O que fazer em Quioto: Templos, Gueixas, Samurais e muito mais!

O que fazer em Quioto (Kyoto): visitar Sanjunoto Pagoda. Things to do in Kyoto: visit Sanjunoto Pagoda.
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O que fazer em Quioto, Japão: guia para descobrir a cidade onde a espiritualidade e a tradição continuam bem vivas.

Quioto é uma cidade que revela o Japão de forma tranquila, sem pressas. Não precisa de grandes dramatismos: basta caminhar um pouco para perceber porque tantas tradições japonesas nasceram aqui.

Durante a minha viagem, foi em Quioto que senti mais proximidade com a história do país.

Não por ser “milenar”, mas porque muitos lugares continuam a funcionar como sempre funcionaram. Os jardins são cuidados com uma precisão quase silenciosa, os templos mantêm rituais antigos e a cerimónia do chá continua a ser tratada como algo importante, não apenas uma demonstração para turistas.

Ao mesmo tempo, Quioto não vive presa ao passado. Há estudantes por todo o lado, cafés pequenos com personalidade, mercados locais e bairros que mostram uma cidade que evolui sem se desfazer da sua identidade.

Se é a primeira vez que visita o Japão, Quioto ajuda a compreender o país para lá da imagem dos néons e da tecnologia.

É uma cidade que convida a abrandar, observar e perceber os detalhes, e talvez seja por isso que tanta gente sente vontade de voltar.

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Fushimi Inari Taisha Honden (Sanctuary).
Fushimi Inari Taisha Honden (Sanctuary).

O que ver e fazer em Quioto, Japão

Visitar o Templo Kiyomizu-dera

O Kiyomizu-dera é um dos templos mais emblemáticos de Quioto e Património Mundial da UNESCO. Fundado no século VIII, o seu nome significa “Templo da Água Pura”, em referência à nascente que corre sob o edifício principal.

A estrutura de madeira construída sobre a encosta tem uma arquitetura que atrai muitos visitantes, bem como a manífica vista sobre a cidade.

Aliás, este templo é especialmente bonito durante a primavera, quando as cerejeiras em flor enquadram o cenário de forma mágica.

Além disso, a caminhada até ao templo, pela rua Matsubara, é também parte da experiência, por causa das lojas tradicionais, doces japoneses e pequenos souvenirs tornam o percurso inesquecível.

Dica: o templo é especialmente bonito ao pôr do sol. Compre o bilhete com antecedência se quiser assistir à iluminação noturna sazonal.

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Templos em Quioto: Kiyomizu-dera. Temples in Kyoto: Kiyomizu-dera.
Templos em Quioto: Kiyomizu-dera.
Percorrer as ruas Ninenzaka e Sannenzaka até chegar a Kiyomizu-dera. Walk through the streets of Ninenzaka and Sannenzaka until reaching Kiyomizu-dera.
Percorrer as ruas Ninenzaka e Sannenzaka até chegar a Kiyomizu-dera.

Explorar o Distrito de Gion e as gueixas de Quioto

Passear por Gion é como viajar no tempo, e por isso se diz que faz parte de qualquer roteiro em Quioto!

Eu concordo, pois Gion é o bairro das gueixas e das casas de chá tradicionais, onde as ruas estreitas, as lanternas vermelhas e as fachadas em madeira mantêm a estética do período Edo.

Além disso, durante o entardecer, é possível ver uma maiko (aprendiz de gueixa) a caminhar rapidamente entre compromissos, como nos filmes.

É um momento discreto, mas que diz muito sobre a preservação da cultura japonesa.

Além disso, Gion também é excelente para jantar: há restaurantes de kaiseki, a alta gastronomia japonesa servida em vários pratos delicados, e izakayas onde se pode provar tempura ou sashimi fresquíssimo.

Dica: respeite sempre a privacidade das gueixas e evite fotografar de forma intrusiva.

Gion, um bairro tradicional em Quioto. Gion, a traditional district in Kyoto.
Gion, um bairro tradicional em Quioto.
Comer ao balcão no Kyoto WAGYU Tonkatsu Ten no Meshi Gionshirakawa. Eating at the counter at Kyoto WAGYU Tonkatsu Ten no Meshi Gionshirakawa.
Jantar em Gion, no Kyoto WAGYU Tonkatsu Ten no Meshi Gionshirakawa.

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Explorar o Bosque de bambu de Arashiyama

O bamboo grove de Arashiyama é um dos locais mais fotografados do Japão, e com razão, pois caminhar entre os altos caules de bambu, que se movem suavemente com o vento, é uma experiência que recomendo a todos os viajantes.

Mas também pode ser uma desilução, porque há muita, mas muita gente neste pequeno bambuzal.

Aliás, esta situação levou-me a escrever um artigo sobre se vale a pena ou não visitar o Bosque de Bambu de Arashiyama, que recomendo que leia se tem dúvidas.

Em todo o caso, Arashiyama, no oeste de Quioto, oferece mais do que o bosque de bambu. Assim, recomendo que explore o Templo Tenryu-ji, o rio Katsura e a ponte Togetsukyo que são igualmente imperdíveis.

Dica: chegue antes das 8h da manhã para aproveitar o local com tranquilidade.

Arashiyama Bamboo Forest.
Arashiyama Bamboo Forest.
Explorar a floresta de bambu de Arashiyama. Explorong the Arashiyama Bamboo Forest.
Explorar a floresta de bambu de Arashiyama.

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Visitar o Castelo de Nijo

O Castelo de Nijo é um dos lugares mais marcantes de Quioto e ajuda a perceber como o Japão transitou do período feudal para a era moderna.

Foi mandado construir em 1603 por Tokugawa Ieyasu, o primeiro xogum da família Tokugawa, para funcionar como residência oficial sempre que visitava Quioto. Mais tarde, o complexo foi ampliado e ganhou jardins, fossos e grandes muralhas.

O ponto alto da visita é o Palácio Ninomaru, com os seus pavimentos “uguisubari”, que rangem de propósito quando alguém passa. Era uma forma simples de evitar intrusos e tornou-se uma das características mais curiosas do castelo.

As salas estão decoradas com pinturas da escola Kanō, cheias de dourados, tigres e pinheiros estilizados, e mostram bem o nível de detalhe associado ao poder dos xoguns.

Os jardins também merecem atenção. O lago, as ilhas e as árvores ornamentadas criam um espaço calmo, apesar de o castelo estar bem no centro de Quioto.

Já o Palácio Honmaru, no anel interior de defesa, é menos visitado, mas completa a leitura da estrutura militar e cerimonial do complexo.

Além da importância histórica, o Castelo de Nijo é Património Mundial da UNESCO e uma das visitas mais completas para quem quer ir além dos templos e santuários tradicionais.

É um excelente ponto para incluir num roteiro de um ou dois dias em Quioto, sobretudo para quem gosta de história e arquitectura.

Nijō Castle.
Nijō Castle.

Conhecer os torii de Fushimi Inari Taisha

Os torii vermelhos de Fushimi Inari Taisha são uma das imagens mais marcantes de Quioto, aliás, do Japão!

O santuário, dedicado a Inari Ōkami, a divindade associada ao arroz e à prosperidade, existe desde o ano 711 e continua a ser um dos locais mais visitados da cidade.

A maior parte das pessoas vai até lá por causa do famoso caminho de portões, que forma um túnel contínuo pela encosta do Monte Inari.

Cada torii tem um dono. Empresas ou particulares oferecem um portão para agradecer ou pedir sorte nos negócios e o nome do doador fica gravado na parte traseira.

A secção mais conhecida é o Senbon Torii, onde os portões estão tão próximos que quase não se vê o céu. Apesar do nome sugerir “mil portões”, estima-se que todo o complexo tenha cerca de dez mil.

O percurso começa junto ao santuário principal, sendo a primeira parte é a mais concorrida, mas o movimento diminui à medida que se sobe.

A subida completa até ao topo demora cerca de duas horas, mas há vários pontos panorâmicos ao longo do caminho.

Dica: vá ao final da tarde para evitar as excursões e ver o pôr do sol sobre a cidade.

Senbon Torii (milhares de portões Torii). Senbon Torii (thousands of Torii gates)
Senbon Torii (milhares de portões Torii).
Torii no templo de Fushimi Inari. Torii at Fushimi Inari Temple.
Torii no templo de Fushimi Inari.

Provar as famosas fluffy pancakes do Panel Cafe

O Panel Café, em Gion, ganhou fama pelas fluffy pancakes que aparecem em todo o lado, e depois de experimentar percebi porque é que o lugar se tornou tão procurado.

Fomos lá pelas panquecas, em especial a versão de crème brûlée, e posso dizer que vale todo o hype. A textura é leve, quase aérea, e o contraste entre o topo caramelizado e a massa fofa funciona mesmo bem.

O espaço é pequeno e moderno, e isso significa que pode haver alguma espera, sobretudo ao fim da manhã. Ainda assim, quando chega o prato percebe-se rapidamente porque é que tantas pessoas fazem fila. As panquecas são preparadas na hora, demoram um pouco a sair e isso nota-se no sabor.

Apesar da fama dos doces, o menu não se fica por aí. Os hambúrgueres são uma surpresa agradável: simples, bem feitos e perfeitos para quem quer algo mais substancial antes ou depois da sobremesa. É uma opção útil para quem visita Gion com horários apertados e não quer fazer duas paragens.

Se a ideia é experimentar uma versão realmente boa das soufflé pancakes, o Panel Café é uma escolha segura. A experiência depende um pouco do tempo de espera, mas quando o objetivo é provar algo especial e diferente, faz sentido incluir no roteiro.

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Panquecas no Panel Cafe Kyoto. Pancakes at Panel Cafe Kyoto.
Panquecas no Panel Cafe Kyoto.
Panel Cafe Kyoto.
Panel Cafe Kyoto.
Onde comer em Quioto: Panel Cafe Kyoto. Where to Eat in Kyoto: Panel Cafe Kyoto.
Onde comer em Quioto: Panel Cafe Kyoto.

Provar chá verde de Uji

Provar chá verde em Uji é uma das experiências mais interessantes para fazer perto de Quioto. A cidade fica a uma curta viagem e é conhecida como a capital do chá verde japonês, algo que se percebe nas colinas cobertas de plantações e nas muitas lojas que exibem matcha produzido na região.

Uji tem séculos de tradição no cultivo do chá e foi aqui que nasceram técnicas que hoje são referência em todo o país. A mais importante é a de sombrear as plantas antes da colheita, o que intensifica a cor e torna o sabor mais doce. Mesmo quem não domina o tema percebe rapidamente a diferença quando o matcha é preparado na hora.

Enfim, participar numa cerimónia do chá é uma das formas mais completas de entender esta ligação entre técnica, tradição e cultura. O ritual é silencioso, composto por gestos precisos e por uma atenção total ao momento em que o chá é batido e servido.

Além das cerimónias, há casas de chá históricas onde se podem provar outros estilos, como por exemplo o sencha ou o gyokuro. Cada um tem o seu carácter próprio e ajuda a compreender melhor a importância do chá na identidade japonesa.

Para quem procura uma escapadinha curta com paisagem tranquila e tradição viva, Uji é uma escolha acertada.

Dica: se gosta de matcha, experimente os gelados e doces locais. A marca Itohkyuemon é uma das mais conhecidas.

Matcha.
Matcha (chá verde).

Observar a preparação tradicional de mochi

Assistir à preparação tradicional de mochi é uma das experiências mais interessantes para viver em Quioto.

Assim, em algumas lojas antigas, o mochitsuki — o processo de bater o arroz cozido até ganhar elasticidade — continua a ser feito como antigamente.

O momento mais marcante é o ritmo entre os dois artesãos: um levanta o malho pesado e bate na massa, enquanto o outro vira e humedece o arroz quente entre cada pancada.

Para manter o movimento sincronizado, repetem sons curtos e cadenciados, algo como “hai! hai! yossha!”, que funcionam quase como um compasso. Ver esta coreografia ao vivo mostra bem a confiança e a precisão necessárias para que tudo corra bem.

Quando a massa está pronta, o mochi é moldado ainda quente e servido no momento. O sabor é suave, a textura é muito mais macia do que o mochi industrial e percebe-se logo a diferença.

No Mochi-Mochi, onde assisti ao ritual, pude ver (e ouvir) todo o processo antes de provar o doce acabado de fazer.

Para quem gosta de tradições que continuam presentes no quotidiano, observar o mochitsuki é uma forma simples e autêntica de sentir Quioto para lá dos templos e dos jardins.

Mochitsuki: A Arte Tradicional de Fazer Mochi. Mochitsuki The Traditional Art of Making Mochi.
Mochitsuki: A Arte Tradicional de Fazer Mochi.
Provar mochi pela primeira vez. Trying mochi for the first time.
Provar mochi pela primeira vez.

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Alugar um quimono em Quioto

Alugar um quimono em Quioto é uma daquelas experiências que ajudam a entrar no ritmo da cidade. Não é preciso fazer grandes planos: basta escolher uma das lojas tradicionais que existem espalhadas por Gion, Higashiyama ou perto do Santuário Fushimi Inari, e em poucos minutos a transformação começa.

O processo é simples. Primeiro, escolhe-se o padrão e o tecido. Há kimonos mais leves para o verão e opções mais quentes para os meses frios. Depois, a equipa trata de tudo: vestiário, obi bem apertado e acessórios que completam o conjunto. Quem quiser pode acrescentar penteado e maquilhagem, é opcional, mas fica bem nas fotos.

As ruas de Quioto parecem feitas para este tipo de passeio. As cores dos edifícios tradicionais funcionam muito bem como fundo, e não é raro ver grupos inteiros vestidos a rigor à procura do melhor ângulo.

Convém lembrar que o quimono é bonito, mas não é a peça mais confortável do mundo. As camadas de tecido e o obi limitam os movimentos, por isso o ideal é planear um ritmo tranquilo, com paragens para descansar e beber água. Nos dias quentes, o calor pode fazer-se sentir.

As lojas costumam exigir devolução no próprio dia, mas há locais que permitem entregar no hotel por um valor extra. Os preços variam bastante, mas existe oferta para todos os bolsos.

É uma experiência que combina muito bem com um dia de templos e ruas históricas. E, acima de tudo, é uma forma de viver Quioto com um olhar mais atento, participando numa tradição que continua presente no quotidiano japonês.

Alugar um quimono em Quioto, Japão. Renting a kimono in Kyoto, Japan.
Alugar um quimono em Quioto, Japão.
Fazer uma sessão de fotos de quimono em Quioto. Have a kimono photo shoot in Kyoto.
Fazer uma sessão de fotos de quimono em Quioto.

Explorar o Nishiki Market

Visitar o Nishiki Market é entrar no lado mais quotidiano da gastronomia de Quioto.

Este corredor coberto, estreito e sempre cheio de movimento, reúne dezenas de bancas onde se vê a comida a ser preparada no momento, sem grandes artifícios, apenas ingredientes locais e técnicas que fazem parte da rotina da cidade.

À medida que se avança, o mercado muda de ritmo: numa banca há espetadas de polvo grelhado, noutra alinham-se pickles coloridos que os produtores explicam com orgulho.

Mais à frente, alguém corta tofu fresco ainda morno, enquanto uma montra exibe doces de arroz que variam consoante a estação.

É um sítio onde provar pequenas porções funciona melhor do que escolher um prato completo, porque cada banca mostra um pedaço diferente da cozinha de Quioto.

O que distingue este mercado dos de Tóquio não é apenas o que se vende, mas a forma como tudo é apresentado. Aqui, os vendedores conversam, oferecem amostras e explicam a origem dos produtos, criando aquela combinação rara de mercado turístico que ainda mantém vida local.

Dica: leve dinheiro vivo e circule sem pressa. O ideal é ir provando aos poucos, observando a preparação e escolhendo o que mais despertar curiosidade.

Nishiki Market.
Nishiki Market.
Batata doce frita no mercado Nishiki. Fried sweet potato at Nishiki Market.
Batata doce frita no mercado Nishiki.
Onde comer em Quioto: Nishiki Market. Frango frito e king crab frito. Where to eat in Kyoto: Nishiki Market. Fried chicken and fried king crab.
Onde comer em Quioto: Nishiki Market. Frango frito e king crab frito.

Onde ficar em Quioto, Japão?

Escolher bem a zona onde ficar em Quioto faz diferença, sobretudo porque a cidade é extensa e os principais templos estão espalhados. Durante a minha viagem, optei por uma base confortável em Quioto e depois explorei cada bairro ao ritmo dos transportes públicos, o que funcionou muito bem.

Aliás, escrevi um artigo completo sobre onde ficar em Quioto, com sugestões detalhadas para vários perfis de viajantes.

Assim, Gion é uma boa opção para quem quer acordar perto das ruas antigas e das casas de madeira. À noite, a zona fica bastante tranquila e muitos ryokans servem jantares kaiseki e oferecem banhos japoneses. É uma escolha acertada para quem procura uma estadia mais ligada às tradições. Recomendo o Gion Elite Terrace (4 estrelas).

A áreaà volta da Estação de Quioto é ideal para quem privilegia mobilidade. A proximidade dos comboios facilita deslocações para Osaka ou Nara, e há vários hotéis modernos, centros comerciais e restaurantes que tornam esta base prática e simples. o Kyoto Century Hotel (4 estrelas) é uma boa escolha.

No meu caso, fiquei no RESI STAY Tsubaki, um apartamento com cozinha e máquina de lavar roupa. A localização ajudou muito nas deslocações e o espaço extra foi útil depois de vários dias a viajar. Recomendo para quem prefere autonomia e conforto durante a estadia.

Onde ficar em Quioto: RESI STAY Tsubaki. Where to Stay in Kyoto: RESI STAY Tsubaki.
Onde ficar em Quioto: RESI STAY Tsubaki.

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Melhor altura para visitar Quioto

A primavera (março a maio) e o outono (outubro a novembro) são as melhores épocas, quando as cerejeiras e as folhas de ácer transformam a paisagem. O verão é quente e húmido, e o inverno frio, mas tranquilo. Eu viajei em agosto, que é uma das piores alturas para viajar para o Japão e, mesmo assim, aproveitei bastante.

Quantos dias ficar em Quioto

Três dias é o mínimo recomendável. Idealmente, quatro ou cinco dias permitem explorar os principais templos, visitar Arashiyama e fazer uma escapadinha a Nara.

Ver os cervos de Nara, no Japão. Seeing the deer in Nara, Japan.
Ver os cervos de Nara.

Como se deslocar em Quioto

O transporte público é eficiente, com autocarros a ir para quase todos os lugares dentro da cidade. Para zonas como Arashiyama e Fushimi Inari, o comboio JR é mais rápido. Eu preferi usar o Uber, que no Japão funciona como os táxis, ou seja, com um valor aproximado pela corrida.

Uber em Tóquio. Uber in Tokyo.
Uber no Japão.

Vale a pena comprar o JR Pass?

Sim, especialmente se vai fazer o percurso Tóquio–Quioto–Osaka. O passe cobre o shinkansen e pode compensar financeiramente em viagens de longa distância.

No entanto, antes de comprar o bilhete, leia o artigo Japan Rail Pass: vale a pena? Veja o desconto antes de comprar, onde explico como fazer as contas para perceber se vale a pena comprar o JR Pass e como comprar com desconto.

Shinkansen, Japan Rail Pass.
Shinkansen.

Onde fazer compras em Quioto

O bairro de Teramachi tem lojas tradicionais e boutiques modernas. Para lembranças locais, procure cerâmica de Kiyomizu ou leques japoneses feitos à mão.

Qual é o aeroporto mais próximo de Quioto?

O Aeroporto Internacional de Kansai (KIX), em Osaka, é o mais próximo. De lá, o comboio Haruka Express demora cerca de 75 minutos até Quioto.

Como ir de Osaka ou Tóquio para Quioto

De Tóquio, o shinkansen demora cerca de 2h30. De Osaka, são apenas 15 minutos no comboio rápido. Ambos partem com grande frequência e são confortáveis.

Seguro de viagem para Quioto

Viajar pelo Japão é uma experiência segura, mas imprevistos acontecem.
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Tenryu-ji.
Tenryu-ji.

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