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O que visitar em Tarragona, na Catalunha

O que visitar em tarragona

O que visitar em Tarragona será o tema do artigo de hoje. Vamos dizer-lhe quais são os sítios mais emblemáticos da única cidade Património da Humanidade da Catalunha. Connosco vai percorrer as ruas estreitas do centro histórico e vai ficar deslumbrado com os vestígios que chegaram aos tempos de hoje.

Sabe que que vestígios estamos a falar? É que em Tarragona coexistem quatros períodos distintos da História da Humanidade.

São eles os períodos medieval, romano, moderno e contemporâneo.

O que visitar em Tarragona

A Catedral de Tarragona

A Catedral é um dos monumentos mais visitados na cidade de Tarragona.

Está situada em pleno centro histórico e alberga o Museu Diocesano, o claustro e capelas.

O Anfiteatro Romano de Tarragona

Ruínas do alfiteatro de Tarragona

Este Anfiteatro foi construído no século II DC e foi palco de lutas de gladiadores e de animais.

Pode visitar o interior do Anfiteatro de terça a domingo, mediante aquisição de bilhete.

Também fazem visitas noturnas, com as ruínas iluminadas com luzes amareladas, se tiver interesse.

O Balcão do Mediterrâneo

Local privilegiado com vista magnífica sobre o Mediterrâneo

O Balcão do Mediterrâneo é uma zona junto ao Anfiteatro Romano que permite uma vista privilegiada sobre o Mar Mediterrâneo.

É também um bom sítio para tirar fotografias de cima ao Anfiteatro.

Tenha é cuidado com os carros pois o Balcão do Mediterrâneo é junto a uma estrada com muito movimento.

Passeio Arqueológico Romano de Tarragona

Em Tarragona, por volta do século II AC, havia uma grande muralha que limitava o perímetro urbano.

Dos mais de três quilómetros iniciais, apenas restam cerca de mil e cem metros, que podem ser observados no centro histórico.

No entanto, o Passeio Arqueológico inclui muralhas do tempo romano (século II AC) e fortificações da época medieval (século XIV) e da época moderna (século XVIII).

Portal de Santo António

O Portal de Santo António faz parte da antiga muralha que protegia a cidade e dava acesso ao Mar Mediterrâneo.

Está completamente integrado na paisagem urbana e as pessoas atravessam o portal quando se dirigem à Praça de Santo António.

A Torre Romana

Torre Romana em Tarragona.

A Torre Romana está localizada no centro histórico de Tarragona.

Foi construída no século I e foi residência real no século XIV.

Como existem esplanadas junto à Torre Romana, tomamos a liberdade de sugerir que aproveites para descansar um pouco e sentir a vibe do local

O que fazer em Tarragona

  • Passear na Rambla Nova e observar o monumento aos castellers (uma tradição antiga em que grupos de pessoas sobem para os ombros de outras pessoas formando “castelos humanos”;
  • Comprar produtos frescos no mercado central;
  • Observar o mar no Balcão do Mediterrâneo;
  • Fazer um desvio e ir até à Ponte do Diabo, um aqueduto romano com duzentos e dezassete metros de comprimento e vinte e cinco de altura.

Melhores praias em Tarragona

Praia del Miracle: é a praia mais próxima ao anfiteatro romano, com um extenso areal e excelentes acessos.

Praia de la Savinosa: É a praia de nudistas da região.

Praia Llarga: (não confundir com a praia com o mesmo nome em Salou) é uma praia com um extenso areal, perfeita para um dia de praia em família.

Alojamento em Tarragona

Nós ficámos alojados em La Pineda (Salou) no Hotel Palas Pineda (post em breve).

Porém em Tarragona existem várias opções de hotéis e parques de campismo.

Aproveitamos para referir que dispomos de condições preferenciais na reserva de hotéis. (reservapassaporte@gmail.com).

Melhor altura para visitar Tarragona

Os meses de verão são os melhores para visitar Tarragona, se está a pensar usufruir das praias magníficas.

Como chegar a Tarragona

Nós utilizámos o autocarro a partir de La Pineda.

O trajeto demorou cerca de quinze minutos até à estação em Tarragona.

Os bilhetes podem ser comprados a bordo, ou em alternativa pode utilizar o saldo do seu cartão T1.

Se não sabe do que estamos a falar recomendamos que veja o artigo sobre Dicas para visitar Salou.

O que visitar perto de Tarragona

Se tem alguns dias extra recomendamos que visite Salou, Barcelona ou o PortAventura Park.

Gostaria de conhecer melhor Espanha? Já publicámos vários artigos dedicados a destinos espanhóis! Também organizamos viagens, veja algumas promoções em Ofertas de VIAGENS! E não se esqueça de nos acompanhar no Instagram.

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Praia da Vieira | guia de viagem completo!

Praia da Vieira

O que visitar na Praia da Vieira

A Praia da Vieira é essencialmente um destino de veraneio, com um extenso areal que se estende por vários quilómetros.

Não existindo muitas atrações turísticas para visitar, o Pinhal de Leiria, apesar dos incêndios, e a foz do Rio Liz são lugares bastante interessantes para serem visitados.

O que fazer na Praia da Vieira

Podem não haver muitos lugares para visitar mas, em contrapartida, existem muitas atividades que podem ser levadas a cabo na Praia da Vieira.

1 – Passar um dia no Parque Aquático Mariparque.

mariparque praia da vieria

Neste parque de diversões poderá desfrutar de piscinas exteriores, escorregas, pistas e water slides e animação permanente. Está aberto durante e época balnear, isto é, ente junho e setembro.

2 – Acampar no Parque de Autocaravanas e Roulotes

É adepto do autocaravanismo? Nós temos muita vontade de experimentar e achamos que nos iremos divertir muito. Por isso, estamos sempre com o radar ligado para encontrar bons sítios para estacionar a autocaravana (que ainda não temos) e este parque pareceu-nos perfeito!

Tem bastante espaço, fica perto da praia e tem alguns sítios à sombra.

3 – Observar o pôr-do-sol na foz do Rio Liz

Junte a família e assista a um espetáculo magnífico e que ainda por cima é gratuito.

4 – Conversar com os pescadores junto ao Rio Liz

Pescadores junto ao rio liz

É habitual encontrar grupos de pescadores entretidos junto ao Rio Liz que passam horas a fio no mesmo lugar.

O que acha de ir ter com eles e conversar um bocadinho? De certeza que eles agradecem a companhia e além disso devem ter muitas histórias para contar.

Por outro lado podem dar-lhe dicas úteis da região, aproveite!

5 – Fazer um piquenique no Parque de Merendas da Praia da Vieira

Nós somos adeptos de piqueniques! Não existe melhor forma de passar tempo em família, do que na natureza com comidinha à frente.

Parece que os alimentos sabem melhor neste ambiente!

Se partilha a nossa opinião vai contente por saber que existe junto à Praia da Vieira um parque de merendas propício a grandes piqueniques.

6 – Fazer um tour de observação de aves na Foz do Rio Liz.

A Foz do Rio Liz é um ótimo lugar para observar diferentes espécies de aves.

Assim, sugerimos que se junte a um grupo e explore as potencialidades da região.

7 – Deliciar-se com um arroz de marisco autêntico.

A proximidade com o mar fez com que vários restaurantes da região se especializassem em pratos de marisco.

Se é como nós e gosta de marisco nós recomendamos o restaurante Flor do Liz, o Pérola do Mar e O Mirante.

8 – Praticar Kitesurf, Surf ou Bodyboard

desportos radicais

Se é praticante destas modalidades vai ficar contente por saber que na Praia da Vieira encontrará as condições ideais para a prática de Kitesurf, Surf e Bodyboard!

9 – Percorrer os passadiços na orla dunar

A orla dunar é um ecossistema frágil mas na Praia da Vieira poderá visitá-la sem problemas pois construíram passadiços de madeira que atravessam as dunas.

Dunas na Praia da Vieira

Alojamento em Praia da Vieira

Nós ficámos alojados no Hotel Cristal Praia Resort & SPA que recomendamos.

Aproveitamos para referir que dispomos de condições preferenciais na reserva de hotéis, pelo que pode contactar-nos para mais informações (reservapassaporte@gmail.com).

Melhor altura para visitar

A melhor altura para visitar a Praia da Vieira é, sem dúvida, nos meses de verão.

É quando poderá usufruir da praia, mas também das esplanadas, cafés e restaurantes que existem junto à Avenida Marginal.

Nesta altura as caminhadas junto à praia são obrigatórias, principalmente ao início da manhã e ao final do dia.

Durante o resto do ano é comum alguns estabelecimentos fecharem portas.

Como chegar à Praia da Vieira

A Praia da Vieira pertence à freguesia de Vieira de Leiria, concelho da Marinha Grande, distrito de Leiria.

Nós viajamos do Porto e seguimos pela A1 e depois a A17.

No entanto, se viaja de Lisboa, poderá usar a A1 ou A8.

O que visitar perto da Praia da Vieira

Nós recomendamos que visite a cidade de Leiria, mas se tiver oportunidade de se deslocar alguns quilómetros, sugerimos a magnífica vila de Óbidos (post em breve) e o Buddha Eden no Bombarral.

Por outro lado, também pode visitar a Batalha e Alcobaça (posts em breve).

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Hotel Cristal Praia Resort & Spa

Hotel Cristal Praia Resort

O Hotel Cristal Praia Resort & SPA é uma unidade hoteleira de quatro estrelas localizada na Praia da Vieira, em Leiria. Tem vinte e um quartos standard e sessenta e cinco villas. As villas são pitorescas casinhas pintadas em cores coloridas, semelhantes às que encontramos na Costa Nova e Praia de Mira.

Por seu turno, o Hotel Cristal Vieira Praia & SPA *** dispõe de noventa e sete quartos e está situado no mesmo empreendimento que o Hotel Cristal Praia Resort & SPA.

Porém, ambos permitem o acesso ao Mariparque, um parque de diversões aquático.

Neste artigo vamos falar destes dois hotéis, em especial do Hotel Cristal Praia Resort & SPA, que é o que conhecemos melhor.

Além disso, nós dispomos de condições preferenciais na reserva de hotéis, pelo que pode contactar-nos (reservapassaporte@gmail.com) para mais informações.

Os quartos do Hotel Cristal Praia Resort & Spa

Quarto do Hotel cristal Praia Resort

Nós ficámos alojados numa villa e adorámos. As villas são constituídas por r/c e primeiro andar, sendo que nós ficámos num primeiro andar.

Isto significa que um dos quartos, neste caso o quarto dos meninos, era na parte superior da villa, junto ao telhado.

Eles gostaram muito da experiência de dormir “no sótão”, como lhe chamaram.

Os quartos tinham bastante espaço, só havia televisão no quarto principal (o segundo quarto não tinha) e ainda estava disponível um pequeno frigorífico.

Áreas comuns do Hotel Cristal Praia Resort & Spa

A receção está aberta 24 horas, existe piscina interior e exterior, além de SPA.

No entanto, as áreas comuns que nos chamaram mais a atenção foram o Restaurante Cristal e o aquaparque Mariparque, e por essa razão, vamos falar em pormenor destes dois espaços.

O Restaurante Cristal

pequeno-almoço do hotel cristal

O Restaurante Cristal serve pequenos-almoços, almoços e jantares.

Nós apenas tivemos oportunidade de experimentar o pequeno-almoço e o jantar e ficámos satisfeitos com a experiência.

Ao pequeno-almoço estava disponível uma oferta generosa de pães, bolos, queijos, charcutaria, iogurtes, cereais, fruta e sumos, além de café e chá.

O jantar, servido em sistema buffet, contemplava uma seleção de saladas frias, um prato de carne, um prato de peixe, um prato vegetariano e sobremesas diversas.

De mencionar que as bebidas não estavam incluídas no preço da refeição, como, aliás, é pratica habitual.

Mariparque

mariparque praia da vieria

Os hóspedes do Hotel Cristal Resort & SPA e do Hotel Cristal Vieira Park & SPA têm acesso direto e livre ao Mariparque mas se não estiver alojado nestes hotéis pode igualmente frequentar o parque aquático.

As principais atrações são as pistas, os escorregas e water slides, além dos tobogans.

Existe muito espaço para espreguiçadeiras que contornam as diversas piscinas exteriores.

A animação é garantida tanto para crianças como para adultos.

Localização do Hotel Cristal Praia Resort & Spa

O Hotel Cristal Resort & SPA está localizado na Avenida Marginal, 2430-696 Praia da Vieira, no distrito de Leiria.

Contactos:

Telefone: +351 244 699 060

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Tailândia, roteiro & dicas de viagem

Long Beach

Roteiro & dicas de viagem | Tailândia

O artigo que se segue foi-nos enviado pela Sofia Novais que visitou recentemente a Tailândia. Ela adorou a viagem e quis partilhar connosco a sua experiência!

Obrigada, Sofia, a palavra é tua 🙂

20/10 – 12:15 – OPO – BKK

21/10 18:25h

Chegamos a BKK – IBIS Styles Bangkok – Muito porreiro e bom pequeno- almoço.

22/10 – Templos

GRAND PALACE – Grande Palácio Real // Morada: Na Phra Lan Road, Old City (Rattanakosin) // Horário: 08h30 – 15h30 // preço 500 bht (12,50 €).

Construído em 1782, o Grande Palácio Real foi, durante cerca de 150 anos, a residência oficial da família real da Tailândia.

Hoje em dia é uma das principais atracções de Bangkok e o local usado para comemorações e cerimónias oficiais.

É composto por uma série de outros edifícios onde se inclui o já referido Wat Pra Kaew.

É importante ter em atenção que o código de vestuário no Grande Palácio Real é bastante rigoroso. As mulheres não podem entrar de ombros e pernas à mostra e os homens deverão usar calças compridas e camisas/tshirts com mangas.

No entanto, podemos comprar t-shirts e panos para enrolar à volta das pernas à entrada. No entanto, é sempre melhor levarmos a nossa própria roupa.

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WAT PRA KAEW – Templo do Buda de Esmeralda // Morada: Fica dentro do GRANDE PALACE.

O Wat Pra Kaew é um dos 3 mais visitados. Um dos seus principais atractivos é o Buda Esmeralda esculpido numa pedra de Jade com 66 cm de altura.

É um espaço enorme, com 94 hectares, preenchido por cerca de 100 edifícios.

Podes contratar um Guia no interior do recinto ou alugar um audio-guia por 200 bahts e 2 horas para ficares a perceber melhor a história por trás deste templo majestoso.

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WAT PHO – Templo do Buda Reclinado // Morada: Maharat Road, Old City (Rattanakosin) // Horário: 08h – 17h // preço 100 bht (2,50 €) // obs: fica ao lado do GRANDE PALACE.

O Wat Pho é o segundo dos 3 templos budistas mais visitados em Bangkok e um dos maiores e mais antigos também.

Uma das suas principais atrações é o famoso Buda reclinado dourado com 15m de altura e 43m de comprimento, e pés de 4m decorados com madre-pérola.

O templo está localizado mesmo ao lado do Grande Palácio Real. Curiosamente é também o local onde se encontra a primeira escola de Massagem Tailandesa, por isso podes aproveitar para descansares o corpo depois da visita ao templo, com uma massagem tailandesa original.

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⦁ WAT ARUN – Templo da Madrugada // Morada: no lado oeste do Rio Chao Praya (lado oposto ao cais Tha Thien) // Horário: 08h – 18h // 100 bahts (2,50 €)

O Wat Arun é o 3º templo budista mais visitado em Bangkok. O seu nome significa “Templo da Madrugada” e está localizado do outro lado do rio, no lado oposto do Grande Palácio Real e do Wat Pho.

O templo é especialmente conhecido pela sua Torre em estilo Khmer com 82m de altura, rodeada por 4 torres mais pequenas decoradas com cerâmica chinesa.

Oferece um cenário fantástico ao pôr-do-sol, no entanto a melhor altura para visitá-lo é de manhã bem cedo para evitar as multidões.

Para chegares até lá precisas de apanhar um barco no cais Sapphan Taksin e sair no cais 8. Daqui e por apenas 3 bahts, és levada num barco shuttle até ao outro lado do rio onde se encontra o Wat Arun. – não chegamos a visitar

23/10 – Mercados

Mercado do Trem: O Mercado do Trem da Tailândia, que muita gente acha que fica em Bangkok, está localizado em Maeklong, uma província que fica a cerca de 70 km de Bangkok.

A maneira mais fácil de chegar lá é contratando um tour saindo de Bangkok. As agências oferecem diversas opções de tours e passeios.

Eu escolhi o combinado: Maeklong Railway Market (Mercado do Trem) + Damnoen Saduak Floating Market (Mercado Flutuante).

Flutuante: O Damnoen Saduak é o mais famoso mercado flutuante em Bangkok e aconselha-se uma visita de manhã cedo.

Está localizado a cerca de 30/40 minutos de Bangkok na província de Ratchaburi e aberto diariamente, das 07h às 12h.

Podes meter-te num tour para ir até lá ou então apanhares um táxi até ao Terminal de Autocarros Sai Tai Mai Taling Chan e apanhar o autocarro #78 que te deixa a 1km do mercado.

Daí podes ir a pé ou apanhar um táxi até lá. // 60km de BKK – neste mercado é tudo muito mais caro, não compensa comprar nada.

Procuramos uma agência de Rua e por 300 baths conseguimos fazer as duas visitas , sendo que o barco para percorrer o mercado flutuante são mais 1000baths por pessoa (muitas agencias dizem que por 150baths se arranja no loca –não é verdade, a não ser que se trate de um grupo grande, aí sim, divide-se o valor do barco por todos.

Este é um passeio de meio dia, saindo às 7 da manhã do hotel e retornando logo após o almoço – perto das 13h00.

Tudo o que quisermos comprar, é em BKK que é o sítio mais barato da Tailândia.

Em BKK andamos sempre de Tuk Tuk sendo que temos que negociar tudo, sem problemas, há muita oferta e os preços descem quase 50% seja em transportes ou lojinhas de rua.

MBK Center (na minha opinião, não vale mesmo a pena, é uma loja chinesa em tamanho gigante)

Zonas de animação Noturna:

⦁ Khaosan Road ( a zona do hotel onde ficamos): à noite, podemos passear pela rua Khao San, que é uma rua super movimentada, com lojas, restaurantes, massagem, montes de pessoas na rua.

⦁ Sky bar – Lebua State Tower Hotel:
Caro – gastamos cerca de €20 numa bebida, mas a vista do 64º andar deste edifício, é daquelas imagens que ficam registadas na nossa memória. Ambiente 10 estrelas, bebidas e atendimento ao mesmo nível, obrigatório ir.

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24/10

Dia livre até aprox. 17h // VOO BKK (DMK AIRPORT) – CHIANG MAI 21:10h //22:20h // Ida para Hotel – ficamos num bem simples mas que gostamos bastante até do pequeno-almoço – Lamphu House Chiang Mai – contratamos o transfer do hotel.

25/10 – Templos:


⦁ Doi Sutep (o templo da montanha): Esse templo fica no alto de uma montanha, e o caminho para chegar até lá é uma estrada linda e bem sinuosa.

Aos poucos a cidade vai ficando pequena lá em baixo e até sentimos um ventinho gelado, pra refrescar o calor da Tailândia.

Como se não bastasse subir durante todo o percurso na estada, na entrada do templo temos que encarar uma escadaria enorme, com 300 degraus, então, é preparar o folego e sobir porque o templo compensa tudo.

Para chegar lá precisamos de contratar um songthaew (red truck) privado por 400 Bath ou ir até o Chang Phuak Gate (na frente do 7Eleven – supermercado que nos matou a fome em alguns dias de más refeições, super barato) de onde saem os yellow trucks públicos que custam 60 Bath por pessoa até lá.

Ou ainda alugar uma scooter. – Optamos por o red truck que nos levou a mais que um local e esperou por nós até ao regresso. Aqui temos que levar ombros e pernas tapadas mas emprestam uma “bata”comprida em troca de uma doação a buda.

Os Red Truck:

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Doi Sutep:

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Tribo das Mulheres-girafa: 119/9 Tapae Rd., Muang District, Chiang Mai Thailand 50100 | baantongluang.com
⦁ Quanto custa a entrada na Tribo das Mulheres-girafa: Entrada: 500 Bahts (€15) muito caro para uma aldeia tão pequena em que para tirar fotos por vezes temos que gastar dinheiro a comprar alguma coisa, a visita são 20 minutos. Só depois percebemos porque nunca aparecia nos sítios mais visitados, na compensa de facto. Visitamos quando descemos do Doi Sutep.

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Wat Lok Molee: É um dos templos mais antigos da cidade, lá do século 14 quando foi construído para ser o Templo Real e vale muito incluir no roteiro por ficar praticamente na frente de um dos portões da Cidade Antiga de Chiang Mai.
Wat Phra Singh: É um dos maiores templos-complexo da Chiang Mai e fica dentro da Cidade Antiga. 
Chedi Luang: Esse templo foi construído em 1401 e apesar do terremoto de 1545, o templo continua lá com seus elefantes esculpidos nas laterais. Ele fica exatamente no centro da Cidade Antiga e é onde está o guardião de Chiang Mai. Entrada: 40 baht
Wat Si Suphan: O templo de prata é um dos templos mais bonitos da cidade. Ele todo feito de prata e alumínio esculpidos por monges artesãos de Chiang Mai. No sábado fica todo iluminado por causa do Saturday Night Market e tem Monk Chat. 
Chiang Mai é cheia de Templos, é tudo lindo!!!

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26/10 –Elephants Nature Park – Santuário dos Elefantes (2500 thb)

Visitamos este porque se trata de um santuário de resgate de animais maltratados (principalmente em circo) dos poucos (senão o único) em que não é permitido montar os elefantes nem obriga-los a tomar banho, apenas os podemos alimentar, são voluntários que nos guiam a visita e 90% do que pagamos é para gastos com os animais (alimentação, veterinário etc).

Acolhem outros tipos de animais e é notória a dedicação de todos.

A NOITE – Visitar um Mercado Noturno

⦁ Night Baazar
⦁ Ploen Ruedee Night Market
De perder a cabeça com tantas lojinhas de rua com artesanato – fecha tudo mais tarde que o normal (1h da manhã, enquanto em Bkk a partir das 22h a cidade “morre”).

27/10 – Manha livre // VOO CHIANG MAI – KRAB (15:10h // 18:35h) + seguimos de transfer para RAILAY BEACH.

Para chegar a Railay Beach usamos camioneta, mota com atrelado, barco e trator, tudo muito prático!! Até nos instalarmos no Sunrise Tropical Resort – e adoramos tudo nesta ilha.

Dá para conhecer toda a ilha a pé, a noite também acaba à 1h da manhã, o por do sol é fantástico, os bares de praia com esteiras na areia são fantásticos, o ambiente é descontraído, tem praias paradisíacas.

Nas ruas só se caminha ao som de Bob Marley ou Jack Johnson.

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A famosa cave da fertilidade:

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A praia:

Visita obrigatória – “o bar “Black Pearl”- boa música e como tudo nesta ilha – muito boa onda emTonsai.

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Aqui na praia ao final do dia, é ótimo para beber um cocktail num dos barzinhos que disponibiliza umas esteiras para nos sentarmos a apreciar o pôr do sol:

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30/10 – RAILAY BEACH / PHI PHI (ko phi phi don)

Apanhamos logo ferry pela manha (chegar a phi phi pelas 12:00h)

31/10 – PHI PHI

Ficamos instaladas num hotel super simples e também gostamos – “The Cobble Beach”.

Por esta ilha não há outra hipótese senão andar a pé ou de “táxi boat”. É uma zona bastante turística e há festas de praia e barzinhos abertos até tarde.

Quase nos sentimos “em casa” com tanta gente brasileira e simpática que ali habita.

Disseram-nos eles, que a melhor altura para ir à Tailandia é mesmo antes de 01 de dezembro, depois disso, entrando época alta, quase nada é negociável e tudo bem mais caro.

Fizemos um passeio de barco de meio dia no valor de 600 baths que negociamos por 300baths que vale muito a pena.

O passeio começa às 13h e termina às 19h, com direito a várias paragens para mergulhar, conhecer as famosas “monckey beach”, “Maya Bay” (nesta o barco não pode parar, está interdita por as âncoras dos barcos terem estragado os corais, não existe previsão de reabertura), fazer snorkeling e acabar a ver o fantástico pôr do sol no meio do mar e mergulhar perto de uma gruta para ver a “água a reluzir”.

Long Beach (40 minutos a pé mas extremamente cansativo o percurso para lá fomos a pé mas no regresso, por 100baths (€2.7) contratamos um barco do cais principal até esta praia deslumbrante – não perder mesmo!

Long Beach

Koh Phi Phi Viewpoint – Subir por volta das 17h – Longa caminhada e muitooss degraus, subida bem estreita mas no fim é o por do sol mais lindo de sempre! Custa 30Baths (menos de 1€)

Koh Phi Phi Viewpoint

01/11 – PHI PHI / AO NANG

– apanhar o ultimo ferry

02/11 – AO NANG // KRABI – VOO KRABI – BKK as 15:40h//17:00h – (ficamos num hostel pois era só uma noite)

03/11 01:55h// 18:25h – BKK – OPO

Não conseguimos visitar mais do que isto e ainda assim muito tempo foi passado entre viagens mas é uma viagem simplesmente inesquecível.

Os voos principais foram comprados com pouco mais de 2 meses de antecedência pela Etihad e ficaram por 600€ certos.

Os internos ficaram por cerca de 90€. Penso que é possível conseguir mais barato se contratarmos companhias diferentes no entanto muito arriscado para fazer escalas, se o tivéssemos feito tínhamos perdido 1 voo.

O custo médio por dia de todos os hotéis foi de €17, o Ibis foi o mais caro.

Além deste dinheiro carreguei o meu Revolut com € 600 e foi este o valor que gastei para jantares e hotéis (reservados no booking) durante todos estes dias e mais € 100 que levava em dinheiro.

Não nos livramos das taxas de levantamento que o próprio país cobra, são cerca de €5 por cada um.

Pagamos o máximo que conseguimos por Multibanco sendo que é quase sempre cobrada uma taxa de 3%, no entanto compensa.

Em média por refeição gastamos 6€ por cada uma, como não aprecio comidas muito picantes optei quase sempre por italiano, apenas 2 dias comi comida tailandesa e um dos pratos adorei.

Comer na rua não foi uma opção devido à higiene e ao cheiro da comida que se sente principalmente em BKK, enjoa, é uma cidade muito suja.

Conclusão:

Fomos 3 e pretendemos regressar, adoramos e é opinião é que BKK é o lugar onde se pode ficar menos tempo.

Teríamos ficado mais dias nas Phi Phi e em Railay Beach.

Na memória, trago registada o excelente acolhimento dos tailandeses, a honestidade (vemos telemóveis sozinhos a carregar em qualquer lado, árvores com notas penduradas para buda, por exemplo), a segurança que se sente nas ruas e em qualquer lado da Tailândia, é inacreditável!

É um povo maravilhoso embora falem para nós em tailandês pois poucos sabem inglês mas em todo o lado se vê um esforço para agradar e sente uma boa energia contagiante.

É daquelas viagens que nos faz aprender que é possível ser-se feliz com muito pouco.

O passaporte no bolso agradece à Sofia a partilha do roteiro e dicas de viagem para a Tailândia!

Não se esqueça que as mais recentes promoções de viagens são publicadas no grupo Ofertas de VIAGENS e diariamente disponibilizamos conteúdo novo no facebook  e no instagram.

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Viagem a Malta em 27 posts!

viagem a Malta

Uma viagem a Malta pode ser, sem dúvida, fantástica e a nossa viagem foi 🙂 Aliás, ao reler os posts que escrevemos cada vez me convenço mais de que Malta foi o destino perfeito para este verão.

Portanto, se procura um destino relativamente perto, seguro e com bastante história, Malta é uma óptima escolha.

Veja bem, em primeiro lugar, durante a semana que durou a viagem a Malta tivemos oportunidade de relaxar junto à piscina e na praia como os nossos filhos queriam.

Por outro lado, visitámos vilas de pescadores, mercados, cidades históricas e templos megalíticos bem do agrado dos adultos.

Ou seja, na mesma semana conseguimos conciliar as vontades dos quatro membros da nossa família, o que para nós é importante.

Para que possa se organizar achamos importante reunir num único post todos os artigos sobre Malta. Assim, a seguir pode encontrar os links para os lugares que visitámos, do hotel onde ficámos alojados e dos dois roteiros que fizemos.

Entretanto num blogue de viagens não podem faltar dicas de viagem, por isso dedicámos bastantes artigos a dicas de viagem, que esperamos que facilitem a sua viagem em Malta.

Uma viagem a Malta em 27 posts!

Lugares

Surpresas nas ruas de Valeta, Malta!

Visitar St Peters’ Pool em Malta

Visitar Marsaxlokk num domingo | Malta

Visitar Mdina, a antiga capital de Malta

Popeye Village | Popeye, Olívia e Brutus!

Como visitar a Blue Lagoon de forma independente

Marsalforn, estância balnear e salinas em Gozo

Victoria | o que fazer e visitar na capital de Gozo, Malta

Visitar Dwejra Bay sem a Azure Window?

Ġgantija, Templo megalítico em Gozo

Visita de um dia a Gozo a partir de Malta

Hotel

db Seabank Resort + SPA **** | Malta

Como marcar restaurantes no db Seabank Malta

Coral Restaurant | buffet principal do db Seabank

La Pellicola Restaurant, o italiano do db Seabank

The Jungle Restaurant, o americano do db Seabank

El Rodizio, restaurante brasileiro do Hotel Seabank

L’Orjent Restaurant, o asiático do Hotel db Seabank

Fish Spa em Malta | a massagem com peixinhos!

Roteiros

Roteiro para um dia em Valeta, Malta

Roteiro para uma semana em Malta

Dicas para uma viagem a Malta

Como usar o autocarro em Malta

Compensa alugar carro em Malta?

Como ir do Aeroporto de Malta até Valeta

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db Seabank Resort + SPA **** | Malta

db Seabank Resort

db Seabank Resort fica localizado em Mellieha, Malta, e foi a nossa escolha de alojamento quando viajámos para Malta. Para quem não acompanha o blogue deixe-me explicar que nós somos uma família com dois filhos (sete e quinze anos) e nesta viagem procurávamos essencialmente descanso.

Queríamos um destino que não implicasse muitas horas de viagem, um hotel com infraestrutura pensada para famílias e onde pudéssemos relaxar à beira-mar e na piscina.

Porém, não nos interessava uma “gaiola dourada”, queríamos ter oportunidade de explorar um pouco o país mas sem ser muito cansativo.

Portanto, era importante para nós escolhermos um hotel confortável, perto da praia, com atividades para as crianças mas que as mesmo tempo tivesse bons acessos pois queríamos conhecer Malta utilizando transporte públicos.

O Hotel db Seabank Resort + SPA preencheu todos estes requisitos com distinção!

Vamos ao Hotel Review mas antes aproveitamos para referir que dispomos de condições preferenciais na reserva de hotéis, pelo que pode contactar-nos para mais informações (reservapassaporte@gmail.com).

db Seabank Resort + SPA

Localização do db Seabank Resort

Marfa Road, MLH 9063 Mellieha, junto à Baía L-Ghadira. Esta Baía é conhecida por ter uma das maiores praias de areia em Malta.

Na nossa opinião é a localização perfeita!

Quartos

Nos ficámos num quarto quádruplo, bastante espaçoso e com varanda.

quarto de hotel

A casa de banho tinha banheira e chuveiro e todas as amenidades expectáveis num hotel 4****.

A tarifa do quarto garante-lhe um lugar de estacionamento gratuito. Boas notícias para quem pretende alugar um carro em Malta.

Restaurantes

O db Seabank Resort + SPA tem sete restaurantes. Leu bem, sete restaurantes que pode experimentar gratuitamente: Coral Restaurant, L’Orjent RestaurantEl Rodizio RestaurantThe Jungle RestaurantLa Pellicola Restaurant, Laguna Pool Restaurant e Tramun Taghina Restaurant.

À excepção do Restaurante Coral, os restantes restaurantes do db Seabank Resort + SPA são de reserva obrigatória.

As reservas são feitas numa máquina própria e explicamos o processo no artigo Como marcar restaurantes no db Seabank Malta.

Como a nossa estadia em Malta foi de uma semana não tivemos oportunidade de experimentar o Laguna Pool Restaurant e o Tramun Taghina Restaurant, no entanto queria transmitir algumas informações que acho pertinentes.

O Laguna Pool Restaurant fica localizado junto à piscina e serve pequenos-almoços tardios (10:00 – 12:00), almoços e snacks (12:00 – 15:00) e chá da tarde (15:00 – 18:00) sem qualquer necessidade de reserva.

No entanto, à noite o Laguna Pool Restaurant converte-se no Mediterranean BBQ Grill, que serve jantar das 19:30 às 22:00. Para esta refeição é necessária reserva e o menu baseia-se em carnes e peixes grelhados.

O Tramun Taghina Restaurant é o Bistro – Grill – Café do resort e apenas pode ser reservado uma vez.

Bares

O Bar junto à Laguna Pool Restaurant serve de apoio às pessoas que estão na piscina principal. Tem disponível água e bebidas não alcoólicas.

O Lobby Bar destina-se a maiores de 13 anos e a partir de uma certa hora (se não estou em erro, a partir das 18:00) apenas adultos o podem frequentar. Se gosta de piñas coladas ou margaritas só as vai encontrar aqui!

relaxar no sofá
db Seabank Resort

O Bar principal fica junto ao local onde à noite fazem os espectáculos. A lista de bebidas disponíveis é mais limitada do que, por exemplo, no Lobby Bar. Por exemplo, não servem refrigerantes.

Animação no db Seabank Resort

Existe animação diurna e noturna para adultos e crianças. Nós não tomámos muita atenção porque não nos interessava mas junto à receção e junto à piscina estavam afixados os horários das atividades.

db Seabank Resort

Infraestrutura

O complexo conta com três piscinas, uma paraíso para quem aprecia piscinas.

A piscina mais pequena destina-se a crianças e tem escorregas, bolas e insufláveis. Junto a esta piscina existe um parque infantil.

A piscina coberta é aquecida mas nós nem entrámos porque esteve sempre bom tempo.

Por último, a piscina principal é realmente muito grande. Apesar de ser frequentada por muita gente pode nadar à vontade sem ter receio de chocar com alguém.

O resort tem um pequeno supermercado que vende de tudo: insufláveis, T-shirts, souvenirs, bonés, cremes, bolachas, chocolates e mais umas quantas coisas. Aqui também pode comprar passes para o autocarro.

db Seabank Resort

Se à última hora decidiu alugar um carro fique sabendo que no átrio do hotel existe uma loja de Rent-A Car assim como várias empresas que vendem excursões. O nosso tour de um dia a Gozo foi comprado no hotel.

Não perca a oportunidade de fazer um Fish SPA, nós experimentámos e adorámo!.

db Seabank Resort

Além do que já mencionámos o resort também tem SPA e organiza saídas para praticantes de mergulho e desportos aquáticos.

Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui!

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St Peters’ Pool em Malta [dicas]

Visitar St Peters' Pool em Malta

Não pode deixar de visitar St Peters’ Pool em Malta! É uma piscina natural localizada perto de Marsaxlokk, pelo que pode aproveitar o mesmo dia para visitar os dois lugares. Nós estivemos em Marsaxlokk num domingo por causa do mercado de peixe que acontece nesse dia de manhã junto à baía dos pescadores. Interessa-se por mercados? Veja o artigo dedicado ao mercado de peixe em Marsaxlokk já disponível no blogue!

Neste post vamos dizer-lhe como chegar a Marsaxlokk, uma pequena vila de pescadores no sul de Malta e como chegar até St Peter’s Pool a pé e de barco.

Visitar St Peters' Pool em Malta

Visitar St Peters’ Pool em Malta

Como chegar a Marsaxlokk

Em primeiro lugar lembre-se que a melhor maneira de chegar a Marsaxlokk é de autocarro, pode usar as linhas 81 e 85 (já agora, veja o artigo sobre como usar o autocarro em Malta).

Como chegar a St Peters’ Pool a pé

Nós fizemos o percurso entre Marsaxlokk e St Peters’ Pool a pé (cerca de vinte minutos), não se preocupe pois a seguir a Marsaxlokk existem placas que indicam o caminho. Vimos a distância no Google Maps e achámos que não ia ser difícil. Infelizmente de vez em quando esquecemo-nos que viajamos em família e que o nosso filho mais novo com seis anos não aguenta muito tempo a pé.

Para piorar um bocadinho a situação a maior parte de percurso é feita em estrada de terra batida e ao sol porque não há sombra, e em julho em Malta é muito calor. Nós sobrevivemos mas não foi agradável, a boa notícia é que poupamos alguns euros.

indicações para a piscina naturalvista do porto em malta

Como chegar a St Peters’ Pool de barco

Junto à baía existem vários empresas que oferecem passeios de barco até St Peters’ Pool. Enquanto visitávamos o mercado do peixe aproveitámos para tirar algumas fotografias com o intuito de as publicarmos no blogue.

cartaz tour para piscinas naturais

Dica extra

Outra forma de visitar St Peters’ Pool em Malta é de carro ou táxi. Portanto, se levar carro tenha em consideração que existem parques de estacionamento (pagos) e alguns lugares que não obrigam a pagamento perto de St Peter’s Pool. Também vimos alguns táxis a fazerem o percurso desde Marsaxlokk, mas não sabemos quanto custou.

Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui!

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Como visitar a Blue Lagoon de forma independente

como visitar a Blue Lagoon de forma independente

É mesmo importante saber como visitar a Blue Lagoon Malta de forma independente! Sabe como chegámos a esta conclusão? É que a Blue Lagoon é um sítio muito pequeno e enche rapidamente. Se chegar num tour cheio de gente não vai conseguir usufruir do lugar. O que é uma pena, veja só as fotos:

Blue Laggondetalhe na ilha de Comino

Como visitar a Blue Lagoon Malta de forma independente

Viagem de Ferry

Nós utilizamos a companhia Comino Ferries Co-Op por indicação no nosso hotel. Apanhámos o autocarro mesmo à frente do hotel e o condutor do autocarro avisou-nos onde deveríamos sair e indicou-nos o caminho até ao porto, a cerca de 1km do terminal Cirkewwa Gozo Ferry.

ferry para blue lagoonBilheteira para o ferry de Comino

Veja como chegar de autocarro aqui.

O barco era pequeno, portanto não transportava muitos passageiros de cada vez.

barco junto ao ferry para comino

Onde comprar os bilhetes de Ferry

Existe uma bilheteira junto ao porto mas também pode comprar online.

Quanto custa o bilhete de Ferry

Os adultos pagam 10 EUR (bilhete de ida e volta) e as crianças até 10 anos pagam metade. No entanto, pode usufruir de um desconto de 10% se comprar o bilhetes online.

Horários

Tente chegar cedo para aproveitar a lagoa com poucos turistas, nós apanhamos o primeiro barco do dia às 9:00 mas pode ver os horários disponíveis aqui.

O que levar

Existem algumas barraquinhas de comida/bebida, casa de banho e aluguer de cadeiras e chapéus de sol a preços exorbitantes. De preferência leve consigo comida, bebidas, toalhas e protetor solar.

enchente de pessoas em comino

Precauções

As alforrecas podem ser um problema, principalmente em dias ventosos, portanto, se for picado, peça ajuda aos salvadores-nadadores.

Além disso as escarpas são escorregadias e com pedras soltas, cuidado para não cair nem atingir ninguém.

como visitar a blue lagoon de forma independente

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Veja o nosso roteiro para uma semana em Malta aqui!

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Roteiro para uma semana em Malta

Roteiro para uma semana em Malta

Eu já tinha vontade de visitar Malta mas depois de ler os artigos dos blogues Viajar entre Viagens e Alma de Viajante ainda fiquei com mais vontade e apressei-me a marcar a viagem. Acompanho estes dois blogues há anos e não me canso de ler e reler os posts deles. São realmente inspiradores!

Vamos, então, ao roteiro para uma semana em Malta!

A principal dificuldade que sentimos enquanto fazíamos  este roteiro para uma semana em Malta foi decidir o que não ia caber na nossa viagem.

Sabíamos de antemão duas coisas: em primeiro lugar, não queríamos visitar os lugares a correr e depois queríamos aproveitar a praia e a piscina do hotel. E uma semana passa a correr!

Além disso, achamos importante que numa viagem haja lugar a tempo sem nada planeado para podermos efetivamente descansar e para abrirmos espaço para o imprevisto.

Se a viagem estiver planeada ao minuto não temos oportunidade para o imprevisto e, sinceramente, sinto que ficamos a perder.

Acha que é importante numa viagem deixar tempo livre? Deixe a sua opinião nos comentários!

Como nos organizámos?

Fizemos uma lista com os sítios que queríamos visitar e agrupámos esses lugares para rentabilizar as deslocações. Em alguns dias fazíamos visitas da parte da manhã e ficávamos no hotel de tarde, noutro dias estivemos fora do hotel todo o dia, só regressávamos quando era noite e noutros ainda apenas saímos do hotel para visitar a pé os arredores.

 O roteiro final ficou assim:

Dia 1 –  Viagem para Malta

Dia 2 – Mellieha

Dia 3 – Gozo

Dia 4 – Mellieha

Dia 5 – Comino e Popey Village

Dia 6 – Valeta e Three Cities

Dia 7 – Marsaxlokk, St. Peter’s Pool, Mdina e Rabat

Dia 8 – Mellieha e viagem de regresso.

É claro que não vimos tudo nem era essa a nossa intenção. Mas não temos dúvidas de que foi uma semana espetacular e é nossa opinião que este roteiro para uma semana em Malta foi perfeito para nós! Acha que podemos ajudar a construir um roteiro perfeito para si? Veja o que conseguimos fazer por si aqui.

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[Preparar a viagem] Cinco coisas que estamos ansiosos para fazer em Malta

No próximo mês vamos viajar até Malta. Já temos quase tudo pronto! Recolhemos informações e temos o plano de viagem completo. Desta vez além da ajuda dos guias de viagem tivemos a ajuda de uma blogger portuguesa que mora em Malta que nos deu boas dicas. Ela desafiou-me para gravarmos um vídeo em Malta, vamos ver como corre!

As expectativas em relação a Malta estão muito altas e acho que o mais difícil vai ser ficar no hotel e aproveitar a praia. É que há muita coisa para fazer em Malta!

Cinco coisas que estamos ansiosos para fazer em Malta:

Visitar Valleta

É a capital do país e tem um centro histórico lindo. Queremos percorrer as ruas de Valleta, de preferência sem nos perdermos. É que temos tendência para nos distrairmos com a paisagem.

Mergulhar em St. Peters Pool

Vamos ser corajosos e saltar das rochas para a piscina natural, acho eu.

Relaxar na Blue Lagoon em Comino

Vamos ficar alojados perto do porto onde sai o ferry para a ilha de Comino. Queremos sair cedo do hotel e aproveitar a Blue Lagoon com pouca gente.

Visitar Mdina, Rabat e Sliema

Disseram-nos que são três cidades imperdíveis, vamos querer visitar.

Experimentar Fenkata & Pastizzi

O primeiro é o prato típico em Malta, é mais ou menos um estufado de coelho. O segundo é um pastel de massa folhada com recheios variados.

É claro que queremos visitar outros sítios, mas este parece-nos ser um bom plano. Tem alguma dica para nos dar? Agradecemos todas as sugestões!

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Coisas que (provavelmente) não sabia acerca das Maldivas

Este é o último de um conjunto de três artigos que nos propusemos a publicar a respeito das Maldivas. Se sempre teve vontade de visitar as Maldivas não temos dúvidas que agora é o momento certo, e dizemos-lhe porquê no link a seguir:

Três razões para visitar as Maldivas agora!

Por outro lado, se acha que o destino pode ser aborrecido e que só irá fazer praia, talvez mude de ideias ao ler o artigo que publicámos na semana passada e que pode aceder no seguinte link:

O que fazer nas Maldivas.

Vamos, então, ao artigo de hoje.

Coisas que (provavelmente) não sabia acerca das Maldivas:

Não podem ser importados objetos de teor religioso.

Isto é particularmente importante se visitou outros países asiáticos e transporta consigo estatuetas do Buda ou imagens de divindades. Não pode entrar no país com esses artigos. Se fizerem uma inspeção à sua bagagem e detetarem objetos de teor religioso, estes serão confiscados e devolvidos quando for embora. O mesmo se aplica a medalhinhas de santos ou crucifixos, talvez não seja má ideia deixá-los em casa.

Não podem ser importadas bebidas alcoólicas.

Não é permitido entrar no país com bebidas alcoólicas. A venda destas bebidas nos hotéis é permitida mas a troco da cobrança de impostos muito altos. São, portanto, itens dispendiosos, tenha atenção.

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A Rupia Maldiviana não tem valor fora das Maldivas.

Se pretender cambiar o seu dinheiro e fazer os pagamentos na moeda local, poderá fazê-lo provavelmente no seu hotel, mas guarde o documento que lhe entregam juntamente com as rupias maldivianas. Vai precisar desse documento quando quiser trocar as rupias por euros. E só poderá fazê-lo nas Maldivas uma vez que a moeda não tem valor fora do país. Os cartões de crédito são aceites sem problemas e se preferir pode levar dólares americanos pois são usados nas transações diárias, não sendo necessário cambiá-los.

Quer visitar todas a ilhas? Boa sorte!

Apesar de a maior parte das ilhas não serem habitadas, as Maldivas são constituídas por 1196 ilhas, não deve ser prático visitá-las todas.

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Nas Maldivas usam um alfabeto próprio

A língua oficial é o Dhivehi, possuem um alfabeto próprio e escrevem da direita para a esquerda. É, portanto, difícil aprender a língua. Mas não se preocupe, toda a gente fala inglês.

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O que fazer nas Maldivas?

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Acha que uma viagem às Maldivas é aborrecida por não ter nada para fazer além de estar estendido na praia? Talvez mude de ideias depois de ler o que preparámos para si.

Este é o segundo de três posts acerca deste destino maravilhoso. No sábado passado apresentámos três razões para visitar as Maldivas agora!, pode vê-las aqui, e no próximo sábado publicaremos um artigo com coisas que (provavelmente) não sabia acerca das Maldivas.

Então, o que fazer nas Maldivas?

Visitar Malé, a capital.

O aeroporto internacional das Maldivas está localizado numa ilha artificial ao lado da capital, e daí provavelmente irá para o seu resort sem ter a oportunidade de visitar Malé. A capital apesar de pequena merece ser explorada, portanto reserve pelo menos um dia para a visitar. E tenha em atenção que os hotéis mais económicos estão ali.

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Explorar a vida marinha.

As Maldivas são um paraíso para praticar snorkling. Não precisa de ter grande experiência nem distanciar-se muito da praia do seu hotel. Pode ver corais, peixes de várias cores e tamanhos, moreias e até tubarões. Quer ver as maravilhas que se escondem debaixo do mar mas não quer molhar o cabelo? Que tal fazer um passeio de submarino?

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Experimentar desportos aquáticos.

Os hotéis costumam ter uma oferta diversificada de desportos aquáticos: surf, pesca  em alto mar (durante o dia e à noite), SUP, motos de água, vela, opções não lhe vão faltar!

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Observar o nascer e o pôr-do-sol.

É simplesmente mágico! Como as ilhas são pequenas vai poder ver o nascer o Sol com o mar no horizonte e quando for a altura do Sol se pôr só precisa ir para o lado oposto da ilha para observar o astro a desaparecer, novamente com o mar no horizonte.

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Island Hopping

O nome diz tudo, saltar de ilha em ilha. É um passeio de barco com paragens em várias ilhas onde vivem os habitantes das Maldivas. Tem, portanto, a possibilidade de ver como vivem as pessoas das Maldivas, bem longe dos resorts.

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Três razões para visitar as Maldivas agora!

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As Maldivas estão no fundo da sua lista de destinos porque acha que é demasiado caro? Acha mesmo que é só mais um destino de praia e que se vai aborrecer porque não há nada para fazer além de estar estendido a apanhar sol? Talvez o convença a visitar este paraíso na Terra enquanto é tempo!

Este post faz parte de um conjunto de três que serão publicados nos próximos sábados:

  • Três razões para visitar as Maldivas agora!
  • O que fazer nas Maldivas.
  • Coisas que (provavelmente) não sabia acerca das Maldivas.

Vamos, então, às três razões para visitar as Maldivas agora!

Hotéis mais baratos

Há cada vez mais hotéis acessíveis nos vinte e seis atóis que constituem as Maldivas. Não serão certamente aqueles que estão construídos em estacas no meio das lagoas e que têm piscinas privativas, porque esses normalmente são mais dispendiosos mas de certeza que consegue um alojamento condizente com o seu orçamento. Faça a sua pesquisa no Booking.

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As Maldivas vão desaparecer

Os cientistas dizem que é uma questão de tempo. A subida do nível do mar parece inevitável e como o ponto mais alto do país se situa a menos de 2,5 m do nível do mar percebe-se que as Maldivas estejam condenadas a desaparecerem. Então, visite-as o quanto antes!

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Porque você merece!

Imagine uma ilha rodeada de água turquesa. A água é tão quente que tem de sair do mar para se refrescar com a brisa. Quase não vê os outros ocupantes da ilha porque os bungalows estão espalhados pela ilha. Fica com uma praia quase só para si. No restaurante percebe que a mesa que escolher será sua durante a estadia porque o hotel  é tão pequeno que cada família tem a própria mesa de refeições. É encorajado a arrumar os sapatos e andar sempre descalço.

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Vá lá, pelo menos uma vez na vida devemos ter esta experiência. Tem receio de se aborrecer porque é demasiado calmo? Na próxima semana iremos dizer-lhe o que poderá fazer numa viagem às Maldivas.

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Lantau Island: Cheung Beach & Tai O village.

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Antes de falarmos em Lantau Island deixe-nos esclarecer que Hong Kong está dividido em três zonas: Hong Kong Island, Kowloon Peninsula e New Territories.

A ilha de Hong Kong é onde está localizado o centro financeiro de Hong Kong, a península de Kowloon fica na zona continental e faz fronteira com a China e os Novos Territórios são terras reclamadas ao mar, entre as quais se inclui a ilha de Lantau, ou Lantau Island.

Nós fizemos um tour à Lantau Island que incluía uma visita ao Tian Tan Buddha. No entanto, decidi fazer um post separado apenas dedicado à estátua de bronze do Buda mais tarde.

Buda sentid em Lantau Island

À hora marcada o nosso guia foi buscar-nos ao hotel e de autocarro fomos até ao Terminal Marítimo onde apanhámos um ferry até à ilha de Lantau.

A viagem foi tranquila e quando chegámos ao porto outro guia estava à nossa espera. Reuniu-se o grupo e dirigimo-nos para o autocarro.

Praia de Cheung em Lantau Island

A primeira paragem foi na praia de Cheung. Nunca imaginei que em Hong Kong houvessem praias desertas e apesar de a época balnear ainda não ter começado já se viam algumas pessoas a passearem junto ao mar. O guia contou-nos que os ataques com tubarões são frequentes e para os evitar colocaram redes anti-tubarão na água.

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Voltámos para  autocarro e uns minutos mais tarde chegámos à vila de Tai O.

Vila de Tai O

Tai-O é uma vila de pescadores, cujas casas estão apoiadas em estacas.

Parecia que estávamos num país diferente, um ambiente rural e pobre que achei que não ia encontrar tão perto de uma metrópole como Hong Kong.

Fizemos um passeio de barco numa embarcação tradicional para vermos mais de perto o modo de vida dos locais.

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Tai-O-Fishers-village-hong-kong
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Ao percorrer os canais senti que estava a invadir a privacidade das pessoas. Viam-se pessoas a dormir, miúdos a brincar e donas de casa a prepararem provavelmente a próxima refeição.

Se não fossem os acenos amigáveis das pessoas enquanto passávamos certamente me teria encolhido para tentar desaparecer.

Percorremos as ruas de Tai O onde em cada loja se encontrava algo exótico e inesperado.

A vontade que tinha era fotografar tudo pois este ambiente tradicional não se vai manter assim por muito tempo.

Tai-O-Fishers-village-hong-kong
Lantau Island e O Fishers
Peixe balão Lantau Island
Lantau Island
comida exótica

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Miami Beach – vídeo no YouTube

Este será o último post da série Miami a ser publicado, pelo menos por agora, e as razões para não me alongar mais neste tema foram explicadas aqui.

Continuo a achar que no futuro me sentirei motivada a escrever sobre Miami mas enquanto esse dia não chega deixo-vos um pequeno vídeo gravado na praia de Miami Beach.

Está interessado noutros destinos de praia? Temos sugestões aqui.

 

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5 dias em Miami

No primeiro dia ficámos alojados em Downtown Miami porque queríamos estar perto do Porto de Miami, o que nos facilitaria o embarque no MSC Divina no dia seguinte. Além disso, o hotel escolhido disponibilizava transfer grátis para o porto de cruzeiros.

Depois do cruzeiro nas Caraíbas ficámos quatro dias em Miami Beach, mais concretamente em Ocean Drive. Queríamos aproveitar a praia e a animação noturna. Aliás, gente animada era o que não faltava em Ocean Drive! As esplanadas dos bares e restaurantes estavam repletas de pessoas bem dispostas, o desfile de veículos quitados era constante e a música invadia as ruas.

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Nassau, Bahamas – um dia na praia

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Desembarcámos em Nassau e fomos numa lancha até Balmoral Island. Passámos o dia na praia entretidos a mergulhar e fazer snorkling.

Aquilo que vimos das Bahamas correspondeu à ideia que tínhamos na nossa cabeça: praias de areia branca, água quente e transparente e peixinhos de várias cores.

No dia seguinte regressámos a Miami para a segunda parte da nossa viagem. Queríamos explorar a cidade e fazer uma visita ao Everglades National Park.

 

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Tulum, de volta ao México

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A tempestade continua. Quando termina percebemos que a saída para Playa del Carmen apenas atrasou 30 minutos. Menos mal! O percurso até Tulum foi feito de autocarro e quando chegámos tivemos de ir a correr comprar repelente pois os mosquitos não nos largavam.

O guia que nos acompanhou tinha bastante experiência e falava que se fartava. Quase sem nos apercebermos, distanciamo-nos do grupo para tirar fotografias e “sentir” o local sem distrações. Por coincidência, o solstício tinha ocorrido na madrugada desse dia. Um dos edifícios construídos pelos Maias tem uma abertura por onde a luz do sol passa durante o solstício. Deveria ter sido um espetáculo digno de se ver!

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