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5 atrações “riquíssimas” para visitar nos arredores de Paris

Atrações turísticas paria

A lista das principais atrações turísticas de Paris é extensa e, verdade seja dita, bastante conhecida pela generalidade de viajantes.

O que talvez não seja tão usual é deixarmos de lado a vibrante cidade parisiense e aventurarmo-nos pelos arredores de Paris.

Por esta razão, hoje vamos sugerir-lhe cinco atrações riquíssimas para visitar nos arredores de Paris, sendo que provavelmente não tinha pensado incluir pelo menos quatros desses locais na sua próxima viagem.

E sabe porque usamos o adjetivo “riquíssimas”? Porque estas recomendações além de indiscutivelmente acrescentarem valor à sua viagem, irão fazê-lo sentir um Lord, ou melhor, um Messieur (ou uma Lady/Madame no caso das meninas!), de tanto requinte que vai experienciar.

O Palácio de Versalhes

Em primeiro lugar teria de ser mencionado o Palácio de Versalhes.

É uma autêntica aula de história in loco que nos proporciona um melhor conhecimento da monarquia francesa e nos deixa de queixo caído com o esplendor da época.

No Palácio de Versalhes poderão desfrutar de várias atividades, nomeadamente a visita dos Aposentos do Rei Luís XIV, do Salão dos Espelhos e dos Aposentos da Rainha Maria Antonieta.

No entanto, o nosso destaque vai para os Jardins do Palácio de Versalhes que são conhecidos pela sua exuberante beleza.

Em determinados dias da semana pode ainda assistir a um espetáculo com águas dançantes.

Visitar a Província de Champagne

Se nunca experimentou o verdadeiro champanhe, está na altura de o fazer, e certamente não existe melhor local do que a região famosa pela produção desta bebida!

Existem várias adegas e produtores de champanhe mas já que estamos em modo “atrações riquíssimas”, recomendamos que visite a casa do Moët & Chandon, que inclui uns impressionantes vinte e oito quilómetros de adegas que protegem o precioso líquido.

Já agora, se quiser, pode prestar homenagem a Don Perignom, o ilustre monge beneditino que tornou famoso o champanhe, poderá fazê-lo junto à capela onde repousa.

O Castelo de Chambord

O Vale do Loire é conhecido pelos castelos exuberantes e o Castelo de Chambord é o maior da região.

Foi mandado construir por Francisco I para servir de pavilhão de caça e mostra bem o nível de riqueza que a família real podia dispor.

O Castelo de Amboise

O que nos chegou aos dias de hoje do Castelo de Amboise é apenas uma pequena parte do castelo original.

Mesmo assim, merece bem a pena a visita, especialmente o edifício adjacente ao castelo: a Capela Saint-Hubert.

É que a Capela Saint-Hubert tem um célebre hóspede: Leonardo Da Vinci. Sim, o responsável por tantas obras primas “riquíssimas” atualmente espalhadas por diversos pontos do continente europeu tem Amboise como última morada.

O Castelo de Chenonceau

Também é conhecido como o “Castelo das Sete Damas”, foi construído junto ao Rio Cher na localidade de Chenonceaux.

A particularidade e motivo de interesse principal deste castelo é o riquíssimo interior, nomeadamente as mobílias, os quadros e peças de decoração variadas.

Assim, não se espante se a sua mente divagar enquanto deambula do Quarto de César de Vendôme para o Quarto de Catarina de Médici.

Estas são as 5 atrações “riquíssimas” para visitar nos arredores de Paris que acreditamos que irão completar a sua próxima viagem à capital francesa.

*post patrocinado.

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Jardin des Plantes em Nantes

Jardin des plantes em nantes

Certamente que o Jardin des Plantes é um sítio especial em Nantes! Nós tivemos oportunidade de visitar este magnífico local na última viagem que fizemos a Nantes e gostámos muito!

É o sítio ideal para fazer uma pausa do burbirinho da cidade e descontrair, mas também para se conectar no WiFi gratuito existente em algumas áreas.

Atenção, porque se está a viajar com crianças estas pausas são importantes, pois vão permitir que os miúdos dediquem algum tempo a brincar e não fiquem demasiado aborrecidos!

No entanto, a família também beneficia de tempo de qualidade.

viajar em familia

Aliás, nós vimos famílias como nós, mas também casais de namorados e pessoas mais velhas.

Se está a pensar visitar Nantes tomamos a liberdade de sugerir que consulte o roteiro que utilizámos nesta viagem.

Além disso, já publicámos vários artigos de locais de interesse nesta cidade francesa. É o caso de Machînes de L’Ile, Église Saint-Croix, Musée d’Histoire de Nantes e a Place Graslin.

Sugerimos que veja os artigos mencionados anteriormente para ter uma ideia do que pode ver e fazer em Nantes!

Jardin des Plantes em Nantes

Em primeiro lugar deixe-me descrever o Jardin des Plantes: sete hectares de terreno verdejante inserido em plena cidade de Nantes e onde as plantas são a principal atração!

Também dispõe de uma biblioteca que inclui livros especiais dedicados à botânica para os mais interessados pelo tema.

Por outro lado, em alturas específicas (como é o caso do mês de abril) facilita visitas temáticas cujo programa pode ser consultado no site oficial.

Horário do Jardin des Plantes

O Jardin des Plantes está aberto de segunda a sexta das 12:30 às 18:00 e ao sábado e domingo das 9:30 às 18:00.

Nós percebemos que muitas pessoas aproveitam a hora de almoço para passear neste jardim.

Aliás, era comum vermos grupos a almoçarem juntos em picniques improvisados; as pessoas chegavam, estendiam uma toalha no chão, tiravam os sapatos e sentávam-se a almoçar e conversar!

Localização

Saiba que organizamos viagens a pensar nas famílias que gostam de viajar com algum conforto e sem ir à falência!

Algumas promoções são publicadas no grupo Ofertas de VIAGENS mas há conteúdo novo no instagram e estamos disponíveis em reservapassaporte@gmail.com!

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Tailândia, roteiro & dicas de viagem

Long Beach

Roteiro & dicas de viagem | Tailândia

O artigo que se segue foi-nos enviado pela Sofia Novais que visitou recentemente a Tailândia. Ela adorou a viagem e quis partilhar connosco a sua experiência!

Obrigada, Sofia, a palavra é tua 🙂

20/10 – 12:15 – OPO – BKK

21/10 18:25h

Chegamos a BKK – IBIS Styles Bangkok – Muito porreiro e bom pequeno- almoço.

22/10 – Templos

GRAND PALACE – Grande Palácio Real // Morada: Na Phra Lan Road, Old City (Rattanakosin) // Horário: 08h30 – 15h30 // preço 500 bht (12,50 €).

Construído em 1782, o Grande Palácio Real foi, durante cerca de 150 anos, a residência oficial da família real da Tailândia.

Hoje em dia é uma das principais atracções de Bangkok e o local usado para comemorações e cerimónias oficiais.

É composto por uma série de outros edifícios onde se inclui o já referido Wat Pra Kaew.

É importante ter em atenção que o código de vestuário no Grande Palácio Real é bastante rigoroso. As mulheres não podem entrar de ombros e pernas à mostra e os homens deverão usar calças compridas e camisas/tshirts com mangas.

No entanto, podemos comprar t-shirts e panos para enrolar à volta das pernas à entrada. No entanto, é sempre melhor levarmos a nossa própria roupa.

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WAT PRA KAEW – Templo do Buda de Esmeralda // Morada: Fica dentro do GRANDE PALACE.

O Wat Pra Kaew é um dos 3 mais visitados. Um dos seus principais atractivos é o Buda Esmeralda esculpido numa pedra de Jade com 66 cm de altura.

É um espaço enorme, com 94 hectares, preenchido por cerca de 100 edifícios.

Podes contratar um Guia no interior do recinto ou alugar um audio-guia por 200 bahts e 2 horas para ficares a perceber melhor a história por trás deste templo majestoso.

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WAT PHO – Templo do Buda Reclinado // Morada: Maharat Road, Old City (Rattanakosin) // Horário: 08h – 17h // preço 100 bht (2,50 €) // obs: fica ao lado do GRANDE PALACE.

O Wat Pho é o segundo dos 3 templos budistas mais visitados em Bangkok e um dos maiores e mais antigos também.

Uma das suas principais atrações é o famoso Buda reclinado dourado com 15m de altura e 43m de comprimento, e pés de 4m decorados com madre-pérola.

O templo está localizado mesmo ao lado do Grande Palácio Real. Curiosamente é também o local onde se encontra a primeira escola de Massagem Tailandesa, por isso podes aproveitar para descansares o corpo depois da visita ao templo, com uma massagem tailandesa original.

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⦁ WAT ARUN – Templo da Madrugada // Morada: no lado oeste do Rio Chao Praya (lado oposto ao cais Tha Thien) // Horário: 08h – 18h // 100 bahts (2,50 €)

O Wat Arun é o 3º templo budista mais visitado em Bangkok. O seu nome significa “Templo da Madrugada” e está localizado do outro lado do rio, no lado oposto do Grande Palácio Real e do Wat Pho.

O templo é especialmente conhecido pela sua Torre em estilo Khmer com 82m de altura, rodeada por 4 torres mais pequenas decoradas com cerâmica chinesa.

Oferece um cenário fantástico ao pôr-do-sol, no entanto a melhor altura para visitá-lo é de manhã bem cedo para evitar as multidões.

Para chegares até lá precisas de apanhar um barco no cais Sapphan Taksin e sair no cais 8. Daqui e por apenas 3 bahts, és levada num barco shuttle até ao outro lado do rio onde se encontra o Wat Arun. – não chegamos a visitar

23/10 – Mercados

Mercado do Trem: O Mercado do Trem da Tailândia, que muita gente acha que fica em Bangkok, está localizado em Maeklong, uma província que fica a cerca de 70 km de Bangkok.

A maneira mais fácil de chegar lá é contratando um tour saindo de Bangkok. As agências oferecem diversas opções de tours e passeios.

Eu escolhi o combinado: Maeklong Railway Market (Mercado do Trem) + Damnoen Saduak Floating Market (Mercado Flutuante).

Flutuante: O Damnoen Saduak é o mais famoso mercado flutuante em Bangkok e aconselha-se uma visita de manhã cedo.

Está localizado a cerca de 30/40 minutos de Bangkok na província de Ratchaburi e aberto diariamente, das 07h às 12h.

Podes meter-te num tour para ir até lá ou então apanhares um táxi até ao Terminal de Autocarros Sai Tai Mai Taling Chan e apanhar o autocarro #78 que te deixa a 1km do mercado.

Daí podes ir a pé ou apanhar um táxi até lá. // 60km de BKK – neste mercado é tudo muito mais caro, não compensa comprar nada.

Procuramos uma agência de Rua e por 300 baths conseguimos fazer as duas visitas , sendo que o barco para percorrer o mercado flutuante são mais 1000baths por pessoa (muitas agencias dizem que por 150baths se arranja no loca –não é verdade, a não ser que se trate de um grupo grande, aí sim, divide-se o valor do barco por todos.

Este é um passeio de meio dia, saindo às 7 da manhã do hotel e retornando logo após o almoço – perto das 13h00.

Tudo o que quisermos comprar, é em BKK que é o sítio mais barato da Tailândia.

Em BKK andamos sempre de Tuk Tuk sendo que temos que negociar tudo, sem problemas, há muita oferta e os preços descem quase 50% seja em transportes ou lojinhas de rua.

MBK Center (na minha opinião, não vale mesmo a pena, é uma loja chinesa em tamanho gigante)

Zonas de animação Noturna:

⦁ Khaosan Road ( a zona do hotel onde ficamos): à noite, podemos passear pela rua Khao San, que é uma rua super movimentada, com lojas, restaurantes, massagem, montes de pessoas na rua.

⦁ Sky bar – Lebua State Tower Hotel:
Caro – gastamos cerca de €20 numa bebida, mas a vista do 64º andar deste edifício, é daquelas imagens que ficam registadas na nossa memória. Ambiente 10 estrelas, bebidas e atendimento ao mesmo nível, obrigatório ir.

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24/10

Dia livre até aprox. 17h // VOO BKK (DMK AIRPORT) – CHIANG MAI 21:10h //22:20h // Ida para Hotel – ficamos num bem simples mas que gostamos bastante até do pequeno-almoço – Lamphu House Chiang Mai – contratamos o transfer do hotel.

25/10 – Templos:


⦁ Doi Sutep (o templo da montanha): Esse templo fica no alto de uma montanha, e o caminho para chegar até lá é uma estrada linda e bem sinuosa.

Aos poucos a cidade vai ficando pequena lá em baixo e até sentimos um ventinho gelado, pra refrescar o calor da Tailândia.

Como se não bastasse subir durante todo o percurso na estada, na entrada do templo temos que encarar uma escadaria enorme, com 300 degraus, então, é preparar o folego e sobir porque o templo compensa tudo.

Para chegar lá precisamos de contratar um songthaew (red truck) privado por 400 Bath ou ir até o Chang Phuak Gate (na frente do 7Eleven – supermercado que nos matou a fome em alguns dias de más refeições, super barato) de onde saem os yellow trucks públicos que custam 60 Bath por pessoa até lá.

Ou ainda alugar uma scooter. – Optamos por o red truck que nos levou a mais que um local e esperou por nós até ao regresso. Aqui temos que levar ombros e pernas tapadas mas emprestam uma “bata”comprida em troca de uma doação a buda.

Os Red Truck:

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Doi Sutep:

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Tribo das Mulheres-girafa: 119/9 Tapae Rd., Muang District, Chiang Mai Thailand 50100 | baantongluang.com
⦁ Quanto custa a entrada na Tribo das Mulheres-girafa: Entrada: 500 Bahts (€15) muito caro para uma aldeia tão pequena em que para tirar fotos por vezes temos que gastar dinheiro a comprar alguma coisa, a visita são 20 minutos. Só depois percebemos porque nunca aparecia nos sítios mais visitados, na compensa de facto. Visitamos quando descemos do Doi Sutep.

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Wat Lok Molee: É um dos templos mais antigos da cidade, lá do século 14 quando foi construído para ser o Templo Real e vale muito incluir no roteiro por ficar praticamente na frente de um dos portões da Cidade Antiga de Chiang Mai.
Wat Phra Singh: É um dos maiores templos-complexo da Chiang Mai e fica dentro da Cidade Antiga. 
Chedi Luang: Esse templo foi construído em 1401 e apesar do terremoto de 1545, o templo continua lá com seus elefantes esculpidos nas laterais. Ele fica exatamente no centro da Cidade Antiga e é onde está o guardião de Chiang Mai. Entrada: 40 baht
Wat Si Suphan: O templo de prata é um dos templos mais bonitos da cidade. Ele todo feito de prata e alumínio esculpidos por monges artesãos de Chiang Mai. No sábado fica todo iluminado por causa do Saturday Night Market e tem Monk Chat. 
Chiang Mai é cheia de Templos, é tudo lindo!!!

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26/10 –Elephants Nature Park – Santuário dos Elefantes (2500 thb)

Visitamos este porque se trata de um santuário de resgate de animais maltratados (principalmente em circo) dos poucos (senão o único) em que não é permitido montar os elefantes nem obriga-los a tomar banho, apenas os podemos alimentar, são voluntários que nos guiam a visita e 90% do que pagamos é para gastos com os animais (alimentação, veterinário etc).

Acolhem outros tipos de animais e é notória a dedicação de todos.

A NOITE – Visitar um Mercado Noturno

⦁ Night Baazar
⦁ Ploen Ruedee Night Market
De perder a cabeça com tantas lojinhas de rua com artesanato – fecha tudo mais tarde que o normal (1h da manhã, enquanto em Bkk a partir das 22h a cidade “morre”).

27/10 – Manha livre // VOO CHIANG MAI – KRAB (15:10h // 18:35h) + seguimos de transfer para RAILAY BEACH.

Para chegar a Railay Beach usamos camioneta, mota com atrelado, barco e trator, tudo muito prático!! Até nos instalarmos no Sunrise Tropical Resort – e adoramos tudo nesta ilha.

Dá para conhecer toda a ilha a pé, a noite também acaba à 1h da manhã, o por do sol é fantástico, os bares de praia com esteiras na areia são fantásticos, o ambiente é descontraído, tem praias paradisíacas.

Nas ruas só se caminha ao som de Bob Marley ou Jack Johnson.

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A famosa cave da fertilidade:

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A praia:

Visita obrigatória – “o bar “Black Pearl”- boa música e como tudo nesta ilha – muito boa onda emTonsai.

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Aqui na praia ao final do dia, é ótimo para beber um cocktail num dos barzinhos que disponibiliza umas esteiras para nos sentarmos a apreciar o pôr do sol:

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30/10 – RAILAY BEACH / PHI PHI (ko phi phi don)

Apanhamos logo ferry pela manha (chegar a phi phi pelas 12:00h)

31/10 – PHI PHI

Ficamos instaladas num hotel super simples e também gostamos – “The Cobble Beach”.

Por esta ilha não há outra hipótese senão andar a pé ou de “táxi boat”. É uma zona bastante turística e há festas de praia e barzinhos abertos até tarde.

Quase nos sentimos “em casa” com tanta gente brasileira e simpática que ali habita.

Disseram-nos eles, que a melhor altura para ir à Tailandia é mesmo antes de 01 de dezembro, depois disso, entrando época alta, quase nada é negociável e tudo bem mais caro.

Fizemos um passeio de barco de meio dia no valor de 600 baths que negociamos por 300baths que vale muito a pena.

O passeio começa às 13h e termina às 19h, com direito a várias paragens para mergulhar, conhecer as famosas “monckey beach”, “Maya Bay” (nesta o barco não pode parar, está interdita por as âncoras dos barcos terem estragado os corais, não existe previsão de reabertura), fazer snorkeling e acabar a ver o fantástico pôr do sol no meio do mar e mergulhar perto de uma gruta para ver a “água a reluzir”.

Long Beach (40 minutos a pé mas extremamente cansativo o percurso para lá fomos a pé mas no regresso, por 100baths (€2.7) contratamos um barco do cais principal até esta praia deslumbrante – não perder mesmo!

Long Beach

Koh Phi Phi Viewpoint – Subir por volta das 17h – Longa caminhada e muitooss degraus, subida bem estreita mas no fim é o por do sol mais lindo de sempre! Custa 30Baths (menos de 1€)

Koh Phi Phi Viewpoint

01/11 – PHI PHI / AO NANG

– apanhar o ultimo ferry

02/11 – AO NANG // KRABI – VOO KRABI – BKK as 15:40h//17:00h – (ficamos num hostel pois era só uma noite)

03/11 01:55h// 18:25h – BKK – OPO

Não conseguimos visitar mais do que isto e ainda assim muito tempo foi passado entre viagens mas é uma viagem simplesmente inesquecível.

Os voos principais foram comprados com pouco mais de 2 meses de antecedência pela Etihad e ficaram por 600€ certos.

Os internos ficaram por cerca de 90€. Penso que é possível conseguir mais barato se contratarmos companhias diferentes no entanto muito arriscado para fazer escalas, se o tivéssemos feito tínhamos perdido 1 voo.

O custo médio por dia de todos os hotéis foi de €17, o Ibis foi o mais caro.

Além deste dinheiro carreguei o meu Revolut com € 600 e foi este o valor que gastei para jantares e hotéis (reservados no booking) durante todos estes dias e mais € 100 que levava em dinheiro.

Não nos livramos das taxas de levantamento que o próprio país cobra, são cerca de €5 por cada um.

Pagamos o máximo que conseguimos por Multibanco sendo que é quase sempre cobrada uma taxa de 3%, no entanto compensa.

Em média por refeição gastamos 6€ por cada uma, como não aprecio comidas muito picantes optei quase sempre por italiano, apenas 2 dias comi comida tailandesa e um dos pratos adorei.

Comer na rua não foi uma opção devido à higiene e ao cheiro da comida que se sente principalmente em BKK, enjoa, é uma cidade muito suja.

Conclusão:

Fomos 3 e pretendemos regressar, adoramos e é opinião é que BKK é o lugar onde se pode ficar menos tempo.

Teríamos ficado mais dias nas Phi Phi e em Railay Beach.

Na memória, trago registada o excelente acolhimento dos tailandeses, a honestidade (vemos telemóveis sozinhos a carregar em qualquer lado, árvores com notas penduradas para buda, por exemplo), a segurança que se sente nas ruas e em qualquer lado da Tailândia, é inacreditável!

É um povo maravilhoso embora falem para nós em tailandês pois poucos sabem inglês mas em todo o lado se vê um esforço para agradar e sente uma boa energia contagiante.

É daquelas viagens que nos faz aprender que é possível ser-se feliz com muito pouco.

O passaporte no bolso agradece à Sofia a partilha do roteiro e dicas de viagem para a Tailândia!

Não se esqueça que as mais recentes promoções de viagens são publicadas no grupo Ofertas de VIAGENS e diariamente disponibilizamos conteúdo novo no facebook  e no instagram.

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Machines de L’Île Nantes | o elefante gigante!

Machines de L'Île Nantes

Machines de L’Île Nantes é um espaço que é uma combinação de projeto artístico, parque de diversões e exposição temática inspirados no trabalho de Júlio Vernes.

Machines de L’Île Nantes

Atrações principais

Le Grand Élephant

Em primeiro lugar teria de ser mencionado o Grande Elefante! Trata-se de um animal majestoso com 12 metros de altura, 8 de largura e com um peso de 48,4 toneladas.

Por outro lado, é um pouco bizarro ver um equipamento robotizado desta envergadura sair a passo lento para a rua, com movimentos e sons muito semelhantes a um elefante verdadeiro.

Apesar de o corpo do animal ser revestido a madeira, os olhos piscam, as orelhas abanam e a cabeça eleva-se.

No entanto, e para completar o espetáculo o elefante liberta água sobre a multidão que observa a passagem do animal.

Le Carrousel des Mondes Marins

Este carrosel é especial pois está repleto de criaturas marinhas saídas das obras de Júlio Vernes, sendo necessário bilhete específico.

La Galerie des Machines

A Galeria das Máquinas é um espaço de experimentação e observação das máquinas. E que máquinas são estas?

Imagine uma aranha gigante aninhada numa cratera no chão, uma formiga que é conduzida por quatro pessoas, aves que sobrevoam o espaço da galeria.

O melhor é que as apresentações são acompanhada por monitores que explicam como funcionam as máquinas e constroem histórias à volta dessas máquinas.

Por outro lado, além das máquinas também poderá observar uma pequena floresta tropical com inquilinos também robotizados.

La Branche Protoype de L’arbre aux hérons

O bilhete de entrada na galeria das máquinas permite-lhe o acesso a este projeto que ainda está em construção.

Então, suba pelo lado oposto à galeria das máquinas e antes de entrar na árvore das Garças tem a oportunidade de espreitar o estaleiro onde são desenhadas e construídas as máquinas.

Entretanto, passeie pelos passadiços de madeira, de onde terá uma vista privilegiada sobre a cidade de Nantes.

Dicas de viagem

Há diferentes tipos de bilhetes: viagem do elefante, carrossel (com e sem guia) e galeria das máquinas.

Assim, se não quiser comprar o bilhete a viagem do elefante, pode perfeitamente assistir à viagem a partir da rua.

Por outro lado, se procura alojamento em Nantes nós recomendamos o Novotel Nantes Centre Gare, que na nossa opinião tem uma excelente relação qualidade/preço.

Nós organizamos as nossas próprias viagens e teremos todo o gosto em ajudá-lo a organizar a sua viagem. Para isso só precisa de enviar um email para reservapassaporte@gmail.com.

Horário de Machines de L’Île Nantes

A bilheteira está aberta das 10:00 às 19:00 nos meses de julho e agosto mas nos restantes meses tem um horário reduzido.

Localização de Machines de L’Île Nantes

Machines de L’Île está localizada no Parc des Chantiers, Boulevard Léon Bureau, em Nantes, França.

Gostaria de conhecer melhor a cidade de Nantes? Preparámos um roteiro que inclui entre outras atrações a Église de Sainte-Croix, o Musée d’Histoire de Nantes, a Place Graslin, o Château des Ducs de Bretagne e Le Lieu Unique.

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Église Sainte-Croix em Nantes [Dicas]

Église Sainte-Croix

A Église Sainte-Croix foi construída no século XVII no estilo clássico. Todavia, sofreu algumas alterações no século XIX, a mais importante das quais foi a adição de um campanário.

Se está a preparar uma viagem para Nantes gostaríamos de dizer-lhe que preparámos um roteiro para 3 dias e que nos parece bastante completo.

Além disso, em termos de alojamento, pela excelente relação qualidade/preço e pela boa localização nós recomendamos o Novotel Nantes Centre Gare. (já agora, nós temos preços especiais, por favor consulte-nos!)

Esta igreja é muitas vezes comparada à Cathédral Saint-Pierre et Saint Paul, também conhecida como Catedral de Nantes.

Apesar de serem as duas igualmente magníficas, não me parece justo comparar uma catedral a uma igreja, portanto, se tiver oportunidade, visite os dois monumentos.

Quem vê o exterior da Église Sainte-Croix poderá ficar dececionado com o interior.

Do lado de fora sobressai o campanário devidamente ornamentado com múltiplas esculturas.

É também no campanário que se abriga o maior sino de Nantes, com mais de oitocentos quilos.

No entanto, o interior é de uma simplicidade austera.

O ponto para onde os olhares se costumam dirigir é a parede onde estão expostos os vitrais. O colorido, de facto, sobressai no conjunto um pouco monótono.

Foi nesta igreja que decorreu o batizado do ilustre autor Júlio Verne.

Église Sainte-Croix

Dicas para visitar a Église Sainte-Croix

O horário da igreja de segunda a sábado é das 8:00 até às 19:00 e ao domingo das 10:00 até às 19:00.

Tenha em atenção que a missa é celebrada neste local, por isso evite as visitas nessa altura.

A igreja é acessível a pessoas com mobilidade reduzida: entre no portão pelo lado direito e continue em frente até uma porta larga sem degraus.

Por último, a entrada é gratuita.

Localização

A Église Sainte-Croix está localizada na Place Sainte-Croix, em Nantes.

Como sabe, nós organizamos as nossas próprias viagens mas também ajudamos outros viajantes a encontrarem a viagem perfeita!

Envie um email para reservapassaporte@gmail.com se desejar um orçamento.

Além disso, disponibilizamos conteúdo novo nas nossas redes sociais (facebook  e instagram ) e as mais recentes promoções de viagens continuam a ser publicadas no grupo Ofertas de VIAGENS!

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Château des Ducs de Bretagne | Nantes

Châteaux des Ducs de Bretagne

O Château des Ducs de Bretagne é um castelo que está localizado na cidade de Nantes, em França. Se está interessado em conhecer alguns lugares que visitámos na viagem a Nantes, sugerimos que consulte o nosso roteiro para três dias aqui. Também já está disponível o artigo do Novotel Nantes Centre Gare, o hotel que escolhemos em Nantes e que recomendamos vivamente!

Château des Ducs de Bretagne

O Château des Ducs de Bretagne também alberga o Museu de História de Nantes, pelo que se desejar pode visitar os dois monumentos ao mesmo tempo.

Em primeiro lugar saiba que o castelo está rodeado de um fosso que servia de proteção contra ataques. Isto é, para entrar no castelo tem de passar uma ponte levadiça que atravessa o dito fosso. Quando passar a ponte preste especial atenção à portas. Elas são de madeira e foram feitas para resistir à passagem do tempo.

Logo a seguir à ponte encontra um pátio que liga os vários edifícios, incluindo o que que serve de morada para o Museu de História de Nantes.

Para aceder às muralhas tem de subir as escadas que encontra junto à entrada do Museu de História de Nantes.

E para ter uma vista de 360º sobre Nantes aconselhamos que percorra o caminho completo das muralhas. São cerca de quinhentos metros de onde poderá observar a cidade.

Por outro lado, tente passar em frente ao castelo depois de anoitecer e ficará a conhecer um castelo muito diferente. Isto porque à noite a iluminação amarelada confere ao monumento uma aparência fantasmagórica que não vai querer perder.

Como chegar

O castelo está localizado no número 4 da Place Marc Elder, em Nantes.

Para melhor se orientar por favor veja a localização exacta no mapa que disponibilizamos a seguir.

Por último, já nos segue no facebook  e no instagram?

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Novotel Nantes Centre Gare | Hotel Review

Novotel Nantes Centre Gare

Se vai visitar Nantes e procura referências para um hotel familiar e bem localizado nós recomendámos o Novotel Nantes Centre Gare. Infelizmente nos últimos tempos temos tido alguma dificuldade em encontrar alojamento económico que permita acomodar a nossa família de quatro elementos.

Nem todos os hotéis disponibilizam quartos familiares e hotéis com quartos comunicantes são ainda em menor número. A alternativa seria reservar dois quatros duplos em separado mas honestamente não queremos recorrer a essa solução.

Apesar de já termos percebido que, por vezes, fica mais económico reservar dois quartos duplos do que um familiar. Enfim, temos de ir analisando cada situação e vamos decidindo em conformidade. Vamos os nosso hotel review?

Novotel Nantes Centre Gare

Instalações do Novotel Nantes Centre Gare

As instalações do Novotel Nantes Centre Gare são condizentes com aquilo que se espera de um hotel de quatro estrelas. Salas com decoração moderna, funcional e de bom gosto, staff com formação de qualidade e preparado para agir convenientemente nas mais diversas situações e um bom leque de oferta de serviços complementares.

De uma forma geral sente-se um ambiente agradável. Acresce que o hotel tem terraço e jardim exterior o que nos agradou de sobremaneira.

Quartos

O Novotel Nantes Centre Gare tem 105 quartos, dos quais 26 unidades são familiares e 4 são adequados para pessoas de mobilidade reduzida.

O quarto que albergou a nossa família era um quarto familiar, com uma cama de casal e um sofá cama para os nossos dois filhos de seis e quinze anos.

De tamanho adequado, o quarto tinha disponível um mini-bar com reposição gratuita de uma garrafa de água por dia.

De referir que o ar condicionado e tábua de engomar também estavam disponíveis apesar de não terem sido necessários.

O nosso filho mais novo apreciou o facto de poder ver canais infantis no quarto, e não se mostrou incomodado por serem em língua francesa.

Por outro lado, o nosso filho mais velho gostou de aceder rapidamente à internet para se manter em contacto com os amigos.

Receção

A Receção está aberta 24 horas o que facilita quando os horários de avião são tardios.

Durante a nossa estadia encontrámos vários funcionários na Receção e todos eles nos cumprimentaram com sorriso sempre pronto.

Gostaria de mencionar que numa taça junto à Receção estavam uns rebuçadinhos para adoçar o dia.

Restaurante do Novotel Nantes Centre Gare

O restaurante de cozinha francesa com menu à carta serve almoços e jantares. Além disso, foi neste espaço que tomámos o pequeno-almoço diariamente.

Ao pequeno-almoço estavam disponíveis várias opções de pães e bolos, incluindo waffles, crepes, panquecas, croissants, muffins e scones. Charcutaria, queijos e fruta também faziam parte da oferta.

Quem aprecia o pequeno-almoço inglês pode ficar descansado pois existiam ovos, bacon, salsichas e saladas variadas.

As bebidas contemplavam vários tipos de café, sumo de laranja e chás.

Novotel Nantes Centre Gare

Salão

Junto à entrada do hotel encontrámos um tesouro para quem viaja com crianças: um espaço com jogos eletrónicos, brinquedos e biblioteca com livros para os mais jovens.

Além disso, enquanto os mais pequenos se entretinham com as diversões, os pais podiam folhear alguns jornais diários.

Novotel Nantes Centre Gare

Serviços

Dos serviços disponibilizados pelo hotel apenas usámos a sala para bagagem e o Wi-Fi, ambos gratuitos.

No entanto, tome nota que também disponibilizam serviço de concierge e aceitam animais de estimação.

Locais de interesse próximos ao Novotel Nantes Centre Gare

Novotel Nantes Centre Gare está situado junto à Cité Internationale des Congrès. 

Estação de TGV de Nantes localiza-se a 600 metros e o hotel oferece vistas para o Rio Erdre.

Se chegar a Nantes de avião, saiba que o Aeroporto de Nantes Atlantique está a uma distância de 7 kms.

Facilmente chega a pé ao centro histórico, assim como ao Le lieu Unique e ao Castelo dos Duques da Bretanha.

Na nossa viagem a Nantes tivemos oportunidade de visitar vários sítios interessantes, pelo que sugerimos que consulte o roteiro completo que preparámos para si.

Por fim, caso tenha interesse em ver mais fotografias de Nantes ou de outros destinos, sugerimos que nos siga nas redes sociais, nomeadamente no facebook  e no instagram.

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Le Lieu Unique em Nantes – bolachas e arte

Le Lieu Unique em Nantes

Le Lieu Unique em Nantes é mesmo um lugar único! A antiga fábrica de bolachas “LU” deu lugar a um moderno espaço multifuncional que serve de ponto de encontro para viajantes e locais. É um Centro Contemporâneo de Artes e Música mas também um bar, restaurante e livraria. Como vê, motivos não lhe faltam para visitar Le Lieu Unique em Nantes!

Le Lieu Unique em Nantes

Sendo um espaço multifuncional, os visitantes podem usufruir do ambiente de várias maneiras.

Em primeiro lugar, o Le Lieu Unique oferece um bar e restaurante. Estes são os locais ideais para uma pausa ou para tomar alguma coisa a meio da tarde. No entanto, o restaurante tem um horário alargado o que possibilita uma refeição num ambiente mais descontraído.

Por outro lado, o Le Lieu Unique também é livraria pelo que é o sítio perfeito para comprar literatura francófona.

Por último, e se for essa a sua vontade, no Le Lieu Unique tem a possibilidade de relaxar num SPA contemporâneo.

Como Chegar

Nós deslocámo-nos a pé na nossa visita a Nantes porque ficámos alojados junto ao centro mas para quem precisar de se deslocar aqui ficam as coordenadas:

Autocarro: Linha C2 e C3, sair em Lieu Unique.

Para quem tiver carro alugado, os principais parques de estacionamento nos arredores são:

Duchesse Anne, Allée Baco
Parking de la Cité
Le Centre des Congrès

Localização / mapa

O Le Lieu Unique está localizado no número 2 da Rue de la Biscuiterie, em Nantes. Por favor veja o mapa a seguir para melhor se orientar.

Na nossa viagem a Nantes tivemos oportunidade de visitar vários sítios interessantes em Nantes, pelo que sugerimos que consulte o roteiro completo que preparámos para si.

Caso tenha interesse em ver outras fotografias de Nantes ou de outras viagens que fizemos nos últimos anos, tomamos a liberdade de sugerir que nos siga nas redes sociais, nomeadamente no facebook  e no instagram!

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Roteiro para visitar Nantes [França]

um roteiro para visitar Nantes, recheado de dicas.

O roteiro para visitar Nantes que partilhamos tem como finalidade mostrar-lhe algumas das atrações turísticas que esta cidade francesa oferece. Sabia que quando dissemos que íamos viajar para Nantes a reação de alguns amigos foi perguntar o que havia para ver em Nantes? Pois nós respondemos que há muito para ver, e este roteiro é a prova disso.

Nós estivemos em Nantes três dias e foram suficientes para vermos o essencial mas se tiver a oportunidade para juntar alguns dias considere uma visita até ao Mont Saint Michele.

Roteiro para visitar Nantes

Le Lieu Unique

É o local onde antigamente se situava a fábrica das bolachas LU, mas agora é um centro contemporâneo de artes e música.

Château des Ducs de Bretagne

Este castelo em pleno coração histórico de Nantes é também uma fortaleza de onde os visitantes podem admirar a cidade. Se tiver oportunidade entre no castelo, suba até às muralhas e contemple a vista.

Musée D’Histoire de Nantes

Este museu está estrategicamente localizado junto ao Castelo dos Duques da Bretanha, por isso se visitar o castelo aproveite para espreitar este museu.

Église Saint Croix

Dizem que foi nesta igreja que foi batizado Julio Vernes, o interior é um pouco sombrio mas vale a pena uma visita rápida.

Machines de L’Île

Na nossa opinião é a atração principal de Nantes e por alguma razão um elefante de madeira gigante é a imagem de marca de cidade.

Surpreenda-se com as apresentações na Galeria das Máquinas e sinta-se uma formiga ao pé do Grande Elefante.

Musée D’Histoire Naturelle

Gostaria de ver um esqueleto de uma baleia? Pode ver um no Museu de História Natural em Nantes!

Place Graslin

Esta elegante praça é conhecida pelos candeeiros, mas também por ser morada do conhecido restaurante La Cigale e do Teatro Graslin.

Passage Pommeraye

É o local indicado se pretende visitar boutiques de marcas internacionais e fazer algumas compras.

No entanto, também existem pequenos restaurantes perfeitos para uma breve pausa. Já agora, sugerimos que observe com atenção as estátuas de mármore que adornam as galerias.

Place Royale

Esta praça foi destruída durante os bombardeamentos em 1944 mas mantém ao centro a sua fonte característica.

Église Saint Nicolas

Da Place Royal vê-se um edifício pontiagudo que é a Igreja de São Nicolau, não passe sem entrar nesta igreja!

Tour de Bretagne

Esta torre é amada e odiada pelos habitantes, pois algumas pessoas acham-na feia. É o edifício mais alto de Nantes e no interior pode visitar “O Ninho”, um bar que tem uma enorme estátua com a forma de uma ave branca.

Cathédrale St-Pierre et St-Paul

Esta Catedral de estilo gótico também é conhecida como a Catedral de Nantes. Quando entrar preste especial atenção aos vitais!

Musée d’Arts

Para os amantes de arte este museu é de visita obrigatória. Poderá admirar obras de Arte Antiga, do Século XIX , de Arte Moderna e Contemporânea.

Jardin des Plantes

Mais do que uma exposição de plantas, este jardim é uma autêntica experiência! O que acha de se sentir como a Alice no País das Maravilhas? Aqui existem bancos de jardim de vários tamanhos, esculturas com plantas e vasos gigantes.

Então, ficou convencido com este roteiro para visitar Nantes? Nos próximos dias iremos falar de cada uma destas paragens em detalhe, para que possa organizar melhor a sua viagem.

Para se certificar que não perde nenhuma das nossas atualizações, sugerimos que nos siga no facebook  e no instagram!

Se gostou deste post veja outros roteiros já publicados no passaporte no bolso, nomeadamente em MaltaHong Kong.

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Viagem a Malta em 27 posts!

viagem a Malta

Uma viagem a Malta pode ser, sem dúvida, fantástica e a nossa viagem foi 🙂 Aliás, ao reler os posts que escrevemos cada vez me convenço mais de que Malta foi o destino perfeito para este verão.

Portanto, se procura um destino relativamente perto, seguro e com bastante história, Malta é uma óptima escolha.

Veja bem, em primeiro lugar, durante a semana que durou a viagem a Malta tivemos oportunidade de relaxar junto à piscina e na praia como os nossos filhos queriam.

Por outro lado, visitámos vilas de pescadores, mercados, cidades históricas e templos megalíticos bem do agrado dos adultos.

Ou seja, na mesma semana conseguimos conciliar as vontades dos quatro membros da nossa família, o que para nós é importante.

Para que possa se organizar achamos importante reunir num único post todos os artigos sobre Malta. Assim, a seguir pode encontrar os links para os lugares que visitámos, do hotel onde ficámos alojados e dos dois roteiros que fizemos.

Entretanto num blogue de viagens não podem faltar dicas de viagem, por isso dedicámos bastantes artigos a dicas de viagem, que esperamos que facilitem a sua viagem em Malta.

Uma viagem a Malta em 27 posts!

Lugares

Surpresas nas ruas de Valeta, Malta!

Visitar St Peters’ Pool em Malta

Visitar Marsaxlokk num domingo | Malta

Visitar Mdina, a antiga capital de Malta

Popeye Village | Popeye, Olívia e Brutus!

Como visitar a Blue Lagoon de forma independente

Marsalforn, estância balnear e salinas em Gozo

Victoria | o que fazer e visitar na capital de Gozo, Malta

Visitar Dwejra Bay sem a Azure Window?

Ġgantija, Templo megalítico em Gozo

Visita de um dia a Gozo a partir de Malta

Hotel

db Seabank Resort + SPA **** | Malta

Como marcar restaurantes no db Seabank Malta

Coral Restaurant | buffet principal do db Seabank

La Pellicola Restaurant, o italiano do db Seabank

The Jungle Restaurant, o americano do db Seabank

El Rodizio, restaurante brasileiro do Hotel Seabank

L’Orjent Restaurant, o asiático do Hotel db Seabank

Fish Spa em Malta | a massagem com peixinhos!

Roteiros

Roteiro para um dia em Valeta, Malta

Roteiro para uma semana em Malta

Dicas para uma viagem a Malta

Como usar o autocarro em Malta

Compensa alugar carro em Malta?

Como ir do Aeroporto de Malta até Valeta

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Roteiro para um dia em Valeta, Malta

Roteiro para um dia em Valeta

Existem mil e uma combinações possíveis para um roteiro de um dia em Valeta. O roteiro que sugerimos foi testado por nós e privilegia o que nós achamos importante: observar o movimento em ruas e praças, ver edifícios e visitar  monumentos com entrada gratuita.

Roteiro para um dia em Valeta

Em primeiro lugar, nós chegámos a Valeta de autocarro (já agora, veja o artigo sobre como usar o autocarro em Malta), e a paragem é junto à Triton Fountain.

Em seguida dirigimo-nos aos portões da cidade (Valletta City Gate) e mais à frente encontrámos a St George Square. No Museu Militar observámos o render da guarda e ao lado tirámos fotografias à Casa Rocca Piccola. Seguimos pela Rua da República, uma rua pedonal com muito comércio até ao Forte de Santo Elmo

A paragem seguinte foi em Siege Bell War Memorial, mesmo antes de nos perdermos no interior de Valeta. Sem sabermos muito bem como, chegámos ao Saluting Battery e lá de cima vimos os barcos sairem do porto e achamos que seria agradável fazer a travessia. Descemos os degraus até ao ferry e visitámos as Three Cities. Depois da visita a estas três cidades (Senglea, Vittoriosa e Cospicua) regressámos a Valeta.

O dia estava a correr bem e ainda tivemos tempo para visitar o Auberge de Castille, depois a Igreja de Santa Catarina e finalmente a Praça Royal Opera antes de regressarmos à rua principal, a Rua da República que nos levaria de novo à paragem de autocarros.

É claro que ficou muito para ver mas a verdade é que não era nossa intenção visitar tudo em Valeta.

Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui!

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Mdina, a antiga capital de Malta

visitar mdina

Visitar Mdina é algo que não pode faltar na sua viagem a Malta. E não se deixe iludir pelo tamanho de Mdina, a cidade fortificada é compacta e tem muito para ver.

Visitar Mdina

A sua visita a Mdina vai começar, muito provavelmente, no portão de entrada, logo a seguir a uma pequena ponte.

Se olhar para a direita vai ver The Mdina Dungeons Museum e logo a seguir  o Museu de História Natural. Do lado oposto, pode apreciar a Torre dello Standardo e mais à frente St. Agathas’s Chapel.

Alguns metros mais à frente pode encontrar o St. Peter’s Monastery e se virar numa das ruelas à direita vai ter à Catedral.

Estes são apenas alguns exemplos da arquitetura que pode apreciar em Mdina. Os edifícios são muito bonitos e além dos já mencionados certifique-se que vê o Palazzo Santa Sofia, St. Roque’s Chapel, Church of the Annunciation of Our Lady, Carmelite Prior, Palazzo Falson, St. Peter in Chains, Visitation Chapel e St. Nicholas’ Chapel.

Estas e outras informações estão disponíveis no site malta.com.

mapa de Mdinaportão de entrada de Mdinafachada de edifício históricoruas de maltavisitar Mdinavisitar Mdinavisitar Mdina

Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui!

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BP International Hong Kong | hotel review.

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A escolha do hotel em Hong Kong não foi fácil e neste artigo vamos dizer-lhe as razões para escolhermos o hotel BP International Hong Kong.

Hotel BP International Hong Kong

Primeiro foi preciso escolher a localização e depois de muita ponderação decidimos ficar em Kowloon e não no centro de Hong Kong, por causa dos mercados noturnos. Sabíamos que queríamos ir aos mercados noturnos com frequência (acho que fomos todas as noites) e por isso estar perto dos mercados era importante.

A oferta de alojamento é grande desde hostels a hotéis de luxo.

Nós ficámos no BP Internacional e gostámos da experiência. Por cinco noites pagámos 6.338 HKD (cerca de 650,00 EUR sem taxas), por um quarto com dois beliches e pequeno-almoço. Não se esqueça que nós somos quatro, dois adultos e duas crianças.

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A vista do nosso quarto.

As instalações do hotel eram condizentes com um hotel de 4 estrelas segundo os parâmetros europeus. O quarto e WC eram pequenos mas suficientes para nós os quatro. As áreas comuns eram amplas e bem arranjadas. O staff era solícito e atencioso.

O pequeno-almoço estava incluído na tarifa e era variado. Tinha opções para gostos orientais (sopa, arroz, noddles) e ocidentais (torradas, croissants, pães, iogurtes, fruta, ovos).

No último dia pudemos deixar as nossas malas no hotel sem ter de pagar mais para que as guardassem.

Localização: 8 Austin Road, Tsim Sha Tsui, Hong Kong.

Distância da estação de Metro: 300 metros de MTR Austin Station.


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No blogue passaporte no bolso temos vários artigos com dicas de viagem para vários destinos e os relativos a Hong Kong podem ser acedidos aqui.

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Restaurantes | o que esperar. Mais alguns restaurantes que experimentámos em Hong Kong

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Já falámos em street food e no Temple Street Spicy Crab onde tivemos a melhor refeição em Hong Kong mas hoje queríamos falar da nossa experiência de uma forma genérica e em três restaurantes em particular, sendo que as noites em que jantámos em dois deles terminaram no McDonalds.

Os restaurantes são pequenos, é normal haver fila na rua e uma vez sentados tudo acontece muito rápido. A ideia é comer o mais rápido possível para que a mesa seja ocupada por outro grupo. A meio da refeição podem trazer-lhe a conta se demorar muito tempo.

Se precisar de garfo pode pedir mas o mais certo é darem-lhe uma colher. Os pauzinhos são usados por toda a gente e por incrível que pareça é muito fácil comer arroz com eles. Não espere que coloquem guardanapos na mesa, e se os encontrar verá que são muito pequenos.

Muitos menus estão em chinês mas a maior parte tem fotografias. Além disso, alguns restaurantes colocam os pratos que vendem com a respetiva descrição e preço na montra.

Foi o que vimos no Ca-Tu-ya, um restaurante japonês que parecia ser uma boa escolha. O aspeto até era bom, na nossa opinião, mas só se ficou pelo aspeto. O arroz não tinha sal, o panado de frango tinha um sabor pouco agradável, o camarão estava cheio de pão ralado, o molho era viscoso e a sopa não se conseguia comer. Está a ver a cara no nosso filho mais novo? Só conseguiu comer arroz!

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Outro restaurante que parecia que ia correr bem foi o Tsuen Wan, em frente ao BP International Hotel. Um prato esta bom, o outro nem por isso, consegue adivinhar qual estava bom?

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A nossa experiência culinária também incluiu noodles, no Club Noodles perto de Temple Street e esta foi uma boa escolha! Os funcionários mal falavam inglês mas tinham um menu em inglês. A comunicação foi por gestos, surreal.

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Além destes restaurantes também tivemos oportunidade de experimentar Ramen e fatias gigantes de piza.

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Street Food em Hong Kong | nem sempre correu bem!

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A nossa experiência culinária em Hong Kong foi diversificada. Já falámos do Temple Street Spicy Crab Restaurant, e se ficou com alguma dúvida, deixe-me dizer-lhe que foi a melhor refeição que fizemos em Hong Kong.

Chegará a altura de lhe falar em alguns restaurantes que experimentámos, mas hoje vamos contar a aventura que foi o nosso périplo pelas ruas dos mercados noturnos de Ladies Market e Temple  Street Market.

É preciso estar preparado e pôr de lado alguns preconceitos pois a oferta de comida é, vamos dizer, diferente. Não vimos gafanhotos ou grilos mas intestinos de porco, patas de galinha e outras miudezas são bastantes comuns.

Eu já não me lembro da maior parte dos nomes da comida mas em alguns casos é mais ou menos óbvio e noutros posso explicar-lhe o que é.

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Fish Balls ( bolinhos de peixe cozidos ao vapor e servidos com molho). Na minha opinião, os primeiros são melhores.

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Pedaços de carne de porco mergulhados em molho agridoce (não conseguimos comer, foi para o lixo)

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Hot dog (parecidos com os vendidos na Alemanha).

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Não consegui perceber o que se tratava, nem quis saber.

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Fish balls e miudezas várias.

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Ao vivo não parecia tão desagradável 🙁

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Hot dog, intestinos de porco enrolados e stinky tofu

Eu estava decidida a experimentar o Stinky tofu, dizem que é parecido com um queijo envelhecido muito forte, mas não estava à espera que cheirasse tão mal. Não consegui controlar o vómito.

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Cantonese food

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Os doces correram melhor!

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Estes pães doces não têm sabor a ananás, o nome vem do forma parecida com o ananás.

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Egg Tart (uma variante menos boa dos nossos pastéis de nata. Existem de massa folhada e de massa de biscoito)

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Egg waffle (foi o nosso snack todos os dias. Nós preferimos os simples mas existem de vários sabores)

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Dicas para viajar com crianças para Hong Kong.

Dicas para viajar com crianças para Hong Kong. Quando comunicámos aos nossos amigos e familiares que íamos a Hong Kong a primeira coisa que nos perguntaram foi: Os miúdos também vão? Não sei bem porquê mas acharam que por ser uma viagem longa os nossos filhos ficariam com os avós. Pois nós queremos viajar em família, é um tempo maravilhoso que não estamos dispostos a abdicar. Mas é claro que temos algumas preocupações.

Os nossos filhos já não são bebés, o mais novo na altura tinha cinco canos (fez seis quando regressámos de Hong Kong) e o mais velho tem quinze.

Dicas para viajar com crianças para Hong Kong

As nossas preocupações principais eram o tempo de voo, a alimentação e a gestão do cansaço.

Tempo de voo

Trinta e duas horas de voo no espaço de uma semana. Catorze horas na ida para Hong Kong com escala em Londres e dezoito horas no regresso com escala em Madrid. O tempo das escalas (acrescentar) serviu para nos deslocarmos de um terminal para outro e passearmos um bocadinho, sem correrias mas também sem nos preocuparmos em “fazer horas”.

Contas feitas, saímos do Porto às 08:55 da manhã de domingo e chegámos a Hong Kong por volta das 07:00 da manhã de segunda-feira. No regresso, saímos de Hong Kong às 00:50 de domingo e chegámos ao Porto às 11:40 da manhã do mesmo dia. Foram muitas horas dentro de aviões.

O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Aproveitar o tempo dentro do avião. Levámos consolas, fizemos passeios no corredor do avião, comemos rebuçados que levámos de casa, dormimos e conversámos. Pense bem, não acha que passa pouco tempo com os seus filho? Eu acho que todo o tempo com eles é pouco e o tempo que se passa dentro de um avião pode muito bem ser aproveitado para conversar. De preferência conversas a dois.

Em casa costumamos estar sempre os quatro mas no avião, como estamos sentados uns ao lado dos outros não dá muito jeito falarmos em conjunto e acaba por ser normal que as conversas a dois surjam. Ao final de algum tempo mudamos de lugar e todos têm oportunidade de falar com todos. Os laços familiares saem reforçados.

Alimentação

Nós damos muita importância à gastronomia local quando viajamos mas deixa de ter piada quando pedimos três ou quatro coisas que não conseguimos comer. É um desperdício de comida e dinheiro.

O nosso filho mais novo, coitado, quase não provou a comida quando visitámos a estátua do Buda Sentado porque a refeição era vegetariana e o que pedíamos nos restaurantes nem sempre era do seu agrado.

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O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Dar muita importância ao pequeno-almoço. As opções de pequeno-almoço no nosso hotel eram variadas (torradas, croissants, pães, iogurtes, fruta, enfim, aqueles alimentos que estamos habituados a comer à primeira refeição da manhã). Insisti sempre para que comessem bem ao pequeno-almoço pois não sabíamos como seriam as restantes opções durante o dia.

Além disso, todos participavam na escolha do restaurante. Antes de entrarmos em qualquer restaurante todos diziam o que achavam. Este foi um truque traiçoeiro porque na maioria das vezes eu já tinha pesquisado o restaurante e sabia mais ou menos o que nos esperava. É claro que também me enganei e algumas escolhas foram muito más. Nessas alturas recorremos ao McDonals ou comprámos waffles na rua.

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O que costumamos fazer em todas as viagens é comprar snacks no supermercado. Tenha em atenção que os supermercados são pequenos, aliás, como todas as lojas em Hong Kong, mas comprámos bolachas, chocolates e água que tínhamos connosco para situações mais críticas.

Gestão do cansaço

Nós queríamos visitar muitas coisas mas achamos que era difícil aguentar um ritmo acelerado todos os dias. Já reparou na quantidade de lugares que visitámos?

O que fizemos para ultrapassar esta situação?

Marcámos tours organizados em dias específicos quando as deslocações por nossa conta eram demoradas ou complicadas.

Compreendo que alguns viajantes fujam destes grupos a sete pés porque são dispendiosos e dão pouca liberdade mas, convenhamos, são muito cómodas. Então, para quem viaja com crianças são, muitas vezes, a salvação.

Os miúdos estão cansados? Que durmam no autocarro. Estão aborrecidos? Que joguem consola, os adultos podem continuar a aproveitar a viagem. E o que me deixa espantada é que os nossos filhos costumam ser as únicas crianças nesses tours, então os restantes membros do grupo esforçam-se por interagir com eles, fazem-lhes perguntas, dizem que têm filhos/sobrinhos/netos da mesma idade e que sentem a falta deles, comentam a interação entre os irmãos, elogiam como são bem comportados (meu Deus, se soubessem a verdade!), enfim, adotam os rapazes que se sentem as estrelas do grupo.

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Lembra-se das nossas dicas para roadtrips? Imagino que cada família tenha as suas próprias dicas e truques para sobreviver a viagens com crianças. Partilhe connosco a sua opinião!

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Como usar o Metro (MTR) em Hong Kong

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Hong Kong tem um sistema de transportes públicos bastante económico e eficiente e o Metro foi o que mais usámos na nossa viagem.

Para usar o Metro terá de adquirir o Octopus Card.

Tenha em consideração que as estações de Metro são muito grandes, com várias saídas e a maior parte delas tem centro comerciais no interior o que torna as coisas um bocadinho mais confusas. Mas não é difícil orientar-se se estiver atento a alguns detalhes.

Quando entrar no Metro vai perceber que as linhas onde circulam as composições estão fechadas com portas de vidro e que só abrem quando a composição do metro parar. As portas abrem-se automaticamente (não precisa carregar em nenhum botão) e as pessoas que estão dentro do metro saem pelo meio. Se estiver do lado de fora e olhar para o chão, vai ver umas setas que indicam onde os passageiros vão sair e as setas onde os passageiros fazem fila para entrarem. Normalmente em cada porta são formadas duas filas nos lados para as pessoas entrarem. Essas filas são respeitadas, ninguém passa à frente de ninguém.

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Se não houver lugar na carruagem as portas fecham-se e tem de esperar pela próxima. A frequência de carruagens é elevada, portanto não se preocupe pois só vai esperar alguns minutos.

Em alturas de maior afluência estão funcionários que ajudam com a entrada e saída de pessoas das composições. E a ajuda por vezes são uns empurrões para caberem mais algumas pessoas.

Quando estiver no interior da carruagem e chegar a hora de sair, olhe para ao placard por cima da porta de saída. Vai perceber que a porta que vai abrir tem uma luz verde e que a porta contrária tem uma luz vermelha.

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Na saída, quando passar a zona onde faz a leitura do Octopus Card, existem uns painéis com as saídas possíveis. O ideal é saber exatamente qual é a sua saída antecipadamente mas se não souber seja com atenção a que locais a saída dá acesso. É que pode sair do lado errado da rua e depois nem sempre consegue atravessar.

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Como se locomover em Hong Kong | Octopus Card

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Hong Kong tem uma excelente rede de transportes públicos. Tem à sua disposição o Metro, o autocarro, Tram Way e o Star Ferry  Táxis também são muito populares mas não poderá utilizar o Octopus Card, o pagamento terá de ser em dinheiro.

O Octopus Card é um cartão de transporte recarregável que pode ser utilizado em todos os transportes públicos. Nós só usamos o Metro e o Tram Way mas disseram-nos que o modo de funcionamento nos restantes transporte é igual ao Metro. Para relembrar, se usar o Tram Way, a validação do Ocotpus Card é feita quando sair do elétrico.

Além dos transportes públicos pode utilizar o Octopus Card para pagar as suas compras no supermercado ou nas máquinas de vending.

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Onde comprar

Em qualquer estação de metro, nas máquinas automáticas ou nos balcões de informação. Se usar o Octopus Card pela primeira vez aconselho a comprar num balcão de informação pois pode pedir um mapa da rede para andar consigo.

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Quanto custa

Nós pagámos 150 HKD por cada adulto e 70 HKD pelo cartão de criança. Estes valores incluem uma caução de 50 HKD por cada cartão. Os preços atualizados podem ser consultados aqui. Quando o saldo terminar pode recarregar o cartão em qualquer estação de Metro.

Como usar

O cartão Octopus Card tem de ser validade quando entra no transporte. Passe o Octopus Card no visor e as portas abrem-se. Quando sair deve passar novamente o cartão no visor e aparece a informação de quanto custou a viagem e qual o saldo disponível.

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Como sei quanto custa uma viagem?

O valor de cada viagem depende do trajeto que fizer e a tabela está afixada nas estações de Metro. Mas nós não nos demos ao trabalho de ver quanto custava cada viagem porque andar de Metro em Hong Kong é muito barato, eram-nos descontados alguns cêntimos de cada vez.

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O que acontece se ao sair não tiver saldo suficiente para pagar a viagem que fiz?

No visor aparece um valor negativo, as portas abrem.se na mesma e pode sair sem fazer um recarregamento no cartão. Mas da próxima vez que pretender entrar as portas não se abrem e tem de recarregar o cartão.

Posso usar o Octopus Card para na viagem do aeroporto até ao centro de Hong Kong?

Sim, explicamos tudo neste post.

Como recupero o valor da caução e o dinheiro que não utilizei?

Quando não precisar mais de usar o Octopus Card, pode solicitar o reembolso da caução e do saldo que estiver no cartão. Imagino que o possa fazer em qualquer estação de metro mas nós pedimos o reembolso no aeroporto.

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