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Casal Novo | Aldeias do Xisto

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Quem circula na estrada em direção ao Talasnal pode não perceber que está a passar ao lado de Casal Novo Aldeias do Xisto.

Casal Novo Aldeias do Xisto

O Casal Novo está quase escondido, só se estiver com atenção é que vê do lado direito a aldeia.

Nós sabíamos ao que vínhamos, pelo que quando vimos a placa que dizia “Casal Novo” estacionámos o carro e partimos à aventura.

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O tamanho reduzido da aldeia é altamente compensado pela simpatia dos residentes. No Chiqueiro não vimos ninguém e não me pareceu que morassem pessoas na aldeia.

Mas no Casal Novo fomos primeiro surpreendidos por um cão que assustou o nosso filho.

É claro que o animal não nos fez mal nenhum e só queria brincar mas logo a seguir a este episódio apareceu o dono do cão que ficou a conversar connosco.

A conversa foi interrompida pela chuva que não se fez de rogada e encharcou-nos nos curtos metros que percorremos até ao carro. Para a próxima não nos podemos esquecer do guarda-chuva.

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É nossa intenção continuar a visitar as Aldeias de Xisto que temos em Portugal.

Enquanto não conseguimos visitá-las a todas sugerimos que viaje até ao Candal, ao Talasnal e a Cerdeira.

Acompanha-nos nesta viagem?

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Aldeias do Xisto |roteiro para um dia na Serra da Lousã: Chiqueiro, Casal Novo, Talasnal, Candal e Cerdeira.

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A Serra da Lousã continua a surpreender-nos. Desta vez visitámos cinco Aldeias do Xisto e apesar de inicialmente acharmos que eram demasiadas aldeias para um único passeio, a verdade é que conseguimos visitar o que queríamos. Só não conseguimos explorar convenientemente a aldeia do Candal por causa da chuva. Precisamos de uma desculpa para regressar à Lousã, certo? Ora aqui a nossa desculpa para a próxima viagem à Lousã!

Se quiser fazer o mesmo percurso que nós fizemos aqui deixamos o nosso roteiro:

Saímos do Porto pela A1, depois pela A13 na zona de Coimbra e finalmente pela N342 em direção à Aldeia de Chiqueiro. Demorou-nos pouco mais de duas horas a chegar ao primeiro destino.

Chiqueiro

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Um quilómetro mais à frente está a Aldeia de Casal Novo.

Casal Novo

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Percorremos cerca de dois quilómetros e meio e chegámos ao Talasnal, onde aproveitámos para almoçar.

Talasnal

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Quando saímos do Talasnal começou a chover. E continuou a chover enquanto percorremos os cerca de nove quilómetros até ao Candal.

Candal

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Só nos faltava uma paragem, a Aldeia de Cerdeira. Felizmente a chuva parou e conseguimos explorar Cerdeira à vontade.

Cerdeira

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Interessa-se pelas Aldeias do Xisto? Nós estamos decididos a visitar as vinte e quatro Aldeias do Xisto de Portugal. Quer saber quais já visitámos? Veja aqui.

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Se for à Barroca, acredite. Visita a uma das Aldeias do Xisto

Quem observa a aldeia da estrada não acredita que é uma aldeia de xisto.

De fora parece uma aldeia normal, onde estão as casas tradicionais? Será que o GPS nos deu indicações para uma aldeia errada? Mas a Barroca não é uma aldeia errada, tem é que se aventurar pelo interior para encontrar as casas de xisto.

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Uma aqui, outra ali, é preciso ter paciência e andar alguns minutos.  Não desanime, a recompensa é grande e se estiver calor pode dar um mergulho ao Rio Zêzere.

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A Aldeia da Barroca fica situada junto ao Zêzere no Concelho do Fundão e é onde se localiza o centro dinamizador e a sede da Rede e das lojas das Aldeias de Xisto.

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Barroca, Janeiro de Cima e Janeiro de Baixo – roteiro para um dia nas Aldeias do Xisto

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Visitámos a Aldeia da Barroca sem nenhuma preparação, aqui contámos como à última hora surgiu a oportunidade de visitar algumas Aldeias do Xisto.

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Partimos do Fundão em direção à Barroca pela EN 238. Cerca de meia hora depois (28 km) chegámos à Barroca mas achámos que nos tínhamos enganado. Da estrada não se via nenhuma casa de xisto. Estacionámos o carro e a pé lá fomos encontrando algumas construções de xisto.

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Continuámos pela EN 238 em direção a Janeiro de Cima ainda no concelho do Fundão. Deixámos a estrada nacional e percorremos os últimos quilómetros na EM 518 antes de chegar a Janeiro de Cima. Nesta aldeia as casas de xisto são em maior número em comparação com a Barroca.

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O dia estava a terminar e ainda queríamos ir a Janeiro de Baixo, no concelho da Pampilhosa da Serra.

Continuámos pela EM 518 que felizmente estava em bom estado e menos de 4 km depois chegámos à aldeia de Janeiro de Baixo. O sol estava a desaparecer mas ainda conseguimos passear um bocadinho.

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Visitar Quintandona, aldeia de xisto distrito do Porto

Conheça a aldeia de xisto no distrito do Porto

Se não sabia que no distrito do Porto existe uma aldeia de Xisto, aqui fica o convite para visitar Quintandona! Nós já tínhamos tido oportunidade de visitar Quintandona recentemente a propósito da Festa do Caldo (pode consultar o artigo aqui). No entanto, estivemos na aldeia durante a noite e num ambiente de festa popular, isto é, repleto de gente. Desta vez, estávamos acompanhados de outros travel bloggers e era de dia, portanto conseguimos ver convenientemente a aldeia preservada.

Visitar Quintandona

Quintandona é uma aldeia pequena, como quase todas as aldeias de xisto que conhecemos. Além disso, as casas foram recuperadas com cuidado e houve um grande esforço para manter a traça original das construções de xisto.

É uma aldeia viva, isto é, vivem realmente pessoas em Quintandona. No entanto, estas pessoas gostam de receber os visitantes que logo à entrada podem ver (e comprar) alguns produtos agrícolas e artesanato produzidos na aldeia.

Esta foi uma forma que os habitantes encontraram de mostrar os seus produtos e ganhar algum dinheirinho extra.

Loja dos produtos de Quintandona

É a primeira casa que o visitante encontra mesmo antes de entrar na aldeia. Esta loja de produtos provenientes de Quintandona tem uma selecção bastante variada de artigos que incluem legumes, doces, licores e artesanato.

Visitar Quintandona

Casa Valxisto

A Casa de Valxisto é uma unidade hoteleira perfeitamente inserida na aldeia típica de Quintandona. Por outro lado, aqui privilegia-se a agricultura biológica e o contacto com a natureza.

Visitar Quintandona

Casa da Viúva Wine Bar

Neste estabelecimento o vinho é rei e as tapas são rainhas. Por outras palavras, o conceito do restaurante passa pelos visitantes poderem provar vários tipos de vinho à medida que degustam alguns pratos com produtos da região.

Visitar Quintandona

O almoço

No final da visita guiada à aldeia preservada de Quintandona os bloggers de viagem foram presenteados com um almoço típico. A começar, chouriço assado, azeitonas e pão. Depois foi servido o caldo e a seguir as pataniscas de bacalhau com arroz de feijão.

Para coroar estes dois dias por terras penafidelenses provámos o pão-de-ló caseiro e o Mijo de Jebo, uma bebida preparada para a Festa do Caldo que se realiza anualmente no terceiro fim de semana de setembro.

Visitar Quintandona

Localização

A aldeia de Quintandona fica localizada na freguesia de Lagares em Penafiel, a cerca de trinta minutos da cidade do Porto.

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Cerdeira | Aldeia do Xisto a visitar

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Cerdeira Aldeia do Xisto. É sobre esta aldeia que vamos falar hoje. Para quem nos acompanha há algum tempo já devem ter percebido que nós gostamos de ambientes rurais.

E as nossas Aldeias do Xisto são ótimas sugestões para passeios em família.

Cerdeira Aldeia do Xisto

Quando chegámos à aldeia de Cerdeira a primeira coisa que notámos foi que as casas foram recuperadas com grande cuidado.

Dá gosto explorar uma aldeia que está habitada e cujos habitantes espreitam da janela enquanto passamos entretidos a tirar fotografias.

À semelhança das restantes Aldeias do Xisto que já visitámos, a Cerdeira é pequena  e não precisa de muito tempo para a explorar.

Deixámos o carro estacionado junto à Capela Nossa Senhora de Fátima e fizemos o percurso até à aldeia a pé.

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Se tiver tempo, dedique meia hora a descer a ravina até à Ribeira da Cerdeira.

E já sabe, as Aldeias do Xisto estão ligadas por percursos pedonais que atravessam a serra.

Da Cerdeira pode ir até ao Candal num trilho de 2,8 quilómetros.

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Lembre-se que temos o cuidado de atualizar frequentemente as nossas redes sociais, pelo que poderá encontrar inspiração no facebook  e no instagram, assim como no grupo Ofertas de VIAGENS!

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Candal | Aldeia do Xisto junto à EN

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Candal Aldeia do Xisto não passa despercebida a quem passa pela Estrada Nacional.

Leu bem, não precisa de se embrenhar pela serra para encontrar esta pérola.

Candal Aldeia do Xisto está localizada na Serra da Lousã, junto à Estrada Nacional que liga Castanheira de Pera e a Lousã.

Candal Aldeia do Xisto

Talvez não se recordem mas no dia em que fizemos este roteiro pelas Aldeias do Xisto na Serra da Lousã estava mau tempo.

Para nosso azar não conseguimos visitar a aldeia do Candal convenientemente porque estava a chover.

Vendo bem, até tivemos sorte pois conseguimos explorar quatro aldeias apenas Candal ficou visto pela rama.

Sabem o que isto significa? Que vamos ter de voltar a esta aldeia, para subirmos a encosta e passearmos pelo meio das casas de xisto.

Vimos perto da estrada uma esplanada bem simpática, deve ser agradável estar sentada naquele lugar e contemplar a vista.

Infelizmente não posso dizer-lhe o que visitar no Candal porque não vimos quase nada mas pode consultar a informação oficial disponível aqui.

Quando vi a aldeia lembrei-me do Piódão porque as duas aldeias estão situadas numa encosta e a disposição das casas é semelhante.

Além disso, costuma estar a chover quando visitamos o Piódão!

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Chiqueiro | Aldeia do Xisto na Lousã

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A Aldeia de Chiqueiro fica localizada na Serra da Lousã. É uma aldeia muito pequena e não vimos ninguém enquanto lá estivemos. Deixámos o carro estacionado à entrada da aldeia e descemos as escadas a pé. Do lado direito vimos a Capela de Nossa Senhora da Guia que estava fechada. Continuamos a descer e sem darmos conta tínhamos chegado ao final da aldeia.

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Os adeptos de caminhadas podem fazer os trilhos até ao Casal Novo e Talasnal.

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Pode ver as Aldeias do Xisto que já visitámos aqui.

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Benfeita, a Aldeia [branca] do Xisto.

Chegámos a Benfeita poucos minutos antes de anoitecer. Antes tínhamos estado no Piódão e na Fraga da Pena.

Portanto, não tínhamos tempo para percorrer o PR1 AGN – Caminho do Xisto de Benfeita, que fazia parte dos nossos planos.

O percurso estende-se por 10,4 km, se estiver interessado pode encontrar aqui mais informações.

As marcas dos fogos florestais do ano passado são muito visíveis e como tínhamos atravessado a luxuriante Mata da Margaraça foi difícil não ficarmos dececionados com o que vimos na Benfeita. Acho que temos de deixar o tempo passar para que a floresta floresça.

Situada no concelho de Arganil, Benfeita é uma das 24 Aldeias do Xisto.

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Janeiro de Baixo, Aldeia do Xisto em Pampilhosa da Serra

Janeiro de Baixo fica localizado no concelho de Pampilhosa da Serra e é uma das 24 Aldeias do Xisto.

Se entrar em Janeiro de Baixo de carro tenha cuidado… para o veículo não raspar nas paredes das casas que ladeiam o acesso à aldeia, pois a passagem é estreita! Mas não se assuste, os carros passam mesmo, a menos que esteja a conduzir um autocarro.

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Nesta simpática aldeia poderá visitar a antiga escola primária, a Igreja Matriz, e as capelas do Santo Cristo e de S. Sebastião.

Se tiver interesse em aceder ao mapa completo da aldeia, poderá fazê-lo aqui.

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Para os adeptos de caminhadas há o Caminho do Xisto de Janeiro de Baixo, um trilho circular de 9,7 km de dificuldade baixa.

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Janeiro de Cima – Aldeia do Xisto. Ó da Barca!!

Ficámos bastante agradados com o que vimos em Janeiro de Cima. Pareceu-nos que as casas de xisto eram em número superior em comparação com a Barroca.

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Se estiver na hora de almoço ou jantar não perca a oportunidade de experimentar o “Fiado Restaurante“, dizem que vale a pena!

Outra sugestão é dar um pulo à praia fluvial e, quem sabe, fazer um picnic no Parque Fluvial da Lavandeira.

Em tempos passados a barca era usada para ir de uma margem do rio para a outra. O costume já se perdeu mas no verão pode dar um passeio no rio numa barca tradicional.

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Até onde vai com 70 EUR? | Talasnal.

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Portugal continua a maravilhar-nos com paisagens deslumbrantes. Já deve ter percebido que nós gostamos de viajar para o interior do país, para zonas mais rurais e privilegiamos o contacto com a natureza.

Hoje queremos deixar-lhe o desafio de visitar o Talasnal. Está a ver as placas na fotografia a seguir? Indicam alguns percursos que podem ser feitos a pé a partir do Talasnal.

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Este post é uma reciclagem de outro artigo publicado no dia 18 de maio. Aliás, a ideia de criar uma série de artigos com o tema “Até onde vai com…” nasceu enquanto esperávamos pelo almoço no Bar Talasnal e foi amadurecendo nas semanas seguintes porque quisemos fazer uma lista com sítios que poderiam ser incluídos nesta rubrica.

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Publicámos o post do Talasnal mas percebemos que não tínhamos incluído os custos da viagem, portanto decidimos partilhar quanto custou o nosso sábado na Serra da Lousã.

Diário de bordo:

Quilómetros percorridos: 360 KM.

Combustível + portagens: 40 EUR

Almoço: 26,20 EUR.

Total: 66,20 EUR.

Como vê, ficámos aquém do orçamento inicialmente previsto, dos setenta euros que tencionávamos gastar ainda levámos para casa alguns euros. Quando fomos a Pitões das Júnias gastámos um pouco mais.

Pode ver aqui os artigos publicados no blogue sobre as Aldeias do Xisto. O que acha de prolongar a estadia e ficar uns dias na Serra da Lousã? Peça-nos um orçamento para alojamento  (reservapassaporte@gmail.com).

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Talasnal | Montanhas de Amor

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Para uma aldeia em plena Serra da Lousã, o Talasnal oferece alguma variedade em termos de comércio tradicional. Na entrada da aldeia, junto ao local onde pode fazer inversão de marcha ou estacionar o carro, existe uma pequena praça com uma loja de artesanato, o Bar Talasnal e uma escadas junto ao tanque que dão acesso à restante aldeia.

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Quando estivemos no Talasnal tinha chovido recentemente pelo que se notava bastante o cheiro a terra molhada. O passeio aguçou-nos o apetite e sentámo-nos à mesa na companhia dos produtos da região: queijos, javali, enchidos e legumes.

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O Bar Talasnal tem dois pisos, o inferior é bastante pequeno mas no primeiro andar existe um espeço ligeiramente maior. Da pequena janela avista-se a Serra da Lousã. Dizem que aqui perto existem veados, corsos e javalis.

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Se pretender pernoitar na aldeia tem à disposição vários estabelecimentos de Alojamento local e tem também o restaurante Ti Lena que costuma ter boas referências.

Pode ver as Aldeias do Xisto que já visitámos aqui.

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Festa do Caldo em Quintandona, Penafiel

Festa do Caldo em Quintandona

A Festa do Caldo em Quintandona é uma festa que se realiza anualmente no concelho de Penafiel. Para quem não conhece a região, Quintandona é uma Aldeia de Xisto, perfeitamente preservada a cerca de meia do Porto.

Festa do Caldo em Quintandona

Localização de Quintandona

Nós fomos ao final do dia e não reparámos se havia sinalização a indicar a aldeia, portanto a melhor solução talvez seja usar o GPS.

Existem vários parque de estacionamento gratuitos onde pode deixar o carro. O acesso à aldeia faz-se a pé.

A aldeia está localizada na freguesia de Lagares, concelho de Penafiel, distrito do Porto.

Preço da entrada

Nós pagámos 2,5 EUR pelos adultos, o nosso filho de 6 anos não pagou. Tenha em atenção que estes são os preços da edição de 2018.

O que pode encontrar na festa

O produto estrela da festa é o “caldo”, isto é, a sopa que é confeccionada em grandes potes de ferro. Estes potes são aquecidos com o calor da fogueira o que confere ao caldo um sabor único.

Nós experimentámos caldo verde e caldo à lavrador e os dois estavam deliciosos. A acompanhar comemos bifanas (que estavam boas) e pataniscas de bacalhau que estavam MUITO boas.

Festa do Caldo em Quintandona.Festa do Caldo em Quintandona

Também existiam barraquinhas que vendiam sandes de leitão (acompanhadas de espumante), porco no espeto, pão com chouriço confeccionado no local e crepes. Não se esqueça que está na região do vinho verde, por isso não perca a oportunidade de experimentar marcas que não vai encontrar no supermercado. Além disso existe uma oferta aceitável de cervejas artesanais.

Mas nem só de comida vive a festa! Existem várias barraquinhas de artesanato, grupos folclóricos, Zés Pereira, Gigantones, caretos e jogos tradicionais.

Jogos populares e tradições

Um dos jogos que nos chamou mais à atenção foi o “jogo da rata”. Um roedor está dentro de uma caixa numa arena com várias casinhas numeradas para onde pode fugir. Fazem-se apostas para acertar em qual casinha o roedor se vai esconder. Quando levantam a caixa as pessoas começam a fazer barulho para que o roedor fuja para uma das casinhas.

Festa do Caldo em Quintandona

Hoje (domingo) ainda pode visitar a festa, veja o programa retirado da página dedicada à festa do caldo no facebook.

Texto alt automático indisponível.

Veja outras Aldeias de Xisto aqui.

 

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Shinrin-yoku, o Japão e a Natureza

Shinrin-yoku

Eu tenho muita vontade de visitar o Japão mas enquanto não vou, faço questão de conhecer um pouco mais a cultura japonesa, nomeadamente o Shinrin-yoku.

O que é o Shinrin-yoku?

Shinrin-yoku significa literalmente “mergulhar na atmosfera da floresta”. Pelo menos, é assim que é apresentado no livro de Yoshifumi Miyazaki sobre esta forma de medicina preventiva.

Ora a ideia de passear na Natureza e recolher benefícios para a saúde agrada-me bastante. Aliás, fazer percursos ao ar livre é algo que cá em casa fazemos regularmente.

Quem faz percursos na natureza certamente conhece a sensação de bem-estar que experimenta nesses passeios.

O que mais me interessou neste livro nem foi tanto a explicação que comprova que o contacto sistemático com a Natureza melhora os sistemas nervoso e imunitário, além de diminuir o stress e a pressão arterial.

Para alguém como eu que adora viajar o mais interessante são as imagens das florestas japonesas!

Shinrin-yoku

Sabia que 69% do território japonês está coberto de floresta? As fotografias do Monte Fuji, das cerejeiras em flor, dos campos de bambu e dos bonsais  encheram-me a alma! E até sinto que já visitei uma parte do Japão apesar de nunca ter estado lá!

Portanto, vamos lá comprar o livro e experimentar a terapia do Shinrin-yoku na floresta mais próxima de si. Ou então no Buçaco, no Gerês, na Serra da Estrela, na Serra da Freita ou na Serra da Lousã, se não tem hipótese de dar um pulinho ao Japão 🙂

E já sabe, para acompanhar de perto as nossas viagens, não se esqueça de nos seguir no facebook e no instagram.

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Roteiro de dois dias em Peniche & Lourinhã

Roteiro de dois dias em Peniche

A sugestão de hoje é um roteiro de dois dias em Peniche & Lourinhã. Nós aproveitámos um fim de semana em agosto para visitarmos Peniche, as Berlengas e o Dino Park na Lourinhã, faz-nos companhia nesta viagem?

Veja, então, o nosso roteiro para dois dias animados!

Roteiro de dois dias em Peniche

Dino Park na Lourinhã

Saímos do Porto em direção ao Dino Park na Lourinhã. Demorou-nos cerca de três horas pois fizemos duas paragens no caminho.

Estas paragens são importantes para nós porque além de tornarem a viagem menos cansativa, os nossos filhos (com seis e quinze anos) têm oportunidade de brincar e correr um bocadinho e não reclamam tanto por estarem fechados no carro.

Quando chegámos ao Dino Park era quase hora de almoço e apesar de no local servirem refeições, nós levámos piquenique de casa. Na verdade, além de ter ficado mais económico, foi bastante divertido e comemos comida preparada por nós, o que por norma é mais saudável.

Demorámos umas boas horas a percorrer o Dino Park, os trilhos estão bem sinalizados e é divertido observar as esculturas dos dinossauros a espreitarem por entre as árvores.

Visita a Peniche

Depois do Dino Park dirigimo-nos a Peniche onde pernoitámos. A visita a Peniche incluiu uma paragem no Cabo Carvoeiro e na Varanda de Pilatos. O jantar também foi em Peniche.

Visita às Berlengas

Na manhã do dia seguinte fomos até às Berlengas. A viagem de ida foi bastante atribulada, a ondulação estava forte e sentimo-nos mal na travessia.

Por outro lado, explorar as Berlengas foi bastante agradável! Fizemos um tour num barco pequeno para observação das grutas. Este barco tinha o fundo transparente, portanto também era possível ver o fundo do mar.

O barco deixou-nos junto ao Forte de São João Baptista e daí explorámos a pé a ilha. Subimos até ao Farol e depois descemos até ao parque de campismo, onde descansámos numa praia lindíssima. O único senão era a temperatura da água que não convidava a banhos.

Na hora combinada dirigimo-nos ao cais onde embarcámos para a viagem de regresso. Felizmente esta travessia foi tranquila. Por fim regressámos ao Porto.

Se lhe interessam roteiros em Portugal, sugerimos que veja os roteiros que fizemos no Gerês, na Serra da Freita e na Serra da Lousã. E já sabe, acompanhe-nos no facebook e no instagram 🙂

 

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Fraga da Pena, uma pérola escondida na Mata da Margaraça.

A Fraga da Pena está inserida na Serra do Açor, perto da aldeia de Pardieiros, concelho de Arganil, distrito de Coimbra.

Saímos do Piódão a seguir ao almoço empenhados em visitar a Fraga da Pena e depois a Aldeia do Xisto Benfeita.

Pela M508 e depois pela N344 chegámos a Monte Frio, onde virámos à esquerda em direção à Mata da Margaraça. Parámos algumas vezes porque a paisagem é muito bonita.

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Depois de passarmos pela a aldeia de Pardieiros a estrada leva-nos à Fraga da Pena. Existe um parque de estacionamento pequeno logo a seguir à curva onde uma placa indica “Fraga da Pena”.

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Estacionámos o caro e percorremos a pé o curto trajeto até à cascata. O conjunto de quedas de água esconde-se num cenário idílico de onde não queremos sair.

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Piódão, Foz de Égua e Chãs de Égua – roteiro para um dia.

Situado em plena Serra do Açor, o Piódão é uma das 12 Aldeias Histórias de Portugal.

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As casas de paredes de xisto, telhados de lousa e portas e janelas pintadas de azul são bem conhecidas. O que talvez não saiba é que a poucos quilómetros daqui existem duas aldeias igualmente pitorescas e que merecem a sua visita. Refiro-me a Foz de Égua e Chãs de Égua.

O trajeto pode ser feito de carro mas se tiver tempo percorra-o a pé. Sugerimos que estacione o carro na praça de Piódão, desça até Foz de Égua, suba até Chãs de Égua e regresse ao Piódão para uma refeição ligeira ou reforçada conforme lhe aprouver.

Foz de Égua:

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Chãs de Égua:

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São 12 quilómetros de caminhada fácil pela estrada ou, melhor ainda, aventure-se pelos trilhos pedestres que ligam estas aldeias.

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