Simplesmente porque é demasiado caro, trabalhamos por conta de outrem, temos um orçamento limitado e queremos viajar o mais possível. Viagens de luxo estão definitivamente fora do nosso alcance.

– Não somos adeptos de slow travel. Temos 22 dias de férias anuais que são manifestamente insuficientes para visitar os sítios que queremos.

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Não é nossa intenção criticar os estilos de viagem acima descritos. De certa forma invejamos os que têm a liberdade de viajar sem restrições de tempo, dinheiro, companhia ou qualquer outra condicionante que influencia a experiência da viagem.

Estamos cientes de que a nossa realidade é diferente da dos que se aventuram por três meses no sudoeste asiático ou da dos que deixam os empregos para viajar à volta do mundo.

Aplaudimos os que sabem o que querem, organizam-se para concretizar um sonho e não ficam a inventar desculpas. Mas não nos vamos privar de viajar porque temos filhos pequenos ou porque o tempo e dinheiro são curtos. Fazemos um esforço para sermos criativos e encontrar soluções.

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Então qual é o nosso tipo de viagem?

Eu diria “descomplicado”. Passo a explicar:

– Viajamos com pouca coisa, quase sempre apenas com bagagem de mão. O bilhete de avião fica normalmente mais barato, não precisamos de ir para o aeroporto mais cedo para despachar a bagagem nem de esperar para a recolher. Na altura de fazer a mala temos em mente que se precisarmos de alguma coisa podemos comprar no destino e não precisamos de a carregar desde casa.

– Priviligiamos hotéis familiares/económicos com localização central. Não precisamos de um hotel luxuoso para pernoitar mas interessa-nos a privacidade que um quarto privado nos proporciona. Também valorizamos a centralidade do hotel porque não queremos desperdiçar tempo em deslocações para fora da cidade.
Mas somos flexíveis porque existem exceções: quando o destino escolhido é de praia ou é nossa intenção relaxar numa piscina ou desfrutar das instalações do hotel, não nos importamos de abrir (um bocadinho) os cordões à bolsa nem de ficar num sítio isolado.

– Emparelhamos destinos. Por exemplo, numa viagem Porto/Milão/Barcelona/Porto conseguimos visitar duas cidades em países diferentes sem grande dificuldade. Por outro lado, pesquisamos locais perto do destino que possam ser visitados de transportes públicos (de preferência) ou em tours organizados e que não nos obrigue a mudar de hotel.

Foi o que fizemos quando estivemos em Dublin e reservámos um dia para visitar a Irlanda do Norte; quando visitámos Bruxelas também fomos ao Luxemburgo, na estadia em Milão demos um pulo a Saint Moritz, na Suíça e em Miami visitámos o Parque Everglades.

– Viajamos em família, somos quatro, e ficamos muito felizes se o nosso testemunho puder inspirar outras famílias a viajar mais.

Enfim, sentimos uma vontade desmesurada de desbravar o mundo mas temos de gerir responsabilidades no emprego, escola, filhos, orçamentos apertados e tempo limitado.