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Roteiros de Viagem

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Roteiro para uma semana em Malta

Roteiro para uma semana em Malta

Eu já tinha vontade de visitar Malta mas depois de ler os artigos dos blogues Viajar entre Viagens e Alma de Viajante ainda fiquei com mais vontade e apressei-me a marcar a viagem. Acompanho estes dois blogues há anos e não me canso de ler e reler os posts deles. São realmente inspiradores!

Vamos, então, ao roteiro para uma semana em Malta!

A principal dificuldade que sentimos enquanto fazíamos  este roteiro para uma semana em Malta foi decidir o que não ia caber na nossa viagem.

Sabíamos de antemão duas coisas: em primeiro lugar, não queríamos visitar os lugares a correr e depois queríamos aproveitar a praia e a piscina do hotel. E uma semana passa a correr!

Além disso, achamos importante que numa viagem haja lugar a tempo sem nada planeado para podermos efetivamente descansar e para abrirmos espaço para o imprevisto.

Se a viagem estiver planeada ao minuto não temos oportunidade para o imprevisto e, sinceramente, sinto que ficamos a perder.

Acha que é importante numa viagem deixar tempo livre? Deixe a sua opinião nos comentários!

Como nos organizámos?

Fizemos uma lista com os sítios que queríamos visitar e agrupámos esses lugares para rentabilizar as deslocações. Em alguns dias fazíamos visitas da parte da manhã e ficávamos no hotel de tarde, noutro dias estivemos fora do hotel todo o dia, só regressávamos quando era noite e noutros ainda apenas saímos do hotel para visitar a pé os arredores.

 O roteiro final ficou assim:

Dia 1 –  Viagem para Malta

Dia 2 – Mellieha

Dia 3 – Gozo

Dia 4 – Mellieha

Dia 5 – Comino e Popey Village

Dia 6 – Valeta e Three Cities

Dia 7 – Marsaxlokk, St. Peter’s Pool, Mdina e Rabat

Dia 8 – Mellieha e viagem de regresso.

É claro que não vimos tudo nem era essa a nossa intenção. Mas não temos dúvidas de que foi uma semana espetacular e é nossa opinião que este roteiro para uma semana em Malta foi perfeito para nós! Acha que podemos ajudar a construir um roteiro perfeito para si? Veja o que conseguimos fazer por si aqui.

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Aldeias de Xisto |um dia na Serra da Lousã

aldeias-do-xisto

A Serra da Lousã continua a surpreender-nos. Desta vez visitámos cinco Aldeias do Xisto e apesar de inicialmente acharmos que eram demasiadas aldeias para um único passeio, a verdade é que conseguimos visitar o que queríamos. Só não conseguimos explorar convenientemente a aldeia do Candal por causa da chuva. Precisamos de uma desculpa para regressar à Lousã, certo? Ora aqui a nossa desculpa para a próxima viagem à Lousã!

Se quiser fazer o mesmo percurso que nós fizemos aqui deixamos o nosso roteiro:

Saímos do Porto pela A1, depois pela A13 na zona de Coimbra e finalmente pela N342 em direção à Aldeia de Chiqueiro. Demorou-nos pouco mais de duas horas a chegar ao primeiro destino.

Chiqueiro

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Um quilómetro mais à frente está a Aldeia de Casal Novo.

Casal Novo

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Percorremos cerca de dois quilómetros e meio e chegámos ao Talasnal, onde aproveitámos para almoçar.

Talasnal

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Quando saímos do Talasnal começou a chover. E continuou a chover enquanto percorremos os cerca de nove quilómetros até ao Candal.

Candal

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Só nos faltava uma paragem, a Aldeia de Cerdeira. Felizmente a chuva parou e conseguimos explorar Cerdeira à vontade.

Cerdeira

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Interessa-se pelas Aldeias do Xisto? Nós estamos decididos a visitar as vinte e quatro Aldeias do Xisto de Portugal. Quer saber quais já visitámos? Veja aqui.

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Hong Kong, roteiro para uma semana.

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Um dos principais receios que tínhamos ao viajar para Hong Kong era enfrentar voos de longas distâncias. Na ida viajámos do Porto até Londres e de Londres até Hong Kong num total de 15:25 e no regresso partimos de Hong Kong até Madrid e de Madrid até ao Porto num total de 18:00.

Como não sabíamos em que estado iríamos ficar depois de tantas horas de viagem, decidimos organizar o nosso roteiro de forma a incluir todos os sítios que queríamos visitar mas convictos que não iríamos conseguir visitar tudo. Para nossa alegria riscámos todos os itens da nossa lista exceto um, que era bastante importante por sinal  – um almoço de dim sum numa tea house tradicional.

Para otimizar o tempo em Hong Kong, decidimos optar por visitas em day tour a Macau, Lantau e Victoria Peack, depois explicaremos em pormenor as diferentes razões que levaram a prescindir da liberdade que as viagens independentes proporcionam.

Então, o 1.º dia foi em viagem e só chegámos a Hong Kong no dia seguinte de manhã. Depois de sairmos do aeroporto fomos deixar as malas no Hotel e a primeira paragem foi no Kowloon Park. Depois do almoço fomos de metro até Sha Tin Station onde visitámos o Snoopy’s World e o Ten Thousand Buddhas Monastery. À noite visitámos dois mercados noturnos: Temple Street e Ladies Market.

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O 3.º dia foi passado na zona de Tsim Sha Tsui, onde visitámos o Garden of Stars e relaxámos na Tsim Sha Tsui Promenade. Depois visitámos a Clock Tower e à noite fizemos um cruzeiro enquanto decorria o “Symphony of Lights“.

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Tsim-Sha-Promenade

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No 4.º dia visitámos Macau. As paragens incluíram The Venetian, Palácio do Governador,  Macau Tower Convention & Entertainment Centre, Grand Lisboa, Templo de A-Má, Estátua de Guan Yin, as ruínas da igreja de S. Paulo, a Igreja de S. Domingos e o Emperor Palace Casino.

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No 5.º dia visitámos a ilha de Lantau, onde também está localizado o aeroporto. Visitámos a praia de Cheung, a vila de Tai O, o Tian Tan Buddha, o Mosteiro de Po Lin, a vila de Ngong Ping e regressámos de teleférico. De regresso a Hong Kong fomos a Time Square.

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No 6.º dia subimos a Victoria Peack, visitámos Aberdeen e o Stanley Market. De regresso a Causeway Bay entrámos no Hong Kong Tamway (Ding Ding) e visitámos o Man Mo Temple, Central-Mid-Levels Escalator, Wan Chai e Golden Bauhimia Square.

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O último dia foi reservado ao Wong Tai Sin Temple e Nan Lian Garden e de tarde, na zona de Mongkok, visitámos o Flower Market e Bird Garden.

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Pelo roteiro já devem imaginar que o tempo que passámos em Hong Kong foi aproveitado ao máximo, os locais foram visitados com tempo mas não perdemos tempo com coisas que não importavam.

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Piódão, Foz de Égua e Chãs de Égua

Situado em plena Serra do Açor, o Piódão é uma das 12 Aldeias Histórias de Portugal.

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As casas de paredes de xisto, telhados de lousa e portas e janelas pintadas de azul são bem conhecidas. O que talvez não saiba é que a poucos quilómetros daqui existem duas aldeias igualmente pitorescas e que merecem a sua visita. Refiro-me a Foz de Égua e Chãs de Égua.

O trajeto pode ser feito de carro mas se tiver tempo percorra-o a pé. Sugerimos que estacione o carro na praça de Piódão, desça até Foz de Égua, suba até Chãs de Égua e regresse ao Piódão para uma refeição ligeira ou reforçada conforme lhe aprouver.

Foz de Égua:

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Chãs de Égua:

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São 12 quilómetros de caminhada fácil pela estrada ou, melhor ainda, aventure-se pelos trilhos pedestres que ligam estas aldeias.

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Serra da Freita

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Saímos do Porto em direção a Arouca pela A1 e depois pela A32. Cerca de 1 hora depois chegámos ao miradouro da Frecha da Mizarela. Estacionámos o carro e descemos pela encosta até à cascata.

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Inicialmente tínhamos previsto ir almoçar a Alvarega, mas não estávamos a contar que a descida e subida da encosta demorasse tanto tempo. Tivemos de arranjar uma alternativa. Indicaram-nos o Restaurante Mira Freita na freguesia de Arões. No próximo post falaremos da nossa experiência.

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Depois do almoço dirigimo-nos ao Centro de Interpretação das Pedras Parideiras pela M621.

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A última visita prevista do dia era a Aldeia de Drave. O GPS indicava uma viagem de cerca de 1 hora e apesar de a tarde já estar avançada, decidimos ir a Drave. Atravessámos montes, parques eólicos e vimos aldeias isoladas na Serra da Arada.

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Acho que estávamos demasiado confiantes e nos esquecemos de que no inverno anoitece cedo. O sol estava a desaparecer quando estacionámos o carro junto da tabuleta que indicava “Gourim Drave”.

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A partir daí o percurso só poderia ser feito de TT (que não temos) ou a pé (não tínhamos tempo antes de a noite chegar). Estávamos no meio da serra, sem iluminação pública, a estrada cheia de buracos e estava um frio de rachar fora do carro. Achámos melhor dar a aventura por terminada e regressar a casa.

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Vila Nova de Cerveira |um dia por terras minhotas

Enquanto percorríamos a A28 em direção à fronteira espanhola lançámos um desafio aos nossos filhos. Eles deveriam procurar no horizonte um animal e o primeiro a encontrá-lo ganharia o desafio. Não sabiam a qual animal nos estávamos a referir mas a caça ao tesouro manteve-os ocupados até chegarmos a Vila Nova de Cerveira.

Vila-nova-de-cerveiraVila-nova-de-cerveira

A vila minhota até pode ser pequena, o centro visita-se em poucas horas, mas há muito que ver nas redondezas.

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Aquamuseu do Rio Minho
Capela Nossa Senhora da Ajuda
Capela S. Sebastião
Castelo de Vila Nova de Cerveira
Cervo
Convento de SanPayo
Cruzeiro
Forte da Atalaia, século XVII
Forte de Lovelhe
Heróis da Guerra Peninsular
Igreja Matriz
Outeiro da Forca
Pelourinho
Vila Romana
Solar dos Castros

A meio do passeio as placas do Caminho de Santiago lembraram-nos do projeto que temos para o ano que vem. Queremos percorrer o Caminho de Santiago a pé, sozinhos. Para isso temos de deixar os nossos filhos com os avós, não me parece viável fazer o percurso com uma criança de 6 anos nem levar um filho e deixar o outro.

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Saímos do centro da vila e pela EN13 chegámos ao restaurante Braseirão do Minho onde almoçámos. No próximo post falaremos deste restaurante que se revelou uma excelente escolha!

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De tarde regressámos a Vila Nova de Cerveira e contemplámos o rio Minho desde a Capela Nossa Senhora da Encarnação.

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Continuámos pela Estrada da Senhora da Encarnação até ao miradouro do cervo. A escultura é de autoria de José Rodrigues.

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Antes de nos despedirmos de Vila Nova de Cerveira ainda fomos ao Mirador Porta do Ceo.

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O dia foi muito agradável. Recordámos sítios que tínhamos visitado quase 20 antes, replicámos fotografias que tínhamos tirado a dois enquanto namorados e agora a quatro com os nossos filhos. Antes de regressarmos a casa ainda passámos por Caminha e terminámos o dia com o por do sol na praia.

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Barroca, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo – roteiro para um dia nas Aldeias do Xisto

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Visitámos a Aldeia da Barroca sem nenhuma preparação, aqui contámos como à última hora surgiu a oportunidade de visitar algumas Aldeias do Xisto.

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Partimos do Fundão em direção à Barroca pela EN 238. Cerca de meia hora depois (28 km) chegámos à Barroca mas achámos que nos tínhamos enganado. Da estrada não se via nenhuma casa de xisto. Estacionámos o carro e a pé lá fomos encontrando algumas construções de xisto.

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Continuámos pela EN 238 em direção a Janeiro de Cima ainda no concelho do Fundão. Deixámos a estrada nacional e percorremos os últimos quilómetros na EM 518 antes de chegar a Janeiro de Cima. Nesta aldeia as casas de xisto são em maior número em comparação com a Barroca.

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O dia estava a terminar e ainda queríamos ir a Janeiro de Baixo, no concelho da Pampilhosa da Serra.

Continuámos pela EM 518 que felizmente estava em bom estado e menos de 4 km depois chegámos à aldeia de Janeiro de Baixo. O sol estava a desaparecer mas ainda conseguimos passear um bocadinho.

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Fim de semana na Serra da Estrela – Roteiro & a importância de ter um plano B.

Torre, Serra da Estrela

serra da estrela

Ano novo, velhos hábitos! No primeiro fim de semana do ano fomos para a Serra da Estrela.

Saímos do Porto numa sexta-feira ao final do dia e pernoitámos no Fundão. A ideia era dedicarmos o sábado às pistas de esqui para aprendermos a esquiar e o domingo estava destinado a darmos uso ao trenó. Dois dias a desfrutar da neve parecia-nos um belo plano!

O roteiro inicial era:
Dia 1 – Porto – Fundão
Dia 2 – Fundão – Pista de esqui da Serra da Estrela – Fundão
Dia 3 – Fundão – Torre – Porto

No entanto, o tempo na serra é imprevisível e apesar da notícia de estradas cortadas no acesso à Torre, não tinha nevado o suficiente para as pistas de esqui abrirem. Não imaginam a desilusão quando chegámos à estância e vimos as telecadeiras paradas. Nem saímos do carro, telefonei para a estância e informaram-me que naquele dia as pistas estariam encerradas mas que as máquinas de neve artificial estavam a funcionar desde a véspera e que no dia seguinte de certeza que algumas pistas abririam.

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Se não havia esqui teríamos de nos contentar com o trenó! Mas estava muito frio e o vento era forte, os adultos rapidamente perderam a vontade de deslizar pelas encostas da Torre apesar da insistência dos miúdos em continuarem ao frio.

torre-serra-da-estrela

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Nessa altura tivemos de arranjar um plano B. Tenho o hábito de ter comigo um caderninho onde tomo nota de informações que considero úteis. Por exemplo, assuntos que posso abordar no blogue, viagens que quero fazer, sugestões de hotéis e restaurantes que me vão falando. Nesse caderno tenho uma lista das Aldeias de Xisto e parecia que estávamos no sítio certo. Não foi difícil organizar um roteiro para esse dia e reservámos o domingo para tentar novamente a estância de esqui. A segunda versão do roteiro ficou assim:

Dia 1 – Porto – Fundão
Dia 2 – Fundão – Pista de esqui da Serra da Estrela – Torre – Barroca – Janeiro de Cima – Janeiro de Baixo – Fundão
Dia 3 – Fundão – Pista de esqui da Serra da Estrela – Porto

A visita às Aldeias de Xisto (Barroca, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo) correu muito bem, nos próximos dias iremos publicar algumas dicas para aproveitar a região.

Aldeias-de-xistoAldeias-de-xisto

O domingo estava reservado ao esqui, aliás, essa tinha sido a razão principal para nos deslocarmos à Serra da Estrela. Mas dizem que não há duas sem três, portanto, o roteiro inicial sofreu uma terceira alteração.

Chegámos à estância de esqui e dirigimo-nos ao balcão. Precisávamos adquirir o forfait para acesso às pistas, marcar a aula com o professor e alugar o material de esqui. Tudo corria bem até nos avisarem que a aula com o professor só poderia ser marcada para a tarde desse dia. A aula tem a duração de uma hora e a pista fecha às 16:30. Claramente não compensava o elevado custo da atividade. Restava-nos, novamente, o trenó!

torre-serra-da-estrela

Felizmente no domingo não estava tanto vento e aproveitámos algumas horas na neve.
Antes de regressarmos ao Porto parámos para almoçar em Seia no restaurante “O Borges”.

Veja também o nosso passeio na Serra da Estrela em 2017 .

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Por terras alemãs, belgas e holandesas – roteiro para três dias.

O título é um bocadinho exagerado. Na verdade estivemos na fronteira dos três países, não visitámos nenhuma localidade na Bélgica nem nos Países Baixos e no último dia não visitámos nada porque o voo de regresso estava previsto para as 10:25. Espero que perdoem o exagero.

No ano passado visitámos o mercado de Natal em Colónia. Como a experiência foi fantástica quisemos conhecer outros mercados na Alemanha. Então, em dezembro passado fomos visitar o mercado de Natal de Düsselford.

Esta viagem foi diferente das que habitualmente fazemos porque, desta vez, ficámos em casa de amigos. Não precisámos de nos preocupar com alojamento nem deslocações nem mesmo itinerários porque estava tudo tratado!

Saímos do Porto na sexta-feira dia 08 e regressámos no domingo dia 10 de dezembro. O roteiro final ficou assim:

Dia 1: Aeroporto Francisco Sá Carneiro (OPO) – Aeroporto Colónia/Bonn (CGN) – Erkelenz.

Foi muito bom chegar ao aeroporto e não ter de me preocupar com transportes. Já estavam à nossa espera para nos levarem a Erkelenz. Depois do jantar ainda fomos visitar o pequeno mercado de Natal de Erkelenz.

Erkelenz-alemanha

Dia 2: Erkelenz – Aachen – Düsselford – Erkelenz.

Estávamos a tomar o pequeno-almoço quando começou a nevar. Apesar do frio saímos para brincar na neve e tirar algumas fotografias num lago ali perto. Os patos não pareciam ter frio.

Erkelenz-alemanha

Mais tarde visitámos a fábrica/loja de chocolates da Lindt, de onde saímos com um caixote de chocolates que veio connosco para Portugal. A loja pratica preços muito simpáticos!

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Antes do almoço fomos a Aachen, junto da fronteira com a Bélgica e Países Baixos. Foi divertido fazer ginástica para tirar fotografias com um pé na Alemanha, outro na Bélgica e uma mão nos Países Baixos 🙂 Ou terá sido ao contrário? Não sei bem porque estava tão frio! O termómetro do carro marcava -5º.

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A tarde foi passada nos mercados de Natal em Düsseldof. São vários e estão espalhados pela cidade.

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Dia 3: Erkelenz – Aeroporto Colónia/Bonn – Aeroporto Francisco Sá Carneiro.

No último dia não havia neve no chão em Erkelenz. Para compensar caiu um nevão quando o avião se estava a preparar para levantar o que atrasou o voo de regresso.

 

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Road trip – Do Porto até Matalascañas. Roteiro para sete dias.

Quem viaja com crianças sabe que road trips podem ser complicadas. Os nossos filhos têm pouca paciência, aborrecem-se com facilidade e começam a implicar um com outro quando não têm nada para fazer, o que torna algumas horas dentro do carro um autêntico suplício.

Mesmo assim, imbuídos do espírito de aventura, no início de setembro decidimos fazer uma road trip de 1500 km e o destino escolhido foi Matalascañas.

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O roteiro final ficou assim:

Dia 1 – Porto – Pegões
A primeira parte do trajeto foi tranquila. Como saímos de casa ainda de madrugada os rapazes adormeceram e quando acordaram metade do trajeto estava percorrido. Depois do almoço fizemos o check-in no Monte Girassol e o resto do dia foi passado a descontrair na piscina como contámos aqui .

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Dia 2 – Pegões – Vila Real de Santo António – Matalascañas
Despedimo-nos do Monte Girassol e dirigimo-nos para Vila Real de Santo António, onde nos esperava um almoço digno de rei. O restaurante Casa do Polvo é conhecido pelos pratos de polvo!! e nós experimentámos três variedades.

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Com o estômago mais composto aproveitámos o sol para retemperar a alma com um passeio junto à costa.

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Só depois rumámos a Espanha. Chegámos a Matalascañas a meio da tarde e quando as formalidades de check-in estavam concluídas, demos um mergulho na piscina e corremos para a praia para ver o por-do-sol.

praia-matalascanhas-espanha

Dia 3 – Matalascañas
O terceiro dia de viagem foi passado na praia. A água estava estranhamente quente, por alguma razão imaginei que a temperatura seria semelhante à do Algarve mas, sorte a nossa, se não fosse a areia mais grossa, diria que estava nas Caraíbas.

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Dia 4 – El Rocío
El Rocío fica a cerca de 20 km de Matalascañas e vale mesmo a pena a visita. Nós fomos da parte da manhã por causa do calor e aproveitámos a tarde para regressar à praia de Matalascañas.

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Dia 5 – Parque Nacional e Natural Doñana
Sem dúvida o ponto alto da viagem! Foi maravilhoso percorrer os diferentes habitats do parque e descobrir animais camuflados pela vegetação.

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Dia 6 – Matalascañas – Faro – Portimão – Alcácer do Sal
Antes de fazermos o check-out do hotel ainda fomos dar os últimos mergulhos na praia. De regresso a Portugal fizemos uma pequena paragem em Faro já a pensar numa futura escapadinha. É que a Ryanair tem voos do Porto para Faro a preços bem simpáticos.

Quando estávamos a passear junto à praia lembramo-nos de umas sardinhas deliciosas que tínhamos comido há uns anos em Portimão e quando demos por nós, estávamos a fazer um desvio para jantar em Portimão.

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É claro que saímos tarde do restaurante e atravessar o Alentejo de noite depois de um repasto não foi agradável. A boa notícia é que os nossos filhos adormeceram rapidamente, aliás o mais novo nem acordou quando chegámos a Alcácer do Sal.

Dia 7 – Alcácer do Sal – Porto
Nesta altura só queríamos chegar rapidamente a casa. Acusávamos o cansaço da viagem e no dia seguinte regressávamos ao trabalho.

Nos próximos dias prometemos publicar as nossas impressões de Matalascañas, El Rocío e Parque Doñana, assim como as melhores dicas para sobreviver a uma road trip com crianças.

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Gerês | o que visitar em três dias

1.º dia: Porto – Barragem do Lindoso – Soajo – Santuário Nossa Senhora da Peneda  – Vila do Gerês

Saímos de casa cedo como é habitual nos dias em que viajamos. Os miúdos estavam eufóricos porque lhes dissemos que íamos experimentar Stand Up Paddle no último dia da viagem. A notícia serviu para os manter na linha porque sabiam que se fizessem asneiras iriam ficar em terra. Além disso, evitámos queixas e lamúrias do género “já chegámos?”, ”falta muito?”, “estou aborrecido!”.

A primeira paragem do dia foi na antiga central hidroelétrica do Lindoso. Andámos um bocadinho, respirámos ar puro, ouvimos os passarinhos. Estávamos rodeados de vegetação, verde por todo o lado e sabia tão bem! Perguntei ao nosso filho mais velho se sabia como funcionavam as centrais hidroelétricas e ele ficou orgulhoso por ter a lição estudada.

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Arrancámos em direção a Arcos de Valdevez e chegámos ao Soajo pouco antes da hora de almoço.

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Os espigueiros do Soajo foram construídos em diferentes épocas, o mais antigo data de 1782 e alguns ainda hoje servem para a população armazenar espigas de milho.

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Além dos espigueiros também visitámos o pelourinho e quando estávamos a regressar ao carro sentimos um aroma de comida de forno que nos lembrou que era hora de almoçar. Entrámos no Restaurante Videira e fomos muito bem servidos!

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A menina que nos atendeu era muito simpática e, sorte a nossa, bastante faladora. Aconselhou-nos a visitar o Poço Negro e o Poço das Mantas que ficam perto do Soajo e deu-nos indicações para seguirmos viagem até ao Santuário de Nossa Senhora da Peneda. Para visitarmos o Poço Negro tínhamos de voltar para trás enquanto que o Poço das Mantas ficava a caminho do santuário. Não foi difícil decidir deixar o Poço Negro para uma visita futura.

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A paisagem entre o Soajo e o Santuário Nossa Senhora da Peneda é muito bonita. O recorte das montanhas em vários tons de verde em oposição ao azul do céu e a um tímido branco aqui e ali das nuvens compunha um cenário admirável. A viagem ficou ainda mais interessante quando nos cruzámos com ovelhas, vacas e cavalos. Infelizmente as fotografias das ovelhas ficaram desfocadas.

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Pouco antes de chegarmos ao Santuário fomos surpreendidos por um conjunto de casas em granito rodeadas de campos agrícolas e pinhal. A localidade chama-se Rouças e é atravessada pela estrada M503.

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Quando finalmente chegámos ao Santuário Nossa Senhora da Peneda quase desanimámos ao ver a quantidade de escadas que tínhamos para subir. É que o dia já ia longo e o nosso filho mais novo tinha adormecido no carro. Apesar do cansaço enfrentámos a escadaria e ainda bem que o fizemos. O recinto estava quase deserto, afinal não custava assim tanto subir as escadas e o silêncio era de ouro.

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No final da visita regressámos ao carro e colocámos no GPS o destino “Vila do Gerês” onde pernoitámos.

2.º dia: Vila do Gerês – Barragem de Salamonde – Cascata do Arado – Cascata de Pincães – Ponte da Mizarela – Vila do Gerês

A primeira paragem deste segundo dia por terras do Gerês foi a Barragem de Salamonde.

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A seguir, passámos pelo miradouro de Fafião e depois seguimos as indicações para a Cascata do Arado. Algures no percurso vimos sinalizada a Cascata do Tahiti (nome popular da Fecha das Barjas) mas já tínhamos decidido que não nos íamos aventurar por aquelas bandas.

Em determinada altura o alcatrão da estrada terminou e vimos que estavam muitos carros estacionados junto ao Miradouro das Rocas mas, de acordo com o GPS, ainda faltava bastante para a Cascata do Arado.

Continuámos pela estrada de terra batida e felizmente correu tudo bem porque o caminho estava em bom estado e junto à cascata havia espaço para estacionar.

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Foi um bocadinho mais difícil encontrar a Cascata de Pincães. Seguimos indicações do GPS até Pincães, estacionámos o carro na localidade mas não encontrámos ninguém a quem pedir ajuda. Depois de uma voltas a pé começámos a ouvir o ruído da água a cair e decidimos aventurar-nos pelo monte. Descemos a encosta até encontrar uma levada e a seguimos essa levada até à cascata. A verdade é que nos enganámos duas ou três vezes mas faz parte da experiência e conseguimos chegar lá. Conte com 30-40 minutos a pé, se não se enganar muitas vezes.

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O almoço foi improvisado num café em Pincães, não me lembro do nome, mas já passava das 15:00 e os bifes com batatas fritas que nos arranjaram estavam tão bons que nos pareceu um banquete.

O último destino do dia era a Ponte da Mizarela. O GPS indicou-nos o caminho, aliás, sem GPS este passeio teria sido bem difícil.

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No regresso, com os miúdos a dormir, desfrutámos tranquilamente do por do sol.

3.º dia: Stand Up Padle (SUP) na Caniçada – Brufe – Porto

O momento alto do fim de semana foi, sem dúvida, o Stand Up Paddle. Gostamos muito do Gerês mas como o visitamos com frequência acho que perdeu o fator novidade. O mesmo não posso dizer do SUP pois nunca tínhamos experimentado.

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Não é difícil encontrar o equilíbrio na prancha parada, mas quando começámos a remar percebemos que o difícil é não cair à água. E mais complicado ainda é subir para a prancha depois da queda. De qualquer forma foi muito divertido e, sem dúvida, que nos abriu o apetite para o almoço.

A caminho de Brufe, em Terras de Bouro, passámos pela Barragem de Vilarinho da Furna mas como a fome apertava nem sequer parámos. Só descansámos quando estacionámos o carro junto ao restaurante “O Abocanhado” mesmo à hora que tínhamos reservado a mesa.

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O serviço foi muito lento, talvez por ser domingo, pois com reserva esperámos mais de 30 minutos para que a mesa ficasse disponível. A situação piorou quando depois do pedido tivemos de aguardar mais 1 hora pelo almoço e se não fossem as ótimas recomendações da tiborna de bacalhau e do cabrito no forno talvez tivéssemos desistido.

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Foi pena a longa espera porque à distância nem me lembro da qualidade da refeição mas tenho muito presente a agonia que foi a espera.

O regresso ao Porto foi pela A3 e já parecia que estávamos em casa.

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Parque Nacional Peneda-Gerês

O Parque Nacional Peneda-Gerês é uma área protegida que engloba a Serra da Peneda, a Serra do Gerês, a Serra do Soajo e a Serra Amarela.

Neste post sugerimos um roteiro de viagem para três dias, que é o tempo que achamos necessário para visitar o essencial no Gerês. Para explorar sem pressas.

1.º dia no Parque Nacional Peneda-Gerês

Porto, Barragem do Lindoso, Soajo, Santuário de Nossa Senhora da Peneda, Vila do Gerês.

Espigueiros do Soajo

Não visitámos porque já conhecemos:
– Aldeia do Lindoso (vale a pena visitar os espigueiros e o castelo)
– Cascata da Portela do Homem
– Miradouro Pedra Bela
– Mosteiro de São Bento da Porta Aberta

Dicas:
– Esteja atento à condução. Na estrada que liga o Soajo ao Santuário de Nossa Senhora da Peneda cruzamo-nos com cavalos, vacas e ovelhas que pastavam na serra.

– Junto à Cascata da Portela do Homem as estradas são estreitas e não é fácil arranjar estacionamento. Uma alternativa é estacionar o carro junto à fronteira com Espanha e fazer o percurso de alguns minutos a pé.

– O restaurante no Soajo (Restaurante Videira) não tinha disponível pagamento com cartões mas no centro (a dois minutos a pé) há um multibanco.

Cavalos no Parque Nacional Peneda-Gerês

2.º dia no Parque Nacional Peneda-Gerês

Vila do Gerês, Barragem de Salamonde, Cascata do Arado, Cascata de Pincães, Ponte da Mizarela, Vila do Gerês.

Dicas:
– Quando visitar a Cascata do Arado e o alcatrão da estrada terminar, aventure-se pelo caminho de terra batida e estacione muito perto da cascata.

Tem espaço de sobra para estacionar. Aproveite e leve farnel para um piquenique.

– Dizem que a Cascata do Taiti é muito bonita mas o estado e a distância do percurso desencorajou-nos.

O início do trilho está bem sinalizado e há um parque privado (pago) no local.

Mas não nos pareceu que fosse adequado a crianças e dispensamos uma ida não programada ao Hospital local.

Parque Nacional Peneda-Gerês

3.º dia no Parque Nacional Peneda-Gerês

Stand Up Paddle na Caniçada, Brufe, Porto.

Dicas:
– na Barragem da Caniçada além de Stand Up Paddle podem ser praticados outros desportos, como o windsurf e flyboard.

– Em Brufe almoçámos no restaurante “O Abocanhado”, se não tiver reserva prepare-se para uma longa espera.

Restaurante O Abocanhado em Brufe - Gerês

 

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