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Novotel Nantes Centre Gare | Hotel Review

Novotel Nantes Centre Gare

Se vai visitar Nantes e procura referências para um hotel familiar e bem localizado nós recomendámos o Novotel Nantes Centre Gare. Infelizmente nos últimos tempos temos tido alguma dificuldade em encontrar alojamento económico que permita acomodar a nossa família de quatro elementos. Nem todos os hotéis disponibilizam quartos familiares e hotéis com quartos comunicantes são ainda em menor número. A alternativa seria reservar dois quatros duplos em separado mas honestamente não queremos recorrer a essa solução. Apesar de já termos percebido que, por vezes, fica mais económico reservar dois quartos duplos do que um familiar. Enfim, temos de ir analisando cada situação e vamos decidindo em conformidade. Vamos os nosso hotel review?

Novotel Nantes Centre Gare

Instalações do Novotel Nantes Centre Gare

As instalações do Novotel Nantes Centre Gare são condizentes com aquilo que se espera de um hotel de quatro estrelas. Salas com decoração moderna, funcional e de bom gosto, staff com formação de qualidade e preparado para agir convenientemente nas mais diversas situações e um bom leque de oferta de serviços complementares.

De uma forma geral sente-se um ambiente agradável. Acresce que o hotel tem terraço e jardim exterior o que nos agradou de sobremaneira.

Quartos

O Novotel Nantes Centre Gare tem 105 quartos, dos quais 26 unidades são familiares e 4 são adequados para pessoas de mobilidade reduzida.

O quarto que albergou a nossa família era um quarto familiar, com uma cama de casal e um sofá cama para os nossos dois filhos de seis e quinze anos.

De tamanho adequado, o quarto tinha disponível um mini-bar com reposição gratuita de uma garrafa de água por dia.

De referir que o ar condicionado e tábua de engomar também estavam disponíveis apesar de não terem sido necessários.

O nosso filho mais novo apreciou o facto de poder ver canais infantis no quarto, e não se mostrou incomodado por serem em língua francesa.

Por outro lado, o nosso filho mais velho gostou de aceder rapidamente à internet para se manter em contacto com os amigos.

Receção

A Receção está aberta 24 horas o que facilita quando os horários de avião são tardios.

Durante a nossa estadia encontrámos vários funcionários na Receção e todos eles nos cumprimentaram com sorriso sempre pronto.

Gostaria de mencionar que numa taça junto à Receção estavam uns rebuçadinhos para adoçar o dia.

Restaurante

O restaurante de cozinha francesa com menu à carta serve almoços e jantares. Além disso, foi neste espaço que tomámos o pequeno-almoço diariamente.

Ao pequeno-almoço estavam disponíveis várias opções de pães e bolos, incluindo waffles, crepes, panquecas, croissants, muffins e scones. Charcutaria, queijos e fruta também faziam parte da oferta.

Quem aprecia o pequeno-almoço inglês pode ficar descansado pois existiam ovos, bacon, salsichas e saladas variadas.

As bebidas contemplavam vários tipos de café, sumo de laranja e chás.

Novotel Nantes Centre Gare

Salão

Junto à entrada do hotel encontrámos um tesouro para quem viaja com crianças: um espaço com jogos eletrónicos, brinquedos e biblioteca com livros para os mais jovens.

Além disso, enquanto os mais pequenos se entretinham com as diversões, os pais podiam folhear alguns jornais diários.

Novotel Nantes Centre Gare

Serviços

Dos serviços disponibilizados pelo hotel apenas usámos a sala para bagagem e o Wi-Fi, ambos gratuitos.

No entanto, tome nota que também disponibilizam serviço de concierge e aceitam animais de estimação.

Locais de interesse próximos

Novotel Nantes Centre Gare está situado junto à Cité Internationale des Congrès. 

Estação de TGV de Nantes localiza-se a 600 metros e o hotel oferece vistas para o Rio Erdre.

Se chegar a Nantes de avião, saiba que o Aeroporto de Nantes Atlantique está a uma distância de 7 kms.

Facilmente chega a pé ao centro histórico, assim como ao Le lieu Unique e ao Castelo dos Duques da Bretanha.

Na nossa viagem a Nantes tivemos oportunidade de visitar vários sítios interessantes, pelo que sugerimos que consulte o roteiro completo que preparámos para si.

Por fim, caso tenha interesse em ver mais fotografias de Nantes ou de outros destinos, sugerimos que nos siga nas redes sociais, nomeadamente no facebook  e no instagram.

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Le Lieu Unique em Nantes – bolachas e arte

Le Lieu Unique em Nantes

Le Lieu Unique em Nantes é mesmo um lugar único! A antiga fábrica de bolachas “LU” deu lugar a um moderno espaço multifuncional que serve de ponto de encontro para viajantes e locais. É um Centro Contemporâneo de Artes e Música mas também um bar, restaurante e livraria. Como vê, motivos não lhe faltam para visitar Le Lieu Unique em Nantes!

Le Lieu Unique em Nantes

Sendo um espaço multifuncional, os visitantes podem usufruir do ambiente de várias maneiras.

Em primeiro lugar, o Le Lieu Unique oferece um bar e restaurante. Estes são os locais ideais para uma pausa ou para tomar alguma coisa a meio da tarde. No entanto, o restaurante tem um horário alargado o que possibilita uma refeição num ambiente mais descontraído.

Por outro lado, o Le Lieu Unique também é livraria pelo que é o sítio perfeito para comprar literatura francófona.

Por último, e se for essa a sua vontade, no Le Lieu Unique tem a possibilidade de relaxar num SPA contemporâneo.

Como Chegar

Nós deslocámo-nos a pé na nossa visita a Nantes porque ficámos alojados junto ao centro mas para quem precisar de se deslocar aqui ficam as coordenadas:

Autocarro: Linha C2 e C3, sair em Lieu Unique.

Para quem tiver carro alugado, os principais parques de estacionamento nos arredores são:

Duchesse Anne, Allée Baco
Parking de la Cité
Le Centre des Congrès

Localização / mapa

O Le Lieu Unique está localizado no número 2 da Rue de la Biscuiterie, em Nantes. Por favor veja o mapa a seguir para melhor se orientar.

 

Na nossa viagem a Nantes tivemos oportunidade de visitar vários sítios interessantes em Nantes, pelo que sugerimos que consulte o roteiro completo que preparámos para si.

Caso tenha interesse em ver outras fotografias de Nantes ou de outras viagens que fizemos nos últimos anos, tomamos a liberdade de sugerir que nos siga nas redes sociais, nomeadamente no facebook  e no instagram!

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Roteiro para visitar Nantes [França]

Veja o que pode ver e fazer em Nantes

O roteiro para visitar Nantes que partilhamos tem como finalidade mostrar-lhe algumas das atrações turísticas que esta cidade francesa oferece. Sabia que quando dissemos que íamos viajar para Nantes a reação de alguns amigos foi perguntar o que havia para ver em Nantes? Pois nós respondemos que há muito para ver, e este roteiro é a prova disso.

Nós estivemos em Nantes três dias e foram suficientes para vermos o essencial mas se tiver a oportunidade para juntar alguns dias considere uma visita até ao Mont Saint Michele.

Roteiro para visitar Nantes

Le Lieu Unique

É o local onde antigamente se situava a fábrica das bolachas LU, mas agora é um centro contemporâneo de artes e música.

Chateaux des Ducs de Bretagne

Este castelo em pleno coração histórico de Nantes é também uma fortaleza de onde os visitantes podem admirar a cidade. Se tiver oportunidade entre no castelo, suba até às muralhas e contemple a vista.

Musée D’Histoire de Nantes

Este museu está estrategicamente localizado junto ao Castelo dos Duques da Bretanha, por isso se visitar o castelo aproveite para espreitar este museu.

Église Saint Croix

Dizem que foi nesta igreja que foi batizado Julio Vernes, o interior é um pouco sombrio mas vale a pena uma visita rápida.

Machines de L’Île

Na nossa opinião é a atração principal de Nantes e por alguma razão um elefante de madeira gigante é a imagem de marca de cidade. Surpreenda-se com as apresentações na Galeria das Máquinas e sinta-se uma formiga ao pé do Grande Elefante.

Musée D’Histoire Naturelle

Gostaria de ver um esqueleto de uma baleia? Pode ver um no Museu de História Natural em Nantes!

Place Graslin

Esta elegante praça é conhecida pelos candeeiros, mas também por ser morada do conhecido restaurante La Cigale e do Teatro Graslin.

Passage Pommeraye

É o local indicado se pretende visitar boutiques de marcas internacionais e fazer algumas compras. No entanto, também existem pequenos restaurantes perfeitos para uma breve pausa. Já agora, sugerimos que observe com atenção as estátuas de mármore que adornam as galerias.

Place Royale

Esta praça foi destruída durante os bombardeamentos em 1944 mas mantém ao centro a sua fonte característica.

Église Saint Nicolas

Da Place Royal vê-se um edifício pontiagudo que é a Igreja de São Nicolau, não passe sem entrar nesta igreja!

Tour de Bretagne

Esta torre é amada e odiada pelos habitantes, pois algumas pessoas acham-na feia. É o edifício mais alto de Nantes e no interior pode visitar “O Ninho”, um bar que tem uma enorme estátua com a forma de uma ave branca.

Cathédrale St-Pierre et St-Paul

Esta Catedral de estilo gótico também é conhecida como a Catedral de Nantes. Quando entrar preste especial atenção aos vitais!

Musée d’Arts

Para os amantes de arte este museu é de visita obrigatória. Poderá admirar obras de Arte Antiga, do Século XIX , de Arte Moderna e Contemporânea.

Jardin des Plantes

Mais do que uma exposição de plantas, este jardim é uma autêntica experiência! O que acha de se sentir como a Alice no País das Maravilhas? Aqui existem bancos de jardim de vários tamanhos, esculturas com plantas e vasos gigantes.

Então, ficou convencido com este roteiro para visitar Nantes? Nos próximos dias iremos falar de cada uma destas paragens em detalhe, para que possa organizar melhor a sua viagem.

Para se certificar que não perde nenhuma das nossas atualizações, sugerimos que nos siga no facebook  e no instagram!

Se gostou deste post veja outros roteiros já publicados no passaporte no bolso, nomeadamente em MaltaHong Kong.

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Viagem a Malta em 27 posts!

viagem a Malta

Uma viagem a Malta pode ser, sem dúvida, fantástica e a nossa viagem foi 🙂 Aliás, ao reler os posts que escrevemos cada vez me convenço mais de que Malta foi o destino perfeito para este verão.

Portanto, se procura um destino relativamente perto, seguro e com bastante história, Malta é uma óptima escolha.

Veja bem, em primeiro lugar, durante a semana que durou a viagem a Malta tivemos oportunidade de relaxar junto à piscina e na praia como os nossos filhos queriam.

Por outro lado, visitámos vilas de pescadores, mercados, cidades históricas e templos megalíticos bem do agrado dos adultos.

Ou seja, na mesma semana conseguimos conciliar as vontades dos quatro membros da nossa família, o que para nós é importante.

Para que possa se organizar achamos importante reunir num único post todos os artigos sobre Malta. Assim, a seguir pode encontrar os links para os lugares que visitámos, do hotel onde ficámos alojados e dos dois roteiros que fizemos.

Entretanto num blogue de viagens não podem faltar dicas de viagem, por isso dedicámos bastantes artigos a dicas de viagem, que esperamos que facilitem a sua viagem em Malta.

Uma viagem a Malta em 27 posts!

Lugares

Surpresas nas ruas de Valeta, Malta!

Visitar St Peters’ Pool em Malta

Visitar Marsaxlokk num domingo | Malta

Visitar Mdina, a antiga capital de Malta

Popeye Village | Popeye, Olívia e Brutus!

Como visitar a Blue Lagoon de forma independente

Marsalforn, estância balnear e salinas em Gozo

Victoria | o que fazer e visitar na capital de Gozo, Malta

Visitar Dwejra Bay sem a Azure Window?

Ġgantija, Templo megalítico em Gozo

Visita de um dia a Gozo a partir de Malta

Hotel

db Seabank Resort + SPA **** | Malta

Como marcar restaurantes no db Seabank Malta

Coral Restaurant | buffet principal do db Seabank

La Pellicola Restaurant, o italiano do db Seabank

The Jungle Restaurant, o americano do db Seabank

El Rodizio, restaurante brasileiro do Hotel Seabank

L’Orjent Restaurant, o asiático do Hotel db Seabank

Fish Spa em Malta | a massagem com peixinhos!

Roteiros

Roteiro para um dia em Valeta, Malta

Roteiro para uma semana em Malta

Dicas

Como usar o autocarro em Malta

Compensa alugar carro em Malta?

Quanto custa uma viagem para Malta?

Como ir do Aeroporto de Malta até Valeta

0In Destinos

Roteiro para um dia em Valeta, Malta

Roteiro para um dia em Valeta

Existem mil e uma combinações possíveis para um roteiro de um dia em Valeta. O roteiro que sugerimos foi testado por nós e privilegia o que nós achamos importante: observar o movimento em ruas e praças, ver edifícios e visitar  monumentos com entrada gratuita.

Roteiro para um dia em Valeta

Em primeiro lugar, nós chegámos a Valeta de autocarro (já agora, veja o artigo sobre como usar o autocarro em Malta), e a paragem é junto à Triton Fountain.

Em seguida dirigimo-nos aos portões da cidade (Valletta City Gate) e mais à frente encontrámos a St George Square. No Museu Militar observámos o render da guarda e ao lado tirámos fotografias à Casa Rocca Piccola. Seguimos pela Rua da República, uma rua pedonal com muito comércio até ao Forte de Santo Elmo

A paragem seguinte foi em Siege Bell War Memorial, mesmo antes de nos perdermos no interior de Valeta. Sem sabermos muito bem como, chegámos ao Saluting Battery e lá de cima vimos os barcos sairem do porto e achamos que seria agradável fazer a travessia. Descemos os degraus até ao ferry e visitámos as Three Cities. Depois da visita a estas três cidades (Senglea, Vittoriosa e Cospicua) regressámos a Valeta.

O dia estava a correr bem e ainda tivemos tempo para visitar o Auberge de Castille, depois a Igreja de Santa Catarina e finalmente a Praça Royal Opera antes de regressarmos à rua principal, a Rua da República que nos levaria de novo à paragem de autocarros.

É claro que ficou muito para ver mas a verdade é que não era nossa intenção visitar tudo em Valeta.

Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui!

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Visitar Mdina, a antiga capital de Malta

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Visitar Mdina é algo que não pode faltar na sua viagem a Malta. E não se deixe iludir pelo tamanho de Mdina, a cidade fortificada é compacta e tem muito para ver.

Visitar Mdina

A sua visita a Mdina vai começar, muito provavelmente, no portão de entrada, logo a seguir a uma pequena ponte.

Se olhar para a direita vai ver The Mdina Dungeons Museum e logo a seguir  o Museu de História Natural. Do lado oposto, pode apreciar a Torre dello Standardo e mais à frente St. Agathas’s Chapel.

Alguns metros mais à frente pode encontrar o St. Peter’s Monastery e se virar numa das ruelas à direita vai ter à Catedral de Mdina.

Estes são apenas alguns exemplos da arquitetura que pode apreciar em Mdina. Os edifícios são muito bonitos e além dos já mencionados certifique-se que vê o Palazzo Santa Sofia, St. Roque’s Chapel, Church of the Annunciation of Our Lady, Carmelite Prior, Palazzo Falson, St. Peter in Chains, Visitation Chapel e St. Nicholas’ Chapel.

Estas e outras informações estão disponíveis no site malta.com.

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Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui!

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0In Hotel Review

BP International Hong Kong | hotel review.

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A escolha do hotel em Hong Kong não foi fácil. Primeiro foi preciso escolher a localização e depois de muita ponderação decidimos ficar em Kowloon e não no centro de Hong Kong, por causa dos mercados noturnos. Sabíamos que queríamos ir aos mercados noturnos com frequência (acho que fomos todas as noites) e por isso estar perto dos mercados era importante.

A oferta de alojamento é grande desde hostels a hotéis de luxo.

Nós ficámos no BP Internacional e gostámos da experiência. Por cinco noites pagámos 6.338 HKD (cerca de 650,00 EUR sem taxas), por um quarto com dois beliches e pequeno-almoço. Não se esqueça que nós somos quatro, dois adultos e duas crianças.

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A vista do nosso quarto.

As instalações do hotel eram condizentes com um hotel de 4 estrelas segundo os parâmetros europeus. O quarto e WC eram pequenos mas suficientes para nós os quatro. As áreas comuns eram amplas e bem arranjadas. O staff era solícito e atencioso.

O pequeno-almoço estava incluído na tarifa e era variado. Tinha opções para gostos orientais (sopa, arroz, noddles) e ocidentais (torradas, croissants, pães, iogurtes, fruta, ovos).

No último dia pudemos deixar as nossas malas no hotel sem ter de pagar mais para que as guardassem.

Localização: 8 Austin Road, Tsim Sha Tsui, Hong Kong.

Distância da estação de Metro: 300 metros de MTR Austin Station.


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Ficou com vontade de marcar uma viagem para Hong Kong? Veja preços promocionais dos bilhetes de avião em Momondo e os hotéis no Booking.

 

 

4In Restaurantes

Restaurantes | o que esperar. Mais alguns restaurantes que experimentámos em Hong Kong

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Já falámos em street food e no Temple Street Spicy Crab onde tivemos a melhor refeição em Hong Kong mas hoje queríamos falar da nossa experiência de uma forma genérica e em três restaurantes em particular, sendo que as noites em que jantámos em dois deles terminaram no McDonalds.

Os restaurantes são pequenos, é normal haver fila na rua e uma vez sentados tudo acontece muito rápido. A ideia é comer o mais rápido possível para que a mesa seja ocupada por outro grupo. A meio da refeição podem trazer-lhe a conta se demorar muito tempo.

Se precisar de garfo pode pedir mas o mais certo é darem-lhe uma colher. Os pauzinhos são usados por toda a gente e por incrível que pareça é muito fácil comer arroz com eles. Não espere que coloquem guardanapos na mesa, e se os encontrar verá que são muito pequenos.

Muitos menus estão em chinês mas a maior parte tem fotografias. Além disso, alguns restaurantes colocam os pratos que vendem com a respetiva descrição e preço na montra.

Foi o que vimos no Ca-Tu-ya, um restaurante japonês que parecia ser uma boa escolha. O aspeto até era bom, na nossa opinião, mas só se ficou pelo aspeto. O arroz não tinha sal, o panado de frango tinha um sabor pouco agradável, o camarão estava cheio de pão ralado, o molho era viscoso e a sopa não se conseguia comer. Está a ver a cara no nosso filho mais novo? Só conseguiu comer arroz!

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Outro restaurante que parecia que ia correr bem foi o Tsuen Wan, em frente ao BP International Hotel. Um prato esta bom, o outro nem por isso, consegue adivinhar qual estava bom?

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A nossa experiência culinária também incluiu noodles, no Club Noodles perto de Temple Street e esta foi uma boa escolha! Os funcionários mal falavam inglês mas tinham um menu em inglês. A comunicação foi por gestos, surreal.

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Além destes restaurantes também tivemos oportunidade de experimentar Ramen e fatias gigantes de piza.

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4In Destinos

Street Food em Hong Kong | nem sempre correu bem!

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A nossa experiência culinária em Hong Kong foi diversificada. Já falámos do Temple Street Spicy Crab Restaurant, e se ficou com alguma dúvida, deixe-me dizer-lhe que foi a melhor refeição que fizemos em Hong Kong.

Chegará a altura de lhe falar em alguns restaurantes que experimentámos, mas hoje vamos contar a aventura que foi o nosso périplo pelas ruas dos mercados noturnos de Ladies Market e Temple  Street Market.

É preciso estar preparado e pôr de lado alguns preconceitos pois a oferta de comida é, vamos dizer, diferente. Não vimos gafanhotos ou grilos mas intestinos de porco, patas de galinha e outras miudezas são bastantes comuns.

Eu já não me lembro da maior parte dos nomes da comida mas em alguns casos é mais ou menos óbvio e noutros posso explicar-lhe o que é.

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Fish Balls ( bolinhos de peixe cozidos ao vapor e servidos com molho). Na minha opinião, os primeiros são melhores.

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Pedaços de carne de porco mergulhados em molho agridoce (não conseguimos comer, foi para o lixo)

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Hot dog (parecidos com os vendidos na Alemanha).

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Não consegui perceber o que se tratava, nem quis saber.

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Fish balls e miudezas várias.

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Ao vivo não parecia tão desagradável 🙁

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Hot dog, intestinos de porco enrolados e stinky tofu

Eu estava decidida a experimentar o Stinky tofu, dizem que é parecido com um queijo envelhecido muito forte, mas não estava à espera que cheirasse tão mal. Não consegui controlar o vómito.

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Cantonese food

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Os doces correram melhor!

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Pineapple bun

Estes pães doces não têm sabor a ananás, o nome vem do forma parecida com o ananás.

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Egg Tart (uma variante menos boa dos nossos pastéis de nata. Existem de massa folhada e de massa de biscoito)

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Egg waffle (foi o nosso snack todos os dias. Nós preferimos os simples mas existem de vários sabores)

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0In Destinos

Dicas para viajar com crianças para Hong Kong.

Quando comunicámos aos nossos amigos e familiares que íamos a Hong Kong a primeira coisa que nos perguntaram foi: Os miúdos também vão? Não sei bem porquê mas acharam que por ser uma viagem longa os nossos filhos ficariam com os avós. Pois nós queremos viajar em família, é um tempo maravilhoso que não estamos dispostos a abdicar. Mas é claro que temos algumas preocupações.

Os nossos filhos já não são bebés, o mais novo na altura tinha cinco canos (fez seis quando regressámos de Hong Kong) e o mais velho tem quinze.

As nossas preocupações principais eram o tempo de voo, a alimentação e a gestão do cansaço.

Tempo de voo

Trinta e duas horas de voo no espaço de uma semana. Catorze horas na ida para Hong Kong com escala em Londres e dezoito horas no regresso com escala em Madrid. O tempo das escalas (acrescentar) serviu para nos deslocarmos de um terminal para outro e passearmos um bocadinho, sem correrias mas também sem nos preocuparmos em “fazer horas”.

Contas feitas, saímos do Porto às 08:55 da manhã de domingo e chegámos a Hong Kong por volta das 07:00 da manhã de segunda-feira. No regresso, saímos de Hong Kong às 00:50 de domingo e chegámos ao Porto às 11:40 da manhã do mesmo dia. Foram muitas horas dentro de aviões.

O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Aproveitar o tempo dentro do avião. Levámos consolas, fizemos passeios no corredor do avião, comemos rebuçados que levámos de casa, dormimos e conversámos. Pense bem, não acha que passa pouco tempo com os seus filho? Eu acho que todo o tempo com eles é pouco e o tempo que se passa dentro de um avião pode muito bem ser aproveitado para conversar. De preferência conversas a dois.

Em casa costumamos estar sempre os quatro mas no avião, como estamos sentados uns ao lado dos outros não dá muito jeito falarmos em conjunto e acaba por ser normal que as conversas a dois surjam. Ao final de algum tempo mudamos de lugar e todos têm oportunidade de falar com todos. Os laços familiares saem reforçados.

Alimentação

Nós damos muita importância à gastronomia local quando viajamos mas deixa de ter piada quando pedimos três ou quatro coisas que não conseguimos comer. É um desperdício de comida e dinheiro.

O nosso filho mais novo, coitado, quase não provou a comida quando visitámos a estátua do Buda Sentado porque a refeição era vegetariana e o que pedíamos nos restaurantes nem sempre era do seu agrado.

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O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Dar muita importância ao pequeno-almoço. As opções de pequeno-almoço no nosso hotel eram variadas (torradas, croissants, pães, iogurtes, fruta, enfim, aqueles alimentos que estamos habituados a comer à primeira refeição da manhã). Insisti sempre para que comessem bem ao pequeno-almoço pois não sabíamos como seriam as restantes opções durante o dia.

Além disso, todos participavam na escolha do restaurante. Antes de entrarmos em qualquer restaurante todos diziam o que achavam. Este foi um truque traiçoeiro porque na maioria das vezes eu já tinha pesquisado o restaurante e sabia mais ou menos o que nos esperava. É claro que também me enganei e algumas escolhas foram muito más. Nessas alturas recorremos ao McDonals ou comprámos waffles na rua.

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O que costumamos fazer em todas as viagens é comprar snacks no supermercado. Tenha em atenção que os supermercados são pequenos, aliás, como todas as lojas em Hong Kong, mas comprámos bolachas, chocolates e água que tínhamos connosco para situações mais críticas.

Gestão do cansaço

Nós queríamos visitar muitas coisas mas achamos que era difícil aguentar um ritmo acelerado todos os dias. Já reparou na quantidade de lugares que visitámos?

O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Marcámos tours organizados em dias específicos quando as deslocações por nossa conta eram demoradas ou complicadas.

Compreendo que alguns viajantes fujam destes grupos a sete pés porque são dispendiosos e dão pouca liberdade mas, convenhamos, são muito cómodas. Então, para quem viaja com crianças são, muitas vezes, a salvação.

Os miúdos estão cansados? Que durmam no autocarro. Estão aborrecidos? Que joguem consola, os adultos podem continuar a aproveitar a viagem. E o que me deixa espantada é que os nossos filhos costumam ser as únicas crianças nesses tours, então os restantes membros do grupo esforçam-se por interagir com eles, fazem-lhes perguntas, dizem que têm filhos/sobrinhos/netos da mesma idade e que sentem a falta deles, comentam a interação entre os irmãos, elogiam como são bem comportados (meu Deus, se soubessem a verdade!), enfim, adotam os rapazes que se sentem as estrelas do grupo.

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Lembra-se das nossas dicas para roadtrips? Imagino que cada família tenha as suas próprias dicas e truques para sobreviver a viagens com crianças. Partilhe connosco a sua opinião!

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0In Destinos

Como usar o Metro (MTR) em Hong Kong

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Hong Kong tem um sistema de transportes públicos bastante económico e eficiente e o Metro foi o que mais usámos na nossa viagem.

Para usar o Metro terá de adquirir o Octopus Card.

Tenha em consideração que as estações de Metro são muito grandes, com várias saídas e a maior parte delas tem centro comerciais no interior o que torna as coisas um bocadinho mais confusas. Mas não é difícil orientar-se se estiver atento a alguns detalhes.

Quando entrar no Metro vai perceber que as linhas onde circulam as composições estão fechadas com portas de vidro e que só abrem quando a composição do metro parar. As portas abrem-se automaticamente (não precisa carregar em nenhum botão) e as pessoas que estão dentro do metro saem pelo meio. Se estiver do lado de fora e olhar para o chão, vai ver umas setas que indicam onde os passageiros vão sair e as setas onde os passageiros fazem fila para entrarem. Normalmente em cada porta são formadas duas filas nos lados para as pessoas entrarem. Essas filas são respeitadas, ninguém passa à frente de ninguém.

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Se não houver lugar na carruagem as portas fecham-se e tem de esperar pela próxima. A frequência de carruagens é elevada, portanto não se preocupe pois só vai esperar alguns minutos.

Em alturas de maior afluência estão funcionários que ajudam com a entrada e saída de pessoas das composições. E a ajuda por vezes são uns empurrões para caberem mais algumas pessoas.

Quando estiver no interior da carruagem e chegar a hora de sair, olhe para ao placard por cima da porta de saída. Vai perceber que a porta que vai abrir tem uma luz verde e que a porta contrária tem uma luz vermelha.

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Na saída, quando passar a zona onde faz a leitura do Octopus Card, existem uns painéis com as saídas possíveis. O ideal é saber exatamente qual é a sua saída antecipadamente mas se não souber seja com atenção a que locais a saída dá acesso. É que pode sair do lado errado da rua e depois nem sempre consegue atravessar.

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4In Destinos

Como se locomover em Hong Kong | Octopus Card

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Hong Kong tem uma excelente rede de transportes públicos. Tem à sua disposição o Metro, o autocarro, Tram Way e o Star Ferry  Táxis também são muito populares mas não poderá utilizar o Octopus Card, o pagamento terá de ser em dinheiro.

O Octopus Card é um cartão de transporte recarregável que pode ser utilizado em todos os transportes públicos. Nós só usamos o Metro e o Tram Way mas disseram-nos que o modo de funcionamento nos restantes transporte é igual ao Metro. Para relembrar, se usar o Tram Way, a validação do Ocotpus Card é feita quando sair do elétrico.

Além dos transportes públicos pode utilizar o Octopus Card para pagar as suas compras no supermercado ou nas máquinas de vending.

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Onde comprar

Em qualquer estação de metro, nas máquinas automáticas ou nos balcões de informação. Se usar o Octopus Card pela primeira vez aconselho a comprar num balcão de informação pois pode pedir um mapa da rede para andar consigo.

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Quanto custa

Nós pagámos 150 HKD por cada adulto e 70 HKD pelo cartão de criança. Estes valores incluem uma caução de 50 HKD por cada cartão. Os preços atualizados podem ser consultados aqui. Quando o saldo terminar pode recarregar o cartão em qualquer estação de Metro.

Como usar

O cartão Octopus Card tem de ser validade quando entra no transporte. Passe o Octopus Card no visor e as portas abrem-se. Quando sair deve passar novamente o cartão no visor e aparece a informação de quanto custou a viagem e qual o saldo disponível.

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Como sei quanto custa uma viagem?

O valor de cada viagem depende do trajeto que fizer e a tabela está afixada nas estações de Metro. Mas nós não nos demos ao trabalho de ver quanto custava cada viagem porque andar de Metro em Hong Kong é muito barato, eram-nos descontados alguns cêntimos de cada vez.

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O que acontece se ao sair não tiver saldo suficiente para pagar a viagem que fiz?

No visor aparece um valor negativo, as portas abrem.se na mesma e pode sair sem fazer um recarregamento no cartão. Mas da próxima vez que pretender entrar as portas não se abrem e tem de recarregar o cartão.

Posso usar o Octopus Card para na viagem do aeroporto até ao centro de Hong Kong?

Sim, explicamos tudo neste post.

Como recupero o valor da caução e o dinheiro que não utilizei?

Quando não precisar mais de usar o Octopus Card, pode solicitar o reembolso da caução e do saldo que estiver no cartão. Imagino que o possa fazer em qualquer estação de metro mas nós pedimos o reembolso no aeroporto.

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4In Destinos

Central-Mid-Levels-Escalator | escadas rolantes no meio dos prédios em Hong Kong.

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Pensei durante muito tempo se faria ou não um post sobre o Central-Mid-Levels-Escalator, pois não se pode dizer que seja uma atração em Hong Kong. É verdade que é o sistema de escadas rolantes cobertas mais longo do mundo mas numa cidade com tantas coisas para ver imagino que não seja prioridade para quem tem pouco tempo para visitar a ilha.

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Este sistema de escadas rolantes liga duas zonas na ilha de Hong Kong: Queen’s Road Central em Central e Conduit Road em Mid-Levels. As escadas são de sentido único, quer dizer que sobem ou descem conforme o horário. Existem várias saídas pelo que pode entrar e sair quando for oportuno. Convém não se deixar entusiasmar e ter noção onde vai sair porque é divertido andar numas escadas rolantes no meio dos prédios, espreitar o interior das casas e passar por cima dos carros, mas se depois tiver de fazer o percurso a pé em sentido contrário deixa de ter piada.

Dicas práticas:

Horário

Sentido descendente: de Mid-Levels até Central das 6:00 até 10:00;
Sentido ascendente: de Central até Mid-Levels das 10:00 até 24:00.

Pode consultar outros sítios fantásticos a visitar em Hong Kong aqui.

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2In Destinos

Hong Kong Tram Way | a forma mais confortável de visitar a Ilha de Hong Kong.

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É na Ilha de Hong Kong que se situa o centro financeiro de Hong Kong, portanto são muitos os arranha-céus e as ruas parecem não terminar. Pode perfeitamente usar o Metro para se deslocar mas no subsolo as vistas não são grande coisa, pois não? O que acha de usar o elétrico tradicional, também chamado “ding ding”?

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Seis linhas à sua disposição

  1. Western Market – Shau Kei Wan
  2. Happy Valley – Shau Kei Wan
  3. Shek Tong Tsui – North Point
  4. Shek Tong Sui – Causeway Bay
  5. Kennedy Town – Happy Valley
  6. Kennedy Town – Shau Kei Way

Preços:

Adulto: 2,30 HKD

Criança (dos 3 anos até 11 anos-inclusive): 1,20 HKD

Como usar:

Octopus Card: Pode usar o seu Octopus Card no Tram Way, a validação da viagem é feita à saída.

Dinheiro: Se não tiver Octopus Card deverá depositar as moedas na caixa “Coin Box”. Tem de ter o dinheiro certo, não dão troco, aliás, pelo que vimos, nem olharam para conferir se as moedas depositadas correspondiam ao valor a pagar.

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Na nossa opinião é a forma mais confortável de visitar a ilha de Hong Kong pelas seguintes razões:

  • As carruagens de dois andares são antigas mas estão perfeitamente restauradas. Viajar desta forma é especial, não perca a oportunidade para tirar muitas fotografias.
  • Oito estações do Tram Way têm WiFi grátis, aproveite para atualizar as suas redes sociais enquanto espera pela próxima carruagem, mais informações aqui.
  • A linha número seis percorre o norte da Ilha de Hong Kong quase de lés a lés. Se pretende dar algum descanso aos seus pés e beneficiar das vistas da cidade tem uma ótima oportunidade.
  • É muito barato, com o câmbio à data de hoje são vinte e cinco cêntimos por viagem, portanto não tem desculpa para não experimentar.

Convencido? As condições e preços atualizados do Tram Way podem ser acedidos aqui. E pode consultar os artigos que já publicámos sobre Hong Kong aqui.

5In Destinos

Man Mo Temple | Hong Kong.

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O Man Mo Temple está localizado no centro financeiro de Hong Kong e parte do seu charme reside precisamente na sua localização: foi construído em 1847 e à sua volta existem diversos arranha-céus. É, portanto, caricato encontrar um edifício antigo e pequeno rodeado de uma selva de betão. O templo tem o nome de dois Deuses, Man é o Deus da Literatura e Mo é o Deus da Guerra.

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O templo é conhecido pelos incensos circulares que ardem lentamente no seu interior. Mas atenção, o ar lá dentro é irrespirável! Imagine um espaço escuro, com um odor intenso, cinza e fumo provenientes do incenso a ser queimado continuamente. Além dos incensos circulares pendurados no teto, os crentes também deixam incenso a arder como oferenda. Para ter uma ideia do cenário, os nossos filhos que são aventureiros e querem visitar tudo não conseguiram sequer entrar pois ardiam-lhes os olhos.

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Informações práticas

Localização: 124-126 Hollywood Road, Sheung Wan, Hong Kong Island.

Preço: entrada grátis.

Pode consultar outros sítios fantásticos a visitar em Hong Kong aqui.

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Golden Bauhinia Square | Hong Kong.

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A Golden Bauhinia Square está localizada em Wan Chai, junto ao Hong Kong Convention and Exihition Centre, na Ilha de Hong Kong.

No centro da praça está representada a flor nacional de Hong Kong, a Bauhinia, que é uma variedade de uma orquídea. Os locais chamam à escultura dourada “Golden Pak Choi”, numa alusão à couve chinesa, o que é engraçado se considerarmos que o monumento foi uma oferta do Governo Central Chinês a Hong Kong em 1997 aquando da devolução do território à China.

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Diariamente por volta das oito da manhã existe uma cerimónia no local com o hastear da bandeira cujo siginificado pode ver aqui, mas na nossa opinião a melhor altura para visitar a praça é sem dúvida à noite, na altura do Symphony of Lights e com Victoria Harbour iluminado como pano de fundo. Não sabe o que é o Symphony of Lights? Veja aqui.

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Aberdeen & Stanley Market – Hong Kong noutra perspetiva.

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Aberdeen & os filmes de Jackie Chan

O nosso guia contou-nos que Aberdeen era inicialmente uma vila de pescadores. Depois tornou-se um importante centro fabril de Hong Kong o que fez com que os pescadores  deixassem as redes e fossem trabalhar para as fábricas. No entanto, com a unificação à China Continental as fábricas foram sendo transferidas para zonas onde a mão de obra é mais barata. Os pescadores sem trabalho nas fábricas regressaram ao mar. O que acontece hoje é que edifícios enormes que antes eram fábricas agora estão vazios. Como existe falta de habitação a preços acessíveis, alguns edifícios vazios foram ocupados ilegalmente.

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Mas nós não fomos a Aberdeen para ver os edifícios gigantes, se bem que são difíceis de ignorar. Visitámos uma fábrica de jóias mas não era permitido tirar fotografias, e, sinceramente, não era muito interessante. O que gostámos em Aberdeen foi o Jumbo Floating Restaurant.

Em Aberdeen existem dois restaurantes flutuantes, um ao lado do outro: O Tai Pak e o Jumbo.

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O Jumbo Floating Restaurant já apareceu em quatro filmes do Jackie Chan (The Protector, The God of Cookery, Godzilla vs Destroyah e Infernal Affairs II). Para entrar no restaurante tem de ir de barco, isto é, vai de barco até ao restaurante que está num barco! Os preços não são baratos mas imagino que seja uma experiência única.

A seguir a Aberdeen fomos a Stanley Market.

Stanley Market & o Mar da China

Stanley Market é um mercado de rua semelhante aos que vimos no centro de Hong Kong.

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A particularidade é que a vila de Stanley fica junto à costa e para lá chegar passamos por várias praias.

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Estava a custar-me não mergulhar os meus pés no Mar da China e a única oportunidade que tive foi no passeio junto à marginal no mercado de Stanley. Mesmo com pedras escorregadias e lapas que magoavam os pés eu aventurei-me e molhei os pés. Posso dizer que os meus pés já estiveram no Mar da China, viva!

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Nós visitámos Aberdeen e o Stanley Market num tour de um dia desde Hong Kong. Na primeira parte do tour visitámos Victoria Peak, pode ver aqui como foi.

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5 experiências imperdíveis em Marselha

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Marselha raramente surge como primeira escolha como destino de viagens dos portugueses e, pessoalmente, acho que é uma pena não conhecer.

Os amantes de história têm vários monumentos a visitar, os que preferem praias podem usufruir de momentos relaxantes nas redondezas, os apreciadores de comida podem deliciar-se com pratos de peixe na terra onde nasceu a bouillabaisse, enfim, existe um pouco de tudo para todos. Ainda não o convenci? Veja cinco experiências que apenas pode usufruir se visitar Marselha. 

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Apreciar a vista desde a Basílica Notre-dame de la Garde

A basílica fica situada no ponto mais alto de Marselha e oferece uma vista ampla da cidade. Pode ver o centro de Marselha com o porto antigo (Vieux-Port), a roda gigante e os principais monumentos e mais à frente o porto marítimo mais recente que recebe os grandes cruzeiros. Informações como chegar lá, horários e fotografias para o convencer a visitar este lugar estão disponíveis no site oficial.

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Visitar o Chateau d’If

Certamente já ouviu falar do romance “O Conde de Monte Cristo” de Alexandre Dumas. Quer tenha lido o livro, visto o filme ou nenhum dos anteriores, se visitar Marselha garanto-lhe que não vai conseguir ignorar o Chateau d’If.

A fortaleza que também foi prisão situa-se na ilha d’if que pertence ao arquipélago de Frioul, a cerca de 1,5 quilómetros de Marselha. Para visitar esta ilha pode comprar bilhetes de barco no Vieux-Port.

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Visitar Les Calanques

O Parque Nacional das Calanques estende-se desde Marselha até Cassis, mas os penhascos mais dramáticos ficam perto de Marselha. Nós fizemos um cruzeiro que saiu do Vieux Port em Marselha mas poderá explorar a encosta por terra. Não se esqueça do fato de banho pois existem enseadas que convidam a mergulhos no Mediterrâneo.

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Assistir à chegada dos pescadores no Vieux Port

Ainda se pesca de forma artesanal em Marselha. Os pequenos barcos chegam de manhã ao Vieux Port, montam o estaminé, e nem tempo têm para começar a arranjar o peixe pois os donos dos restaurantes vão logo ver o que pescaram. Caixas de peixe nem chegam a ir para as bancas, vão diretamente para as carrinhas de transporte.

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Comprar sabonetes artesanais

Já ouviu falar no sabão de marselha? Aqueles sabões amarelos que se vendem nos supermercados? Pois, os sabonetes artesanais que se vendem em Marselha cheiram muito melhor! Vai lembrar-se desta viagem por muito tempo.

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Ficou interessado? Pode ver os nossos posts de Marselha aqui.

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