Guia para o melhor de TOMAR: de marcos imperdíveis a joias escondidas

O que visitar em Tomar: o Convento de Cristo.
Índice do artigo

Tomar é uma cidade localizada no centro de Portugal, rica em história e cultura.

Algumas das melhores coisas para ver e fazer em Tomar incluem visitar o Convento de Cristo, o Castelo de Tomar, bem como explorar o centro histórico da cidade… e mais alguns lugares que revelo ao longo deste artigo.

Aliás, se visitar Tomar no verão, vai apreciar a frescura dos jardins e da zona ribeirinha junto ao Rio Nabão.

Além disso, os visitantes podem experimentar a gastronomia local, incluindo os doces, e provar alguns dos vinhos da região.

Enfim, neste artigo vamos olhar não só para as duas das principais atrações de Tomar: o Convento de Cristo e o Castelo de Tomar, mas também para outros lugares menos conhecidos de Tomar, como a Mata dos Sete Montes.

Aceita o desafio de explorar esta linda região?

O que fazer em Tomar Portugal

Se está há procura de uma lista de o que fazer em Tomar, então está no sítio certo!

Seguem-se nove sugestões de o que fazer em Tomar, para que possa organizar o seu roteiro.

Visite o Convento de Cristo

Convento de Cristo em Tomar.
Convento de Cristo em Tomar.

O Convento de Cristo está classificado como Património Mundial da UNESCO e pode ser visitado na linda cidade de Tomar, Portugal. Foi fundado no século XII pelos Cavaleiros Templários, uma ordem militar de guerreiros cristãos. O convento foi construído para ser um local de culto, mas também serviu de fortaleza para defesa contra os ataques dos mouros.

O Convento de Cristo é conhecido pela sua arquitetura grandiosa, que mistura os estilos românico, gótico e manuelino. A capela-mor, a Capela do Fundador, está decorada com muito detalhe, incluindo vitrais e estátuas de santos. O convento tem ainda um claustro, refeitório e biblioteca, todos abertos ao público.

Um dos destaques do Convento de Cristo é a Charola, uma capela circular que foi construída pelos Cavaleiros Templários. A Charola tem símbolos e motivos associados aos Templários, como a cruz patada e os dois cavaleiros num só cavalo.

Além do seu significado histórico e arquitetónico, o Convento de Cristo também é conhecido pelo seu papel na Era dos Descobrimentos Portugueses, pois o convento foi sede da Ordem de Cristo, responsável por patrocinar muitas das viagens de exploração realizadas pelos navegadores portugueses neste período.

Nota: desde meados de 2022 que a famosa Janela do Capítulo está em obras de conservação, ou seja, nem sempre está visível para os visitantes. Pelo que pude apurar, não existe data prevista para a conclusão das obras.

Visite o Castelo de Tomar

Castelo de Tomar. O que visitar em Tomar.
Castelo de Tomar.

O Castelo de Tomar é um castelo medieval localizado em Tomar, Portugal, e faz parte do complexo do Convento de Cristo.

É um Monumento Nacional e Património Mundial da UNESCO e, além disso, apresenta elementos da arquitetura militar nos estilos românico, gótico e renascentista.

Aliás, alguns acreditam que podem existir vestígios de uma estrutura militar anterior que remonta à época romana no local.

O castelo é constituído por duas faixas de muralhas que encerram a primitiva aldeia intramuros e a praça principal, e é reforçada por torreões semicirculares e quadrangulares.

Apesar das muitas alterações ao longo dos séculos, o castelo ainda tem vários elementos românicos significativos, incluindo a torre de menagem.

O Castelo de Tomar foi construído em 1160 pelo Mestre dos Cavaleiros Templários em Portugal e mais tarde foi sede da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Por fim, resistiu a um ataque de seis dias pelo califado almóada na década de 1190 e faz parte do grupo de castelos conhecido como Linha do Tejo, que inclui Almourol, Castelo Branco, Idanha, Monsanto, Pombal, Torres Novas e Zêzere.

Passeie na Mata dos Sete Montes

A Mata dos Sete Montes é uma grande e exuberante floresta localizada na cidade de Tomar, Portugal.

É conhecida pela sua diversidade de vida vegetal e animal, bem como pelos trilhos para caminhadas e ciclismo.

A floresta recebeu o nome de Sete Montes, por causa das sete colinas que ela abrange, e uma das atrações mais populares na floresta é o Convento de Cristo, que já referi antes.

Apesar de ser bastante frequentada pelos moradores, os visitantes não costumam dar o devido valor a este espaço.

Para além do seu significado cultural e histórico, a Mata dos Sete Montes é também um destino popular para os entusiastas do ar livre, pois tem muitas espécies de pássaros e outros animais selvagens, tornando-se um ótimo lugar para observação de pássaros.

Caminhe no centro histórico de Tomar

O que visitar em Tomar: o centro histórico.
Centro histórico de Tomar.

O centro histórico de Tomar é constituído pela Praça da República e pelas ruas que partem deste local.

Entre os monumentos a visitar nesta zona de Tomar destacam-se a Igreja de São João Baptista, os Paços do Concelho e a estátua do fundador da cidade, Gualdim Pais, situada no centro da praça.

A Rua Serpa Pinto, anteriormente conhecida como Corredoura, é muito interessante pois consegue ter uma vista sobre o Castelo dos Templários no cimo da colina.

Ao caminhar por estas ruas antigas, não perca a Sinagoga e os vários elementos históricos e arquitetónicos, como as janelas e portais renascentistas que se encontram no Edifício do Turismo.

Destacam-se ainda as janelas de guilhotina com abas arredondadas e as janelas de esquina tardo-renascentistas na Travessa do Arco, e a janela de esquina com balaústres da Casa Manuel Guimarães na Rua Silva Magalhães, da autoria de João de Castilho.

A Rua do Camarão, próxima ao Largo do Pelourinho, também tem uma das mais belas janelas da cidade, ou seja, deve fazer parte do seu roteiro em Tomar!

Acredite que vale muito a pena dedicar várias horas a explorar os recantos menos conhecidos do centro histórico de Tomar!

Conheça o legado judeu na Sinagoga de Tomar

Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto.
Museu Luso-Hebraico Abraão Zacuto.

Esta sinagoga, construída no século XIV, é uma das mais antigas de Portugal e é um fascinante exemplo da arquitetura sefardita em solo português.

Aliás, a Sinagoga de Tomar é o único templo hebreu proto-renascentista sobrevivente em Portugal.

Exibe influências orientais no seu desenho quadrilátero e cobertura abobadada sustentada por colunas e mísulas embutidas nas paredes.

Como referi, foi construída no século XIV mas fechou em 1496, quando os judeus foram expulsos do país.

Mais tarde foi convertida em prisão e, no século XVII, referida como Capela de São Bartolomeu. No século XIX teve várias utilizações, como por exemplo como palheiro, celeiro, mercearia e arrecadação.

Só em 1921 foi reconhecida como Monumento Nacional, e em 1939 foi transferida para o Estado Português para se tornar o Museu Luso-Hebraico de Abraão Zacuto.

As escavações em 1985 descobriram evidências de sistemas de aquecimento de água e esculturas, indicando a presença de um banho de purificação.

A comunidade judaica de Tomar tem uma longa história que remonta a 1315 e desempenhou um papel significativo no crescimento da cidade nos séculos XIV, XV e XVI.

Aliás, em 1609, a Câmara Municipal de Tomar citava o grande número de residentes judeus abastados presos ou exilados pela Inquisição como motivo da pobreza da cidade e da incapacidade de fornecer apoio financeiro à visita de D Filipe II.

Por isso, para ficar a conhecer o legado judeu em Tomar, recomendo que veja o vídeo e os artefactos em exposição neste museu.

A entrada é gratuita e vale muito a pena dedicar um par de horas a explorar o Museu Luso-Hebraico de Abraão Zacuto.

Atravesse a Ponte Velha

Ponte Velha.
Ponte Velha.

A Ponte Velha, também conhecida por Ponte Dom Manuel, é um conhecido marco da cidade de Tomar. Atravessa o rio Nabão, um afluente do rio Zêzere que corta a cidade e é um lugar simpático para passar algum tempo.

As origens exatas da ponte são incertas, mas acredita-se que ela tenha sido construída sobre ou usando uma estrutura romana anterior, ou possivelmente datada desse período.

A Ponte Velha situa-se junto ao Convento de Santa Iria e serve como um dos principais acessos ao centro histórico da cidade.

Ao longo da sua história, a ponte sofreu várias alterações, incluindo a colocação de guardas em 1710 pelo rei D João V, bem como uma estátua de São Cristóvão, que agora localizada no Convento de Cristo.

Apesar de ser possível circular de carro na ponte velha de Tomar, a minha sugestão é que faça uma caminhada a pé.

Dos dois lados da ponte existe uma série de coisas para ver e fazer, pois é onde estão concentrados os cafés, restaurantes e lojas de Tomar.

Recupere forças no Parque do Mouchão

Parque do Mouchão.
Parque do Mouchão.

O Parque do Mouchão é um oásis de tranquilidade nas margens do rio Nabão no centro de Tomar.

Está ligado à cidade por pontes pedonais e funciona como um refúgio sereno da agitação da vida urbana.

Isto porque o parque está cheio de árvores, áreas de relva e plantas com flores, proporcionando um ambiente tranquilo para relaxamento e lazer.

Aliás, nos dias quentes de verão, os visitantes podem encontrar sombra debaixo das árvores ou fazer um piquenique com a família.

Além disso, o parque também tem a Roda do Nabão, uma grande roda d’água de madeira construída em 1906 e que servia para regar os campos próximos e operar moinhos.

Movida pela força do rio, a roda d’água é um exemplo fascinante de engenharia hidráulica que funciona até hoje.

Além da roda d’água, o parque tem ainda um coreto, equipamentos desportivos, cafés e restaurantes próximos.

Existe também um grande parque infantil nas proximidades que é bastante popular para as famílias com crianças.

Enfim, o Parque do Mouchão é um óptimo lugar para quem procura estar em contacto com a natureza ou simplesmente desfrutar do ar livre em pleno centro de Tomar.

Prove os doces típicos de Tomar

Beija-me...depressa, doce tradicional em Tomar.
Beija-me…depressa, doce tradicional em Tomar.

Tomar é o lar de uma deliciosa doçaria e com uma grande variedade de sobremesas ricas e doces.

Algumas das iguarias mais populares incluem Espadas de D. Gualdim, Barrigas de Iria, Pimpinelas, Estrelas de Tomar, Janelinhas do Capítulo, Nabantinos, Telhas do Convento, Beija-me Depressa e Bolos de Cama.

Para desfrutar em pleno destas iguarias, recomenda-se uma visita às várias pastelarias da cidade, como por exemplo a Confeitaria Estrelas de Tomar no coração de Tomar.

A doçaria de Tomar é tradicionalmente inspirada nas receitas conventuais e é feita maioritariamente à base de gema de ovo, açúcar e amêndoa.

Uma das sobremesas mais emblemáticas de Tomar são as Fatias de Tomar, um doce feito com ovos e açúcar que dizem ter sido o preferido dos frades do Convento de Cristo.

As Fatias de Tomar são preparadas batendo-se as gemas e cozinhando-as em banho-maria numa panela especialmente fabricada para o efeito em Tomar.

Surpreenda-se no Aqueduto de Pegões

O que visitar em Tomar: o Aqueduto de Pegões.
Aqueduto de Pegões.

O Aqueduto do Convento de Cristo, também conhecido como Aqueduto dos Pegões e ainda Aqueduto dos Pegões Altos, foi um projeto encomendado pelo rei Filipe II de Espanha para fornecer água ao Convento de Cristo em Tomar, a partir de quatro nascentes diferentes da região.

O aqueduto tem cerca de 6 km de extensão, foi projetado por Filipe Terzio e concluído por Pedro Fernando de Torres em 1614, sendo a fonte do Claustro Principal concluída em 1619.

O aqueduto está classificado como Monumento Nacional desde 1910 e esteve em uso por mais de 330 anos, ou seja, até meados do século XX.

É um magnífico exemplo de engenharia hidráulica, com 180 arcos e um troço sobre o vale de Pegões composto por 58 arcos de volta completa.

Aliás, a parte mais interessante do aqueduto de Pegões é precisamente esta secção sobre o Vale de Pegões.

Foi construída para colmatar a falta de água suficiente para o cultivo dos terrenos em redor do convento, uma vez que as cisternas do convento joanino só davam para as necessidades dos frades.

Onde ficar a dormir em Tomar em Portugal?

Como já deve ter percebido, a cidade de Tomar presta-se a estadias de vários dias, aliás, falo um pouco deste assunto a seguir.

Eu fiquei no Hotel Cavaleiros De Cristo, um hotel económico no centro de Tomar, mas era realmente muito básico.

Se puder, invista num alojamento um pouco mais confortável, como a Casa dos Ofícios Hotel, que além de as instalações serem mais modernas, tem a possibilidade de deixar o carro estacionado no parque público por 6 € por noite.

Por outro lado, se o orçamento não for um problema, o Hotel República é um 5 estrelas com excelente localização, bicicletas de utilização gratuita e estacionamento a 6 € por noite, como na Casa dos Ofícios.

Se não gostou de nenhumas destas sugestões, veja a disponibilidade dos hotéis em Tomar no próximo botão.

Quantos dias ficar em Tomar?

Ora, quantos dias deve ficar em Tomar? Eu estive três dias em Tomar e acho que é o tempo certo para, por exemplo, um fim de semana tranquilo.

Ou seja, ir numa sexta e regressar num domingo.

Assim, na sexta-feira descubra o centro histórico de Tomar, incluindo a judiaria, o sábado vá ao Convento de Cristo, ao Castelo de Tomar e à Mata dos Sete Montes, e no domingo explore o Parque de Mouchão e visite as igrejas e museus que não visitou na sexta-feira, incluindo um desvio até ao Aqueduto de Pegões.

É claro que pode juntar mais um dia para visitar o magnífico Castelo de Almourol, ou fazer os Passadiços até Almourol, se tiver mais tempo, mas isso depende do tempo total disponível.

Um pouco de história sobre o Convento de Cristo em Tomar

Janela do Capítulo.
Janela do Capítulo.

A Charola era uma capela privada utilizada pelos Cavaleiros Templários, localizada dentro da fortaleza.

Foi construída em estilo bizantino e incorporou elementos do estilo românico, popular durante as Cruzadas. A planta da capela apresenta um espaço central, neste caso um prisma ou tambor octogonal, que se abre para um deambulatório com dezasseis faces.

A Charola foi concluída em 1190 e originalmente tinha uma entrada voltada para o leste. No entanto, Dom Manuel I acrescentou mais tarde uma nave e mudou a entrada para sul.

No tempo em que o Convento de Cristo era sede da Ordem de Cristo, o Infante Dom Henrique procedeu a alterações na Charola para acomodar as funções litúrgicas dos irmãos contemplativos que introduzira na Ordem.

Portanto, acrescentou duas grandes janelas às paredes do ambulatório voltadas para o oeste e instalou um coro de madeira.

Também acrescentou quatro capelas às paredes do deambulatório, voltadas para nordeste, noroeste, sudeste e sudoeste, e ainda colocou altares nos espaços restantes.

Quando Dom Manuel I ampliou o espaço litúrgico, retiraram-se as modificações do Infante e reduziram-se as grandes janelas para dar lugar a um arco triunfal que ligava o espaço templário à nave manuelina.

A Charola foi então utilizada como capela-mor da igreja do convento e adornada com arte sacra, incluindo esculturas, pinturas e estuques.

Por fim, nos últimos anos, pinturas manuelinas na abóbada do deambulatório foram descobertas e restauradas entre 1987 e 2014.

Um pouco de História sobre o Castelo de Tomar

Não se sabe ao certo porque Tomar foi escolhido para o local do castelo.

Alguns acreditam que a localização, numa colina sobranceira a uma planície na margem direita do rio Tomar, era mais vantajosa estrategicamente. Outros especulam que o local foi escolhido pela sua posição na linha de 34° em relação ao meridiano de Paris, ou seja, uma característica comum em projetos templários.

O castelo e a sua capela, isto é, a Charola, foram construídos ao mesmo tempo.

Em 1162, Dom Gualdim Pais concedeu o primeiro foral à vila de Tomar e a Ordem recebeu os domínios de Idanha e Monsanto em 1165. Já em 1170 foi construído o Castelo de Almourol integrado na Linha do Tejo.

Na década de 1190, ou seja, no reinado de D. Dinis (1279-1325), o castelo resistiu a um assalto de seis dias do Califado Almóada, liderado pelo califa Iakub Almançor, que tinha conquistado os castelos de Alcácer do Sal, Palmela e Almada antes atravessando o Tejo e atacando Santarém, Torres Novas e Abrantes.

A defesa dos Templários foi tão feroz que a porta pela qual os mouros entravam no castelo ficou conhecida como Porta do Sangue.

Quando a Ordem dos Templários foi dissolvida pelo Papa Clemente V em 1312, Dom Dinis criou a Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo em 1321 e transferiu para esta nova Ordem os bens da antiga.

A sede da nova ordem foi posteriormente transferida para Tomar por volta de 1338. O castelo foi posteriormente renovado e ampliado pelo Infante Dom Henrique, Governador da Ordem de Cristo, e pelos Reis Dom Manuel (1495-1521) e Dom João III (1521-1557).

Os Paços da Rainha também foram ampliados no início do século XVI. No terremoto de 1755 em Lisboa, o castelo sofreu danos, mas foi posteriormente restaurado.

Estacionamento gratuito em Tomar

Castelo e centro histórico de Tomar.
Castelo e centro histórico de Tomar.

Não é fácil encontrar estacionamento gratuito em Tomar, no entanto, com estas dicas, talvez consiga economizar alguns euros. Isto, claro, se não optar por escolher um hotel com estacionamento.

Antes de mais, deve ter em conta que no centro da cidade existem parquímetros em quase todas as ruas. Quando os parquímetros estão em funcionamento ainda se conseguem encontrar alguns lugares vazios, mas quando está a aproximar-se o horário livre, ou tem sorte e está alguém a sair ou já não consegue encontrar estacionamento.

Isto acontece principalmente no centro da cidade.

Por isso, tome nota que existem lugares de estacionamento sem parquímetro junto ao Estádio de Municipal, e se não se importar de caminhar um pouco, a seguir à Ponte Velha na direção ao MacDonalds, pois existem vários lugares de estacionamento também sem parquímetro.

Neste último caso, conte em caminhar certa de 15 minutos. Espero ter ajudado!

O que visitar perto de Tomar

Lago Azul em Ferreira do Zêzere.
Lago Azul em Ferreira do Zêzere.

Há tanta coisa para ver perto de Tomar que o mais difícil é mesmo escolher.

Assim, se tiver de escolher, tente colocar no seu roteiro pelos arredores de Tomar a Aldeia Templária de Dornes (29 km), a Albufeira da Barragem de Castelo de Bode (13 km), o Lago Azul (23 km), a Praia Fluvial do Agroal (14 km) ou ainda o Castelo Templário de Almourol (26 km).

Gastronomia e Restaurantes em Tomar

Salada de Polvo no restaurante Clandestino.
Salada de Polvo no restaurante Clandestino.

Pela minha experiência come-se muito bem em Tomar… muito bem mesmo. Mas antes de lhe dar algumas sugestões de restaurantes para almoçar e jantar em Tomar, gostaria de referir que, como pode entender, esta lista é muito reduzida.

Ou seja, nos dias em que fiquei em Tomar experimentei alguns restaurantes, que gostei bastante, não de certeza que existem outros que também vale a pena experimentar.

Por outro lado, devo dizer que foram os meus filhos que escolheram os restaurantes, e naqueles dias de verão eles preferiram comer em esplanadas.

Feita esta breve contextualização, em Tomar posso sugerir os dois restaurantes que experimentei: o Clandestino e o Enigma.

Então, o Clandestino é uma casa de petiscos com esplanada para o centro histórico de Tomar. A salada de polvo estava deliciosa, assim como o pica pau e o bitoque. O torricado de bacalhau tem fama nesta casa, mas naquele dia não estava disponível.

Já o Enigma é uma hamburgueria artesanal com restaurantes em Tomar, Batalha e Fátima, cujo conceito assenta em combinações improváveis, e acrescento eu… que casam muito bem! Os nomes dos hambúrgueres são criativos como por exemplo o Pica Miolos, Incógnito e Brutamontes. Ah, também têm cervejas artesanais e os sumos do dia são muito bons. Devo dizer que gostamos tanto deste restaurante que em Fátima fomos ao outro restaurante do grupo.

Onde fica e como chegar a Tomar

Tomar é uma cidade situada no centro de Portugal, isto é, no distrito de Santarém.

Situa-se a cerca de 200 quilómetros do Porto e a cerca de 140 quilómetros de Lisboa.

Se está a planear visitar Tomar de carro a partir do Porto, pode apanhar a autoestrada A1, que liga o Porto a Lisboa. A saída para Tomar fica a meio caminho entre Porto e Lisboa e a viagem do Porto para Tomar deverá demorar cerca de 2 horas.

Em alternativa, se partir de Lisboa, terá de conduzir pela A1 no sentido Norte, até encontrar a saída para Tomar. São aproximadamente 1 hora e 30 minutos de carro.

Se preferir viajar de comboio, existem comboios de Santa Apolónia que chegam a Tomar em cerca de duas horas, mas do Porto Campanhã não existem ligações para Tomar que valham a pena.

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