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Dicas de Viagem

0 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal

Cinco dicas para aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

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É verdade que ainda não estamos no verão e que o tempo geralmente não tem sido propício a grandes passeios, mas não acha que está na altura de se preparar para os dias quentes que não devem tardar?

Deixamos, então, cinco sugestões para que chegue ao outono com a impressão de que o verão foi aproveitado ao máximo!

Cinco dicas para a aproveitar o verão (e o bom tempo em geral) quase sem gastar dinheiro!

Beber uma bebida ao final do dia num bar ou esplanada.

No final do dia de trabalho  precisa mesmo de ir a correr para casa? Pelo menos uma vez avise em casa que vai chegar mais tarde e combine uma saída com amigos. Os amigos estão ocupados? Vá sozinho, sente-se numa esplanada e desfrute da ocasião. Ou então leve a família consigo e desfrute na mesma da ocasião.

Fazer uma caminhada.

No final do jantar desligue a televisão, calce as sapatilhas, saia de casa e percorra a sua cidade a pé. Vai ver que dorme melhor e acorda de manhã com mais energia.

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Shinrin-yoku.

Já ouviu falar da medicina de estar simplesmente na floresta. E de banhos de floresta? Vá em grupo ou sozinho e beneficie da terapia de inspiração japonesa com um número crescente de adeptos em Portugal. O contacto com a natureza só lhe faz bem. Mais informações aqui e aqui.

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Observar o pôr-do-sol.

Ou o nascer do sol de for madrugador. Procure um local tranquilo e boa companhia. Observe o momento e relaxe.

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Fazer um piquenique.

Os restaurantes da moda tendem a ser dispendiosos e dificilmente se divertirá se gastar mais do que devia. Que tal fazer um piquenique? Um lanche caseiro, saudável e económico é uma excelente opção para aproveitar melhor os dias quentes de verão que se aproximam.

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2 In Destinos/ Dicas de Viagem

Como se organizar para viajar mais | Dicas práticas

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Os anos passam e fica com a sensação de que podia viajar mais? A sua lista de países a visitar nunca diminui? De uma forma genérica acontecem-lhe demasiados imprevistos que o impedem de viajar mais? Então este artigo é para si!

Este é o último de uma série de três artigos relacionados com organização. Pode ver os posts anteriores nos links abaixo:

Como fazer um Plano de Viagem

Como se organizar em viagem

Antes de mais deixe-me contar-lhe um bocadinho do nosso percurso enquanto viajantes. A primeira vez que eu e o meu marido viajámos de avião foi na nossa Lua de Mel, há quase 17 anos. Nas nossas famílias não era prioritário conhecer outros países e salvo raras incursões por Espanha apenas viajávamos no nosso país. O que foi bom pois tivemos oportunidade de viajar bastante dentro de portas.

Depois aconteceu o pior, fomos mordidos pelo bichinho das viagens. Os dois, em simultâneo. A viagem de Lua de Mel ainda estava a decorrer e já fazíamos planos para a viagem seguinte, o que não era fácil porque, afinal, estávamos em início de vida em comum e as nossas finanças estavam fragilizadas. Nos anos seguintes, e com a família a aumentar, conseguimos fazer pelo menos uma viagem para fora do país, enquanto continuamos a explorar o nosso país. Depois já tínhamos possibilidade de incluir uma viagem de alguns dias até uma cidade europeia e continuar a fazer uma viagem “grande” para um sítio diferente todos os anos.

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Entretanto comecei a acompanhar alguns blogues de viagens e ficava maravilhada como eles conseguiam viajar tanto! Achei que se eles conseguiam eu também iria conseguir. E se já lia tudo o que me aparecia pela frente relacionado com viagens, comecei a procurar ativamente artigos que explicassem como fazer render tempo e dinheiro. Sim, porque no fundo, para viajar mais precisa de tempo e dinheiro. Agora que conhece um bocadinho da nossa história, vamos organizar-nos?

Como se organizar para viajar mais:

Defina que viagens quer fazer e seja realista

Sabe quantas vezes quer viajar por ano? Em que altura do ano? As suas pretensões estão ajustadas à sua realidade?

Não imagina a quantidade de vezes que dei por mim a imaginar-me a viajar pelo sudoeste asiático por meio ano. Ou percorrer o Japão  num mês inteirinho. Belo filme, não? Pois, mas eu só tenho vinte e dois dias úteis de férias por ano e não quero esgotar os meus preciosos dias de descanso de uma só vez e depois ficar o resto do ano a sonhar com viagens. Para mim é mais importante fazer viagens mais pequenas distribuídas pelo ano do que concentrar tudo em uma ou duas viagens “grandes” por ano.

Estipule um orçamento

Os países que quer visitar são económicos ou dispendiosos? Sabe quantos euros tem disponíveis para viajar? Quanto dinheiro precisa para fazer a viagem que sempre sonhou?

É claro que queremos pagar o menos possível e de preferência não abdicar do conforto, mas, convenhamos, para viajar mais vai ter de abrir os cordões à bolsa. E custa juntar dinheiro mas se não souber exactamente quanto precisa para concretizar a sua viagem, provavelmente ela nunca vai passar do plano teórico, e nós queremos passar à pratica.

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Veja quanto dinheiro precisa de juntar para completar o seu orçamento

Agora que sabe quantas vezes quer viajar no ano e quanto dinheiro precisa para concretizar as suas viagens, seja criativo e poupe onde puder.

Se sabe que precisa de x EUR para a próxima viagem, veja quanto dinheiro consegue por de lado por mês para atingir o seu objetivo. E lembre-se, quando receber o seu ordenado ponha logo de lado o valor que estipulou que seria para a viagem, assim não corre o risco de o gastar. Com o tempo até pode chegar à conclusão que vive muito bem sem alguns luxos e a sua recompensa é viajar de forma mais frequente. E é isso que quer, não é? Viajar mais!

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3 In Destinos/ Dicas de Viagem

Como se organizar em viagem – Dicas práticas.

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Já lhe aconteceu chegar a um monumento e ele estar fechado? Precisou telefonar para o hotel e não tinha o número de telefone? Ficou parado na estação de metro porque não sabia que linha apanhar? De uma forma genérica acontecem-lhe demasiados imprevistos enquanto viaja? Então este artigo é para si!

Este é o segundo de uma série de três artigos relacionados com organização:

Como fazer um Plano de Viagem
Como se organizar em viagem
Como se organizar para viajar mais

Expliquei aqui como faço o meu Plano de Viagem. De uma forma resumida, o Plano de Viagem inclui informações sobre o destino e os locais que gostaria de visitar. Agora vou explicar-lhe como me organizo enquanto viajo.

Enquanto organizo o plano de viagem, vou colocando num ficheiro separado as moradas dos monumentos e sítios que pretendo visitar, o horário de funcionamento, preços das entradas, procuro informação acerca de eventuais descontos que possam oferecer e quais os transportes públicos que servem a zona. Tomo nota do número do autocarro ou da linha do metro, onde comprar bilhetes, que direção tomar e o valor a pagar pelo transporte pois prefiro ter informação a mais do que a menos. Para os restaurantes, coloco o nome, morada, horário de funcionamento e o que me chamou a atenção na ementa.

Dois ou três dias antes da viagem imprimo o Plano de Viagem que contém informações da logística da viagem e das atividades previstas para cada dia e junto as informações que fui reunindo no ficheiro e que incluem as moradas dos sítios a visitar.

Durante a viagem só preciso consultar os documentos acima referidos. Antes de sair do hotel confiro o que está previsto visitar naquele dia, vejo as informações adicionais mas se não me apetecer fazer aquela viagem troco por outro dia. Não ficamos escravos do plano.

Qual é a vantagem deste tipo de organização?

Como este trabalho de pesquisa é feito antecipadamente e toda a família participa na sua elaboração, não existe indecisão sobre o que visitar e quando. É claro que vão surgir imprevistos, aliás, eles fazem parte da viagem, mas serão certamente coisas fáceis de resolver.

Quer contar-nos como faz para se organizar em viagem? Partilhe as suas dicas!


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0 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Macau

Seis coisas que precisa saber se viajar para Macau desde Hong Kong.

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Tanto Hong Kong como Macau são zonas administrativas da China mas a circulação entre os três territórios faz-se com regras.

Primeiro:

Se estiver em Hong Kong e for visitar Macau, é como se fosse para um país diferente, pelo que tem de passar pelos serviços de imigração dos dois lados. Portanto, leve caneta para preencher os impressos na alfândega.

Segundo:

Passaporte válido é suficiente para entrar em Macau. Cidadãos portugueses não precisam de pedir visto antecipadamente. À chegada ser-lhe-à concedido visto de entrada e é gratuito. No entanto, as regras podem mudar pelo que tomo a liberdade de sugerir que confirme a informação antes de viajar.

Terceiro:

A influência portuguesa é óbvia, desde os pasteis de nata, ao nome das ruas e à calçada portuguesa. Os edifícios históricos estão bem preservados e há um esforço para que continuem assim. Ao percorrer o centro histórico pode achar que está em Lisboa e acredite que não é fácil fazer a manutenção deste tipo de construção num clima tão quente e húmido. No entanto, não espere encontrar pessoas na rua a falarem português. A menos que seja um grupo de viajantes portugueses.

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Quarto:

Macau é um sítio excelente para fazer compras. Os preços são muito competitivos porque não há impostos sobre os produtos. A renda que os casinos gera está sujeita a impostos e é suficiente para que não aja necessidade de taxar os produtos de consumo. Num dia normal verá grupos de chineses carrregados de sacos de compras prontos para regressarem à China. Mas se quiser realmente poupar terá de se afastar das lojas nos casinos.

Quinto:

Pelo que o nosso guia nos contou, a calçada portuguesa foi construída com pedras que vieram de Portugal. Trouxeram a pedra em blocos grandes que depois foram cortados em cubos mais pequenos por pedreiros portugueses. Custa-me acreditar que se tenham dado a tanto trabalho!

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Sexto:

Olhe de vez em quando para o chão e terá gratas surpresas. Além de poder admirar a magnífica calçada portuguesa, poderá apreciar mini altares que abundam nas ruas de Macau. Já os tínhamos visto em Hong Kong portanto não foi surpresa vê-los em Macau. A religião faz parte da prática diária dos macaenses, o que faz com que os mini altares sejam visitados frequentemente. Costumam ter incenso e oferendas. Não se assuste se vir uma caixinha encostada à parede de uma loja com incenso a arder rodeado de fruta, água ou chávenas de chá.

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Quer saber como foi o nosso tour em Macau? Contamos tudo aqui.

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0 In Destinos/ Dicas de Viagem

Como fazer um Plano de Viagem – dicas práticas.

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Já lhe aconteceu chegar ao aeroporto e andar às voltas para perceber onde estão os transportes públicos? Já levou roupa de verão na mala e teve de comprar roupa quente? Raramente consegue visitar o que tinha planeado porque não teve tempo? De uma forma genérica acontecem-lhe demasiados imprevistos enquanto viaja? Então este artigo é para si.

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Este post faz parte de uma série de três que pretendo publicar nas próximas semanas e que estão relacionados com organização.

Falei aqui como a minha falta de organização fez com que o blogue ficasse parado durante uma semana inteira e da reflexão que fiz sobre o assunto resultaram três rubricas que acredito que podem ajudar outros viajantes:

Como fazer um Plano de Viagem
Como se organizar em viagem
Como se organizar para viajar mais

Hoje vou explicar o que é, para que serve e como faço o meu Plano de Viagem.

O que é um Plano de Viagem?
Um Plano de Viagem é um guião que ajuda na planificação da viagem. Com o tempo fui adaptando as rubricas que entram no guião e a versão atual serve as nossas necessidades.

Para que serve?
Para reunir informação relevante para uma viagem sem stress. Temos presente que imprevistos acontecem mas viajamos tranquilos porque temos facilmente acessíveis uma série de dados que facilitam a viagem.

Como faço o meu Plano de Viagem?
O plano está dividido em duas partes:

1.ª parte – Logística
– como ir do aeroporto até ao hotel/centro
– moeda (e onde fazer o câmbio)
– previsão meteorológica (para saber o que colocar na mala)
– contactos telefónicos (hotel, companhia de aviação, seguro, operador turístico se comprei algum tour)
– mapas (download no google maps do mapa da cidade; mapa da rede de transportes)

2.ª parte – Atividades diárias
Dia 1 – viagem de ida
Dia 2 – sítios a visitar durante a manhã / almoço / sítios a visitar durante a tarde / jantar / sítios a visitar durante a noite
Dia 3 – sítios a visitar durante a manhã / almoço / sítios a visitar durante a tarde / jantar / sítios a visitar durante a noite
[…]
Último dia – viagem de regresso

Esta é a base do Plano de Viagem que depois adapto conforme a viagem.

Em relação à primeira parte do Plano de Viagem acho que não é necessário entrar em grandes detalhes. São informações que se conseguem rapidamente e que não me costumam levar muito tempo a reunir.

No entanto, a segunda parte do Plano de Viagem é um bocadinho mais trabalhosa.

Costumamos agrupar os sítios a visitar por zonas para não perdermos muito tempo em deslocações. Para isso, temos de saber de antemão que sítios queremos visitar, onde ficam localizados, como chegar lá e quanto tempo precisamos. Quando temos essa informação é mais fácil encaixar as atividades nos dias disponíveis.

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Já devem ter percebido que damos bastante importância às refeições, portanto, já levamos connosco uma lista de restaurantes localizados nos sítios onde prevemos estar nas horas de almoço e jantar nos diferentes dias.

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A ideia não é fechar completamente o itinerário, até porque queremos viajar ao nosso ritmo e ter a liberdade de mudar de ideias. Mas para podermos mudar de ideias temos de ter um plano inicial, verdade?

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0 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Hong Kong

Mercados noturnos em Hong Kong: Temple Street Market e Ladies Market.

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Enquanto estivemos em Hong Kong tivemos oportunidade de visitar várias vezes estes dois mercados noturnos. Imagino que duas coisas levem as pessoas aos mercados noturnos: a busca por pechinchas e por animação de rua. Na verdade os dois mercados não são muito diferentes, o tipo de produtos que se vendem são semelhantes e a animação de rua repete-se um bocadinho. Aliás, é normal ver os mesmos artistas a atuar uma noite num mercado e noutra noite noutro mercado.

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O que se encontra à venda? souvenirs, carteiras, bonés, roupa, sapatos, chávenas,  tecnologia de qualidade duvidosa, brinquedos, leques e por aí em diante.

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O que vale a pena experimentar? A comida! Arrisque porque os preços são baixos, mesmo que não goste vale pela experiência. Nós gostámos em particular das egg waffles.

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Temple Street Night Market

Localização: em Temple Street, Yau Mai Tei, Kowloon.

Como chegar: a estação de metro mais próxima é a de Jordan, na linha vermelha.

Curiosidades: sabe de onde vem o nome “Temple Street”? Do templo Tin Hau existe no local. Se visitar a rua durante o dia não a vai reconhecer, está tudo deserto com as barraquinhas dos vendedores fechadas. É também chamado de Mens Market, em oposição ao Ladies Market.

Ladies Night Market

Localização: em Tung Choi Street, Mong Kok.

Como chegar: a estação de metro mais próxima é a de Mong Kok, na linha vermelha.

Curiosidades: Se não souber regatear os preços vai pagar muito caro pelas compras. Eles perguntam sempre quanto está disposto a pagar, portanto esteja preparado para indicar um valor.


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2 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal

10 sugestões para aproveitar os feriados que se aproximam

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Aproximam-se dois feriados, o 25 de abril e 01 de maio. Já tem alguma viagem planeada? Se sim, ótimo! Se não, deixamos algumas sugestões de sítios para visitar em Portugal e Espanha. Não ficará em casa por falta de ideias!

Em Portugal

Badoca Safari Park – Alentejo

O Badoca Safari Park situa-se na Herdade da Badoca, em Vila Nova Santo André. No site é possível encontrar entre outras informações o horário de funcionamento e tabela de preços.

Tivemos oportunidade de visitar o parque por duas vezes, uma com o nosso filho mais velho ainda criança e uns anos mais tarde com os dois rapazes. Notámos que o parque tem evoluído, a diversidade de animais tem vindo a aumentar e é um ótimo passeio para um feriado ou fim de semana.

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Serra do Buçaco

Se gosta de natureza a Serra do Buçaco é perfeita para si. Tem trilhos pedestres para se aventurar, nascentes e lagos. Pode ver o nosso roteiro aqui.

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Serra da Estrela

A Serra da Estrela tem algo de novo a oferecer em cada estação do ano. Sejam as flores silvestres na primavera, paisagens verdejantes no verão, tons de castanho no outono e a neve no inverno. Temos alguns posts no blogue acerca da Serra da Estrela se precisa de reavivar a memória. O que há a não gostar?

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Parque Nacional Peneda-Gerês

Nós somos visitantes assíduos do Gerês e ainda não nos fartámos. Os minhotos adoram falar com visitantes e nós aproveitamos as dicas deles para conhecer alguma coisa nova. E a comida tem um sabor especial. Tem dicas e um roteiro para três dias aqui.  e aqui.

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Serra da Freita

Estivemos recentemente na Serra da Freita e adorámos. Gosta de vida rural e contacto com a natureza? Este passeio é perfeito para si! Há muito para explorar, não se contente apenas com o roteiro que descrevemos aqui no blogue. Algumas dicas aqui.

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Cruzeiro no Douro

Precisa tranquilidade? Que tal deixar o rebuliço da cidade do Porto e subir o rio Douro a bordo de um cruzeiro? Observar o barco a deslizar pelas águas calmas do rio Douro e observar as vinhas nos socalcos não lhe pode fazer mal!

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Em Espanha

Corunha

Não é certamente uma escolha óbvia, mas a Corunha tem o tamanho perfeito para uma escapadinha de poucos dias. Pode visitar a Torre de Hércules e deambular pelo centro histórico. Uma pausa na praça Maria Pita é aconselhável, assim como um passeio à beira mar. Os restaurantes oferecem várias opções para degustar polvo e marisco, aproveite!

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Covadonga – Picos da Europa

Já ouviu falar em Covadonga? Se nunca ouviu falar em Pelayo e da batalha de Covadonga tem uma razão extra para organizar uma viagem aos Picos da Europa.

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Madrid

A capital espanhola está muito perto de Portugal, portanto parece-nos uma excelente opção para uma escapadinha nos feriados. O que visitar? Tanta coisa… o Parque do Retiro, a Puerta del Sol, o Palácio Real, a Catedral de Almudena, a Plaza Maior, o Museu do Prado, a Puerta de Alcalá, só para nomear alguns.

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Ávila

Se não lhe interessa a movida madrilena, que tal visitar a cidade muralhada de Ávila? Não perca uma visita à catedral.

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0 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Hong Kong

Hong Kong: Ten Thousand Buddhas Monastery & Po Fook Hill (por engano)

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Viajar tem destas coisas, por vezes os planos sofrem alterações e outras vezes enganamo-nos. Saímos do hotel convencidos que íamos visitar o Ten Thousand Buddhas Monastery mas vimos um parque engraçado do Snoopy e fizemos um desvio. Depois regressámos ao plano inicial mas não vimos a placa que indicava o caminho para o mosteiro e acabámos por entrar num cemitério.

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Po Fook Hill é um cemitério que fica localizado ao lado do Ten Thousand Buddhas Monastery, na vila de Pai Tau.

Há um arco na entrada, algumas estátuas e um lago com peixes. Se vir um lago com peixes está no cemitério e não no mosteiro.

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Começámos a subir as escadas e imaginávamos que não tardaria a vermos as estátuas douradas do buda. Subimos, subimos, depois encontrámos escadas rolantes e aproveitámos a boleia, continuamos a subir, quase fomos atacados por um macaco e continuámos a subir as escadas. Não estranhámos as pessoas entrarem com oferendas nem olharem de lado para nós. Até que uma senhora nos perguntou se queríamos visitar o Ten Thousand Buddhas Monastary. Dissemos que sim. Ela disse que estávamos no local onde as pessoas vão rezar e realizar oferendas aos ancestrais, que teríamos de descer até à entrada do cemitério e voltar a subir pelo caminho ao lado que dava acesso ao mosteiro.

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E foi o que fizemos, saímos rapidamente e dirigimo-nos ao mosteiro.

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O caminho até ao mosteiro está ladeado de estátuas douradas do buda. Todas diferentes até à entrada no recinto do mosteiro. Apesar do nome, dizem que são cerca de treze mil estátuas. O complexo é constituído por vários pavilhões, cada um dedicado a uma divindade. No centro está um pagode num vermelho vibrante. Os crentes queimam incenso e fazem as suas orações indiferentes ao turistas.

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Neste momento não reside nenhum monge no local.

Dicas práticas:
– como chegar: de metro, a estação mais próxima é Sha Tin, que fica no centro comercial New Town Plaza. De Mong Kok tem de apanhar a linha verde e depois a azul;
– tenha atenção aos falsos monges que pedem esmola;
– o percurso é bastante longo, leve calçado confortável;
– entrada: grátis.

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0 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Hong Kong

Quanto custa uma viagem para Hong Kong e como arruinar um orçamento.

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Talvez seja uma questão cultural mas sinto algum pudor em falar em dinheiro. Considero deselegante divulgar quanto gasto em viagens e sempre achei que ninguém queria saber.

Portanto, se está alinhado com o que escrevi até aqui, por favor não leia mais.

Uma das críticas que recentemente me apontaram (e que eu agradeço), foi precisamente não abordar o valor das viagens que fazemos. E para ser honesta, se advogo que toda a gente pode viajar se esse for o seu desejo, tenho forçosamente de abordar o tema do vil metal.

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Vamos, então, a contas.

A viagem para nós os quatro custou 1.875,89 EUR. Este valor já inclui o seguro de viagem que fiz com a companhia mas hoje teria certamente optado pelo seguro da Nomad, que além de ter mais coberturas é mais económico.

Escolhemos um hotel confortável, o BP International 4*, com tarifa promocional, por 6.338 HKD, que à data equivaliam a menos de 650 EUR.

Resumindo, 630 EUR por pessoa, pareceu-me um valor com o qual podia viver bem.

As contas descarrilaram quando o nosso plano de viagem começou a tomar forma. Num post futuro irei explicar com mais pormenor como faço o plano de viagem, aliás, é o que eu construo e envio a quem me pede ajuda para organizar viagens, mas de uma forma resumida, entre outras informações, o plano de viagem contém uma lista de locais/monumentos/restaurantes a visitar em cada dia. A lista de locais a visitar até foi fácil de fazer mas quando comecei a organizar a logística, isto é, quanto tempo precisava para cada local e o tempo despendido nas deslocações, tive a infeliz revelação que grande parte da nossa estadia seria passada no metro ou em filas. Não é o melhor cenário, pois não? Nós gostamos de viajar por conta própria, apreciamos a nossa liberdade mas reconhecemos que os grupos organizados têm vantagens. Poupa-se muito tempo em deslocações e evitam-se filas.

No total fizemos três tours: Macau, Lantau Island (inclui visita ao Buda Gigante) e Victoria Peack.

É claro que é possível visitar Macau de forma independente estando em Hong Kong. Se o fizéssemos, teríamos de sair cedo do Hotel, apanhar o metro até ao terminal marítimo, ir para a fila comprar bilhetes, quando chegássemos a Macau teríamos de ir de autocarro ou táxi até ao centro e teríamos de cronometrar o tempo para não perdermos o ferry de volta e apanhar o metro novamente até ao hotel. Duvido é que tivéssemos oportunidade de visitar o templo de A-Ma, o Venetian e o Casino do Jackie Chan e até estremeço só de pensar no stress infligido aos miúdos porque teríamos de andar sempre a correr.

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Para visitar o Tian Tan Buddha pode ir de metro, fazer percurso até ao recinto a pé e depois subir mais de 200 escadas. Depois é só descer a escadaria, percorrer cerca de 500 metros até ao mosteiro Po Lin e regressar, ir até ao teleférico e regressar de metro até ao Hotel. O nosso guia foi buscar-nos ao hotel, levou-nos até ao cais marítimo onde apanhámos um ferry até Lantau, visitámos a ilha de Lantau, andámos numa embarcação tradicional na vila de pescadores de Tao O e levou-nos de autocarro até ao Buda Gigante (não precisámos de subir e descer as escadas, os nossos filhos agradeceram). Além disso almoçámos uma refeição vegetariana no Mosteiro Po Lin, descemos no teleférico (entregaram-nos os bilhetes) e levaram-nos de autocarro volta ao hotel.

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Victoria Peack deve ser obrigatório numa visita a Hong Kong. A viagem do funicular centenário é extraordinária e a perspetiva da cidade que se consegue lá de cima é única. Extraordinárias são também as filas de espera de duas horas para aceder ao funicular. Ora, duas horas à espera para subir e duas horas à espera para descer… não, o nosso tempo merece ser melhor aproveitado. Além disso tivemos oportunidade de visitar Aberdeen e o Stanley Market.

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O quarto deslize foi o Simphony of Lights. É um espetáculo de som e luz gratuito que acontece diariamente às 20:00 em Kowloon e na ilha de Hong Kong. E sabem o que eram mesmo fantástico? Fazer um cruzeiro na altura do espetáculo e desfrutar das vistas dos dois lados de Hong Kong! Mas o cruzeiro com bar aberto não é gratuito.

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Assim, ao preço do voo e do hotel acrescentámos cerca de 1200 EUR nestes pequenos “luxos”, o que significou que ainda não tínhamos saído de Portugal e o valor da viagem por pessoa já tinha chegado aos 930 EUR.

Como se isto não fosse suficiente, o câmbio do dólar de Hong Kong flutuou e com as taxas turística da cidade acabámos por pagar pelo alojamento 735,41 EUR.

E é assim que se arruína um orçamento de viagem.


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7 In Destinos/ Dicas de Viagem

Precisa de ajuda para planear a próxima viagem?

Nós fazemos a pesquisa por si e não precisa de nos pagar!

Não é novidade para ninguém que o tempo é um bem escasso nos dias que correm. E, infelizmente, ouvimos queixas constantes de amigos que não conseguem arranjar tempo para pesquisar destinos de férias e acabam por ir para os mesmos sítios ou pagar balúrdios por viagens compradas sem planeamento.

Nós podemos ajudar! Envie um email para reservapassaporte@gmail.com e nós enviaremos um questionário com sete perguntas para percebermos as suas preferências.

Faremos a pesquisa por si e entregaremos um dossier inicial com os melhores preços encontrados. Se as opções encontradas não forem aceitáveis para si, dispomos-nos a monitorizar os preços nas semanas seguintes.

Completamente GRÁTIS!!!

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Se o conseguirmos ajudar a encontrar a sua viagem ideal, disponibilizamos-nos ainda a elaborar um guia de viagem personalizado.

Que informação constará desse guia?

Como se deslocar do aeroporto até ao alojamento, sugestões de restaurantes, horários dos museus, informação de transportes, moeda do local, locais de câmbio, fuso horário, previsão do tempo, localização de mercados tradicionais, enfim, tudo o que normalmente pesquisamos para as nossas viagens.

Interessado?

Os pedidos serão tratados por ordem de chegada e quanto mais cedo nos enviar o seu email mais probabilidades temos de encontrar um bom preço.

E não se esqueça de subscrever a nossa newsletter!

Boas viagens!


ATUALIZAÇÃO: A experiência ensinou-nos que se procura viagens do tipo Praia em Tudo Incluído, provavelmente conseguirá melhores preços numa agência de viagens. No entanto, faremos o nosso melhor para encontrar bons preços para si!


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0 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal/ Restaurantes

Mira Freita | dica de restaurante na Serra da Freita

Almoçámos no Restaurante Mira Freita num domingo a horas pouco decentes. Não sei precisar a hora mas já devia passar das três da tarde porque entrámos a medo no restaurante e perguntámos se ainda nos podiam atender. O senhor que nos recebeu disse que sim, mas foi visível o embaraço.

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Para infelicidade nossa já não haviam pratos de forno, portanto cabrito ou vitela estavam fora de hipótese. Escolhemos churrasco que veio acompanhado de arroz, batatas fritas e salada. As carnes estavam saborosas e bem cozinhadas. Por vezes o churrasco tende a ficar seco mas o que nos serviram estava no ponto certo.

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Enquanto esperávamos pelo almoço serviram-nos um prato de rojões que estavam tão bons que se não fosse a nossa vergonha em pedir, tínhamos desistido do churrasco e ficávamos apenas pelas entradas, reforçadas é claro!

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O Restaurante Mira Freita fica situado na Rua da Freita, n.º 306 , Felgueira – Arões, Vale de Cambra, a cerca de 7 kms da Frecha da Mizarela.

Veja o nosso roteiro para um dia na Serra da Freita aqui.

Não encontrou o que procura? Envie-nos um email ou deixe um comentário. Temos todo o gosto em ajudar!


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2 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal/ Restaurantes

Braseirão do Minho | dica de restaurante em Vila Nova de Cerveira

Por esta altura já não deve ser segredo para ninguém que nós somos apreciadores de boa comida. Aliás, nas nossas viagens, até podemos não saber muito bem o que vamos visitar mas levamos sempre uma lista com vários restaurantes para experimentar.

Felizmente vivemos num país farto de bons restaurantes, daqueles que não nos importamos de fazer uma viagem de algumas horas porque temos a certeza que vamos ser bem servidos. O Restaurante Braseirão do Minho entrou para essa categoria!

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Telefonámos a reservar mesa e à hora marcada estávamos a entrar no restaurante. Fomos os primeiros a ser atendidos. Uma sala ampla, aliás, várias salas com grandes janelas a deixarem a luz entrar. O buffet de sobremesas chamou-nos logo a atenção mas como exageramos na comida que pedimos acabámos por não experimentar nenhum docinho.

Enquanto analisávamos o menu foram servidas azeitonas, manteiga e pão. Escolhemos rojões de entrada e quatro pratos principais diferentes.

O nosso filho mais novo comeu bife de peru panado que, na minha opinião, estava demasiado elaborado para um menu infantil. Misturaram amêndoas laminadas ao pão ralado e, claro, tive de as retirar porque o miúdo não lhes achou piada.

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O nosso filho mais velho escolheu picanha. A meia dose pedida era gigante e foi alegremente partilhada por todos na mesa.

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Os adultos escolheram javali e posta de vitela e ambos os pratos estavam muito saborosos.

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Sabemos que é feio cobiçar comida alheia mas… quando estávamos a sair, vimos um prato de polvo que nos encheu o olho. Pedaços gordos amontoados num prato com qualquer coisa por baixo que, muito sinceramente não me lembro o que era porque os meus olhos fixaram-se apenas no polvo. Já temos desculpa para visitar novamente Vila Nova de Cerveira!

 

Já sabe o que visitar em Vila Nova de Cerveira? Veja o nosso post 🙂

Tem dicas de restaurantes para partilhar? Por favor deixe um comentário, nós agradecemos e quem lê o blogue tem acesso a mais informação.


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3 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal

Dica de alojamento & restaurante – Hotel Samasa / Restaurante Hermínia, no Fundão

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A Serra da Estrela é um destino frequente para nós. Gostamos da serra em todas as estações do ano e há sempre alguma coisa nova para ver.

É verdade que a serra tem bastante oferta hoteleira mas até há pouco tempo não tínhamos encontrado o hotel ideal para nós. Uns eram demasiado caros, outros difíceis de aceder, outros com o staff a precisar de sorrir um bocadinho mais.

É claro que dar dicas de qualquer coisa que seja é inglório. O que a nossa família valoriza pode ser diferente do que é importante para si e a experiência que nós tivemos pode ser diferente da sua. Mas nós pesquisamos muito, lemos críticas de outros bloggers, perguntamos a amigos, fazemos más escolhas e quando encontramos algo que realmente gostamos partilhamos para que outros possam usufruir. Afinal, a partilha é a finalidade deste blogue, certo?

Esta (longa) introdução foi para falar do Hotel Samasa. Ficámos alojados neste hotel por duas vezes e não poderia ter corrido melhor.

É um hotel de 3 estrelas com tudo o que é esperado de um hotel com esta categoria. Os quartos eram confortáveis, climatizados e com uma decoração simples. O pequeno almoço é farto: diferentes tipos de pão, bolos, bolachas e doces regionais, uma máquina de bebidas quentes para café, cappuccino e imagino que outras bebidas mas apenas demos importância ao café, queijos e charcutaria (havia queijo da serra!), doces de fruta caseiros, marmelada, nutella, iogurtes e fruta fresca. Tenho a certeza que não descrevi tudo mas pode conferir nas fotografias. Um espaço de refeições simpático e acolhedor.

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Além disso, o atendimento é 5 estrelas e a relação qualidade-preço é claramente vantajosa para o cliente mas pode confirmar os preços atualizados em Booking.com.

A dica de restaurante que lhe queríamos deixar é o Restaurante Hermínia. Fica localizado a poucos minutos do Hotel Samasa e pertence ao mesmo grupo. As críticas que encontrámos nem sempre são favoráveis mas tudo o que experimentamos estava ótimo! Tenha em atenção que a ementa vai mudando de acordo com a época do ano. O arroz de carqueja e arroz de míscaros estavam deliciosos assim como o bife, tenro e cozinhado no ponto.

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Não temos muitas fotografias mas temos muita vontade de regressar! Qual será o prato regional em destaque nesta altura?

Tem dicas de alojamento e restaurantes para partilhar? Por favor deixe um comentário, nós agradecemos e quem lê o blogue tem acesso a mais informação.


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11 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Viajar com crianças

Como sobreviver a uma road trip de 1500 kms com crianças.

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Os nossos filhos têm 14 e 5 anos respetivamente e sempre viajaram connosco.
Com o tempo aprendemos que tanto crianças pequenas como as mais crescidas conseguem tirar um adulto do sério de vez em quando.

Cada um saberá a melhor forma de lidar com a prole mas reconheço que algumas dicas que fui lendo em blogues realmente resultam e tornam a viagem menos stressante.

Em primeiro lugar, acreditamos que as viagens são momentos especiais em que criamos memórias e fortalecemos os laços enquanto família. Fomos incutindo este espírito aos nossos filhos e com o tempo perceberam que não podem comportar-se de forma a dificultar a viagem. Portanto, gritos e birras não combinam com viagens.

Por outro lado, em viagem somos tolerantes em relação a outras coisas: eles podem ficar acordado até tarde, beber refrigerantes, comer fast food e ficar horas no tablet ou a jogar Nintendo.

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Nesta road trip em particular não fizemos muitos kms seguidos com os miúdos acordados, o que nos facilitou muito. É normal dividirmos o percurso em trechos com pernoitas a meio do caminho para não nos cansarmos em demasia e as paragens nas estações de serviço para correr e brincar são obrigatórias.

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As possíveis fontes de conflito são eliminadas de raiz. Isto significa que se os rapazes não se entenderam quando estão a jogar o mesmo jogo eles sabem que os pais lhes tiram o jogo. E não há apelo possível. Pode parecer excessivo mas tem resultado.

Por sorte as esquisitices na hora das refeições terminaram há uns anos no Luxemburgo mas temos sempre connosco um saco de gomas que funcionam como recompensa. Nunca imaginei que um saco de doces pudesse ter tanto poder. Eles anseiam a oportunidade de se portarem bem para comer uns docinhos.

O tempo dentro do carro foi passado a conversar e a fazer jogos. Fazemos equipas de dois pois os adultos também entram na brincadeira. Os km parecem que são percorridos mais rapidamente quando estamos à procura de carros amarelos ou pontes por cima da autoestrada.

Com viagens tão facilitadas quem sabe daqui a uns tempos fazemos uma road trip de várias semanas pela Europa 🙂

Tem outras dicas para partilhar connosco? Por favor deixe o seu comentário.


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3 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal

Monte Girassol – The Lisbon Country House, uma experiência a repetir em Pegões.

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Fomos recebidos no Monte Girassol pelo Sr. José e pela filha. Mostraram-nos o quarto onde passaríamos a noite, o quarto “Alperce”, e as partes comuns da casa: a sala com televisão e lareira, o alpendre e a piscina.

Estávamos com sorte, éramos os únicos hóspedes, pelo que tínhamos a casa por nossa conta. Rapidamente vestimos os fatos de banho e mergulhámos na piscina aquecida. Os únicos ruídos que se ouviam eram dos pássaros e das brincadeiras dos nossos filhos.

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Enquanto esperávamos pelo jantar vimos um bocadinho de televisão e no conforto do sofá da sala confesso que me imaginei naquele mesmo lugar numa noite de inverno a desfrutar da lareira. O nosso filho mais velho disse que parecia que estávamos na casa dos avós, o que é um grande elogio para quem está habituado à impessoalidade dos hotéis.

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Depois do jantar os adultos sentaram-se no sofá do alpendre a planear o regresso a este refúgio e os miúdos entretiveram-se a brincar com os cães e gato do Sr. José.

Agradecemos ao Sr. José a simpatia com que nos recebeu e a privacidade que nos proporcionou.

O Monte Girassol fica a cerca de 40 km de Lisboa e, convenientemente para nós, a meio do percurso entre o Porto e Matalascañas.

6 In Destinos/ Dicas de Viagem

Qual é nosso tipo de viagem? Inclui dicas para viajar mais.

Quando nos perguntam qual é o nosso tipo de viagem temos alguma dificuldade em responder de forma imediata.

Na verdade, não é importante para nós definir-nos como uma coisa ou outra mas percebemos que seja relevante para quem acompanha o blogue para que não se sinta defraudado quando nos visita e não encontra o que procura.

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Assim, o que não somos:

– Não somos backpackers. As nossas costas agradecem. Não nos interessa a viagem mais barata se implicar três escalas ou 40 horas de viagem. O mesmo se aplica a viagens de transportes públicos de 15 horas. Iria ser demasiado penoso para os nossos filhos e achamos que não compensa. Não nos hospedamos em hostels mas não dizemos “desta água não beberei”, apenas não se proporcionou.

– Não fazemos turismo de luxo. Simplesmente porque é demasiado caro, trabalhamos por conta de outrem, temos um orçamento limitado e queremos viajar o mais possível. Viagens de luxo estão definitivamente fora do nosso alcance.

– Não somos adeptos de slow travel. Temos 22 dias de férias anuais que são manifestamente insuficientes para visitar os sítios que queremos.

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Não é nossa intenção criticar os estilos de viagem acima descritos. De certa forma invejamos os que têm a liberdade de viajar sem restrições de tempo, dinheiro, companhia ou qualquer outra condicionante que influencia a experiência da viagem.

Estamos cientes de que a nossa realidade é diferente da dos que se aventuram por três meses no sudoeste asiático ou da dos que deixam os empregos para viajar à volta do mundo.

Aplaudimos os que sabem o que querem, organizam-se para concretizar um sonho e não ficam a inventar desculpas. Mas não nos vamos privar de viajar porque temos filhos pequenos ou porque o tempo e dinheiro são curtos. Fazemos um esforço para sermos criativos e encontrar soluções.

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Então qual é o nosso tipo de viagem?

Eu diria “descomplicado”. Passo a explicar:

– Viajamos com pouca coisa, quase sempre apenas com bagagem de mão. O bilhete de avião fica normalmente mais barato, não precisamos de ir para o aeroporto mais cedo para despachar a bagagem nem de esperar para a recolher. Na altura de fazer a mala temos em mente que se precisarmos de alguma coisa podemos comprar no destino e não precisamos de a carregar desde casa.

– Priviligiamos hotéis familiares/económicos com localização central. Não precisamos de um hotel luxuoso para pernoitar mas interessa-nos a privacidade que um quarto privado nos proporciona. Também valorizamos a centralidade do hotel porque não queremos desperdiçar tempo em deslocações para fora da cidade.
Mas somos flexíveis porque existem exceções: quando o destino escolhido é de praia ou é nossa intenção relaxar numa piscina ou desfrutar das instalações do hotel, não nos importamos de abrir (um bocadinho) os cordões à bolsa nem de ficar num sítio isolado.

– Emparelhamos destinos. Por exemplo, numa viagem Porto/Milão/Barcelona/Porto conseguimos visitar duas cidades em países diferentes sem grande dificuldade. Por outro lado, pesquisamos locais perto do destino que possam ser visitados de transportes públicos (de preferência) ou em tours organizados e que não nos obrigue a mudar de hotel.

Foi o que fizemos quando estivemos em Dublin e reservámos um dia para visitar a Irlanda do Norte; quando visitámos Bruxelas também fomos ao Luxemburgo, na estadia em Milão demos um pulo a Saint Moritz, na Suíça e em Miami visitámos o Parque Everglades.

– Viajamos em família, somos quatro, e ficamos muito felizes se o nosso testemunho puder inspirar outras famílias a viajar mais.

Enfim, sentimos uma vontade desmesurada de desbravar o mundo mas temos de gerir responsabilidades no emprego, escola, filhos, orçamentos apertados e tempo limitado.

8 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Portugal/ Roteiros de Viagem

Três dias no Gerês – Roteiro & Dicas de Viagem

O Parque Nacional Peneda-Gerês é uma área protegida que engloba a Serra da Peneda, a Serra do Gerês, a Serra do Soajo e a Serra Amarela.

Neste post sugerimos um roteiro de viagem para três dias, que foi o tempo que ficámos no Gerês no passado mês de julho. Para explorar sem pressas.

1.º dia: Porto, Barragem do Lindoso, Soajo, Santuário de Nossa Senhora da Peneda, Vila do Gerês.

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Não visitámos porque já conhecemos:
– Aldeia do Lindoso (vale a pena visitar os espigueiros e o castelo)
– Cascata da Portela do Homem
– Miradouro Pedra Bela
– Mosteiro de São Bento da Porta Aberta

Dicas:
– Esteja atento à condução. Na estrada que liga o Soajo ao Santuário de Nossa Senhora da Peneda cruzamo-nos com cavalos, vacas e ovelhas que pastavam na serra.
– Junto à Cascata da Portela do Homem as estradas são estreitas e não é fácil arranjar estacionamento. Uma alternativa é estacionar o carro junto à fronteira com Espanha e fazer o percurso de alguns minutos a pé.
– O restaurante no Soajo (Restaurante Videira) não tinha disponível pagamento com cartões mas no centro (a dois minutos a pé) há um multibanco.

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2.º dia: Vila do Gerês, Barragem de Salamonde, Cascata do Arado, Cascata de Pincães, Ponte da Mizarela, Vila do Gerês.

Dicas:
– Quando visitar a Cascata do Arado e o alcatrão da estrada terminar, aventure-se pelo caminho de terra batida e estacione muito perto da cascata. Tem espaço de sobra para estacionar. Aproveite e leve farnel para um picnic.
– Dizem que a Cascata do Taiti é muito bonita mas o estado e a distância do percurso desencorajou-nos. O início do trilho está bem sinalizado e há um parque privado (pago) no local. Mas não nos pareceu que fosse adequado a crianças e dispensamos uma ida não programada ao Hospital local.

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3.º dia: Stand Up Paddle na Caniçada, Brufe, Porto.

Dicas:
– na Barragem da Caniçada além de Stand Up Paddle podem ser praticados outros desportos, como o windsurf e flyboard.
– Em Brufe almoçámos no restaurante “O Abocanhado”, se não tiver reserva prepare-se para uma longa espera.

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No próximo post falaremos de cada um dos sítios visitados, entretanto, se procura inspiração para viajar em Portugal, temos sugestões aqui.

0 In Destinos/ Dicas de Viagem/ Miami

Miami – Como ir do aeroporto de Miami até Downtown & Dicas de Viagem

Como ir do Aeroporto de Miami até Downton:
Depois de recolhermos a bagagem dirigimo-nos ao MIA Mover que faz ligação do terminal do aeroporto ao MetroRail (comboio). A viagem no MIA Mover é grátis e na entrada do MetroRail existem máquinas de venda de bilhetes. As máquinas não aceitam notas de 100USD, as únicas que tínhamos, por isso tivemos de fazer a troca por notas mais pequenas. Mal chegámos à plataforma dos comboios fomos abordados por um funcionário do MetroRail, devidamente identificado, que se assegurou que sabíamos em que estação devíamos sair.

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Dicas de Viagem
Taxas, impostos e gorjetas: Ao preço que está afixado nos produtos normalmente acrescem os impostos. Fomos surpreendidos por esta realidade em lojas de conveniência e de souvenirs. Apenas no supermercado Walgreens, onde nos abastecemos de lanches para os nossos filhos, os preços exibidos já incluíam os impostos.
Nos restaurantes, além dos impostos do estado, ainda podem cobrar “resort tax” (5% / 8%) e “gratuites” (que pela nossa experiência podem ir até 20%).
– Para viajar nos autocarros (Metrobus) terá de ter dinheiro certo, os motoristas não dão troco. O nosso filho de 5 anos não pagou bilhete.

Dias para poupar:
– As refeições nos restaurantes são geralmente caras mas as doses são XXL, considere partilhar;

– Alguns restaurantes oferecem água filtrada ou vendem-na a um preço muito baixo, olhe em volta à procura de jarros ou verifique na ementa. Em Miami Beach cobraram-nos 20USD por uma garrafa de água de 1,5L ao almoço;
– Nos supermercados estão disponíveis sanduiches e saladas embaladas prontas a comer, ideais para levar um almoço descontraído;
– O Metromover (http://www.miamidade.gov/transit/metromover.asp) é um sistema de transportes gratuito em Miami (pode consultar o mapa a seguir) e tem ligação com o MetroRail (http://www.miamidade.gov/transit/metrorail.asp) e com o Metrobus (http://www.miamidade.gov/transit/metrobus.asp).

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Entradas grátis em Museus: Bay of Pigs Museum, Jewish Museum of Florida (aos sábados) e Miami Science Museum (primeira sexta-feira de cada mês entre as 20:30 e 22:50).

Dica extra
– 1 garrafa de 1,5L de água engarrafada custa cerca de 6USD nos supermercados mas nos acessos à praia (onde costumam estar os chuveiros) existem bebedouros de água potável onde poderá abastecer gratuitamente.

Miami-Beach